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Financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA. Vale a pena ou não?

Saiba como funciona a nova modalidade de financiamento imobiliário anunciada pela Caixa Econômica Federal

No último dia 20 de Agosto, a Caixa Econômica Federal fez um anuncio que pôs uma pulguinha atrás da orelha de todo mundo que deseja comprar o seu imóvel, que foi a nova modalidade de financiamento imobiliário indexado pelo IPCA.

Desde então, uma dúvida passou a tomar conta dos pensamentos de quem planeja partir para o financiamento de seu lar: Vale a pena se arriscar nessa nova modalidade ou é melhor não inventar e partir para o antigo financiamento indexado à TR?

Fundo foto criado por benzoix – br.freepik.com

Para te ajudar a deixar as coisas um pouco mais claras sobre esse assunto, nós da Moradia Imobiliária resolvemos escrever este artigo para te mostrar quais são os pontos fortes e fracos do financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA e te ajudar a fazer a melhor escolha para realizar seu sonho de ter a casa própria.

 

Confira aqui outros artigos sobre dicas para te ajudar a comprar seu imóvel:

 

AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS DUAS MODALIDADES

 

Nesse caso é importante ressaltar o financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA, não substitui o antigo modelo que é indexado à Taxa Referencial, mais conhecida como TR. É apenas mais uma opção que você terá acesso, caso decida que o financiamento imobiliário é a solução para você adquirir o seu tão sonhado lar.

Nesse novo modelo anunciado pela Caixa, a principal diferença fica na composição das taxas do financiamento. No modelo antigo, as taxas eram compostas por juros de 8,5% a 9,5% + TR (que se encontra zerada desde 2017), já na nova modalidade as taxas compõem-se por juros de 2,95% a 4,95% + IPCA (que no acumulado dos últimos 12 meses ficou em 2,89%), as taxas dessa modalidade variam de acordo com a profissão do contratante (servidores públicos tem acesso a taxas menores) e o grau de relacionamento com o banco (clientes da Caixa que também adquirirem outros produtos da empresa, como previdência privada, linhas de investimento, etc. têm acesso às “condições especiais”).

Devemos também destacar a mudança que essa nova modalidade de financiamento promove no valor inicial das parcelas, podendo ter uma redução de até 51% do valor das parcelas do financiamento corrigido pela TR, de acordo com a Caixa Econômica Federal. E se os valores das parcelas são reduzidos, isso necessariamente resulta em um acesso mais facilitado ao crédito imobiliário para aquelas pessoas que possuem uma renda familiar mais enxuta.

Mas como na vida nem tudo são flores. Deve-se ficar atento para um provável aumento no montante final da dívida que o modelo juros + IPCA pode provocar. Isso acontece devido ao IPCA ser um indexador mais volátil do que a TR, podendo sofrer alterações significados diante de cenários políticos e econômicos conturbados e refletir em aumento das taxas que corrigem essa modalidade de financiamento (lembre-se de 2015, quando o IPCA bateu na casa dos 10%).

 

MAS E ENTÃO, QUAL FINANCIAMENTO EU ESCOLHO? JUROS + TR OU JUROS + IPCA?

 

Tudo vai depender das suas condições e da sua previsão financeira e de vida que você definir para entrar em um financiamento.

Se por um lado o modelo TR + juros proporciona uma previsibilidade maior sobre a sua dívida, te permitindo mais controle sobre os valores a liquidar e com um montante final menos “salgado”, o modelo IPCA + TR te possibilita um acesso mais fácil ao crédito imobiliário, com parcelas menores e que podem até te permitir adotar um planejamento de antecipação de parcelas ou de investimentos financeiros que lhe gere lucros para equilibrar o peso dos juros.

Gostou do artigo? Que tal compartilhar com alguém que você conheça e que precise saber um pouco mais sobre as novidades do mercado imobiliário. Ah! Lembre-se também de deixar o seu recado dizendo o que você pensa sobre o assunto e se há alguma observação a acrescentar.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Financiamento ou Consórcio? Qual é a melhor opção?

FINANCIAMENTO OU CONSÓRCIO ?

Qual a melhor opção para você que quer comprar seu imóvel, mas não tem o valor à vista?

 

Você sonha em ter o seu próprio lar, porém, ainda não conta com o valor integral para compra-lo à vista. Neste artigo, trataremos sobre os dois meios mais conhecidos para aquisição de um imóvel em longo prazo: o financiamento e o consórcio imobiliário. Ficou interessada(o) no assunto? Então, vem comigo!

 

 

PRIMEIRAMENTE, UMA OBSERVAÇÃO IMPORTANTE!

Antes de começar a falar sobre financiamentos e consórcios, é preciso deixar claro que há uma diferença enorme entre adquirir um patrimônio que irá lhe proporcionar a qualidade de vida que deseja ter ou realizar um investimento financeiro com o intuito de obter lucros.

Adquirir um imóvel é algo que transcende os aspectos puramente financeiros, pois envolve questões subjetivas, como a realização de um sonho, o bem-estar e o conforto de sua família, a segurança de morar em uma boa região da cidade. Algo que pode inclusive, implicar em sua saúde profissional e mental, que são fatores responsáveis pela saúde financeira de qualquer pessoa.

Muitas pessoas tendem a se posicionar contrárias a aquisição de imóveis por métodos em longo prazo, como o consórcio e o financiamento, devido ao custo final maior que essas opções apresentam se comparadas com a compra à vista. Porém, quem defende esse argumento, tende a esquecer de incluir no debate os aspectos subjetivos relacionados à aquisição de um bem tão importante quanto a casa própria.

Será que durante o prazo de um investimento financeiro que busque a lucratividade, você e sua família morarão em um imóvel capaz de lhes proporcionar a qualidade de vida que desejam ter? Se não, em que isso pode implicar na sua vida, no seu relacionamento familiar e em seu aspecto profissional?

São fatores que devem ser levados a sério na hora de tomar uma decisão sobre adquirir ou não o seu próprio lar. Feita a observação, vamos deixar de enrolar e ir direto ao assunto do artigo.

 

FINANCIAMENTO X CONSÓRCIO – QUAL É A MELHOR OPÇÃO?

Pode parecer meio “isentão” a frase que vou usar para dar essa resposta, mas é a mais correta a se usar = Depende de qual é a sua situação.

Embora ambos sejam meios para permitir que você adquira o seu imóvel sem precisar arcar com todo o valor do negócio, as opções de financiamento e consórcio possuem particularidades que devem ser levadas em conta em relação a sua situação no momento atual da compra. Como por exemplo: a pressa em usufruir do imóvel, ter ou não um montante de dinheiro disponível para entrada ou lance, sua condição financeira mensal, etc.

Para ficar mais fácil de entender, vou explicar em detalhes como funciona cada modelo. Continua aqui comigo!

 

  • FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

 

O financiamento imobiliário é a opção mais usada para quem tem pressa em adquirir o seu próprio lar, porém, não conta com todo o valor da negociação em mãos para fazer a compra do imóvel à vista.

Nessa modalidade, você adquire uma linha de crédito junto a uma instituição financeira, ao qual serão acrescidos juros e correção monetária ao decorrer do tempo contratado para quitação do valor adquirido.

Falando de um modo mais popular, o banco compra o imóvel que você deseja, lhe repassa, e você paga por esse empréstimo em prestações acrescidas de juros e correção monetária.

Vale também ressaltar, que para lhe conceder esse “empréstimo”, as instituições financeiras farão uma análise do seu perfil de crédito (que é um cálculo feito a partir da sua renda mensal, valor do imóvel e prazo de quitação do bem) e então definirão qual será o valor do financiamento ao qual você terá acesso e, consequentemente, qual será o valor da entrada (cujo valor mínimo é de, em média, 20% do valor do imóvel).

Outro ponto a ser abordado sobre o financiamento é em relação ao tempo contratado para quitação do financiamento. Por se tratar de altas quantias, geralmente, as pessoas buscam por prazos maiores para diminuir o valor das parcelas, podendo chegar a até 35 anos (prazo máximo que as instituições financeiras, em geral, oferecem). Porém, é preciso lembrar que quanto maior o prazo, mais juros e taxas de correção serão acrescentadas ao seu crédito. O que pode fazer com que ao final do seu financiamento, o custo total seja maior que o valor de crédito contratado.

 

  • CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Se o financiamento imobiliário é uma saída para quem deseja usufruir do imóvel de imediato, o consórcio imobiliário é uma opção interessante para você que já decidiu que precisa ter um imóvel próprio, mas ainda não sabe onde, quando ou qual o tipo de imóvel que deseja adquirir.

Diferente do financiamento, o consórcio imobiliário não impõe a cobrança de juros e correção sobre o valor contratado, mas também oferece prazos mais curtos para quitação do débito. O que há nesse caso é a inclusão de uma taxa de administração cobrada pela administradora do consórcio (que costumam girar na casa dos 20% do valor do imóvel) que pode ter a companhia de algumas outras taxas que vou mencionar logo abaixo. Já em relação ao tempo, os prazos máximos para um consórcio são de 15 anos, em média.

É importante destacar, que ao contrário do financiamento imobiliário, não é uma instituição financeira que arca com os custos da carta de crédito para compra do seu imóvel. São os próprios participantes do consórcio que “rateiam” o valor entre si, reunindo um valor que possibilite que de tempos em tempos seja escolhido um participante para retirar o valor da cota contratada para compra do imóvel. Essa escolha acontece mediante sorteio (e aqui o que vale é a sorte para ser contemplado) ou o lance (que é quando o consorciado pode oferecer uma quantia X para ter acesso à carta de crédito. Aquele que der o maior lance leva).

O fato de não contar com o suporte de uma instituição financeira, representa um risco maior para os participantes de consórcios. Pois podem surgir casos de inadimplência de consorciados e implicar em atrasos no sorteio das cotas. Esse fato inclusive faz com que algumas administradoras de consórcios a incorporem no valor das mensalidades, taxas como fundos de reserva ou seguro de vida, que servem justamente para proteger os participantes do seguro contra possíveis problemas que possam vir a surgir no decorrer do consórcio.

Todavia, além da taxa administrativa e de possíveis taxas extras, como o fundo de reserva, há de se considerar ainda o reajuste anual que é feito nas parcelas de um consórcio. Esse reajuste é feito a partir do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que mede os índices de inflação no Brasil para o setor de construção civil. O que pode se tornar um complicador para o consorciado, caso haja um período de alta nos índices do INCC (que esse ano tem girado na casa dos 4,0%).

Mas também é importante considerar a possibilidade que o consórcio oferece para amortizar débitos futuros no consórcio através de lances ou de quitação de parcelas a vencer, lhe permitindo abater valores sem incidência dos reajustes. Minimizando dessa forma os impactos no valor final do consórcio.

Para finalizar esse assunto, cabe dizer que outro ponto a favor do consórcio é o fato de que após você quitar o débito e ter a carta de crédito em mãos, você poder escolher o perfil e localização do imóvel que deseja adquirir, que pode mudar ao longo do tempo devido, seja por questões pessoais, familiares, profissionais, ou qualquer que seja.

 

MAS O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

 

Significa que mesmo que você não tenha todo o valor necessário para adquirir o seu imóvel de imediato, existem possibilidades para tornar esse sonho realidade (ainda que representem um investimento maior a se fazer).

Financiamentos e consórcios imobiliários são opções que trazem pontos positivos e negativos, porém, são meios eficientes para lhe permitir ter todo o conforto, o bem-estar e a tranquilidade de viver em um lar só seu, onde você tenha liberdade e autonomia para moldá-lo conforme as suas necessidades e desejos.

Claro que ter um planejamento financeiro bem feito e fazer bons investimentos que lhe permitam ter melhores condições financeiras para adquirir um bem dessa importância à vista e com bons descontos, sempre será a melhor opção (Clique aqui e confira o artigo sobre planejamento para comprar sua casa própria)

Porém, como dissemos no início deste artigo, essa é uma decisão que envolve fatores tão relevantes quanto o lado financeiro.

Por isso, o mais importante para que você consiga tomar uma decisão correta sobre o assunto é traçar um panorama real da sua situação, mapeando aspectos pessoais, profissionais, financeiros e até sobre planos futuros. Tendo isso claro, fica mais fácil definir qual é a forma mais condizente com a sua realidade para fazer um investimento do porte de uma aquisição de um imóvel.

Gostou do conteúdo desse artigo? Então compartilhe nas suas redes sociais e nos ajude a alcançar mais pessoas que buscam uma resposta sobre essa questão (Tá liberado seguir a Moradia no Instagram e no Facebook também). Aproveite e deixe um comentário dizendo o que achou ou sobre quais assuntos sobre o mercado imobiliário gostaria de saber mais.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Ipatinga é uma boa cidade para se viver?

Vira e mexe tem gente nova chegando aqui em Ipatinga para iniciar uma nova fase da vida, seja por casamento, trabalho, estudos ou qualquer que seja o motivo que os tragam à nossa terra.

Mas, apesar de Ipatinga ser uma das cidades mais conhecidas de Minas Gerais, sempre rola aquela tensão quando a galera “de fora” bate o pé, decide vir morar aqui, mas fica se perguntando: E aí, será que Ipatinga é uma boa cidade para se viver?

Esse é o seu caso ou de alguém que conhece?

Vista para o bairro Iguaçu em Ipatinga.

Apesar de ser suspeita para responder essa pergunta (afinal, um bom filho não nega a raça né?) resolvi criar este artigo para dar uma mãozinha para quem quer saber um pouquinho mais sobre como é viver na cidade coração do Vale do Aço. E então, vem comigo?

 

Ipatinga, Cidade Verde!

 

Bairro Cariru / Foto: Elvira Nascimento

Maior cidade do Vale do Aço, Ipatinga conta com cerca de 260 mil habitantes e pode ser considerada uma cidade grande de Minas. Apesar disso, o dia a dia da cidade corre em um ritmo mais calmo e fluído (com uma exceção nos horários de pico em que o trânsito se complica um pouquinho em determinados bairros) fugindo um pouco da norma de outras grandes cidades.

Chamada de Cidade Jardim pelo historiador José Augusto de Moraes, Ipatinga também tem como característica a preservação de uma boa área de Mata Atlântica, o que deixa o dia a dia na cidade um pouco mais leve e agradável.

Em bairros como o Cariru, Castelo, Bela Vista, Bom Retiro e Horto, assim como nos diversos parques espalhados pela cidade, é possível sentir esse contato com a natureza de um modo mais intenso, pela maior presença de área de mata preservada que possuem, proporcionando uma sintonia mais forte com o verde da natureza.

Outro ponto forte da cidade a ser destacado é a variedade de opções de lazer e cultura que ela oferece em comparação a outras cidades do leste mineiro, com espaços para praticamente todas as tribos e todos os sons.

Por exemplo, se você gosta da noite e do agito, os bairros Cidade Nobre, Bom Retiro, Horto e Cariru são os que contam com as melhores opções, com ótimos bares e casas de shows.

Agora, se você busca um ambiente mais exclusivo e familiar, Ipatinga também conta com ótimas opções para te proporcionar um bom lazer como o Shopping do Vale, os teatros Centro Cultural Usiminas e Zélia Olgin, o Parque Ipanema, além de ótimos restaurantes e bares com uma pegada mais cult e reservada.

Mas nem só de coisas boas vive uma cidade, não é mesmo? E um ponto que gera bastantes queixas para quem vem de fora é o forte calor que “baixa” na cidade em tempos de Primavera e Verão (e até um pouquinho do Outono), o que gera incômodo para algumas pessoas, principalmente aquelas que vêm de regiões de clima mais frio.

Mas nada que um aparelho de ar-condicionado ou ventilador não resolva.

Bom, esse é só um pequeno e elucidativo “spoiler” sobre como é viver em Ipatinga, uma cidade com muitos encantos e oportunidades, mas que também tem seus problemas e desafios (E qual não tem?).

Agora, se você ainda não se deu por satisfeita(o) e quer saber mais sobre os detalhes e curiosidades da cidade, no nosso Blog  temos uma série de artigos que trazem em detalhes a rotina dos principais bairros de Ipatinga. Vale a pena dar uma espiada.

Se você leu e gostou deste artigo (ou leu e não concordou com nada do que dissemos. Acontece!), deixe um recadinho pra gente aqui embaixo. Sua opinião é mais que bem-vinda e nos ajuda a escolher os melhores assuntos para as próximas conversas.

Então é isso, um abraço apertado e até o próximo papo!

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar! 😉

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Janeiro, o mês perfeito para alugar ou vender o seu imóvel!

 

Janeiro e a alta procura por imóveis

O calendário vira, um novo ano começa e para muitos brasileiros é um novo ciclo que representa uma mudança de hábitos, ou até mesmo uma mudança de ares. Por isso, janeiro tornou-se para muitos o mês das mudanças.

E como não poderia deixar de ser, o mercado imobiliário também muda e se aquece em janeiro, e não é devido ao sol escaldante do verão brasileiro. O motivo principal é a agitação de estudantes, pais, investidores e trabalhadores para conseguirem um novo lar.

Os universitários lideram a lista de procura, seguido dos pais com filhos em idade escolar. Ficar mais perto da faculdade, da escola dos filhos ou do trabalho é uma necessidade, facilitando os deslocamentos e melhorando a qualidade de vida de quem precisa de pelo menos dez minutinhos a mais de descanso.

Essa grande procura por um novo lar é a oportunidade perfeita para quem tem um imóvel aqui em Ipatinga e deseja disponibilizá-lo para aluguel ou venda o quanto antes. “É nesta época do ano que mais fechamos contratos, em que temos maior procura por imóveis e que os proprietários ficam mais felizes”, destaca Luciene Araújo, Gerente da Moradia Imobiliária.

Luciene Araújo – Gerente da Moradia Imobiliária

“O período escolar é um grande balizador da locação residencial nas cidades. O fim do ano letivo e o período de férias são os momentos chaves da busca e troca de imóvel. Crianças que mudam de etapa escolar e necessitam de nova escola, estudantes que saem do ensino médio e vão para as faculdades, deixando a casa dos pais, são muitos os fatores que levam ao desejo de mudança nestes períodos, e isso traz muitos clientes para a imobiliária, aumentando o fluxo de locações e até mesmo de vendas”, comentou Luciene.

Mas porque Janeiro?

Alguns fatores contribuem para esta alta procura neste mês. Em dezembro, as pessoas empregadas contam com uma verba extra, vinda principalmente de 13º salário, bônus e participação em lucro das empresas nas quais trabalham. Estes valores são um recurso a mais para levantar o capital necessário para investir em um novo lar, seja por aluguel ou um investimento definitivo, e garantir a possibilidade de mudança breve.

Além disso, depois das datas festivas de dezembro, quando todos estão envoltos em celebrações junto aos amigos e família, chega janeiro, mês em que muita gente tira férias ou entra em um ritmo mais lento. Desta forma, elas têm mais tempo livre para buscar pelo imóvel desejado, seja ele uma boa casa, um apartamento bem localizado, uma cobertura espaçosa ou, quem sabe, uma kitnet próxima ao seu trabalho ou faculdade.

E Pode parecer besteira, mas o início de um novo ano marca também o momento de tomar decisões sobre quais serão os grandes acontecimentos na vida de cada um para o período que está começando. E, mudar para um novo lar, um novo ambiente, está entre uma das principais resoluções de Ano Novo!

E quais as vantagens para quem é proprietário de imóvel?

Com o mercado aquecido em janeiro e a procura disparada, as chances de seu imóvel ser alugado aumentam consideravelmente. Por isso é importante deixar a administração do seu bem com quem entende do assunto.

Na Moradia Imobiliária, você tem a garantia de que ele está em boas mãos. Um imóvel administrado pela Moradia passa por todos os processos necessários de avaliação, garantindo assim uma excelente qualidade no atendimento e no produto.

Os procedimentos vão desde a análise da ficha cadastral com o locatário, confecção do contrato, laudo de vistoria com fotos (atestado de conservação do imóvel), acompanhamento jurídico, até a forma de cobrança do aluguel. Além disso, a Moradia oferece todo o suporte ao locatário, locador e ao imóvel.

O locador tem o imóvel anunciado no site da Moradia e também em grandes portais imobiliários do Brasil, como o Zap Imóveis, além de uma placa indicativa no local.

Se você deseja uma avaliação do seu imóvel, entre em contato com a Moradia e agende um horário com um dos corretores. Para a avaliação, você deverá ter a descrição completa do imóvel – número de ambientes, medida, localização – além da documentação legal com escritura registrada.

 

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Saiba por que as variações do dólar influenciam na compra do seu lar!

 

Em tempos de incertezas políticas, como é em todo ano de eleição, o mercado financeiro reage de forma diferente para determinados setores, e o do mercado imobiliário é atingido diretamente pelo sobe e desce do dólar, fruto dessas incertezas.

Para quem mora fora do Brasil, ou que investe em dólares americanos, as dúvidas de quando investir e se deve investir surgem a todo momento. Mas como saber a hora certa de aplicar seu dinheiro em um imóvel nesta instabilidade da moeda americana?

A Moradia Imobiliária vai te ajudar a entender um pouco mais sobre este cenário.

Primeiro vamos saber: como a variação do dólar afeta a economia? 

O dólar é usado como moeda de referência na economia internacional. Por isso, as variações da moeda americana afetam facilmente as relações entre quaisquer países, mesmo que não incluam os Estados Unidos.

Além disso, a taxa de câmbio acaba influenciando muito além das transações internacionais. Ela interfere na inflação e nos preços da economia nacional.

Entenda

Se você mora fora do Brasil e está pensando em aplicar aqui num imóvel aquela grana guardada com tanto esforço, a hora de comprá-lo é na alta do dólar. Com a elevação da moeda os investidores externos passam a ter um maior poder de compra por aqui. Dessa forma, com a mesma quantia que possuíam há cerca de um ano, podem agora adquirir imóveis bem melhores com preços bem mais acessíveis.

Para quem está no exterior e vai investir no mercado imobiliário brasileiro é uma oportunidade bastante vantajosa, já que este cenário torna-se mais atrativo e rentável para estes investidores.

Sobre taxas

Segundo especialistas na área, com o dólar mais alto, as taxas de juros vão lá para cima, dificultando ainda mais o crédito imobiliário para os investidores locais com recursos mais limitados e uma moeda não tão forte e representativa, diminuindo o poder de compra. Um reflexo disso é que os imóveis encalham mais facilmente, ao menos em um primeiro momento.

Neste cenário, a venda fica mais restrita para esse público local porque, indiretamente, o potencial comprador pode repensar a aquisição por não ter confiança na economia e na manutenção e continuidade de seu emprego e, consequentemente, de sua renda.

Investidores

Para o brasileiro que mora no Brasil, a queda do dólar é mais benéfica quando se trata de compra e venda de imóveis. As taxas de financiamento e os juros tendem a diminuir, facilitando o investimento e as formas de pagamento.

E é notável como a procura por imóveis por investidores estrangeiros sobe com a alta do dólar. Geralmente o propósito destas transações imobiliárias é uma futura valorização do bem adquirido, sendo que com o dólar baixo não seria possível nem rentável tal aquisição. Com os imóveis desvalorizados, os investidores estrangeiros tendem a comprar mais, reaquecendo o mercado.

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E agora que já conhece as vantagens e desvantagens da oscilação do dólar, que tal começar a pensar em qual imóvel investir! Aqui na Moradia Imobiliária temos uma grande variedade de ofertas para que seu dinheiro seja investido de forma certa e rentável.

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Vai virar calouro? Aqui vão 05 dicas para se dar bem em Ipatinga.

Passou um tempão estudando para passar no vestibular da faculdade favorita em Ipatinga e finalmente recebeu a notícia de que foi aprovado? Agora é comemorar e correr para organizar tudo rapidinho para se mudar para a maior cidade do Vale do Aço.

Projetado pelo Freepik

 

Mas e aí, você já tem ideia de como as coisas funcionam por aqui?

Se a resposta ainda for não, pode ficar tranquilo porque nós preparamos 05 dicas que vão te ajudar a se ambientar da melhor forma em Ipatinga e aproveitar ao máximo todos os prazeres que ela proporciona aos seus moradores.

 

Ficou curiosa(o) ? Então se liga no que vem por aí.

 

Dica 01 – Cada bairro tem seu estilo próprio

Bom Retiro – Ipatinga (Foto: Elvira Nascimento)

 

 

 

 

 

 

 

Assim como em qualquer outra cidade de médio/grande porte do país, em Ipatinga, cada bairro possui um ritmo diferente de vida. Alguns mais agitados e com boas opções para se divertir à noite como o Bom Retiro e o Cidade Nobre, outros super comerciais e com uma ampla variedade de opções para resolver as tarefas do dia a dia como o Horto, o Veneza e o Centro. Isso sem contar os bairros mais calmos e sossegados, perfeitos para quem precisa de concentração e foco nos estudos, como o Cariru, o Bethânia e o Iguaçu.

Entender como esses bairros funcionam, permitirá a você agilidade para encontrar o que precisa, seja para se divertir, ir às comprar ou apenas encontrar um pouco de paz e sossego.

 

Dica 02 – Não tem veículo próprio? Se ligue nas opções de transporte da cidade.

Foto de Manki Kim no Unsplash

Caso escolha morar em um bairro mais distante da sua faculdade, você vai precisar de um meio de transporte para chegar até ela, certo? E como nem todos contam com um veículo próprio, a solução pode estar nos serviços de transporte público, privado ou até mesmo na boa e velha carona.

Em Ipatinga, quem cuida dos serviços de transporte público é empresa Autotrans.

Acessando ao site da Autotrans, você consegue descobrir qual(is) ônibus você precisar pegar para chegar à sua facul, além de ficar por dentro dos horários e até mesmo comprar as passagens online.

Já os serviços de transporte privados são vários. Táxis, mototáxis, vans escolares e até mesmo o UBER são meios eficientes para não perder suas aulas.

E como não poderia deixar de ser em ambientes colaborativos como as faculdades, os grupos de caronas são a salvação para quem tem problemas com o transporte público e/ou falta grana para os meios privados.

 

Dica 03 – Não sabe cozinhar? Calma, bons temperos é o que não falta por aqui. 

 

Um drama para quem vai morar longe de casa e não tem aquele dom para a cozinha é saber onde encontrar um restaurante com um tempero o mais parecido o possível com o da mamãe (ou não dependendo das habilidades culinárias da mamãe).

Mas para a sua sorte, Ipatinga é um verdadeiro celeiro de bons e variados restaurantes.

Um bom meio para descobrir um restaurante que melhor se encaixe no seu paladar (e no seu bolso) é o aplicativo Fome Demais. O APP traz uma série de restaurantes, bares e lanchonetes com o melhor do tempero Ipatinguense, e o melhor: vários estabelecimentos com serviço de delivery.

 

Dica 04 – Junto com as provas veio a bad? Encontre um lugar para se divertir na cidade.

 

Aqui em Ipatinga, o que não falta são opções para diversão.

Casas de show, bares, praças, clubes, cinema, teatro e até o shopping oferecem uma série de atrações que podem te tirar da bad.

Para quem é da night e curte um bom som, uma dica são os bares e casas de shows dos bairros Bom Retiro e Cidade Nobre.

Já para quem prefere uma vibe mais sossegado e em contato com a natureza ( de preferência com bastante água envolvida), os clubes e hotéis fazenda em torno da cidade são excelentes opções para trazer de volta todas as energias que aquela matéria complicada sugou de você.

 

Dica 05 – Não complica! Escolha morar o mais perto possível da faculdade.

 

E para finalizar com chave de ouro , vai aqui uma dica que pode até parecer um lobby próprio (e de certa forma é ), mas que também é essencial para quem se encontra nessa fase da vida onde o tempo parece sempre jogar contra.

Escolher um imóvel localizado próximo à instituição onde você vai estudar irá te permitir ganhar mais tempo para cuidar de si mesmo (sem desculpas para não se exercitar) e das demais tarefas do cotidiano, como cuidar da casa, das roupas, assistir aquela série na Netflix (opa, essa tem que pegar leve), isso sem contar na economia com o transporte.

E não precisa nem dizer qual é o melhor lugar para você encontrar um imóvel bem pertinho da sua facul né? ♥️

 

www.moradiaimobiliaria.com.br

 

E aí, gostou das dicas? Tenho certeza que elas vão te ajudar a se ambientar rapidinho e se tornar um verdadeiro cidadão Ipatinguense. E quanto a você que já conhece bem a cidade, fique à vontade para deixar alguma outra dica que nos esquecemos de citar e que também pode ajudar os nossos calouros.

 

Se você gostou do artigo, compartilha com a turma. Tem muito(a) calouro(a) por aí que vai gostar dessas dicas espertas.

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Qual a importância de alugar via imobiliária?

O brasileiro sempre encontra um “jeitinho” para tudo e muitas vezes prefere fazer por conta própria os serviços que somente profissionais qualificados e preparados deveriam fazer. Alugar um imóvel é um dos exemplos de que, “se arrumar um jeitinho”, fica mais barato, mas as consequências podem trazer mais prejuízos do que o esperado.

Alugar “por conta própria” pode parecer uma solução fácil quando estamos no aperto, mas você conhece todo o caminho que deve ser percorrido para que você esteja seguro ao fim do contrato? Muitas pessoas alugam seus imóveis e decidem administrá-los sem a ajuda de uma imobiliária. Neste caso o próprio locador fica responsável por cobrar o aluguel, acordar reparos, fazer a vistoria entre outras diversas atividades, muitas vezes sem amparo legal para as negociações e sem ferramentas adequadas para consultas judiciais e negociações financeiras.

Mas será que vale a pena contratar uma imobiliária? Sim. E vamos te explicar as vantagens de ter o seu imóvel sob a administração da Moradia Imobiliária.

Divulgação e atendimento:

VANTAGEM – Quando seu imóvel é entregue para a gerência da Moradia, a mesma já dispõe de recursos para divulgá-lo aos futuros interessados. Desde 2017 um novo site, mais moderno e dinâmico, foi criado e disponibilizado pensando no perfil dos clientes da nossa região, com amplo acesso a informação sobre os imóveis, além de parcerias com portais de abrangência nacional e internacional como o Viva Real e divulgação em nossas redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram. No local, a Moradia também disponibiliza placas de identificação de aluguel. Em nossa sede contamos com uma atendente para sanar dúvidas, emprestar chaves para visitas, encaminhar propostas e direcionar os interessados. SUPER VANTAGEM – Segurança do imóvel: Quando se anuncia por conta própria, fica difícil saber quem está visitando. Na Moradia todo interessado deve deixar um documento com foto e número de telefone para posterior identificação caso apareça algum dano no imóvel após a visitação.

Análise para cadastro:

VANTAGEM – Quando um candidato a locação se apresenta, a Moradia realiza uma análise cadastral, avaliando a legalidade dos documentos apresentados e se o candidato não possui restrições legais, redige um contrato de locação baseado nas leis vigentes. SUPER VANTAGEM – A Moradia dispõe de ferramentas para análise de crédito e autenticidade de documentos, evitando com mais acerto os inadimplentes. Quanto ao contrato, por ser feito por profissionais especializados na área, as brechas para problemas futuros são sanadas.

Vistoria:

VANTAGEM – Um profissional qualificado é disponibilizado pela Moradia para realizar uma vistoria no imóvel, tanto no início do contrato quanto no término, para que ambas as partes tenham um documento que comprove qual a situação do imóvel. SUPER VANTAGEM – Dificilmente alguém que não é especialista na área é capaz de fazer uma vistoria precisa e bem feita. Na hora da entrega do imóvel podem surgir dúvidas e o locatário se negar a pagar eventuais danos. Na Moradia um documento é assinado por todos os envolvidos no processo, garantindo assim a idoneidade do documento.

Controle financeiro:

VANTAGEM – Esta com certeza é a parte mais chata para quem tenta locar seu imóvel por conta própria. Na Moradia o locador pode ficar despreocupado pois nossa equipe realiza a cobrança do aluguel, realiza os repasses devidos e reajustes e toda a burocracia que envolve esta negociação. SUPER VANTAGEM – Na hora de resolver quem paga o que, a Moradia orienta e cobra os devidos impostos como o IPTU e as taxas de condomínio, evitando assim o alto índice de inadimplência e inclusão do nome do proprietário no cadastro de inadimplentes. 

Consultoria: 

VANTAGEM – Durante o período de vigência do contrato, a Moradia também funciona como um suporte ao locador e locatário, sanando dúvidas e resolvendo eventuais situações que possam ocorrer. SUPER VANTAGEM – A Moradia também é responsável por contratar ou indicador prestadores de serviços como bombeiro hidráulico, eletricista, etc, que façam reparos necessários no imóvel tanto antes da entrada do inquilino como no fim do contrato.

 

Depois de todas essas vantagens, escolher a Moradia para a administração do seu imóvel é ter a certeza que você terá tranquilidade de que seu bem será bem cuidado, tendo segurança e confiança de que tudo será feito da maneira correta e dentro da lei, deixando você com mais tempo para se dedicar às suas atividades e amores.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Despesas extras. Responsabilidade do locador ou locatário?

Você busca um novo lar, escolhe com carinho e dedicação, resolve tudo que precisa sobre documentos e taxas a serem pagas, se muda feliz da vida, paga o aluguel direitinho e, de repente: uma taxa que a gente não contava surge, ou uma manutenção inesperada. Quem deve arcar com essas despesas, você ou o proprietário do imóvel?

Sabemos que problemas entre inquilino e proprietário de imóvel alugado acontecem, mas conhecendo bem as suas obrigações como locador, muita dor de cabeça pode ser evitada. Aliás, grande parte das discussões envolve responsabilidade sobre reparos no imóvel, sobre as contas a serem pagas e sobre reajuste no valor da locação e de impostos.

Mesmo que sejam frequentes os problemas a serem enfrentados, a locação de imóvel ainda sim é um ótimo negócio para ambas as partes: o locador obtém uma renda extra e seu imóvel não fica desocupado; já para o inquilino existe a flexibilidade para escolher o local de moradia sem precisar de investimentos altos, comparado ao custo da compra de um imóvel.

Grande parte dos problemas seriam facilmente solucionados se o inquilino cuidasse do imóvel como se fosse dele e se soubesse os direitos e deveres que lhe cabem mediante contrato.

Manutenção. Responsabilidade de quem?

Consta no contrato de locação que, ao pagar o aluguel, o locatário tem direito a utilizar o imóvel para sua moradia ou comércio e deve zelar pela sua conservação. A Gerente de Locação da Moradia Imobiliária, Luciene Araújo, explica o que quer dizer zelar pela conservação segundo a lei.

“Sempre frisamos aqui na Moradia que o inquilino deve manter o terreno e o imóvel que locou em boas condições de uso, assim como ele os recebeu. Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a manter o imóvel conservado para que não precise de grandes reformas ao fim do contrato. Cortar a grama e podar árvores quando houver, retirar todo o lixo do imóvel, cuidar dos equipamentos elétricos e hidráulicos, refazer a pintura caso haja dano, são cuidados básicos que muitos esquecem ou não sabem que são de sua responsabilidade”, disse.

Entupimentos, vazamentos, curtos e outros danos causados pelo inquilino devem ser pagos por ele. Caso as instalações já apresentem problemas antes da locação, deve-se registrar a ocorrência junto à imobiliária e a troca deve ser providenciada pelo proprietário do imóvel.

Aliás, caso a despesa seja de fato do dono do imóvel o locador pode entrar em um acordo com o proprietário pagando o serviço que precisará ser feito e, depois, descontando esse mesmo valor do aluguel. Mas caso isso seja acordado, é sempre indicado deixar registrado o porquê de o aluguel estar mais baixo, usando os comprovantes de pagamento do serviço como garantia.

Condomínio, quem paga o quê?

São de responsabilidade do inquilino todas as despesas de manutenção como limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum. Consumo de água, luz, esgoto, manutenção e conservação dos jardins, elevadores, bombas hidráulicas, interfones, portões, segurança, equipamentos de lazer, piscina e sala de ginástica também sobram para o bolso do morador.

Despesas extraordinárias de condomínio, como obras de reformas de melhorias ou que interessem à estrutura integral do imóvel, vão parar na conta do proprietário, assim como obras de manutenção destinadas a repor as condições de habitabilidade do edifício, pintura da fachada e esquadrias externas, compra e instalação de equipamentos em geral e decoração e paisagismo nas áreas comuns.

E o Seguro Contra Incêndio?

O seguro garantirá uma indenização, na hipótese da ocorrência de incêndio do imóvel locado. A Lei do Inquilinato admite que a cobrança do seguro possa ser repassada do locador para o locatário, mediante a estipulação de uma cláusula no contrato de locação.

A contratação do seguro serve para auxiliar o inquilino na sua obrigação legal e contratual de garantir a integridade do imóvel em casos de incêndio. O locatário é ocupante do imóvel e poderá ser considerado culpado, em determinadas situações específicas, pelo fato que ocasionou a destruição ou deterioração do imóvel locado, devendo arcar com o ressarcimento, ao locador, do valor equivalente ao patrimônio imobiliário destruído ou deteriorado.

Se tiver mais alguma dúvida fale conosco que iremos lhe ajudar.

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Caixa reduz taxa de juros imobiliário. Saiba como aproveitar!

Financiar sua casa própria ficou muito mais fácil e você sabe o por quê? É que caíram as taxas de juros imobiliários da Caixa Econômica Federal.

Nesta segunda, dia 16 de abril, a Caixa anunciou as novas taxas que já estão valendo para todo o país, incluindo Ipatinga. Mas devemos ficar atentos, pois essa oportunidade não aparece sempre, e é sempre bom ficar informado para não perder essa chance de realizar seu sonho.

“É comum a mudança nas regras de financiamento imobiliário pelos bancos, e com a Caixa não é diferente. E essas mudanças são feitas de acordo com o que pede o mercado, com a oferta de dinheiro e demanda por créditos. Esta é a hora para quem está indeciso sobre a compra de um imóvel. Essas decisões dos bancos são imprevisíveis e nunca sabemos até quanto vai voltar a subir a taxa de juros e diminuir o percentual de financiamento”, comentou o Corretor de Vendas da Moradia Imobiliária, Robson Santos.

Robson Santos – Corretor na Moradia Imobiliária

Para que você aproveite a novidade com economia e comodidade, listamos abaixo o que precisa saber.

Quais são as mudanças?

  • Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – Queda dos juros saindo de 10,25% para 9% ao ano. Em Minas Gerais, o SFH financia imóveis com até 950 mil reais.
  • Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) – São valores acima do SFH, com redução das taxas de juros de 11,25% para 10%.
  • O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados, os já conhecidos imóveis de terceiros, subiu de 50% para 70%.

Não houve alteração

  • Apesar das ótimas novidades, algumas regras e linhas de crédito continuam mantidas e inalteradas. Os itens em que não houve modificações:
  • A linha Pró-Cotista não foi alterada. Para isso, o teto de financiamento foi elevado em janeiro para 70% no caso de imóveis usados.
  • Sobre as unidades novas, também foi mantido o percentual de 80% referente ao teto do financiamento.

Quanto cada banco cobra?

As taxas da Caixa e do Itaú são de 9%, seguidas do Banco do Brasil com 9,24%, do Santander com 9,49% e por último com os maiores percentuais o Bradesco com taxas a partir de 9,45%.

A Caixa divulgou que possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018. Ela não reduzia os juros do crédito imobiliário desde novembro de 2016.

Essa é a oportunidade para você comprar sua casa nova. Faça contato conosco e agende uma visita, venha saber mais sobre créditos imobiliários e esteja preparado para a realização de seu sonho!

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

 

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Devo comprar imóvel na planta ou pronto?

Chegou aquela hora que você precisa comprar seu imóvel, mas não consegue decidir se compra um pronto ou um na planta. Essa decisão é muito importante na vida de quem vai adquirir um imóvel novo e definir seu futuro lar, ou seu próximo investimento. É a chance de muito de deixar de vez o aluguel e ter para si um imóvel para chamar de seu. Mas antes de sair procurando intermediários e lidar com toda a burocracia que ambas as compras exigem, é preciso decidir que tipo de imóvel é o melhor para seu estilo de vida e para seu bolso. Na planta ou pronto?

Considerando somente a compra de imóveis novos, não há uma resposta exata para definir a questão, pois as duas trazem consigo suas vantagens e desvantagens. Nós da Moradia Imobiliária preparamos algumas considerações que você deve fazer ao escolher seu novo lar.

Na planta

São chamados imóveis na planta aqueles que dão oportunidade ao comprador negociar quando o empreendimento ainda está em fase de lançamento no terreno ou em obras. São várias as vantagens, mas a que mais chama a atenção está o fato de um imóvel nessas condições apresentar uma maior facilidade de pagamento por meio de parcelas durante a execução da obra se comparado ao imóvel usado que, na maioria dos casos, só se compra à vista ou financiado.

Comprando na planta, a personalização do seu futuro lar pode ser negociada e, dependendo da incorporadora ou construtora, é possível alterar alguns formatos de ambientes pré-estabelecidos no projeto. Um exemplo é transformar a sala em um espaço maior não colocando uma parede que seria de um quarto. Pode-se também substituir algum acabamento padrão por um que mais lhe agrada. Mas fica um alerta: existe a possibilidade de você não ficar satisfeito quando o imóvel estiver concluído tanto quanto imaginou ao desenvolver o projeto.

E saiba que comprar um imóvel na planta implica também em assumir alguns riscos, apesar da flexibilidade. Atrasos acontecem, falências de incorporadoras, instabilidade econômica e imprevistos são corriqueiros e, para evitar grandes perdas, conheça e analise a fundo a empresa com quem está fechando negócio. Busque referências no mercado e fique de olho.

Outro risco sabido neste tipo de negócio é que, após o pagamento do valor referente a entrada do imóvel, as parcelas sofrem o reajuste de algum índice relacionado a construção civil, como o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) aplicado sobre o saldo devedor da dívida, ou seja, sobre o que sobra da dívida depois de descontado o valor já pago à construtora. Fique atento pois isso poderá deixar o seu saldo devedor final bem maior do que esperava.

 

Imóvel Pronto

Este tipo de imóvel é o mais indicado para aqueles que preferem ver de perto o que vão adquirir e tem pressa para morar. E a principal vantagem deste tipo de negócio é saber exatamente o que está comprando. Visitar o espaço e conhecer o ambiente é o que mais atrai o comprador, além dos preços, claro. Nesta negociação você substitui o seu capital financeiro diretamente por um bem.

Outra vantagem que um imóvel pronto tem é a facilidade de receber um financiamento habitacional de imediato. Neste processo é considerada a sua capacidade financeira no momento e, usualmente, a entrada exigida para a compra varia de 10% a 30% do valor do imóvel.

E fique atento aos detalhes do imóvel ao visitá-lo para a compra. É muito importante se lembrar que haverão alguns problemas que surgem naturalmente com o tempo de uso e que nem sempre estão aparentes.

Mas, mesmo com estes pequenos detalhes, o principal risco dessa opção de compra é quanto a sua documentação. Ela deve ser minuciosamente estudada e analisada por um profissional experiente e competente. Conte sempre com os corretores da Moradia Imobiliária e toda sua equipe para identificar possíveis divergências nesta etapa do processo. Há relatos de casos que potenciais compradores deixaram de adquirir seus imóveis por erro na documentação por falta de conferência. Tome as precauções devidas!

 

Moradia Imobiliária, trabalhando para o seu bem-estar!

 

 

 

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As cores do seu lar em 2018!

Pare e dê uma olhada ao seu redor, qual a cor do ambiente que você está agora? É um tom mais neutro, pastel, suave ou é algo vibrante, energizante? Que sensação essa cor, ou cores, provocam em você?

 

Você pode até não perceber, mas cores à sua volta influenciam diretamente em sua dia a dia, influenciando em seu humor e estado de espírito. Sabedores disso, as principais marcas de tinta do Brasil (e do mundo) divulgam anualmente uma cor, que representa a cor do ano para aquela marca. Tais cores são escolhidas com base em estudos e pesquisas minuciosas, para que a cor escolhida represente de forma eficaz sentimentos da sociedade.

 

Portanto, para deixar você por dentro do assunto, nós da Moradia separamos as 06 cores escolhidas por 06 grandes marcas de tinta do Brasil e do mundo para decorar e trazer vida nova à sua casa, apartamento, quitinete, cobertura, loft, sítio, etc . Confira a lista:

  1. Ultra Violet (Pantone)

(Divulgação/Pantone)

“Complexa e contemplativa, Ultra Violet sugere os mistérios do Cosmos, a intriga daquilo que ainda está por vir e as descobertas que estão além do lugar onde nos encontramos agora. O vasto e ilimitado céu noturno é simbólico do que é possível fazer para continuar a se inspirar no desejo de perseguir um mundo que está além do nosso.”

É dessa forma que a Pantone, maior empresa do mundo em fornecimento de cores, define a cor escolhida para 2018.

Ainda segundo a empresa, Ultra Violet pode transformar um ambiente numa impressionante forma de autoexpressão, ou de forma invertida, o seu brilho pode abafar a cor num ambiente com pinturas modernas em estilos alternativos”.

Em relação à decoração do seu lar, a Ultra Violet pode estar presente seja em um sofá decorado, em peças de arte ou em detalhes de uma parede colorida. Combinando a cor com tons brilhantes e bem temperados, Ultra Violet atrai todas as atenções para si, dando vida ao ambiente.

 

  1. Adorno Rupestre (Coral)

A cor escolhida pela marca brasileira de tintas Coral é a Adorno Rupestre, um tom de rosa acinzentado e suave.

Definida como cor do ano pela equipe de especialistas da Coral, Adorno Rupestre é uma cor que remete aos primeiros abrigos da humanidade. Promovendo nos ambientes em que está presente uma sensação de aconchego e acolhimento.

Considerada pelos especialistas da marca como uma cor coringa, a paleta Adorno Rupestre casa perfeitamente com qualquer ambiente do seu lar. Sendo a cor propícia tanto para promover ao ambiente um toque feminino ou um visual mais contemporâneo.

Adorno Rupestre pode ser combinada com tons terrosos a fim de criar uma rica combinação de cores. Uma dica é quebrar essas tonalidades quentes e harmonizadas dessa combinação com um toque de azul petróleo, proporcionando mais elegância ao seu imóvel. Ou, caso prefira um ambiente mais clean, combine com cores mais claras para uma atmosfera delicada, mas quente.

  1. (Divulgação/Suvinil)

    Terra Roxa (Suvinil)

Sintonia com a natureza. É com esse objetivo que a Suvinil definiu “Terra Roxa” como sua cor para 2018.

Um tom terroso que remete ao barro, ao rústico e ao natural, Terra Roxa é um tom de laranja queimado, que segundo a consultora de cores da Suvinil, Ana Kreutzer “ … é como um abraço. Tem a ver com voltar a confiar nas pessoas. Lembra terra, um elemento muito humano”.

Ainda segundo Ana, a cor pode ser usada em todos os ambientes do imóvel, contudo, combina mais com a sala.

  1. Reflection (Lukscolor)

O azul acinzentado, sereno e aconchegante de Reflection é a cor de 2018 para a marca de tintas Lukscolor.

A busca por uma tonalidade que remetesse aos padrões comportamentais atuais, fez com que a Lukscolor enxergasse em Reflection a cor ideal, pois segunda a mar, a cor transpassa a valorização de um estilo de vida mais simplista e leve.

O tom sereno de Reflection pode ser harmoniza perfeitamente em qualquer ambiente do imóvel, podendo ser usado tanto em paredes, como em objetos de decoração. Uma dica é combinar a cor com tons de azul marinho, off-whites e/ou rosa claros, trazendo mais jovialidade aos ambientes em que se faz presente.

  1. Eucalipto (Eucatex)

Outra marca que decidiu apostar em uma cor que remete à natureza é a Eucatex. A marca brasileira encontrou no tom verde acinzentado de Eucalipto a união entre o natural/selvagem com o urbano/cosmopolita.

Em total sintonia com a tendência Urban Jungle (Floresta Urbana), Eucalipto proporciona aos ambientes um tom mais sóbrio e tranquilo.

A cor pode ser usada em qualquer cômodo da casa, mas não se limite às paredes, pode também ser usada em estampas para móveis, objetos de decoração e até em roupas de camas.

  1. Melodia do Mar (Sherwin-Williams)

E pra fechar essa lista com chave de ouro, a empresa de tintas americana Shervin-Williams trouxe como a cor de 2018 o azul intenso e vibrante de Melodia do Mar.

Melodia do Mar é uma ótima aposta para quem deseja renovar suas energias e criar em casa um clima com mais energia e propício para relaxamento e meditação.

O tom azul esverdeado de Melodia do Mar é de fácil combinação com outras cores, multiplicando suas formas de uso nos ambientes.

(Divulgação/Sherwin-Willian)

 “Os estudos de tendência de cores refletem o momento em que estamos vivendo no mundo. A instabilidade, as incertezas sociais e políticas, a falta de confiança, seja nas pessoas ou instituições que nos cercam, faz com que as pessoas anseiem por estabilidade e sinceridade, e a cor Melodia do Mar é o reflexo dessa busca. Queremos ser embalados por uma nova melodia, por um novo tempo, que nos remeta novamente a confiança tanto em nós mesmos como na sociedade”, afirma a especialista em cores da Sherwin-Willians, Patrícia Fecci.

 

Agora que você já sabe quais são as cores que vão ganhar destaque em 2018. Então, conta pra gente, qual dessas cores você usaria em seu lar? Se você gostou dessa matéria, curta e compartilhe com seus amigos. Sua interação é importantíssima para nós continuarmos a preparar conteúdos interessantes para você.

 

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Ano novo, IPTU a vista.

A virada de ano é o momento que muitos aproveitam para se divertir, viajar ou celebrar um novo ciclo que se inicia com a chegada de janeiro. Mas também chega junto um compromisso nada prazeroso: o pagamento do IPTU, o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. Você sabe por que paga este imposto?

Para sua surpresa, e de muitos, ao contrário do que o senso comum acredita, o IPTU não é pago para manutenção das ruas, calçadas e outros serviços públicos ligados à propriedade de um imóvel. Ele, como qualquer imposto, é pago para gerar receita, isto é, arrecadar dinheiro para os cofres públicos e assim contribuir para melhoria em diversos setores.

Entenda

O IPTU é devido pela pessoa física ou jurídica que possui 1 (um) imóvel em zona urbana de município e esta pessoa é chamada de contribuinte. O motivo pelo qual o proprietário de imóvel deve pagá-lo, ou mais especificamente o fato gerador do imposto, é a propriedade, domínio útil ou posse do imóvel.

Traduzindo: quem é proprietário de imóvel deve IPTU porque possui imóvel em zona urbana e pelo sinal de riqueza que se emite por ter aquele imóvel. Segundo esta lógica, quanto mais caro o imóvel que esteja localizado em região mais valorizada, maior será o imposto devido. Entenda que o inverso também é verdadeiro: quando menor o valor do bem imóvel e quanto menor a valorização da área onde ele está localizado, menor o valor a ser pago. Por isso existem imóveis isentos de IPTU.

Imóveis de instituições religiosas, poder público, sindicatos, educação e assistência social são imunes à cobrança do IPTU.

A isenção é uma forma de não cobrar o imposto daqueles que se enquadram entre os contribuintes que, por conta de circunstâncias objetivas como o pequeno tamanho ou valor do imóvel, são dispensados do pagamento. A isenção também se aplica a prédios pertencentes ao Poder Público, os templos de qualquer religião, aqueles de partidos políticos, de entidades sindicais de trabalhadores, de instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos.

Nem todo imóvel de um município está em zona urbana, alguns estão em zona rural. Para que um imóvel seja classificado como zona urbana, ele deve ser atendido por pelo menos dois dos seguintes melhoramentos construídos ou mantidos pelo Poder Público: meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais; abastecimento de água; sistema de esgotos sanitários; rede de iluminação pública, com ou sem posteamento para distribuição domiciliar; e, escola primária e/ou posto de saúde a uma distância máxima de três quilômetros do imóvel.

Controle e uso

O Poder Público é responsável pela destinação do IPTU arrecadado.

A competência do IPTU é do município. Isto é, é o município que estabelece por lei os valores que serão pagos de imposto bem como também fica com tudo o que for arrecadado a título de pagamento do IPTU. O dinheiro arrecadado pela cobrança de impostos pode ser usado livremente pelo Poder Público para o atendimento de suas finalidades, daí porque os impostos são classificados como tributos não vinculados, isto é, o dinheiro arrecadado com um imposto não precisa ser utilizado para atender as demandas do fato que o gerou.

Quem deve pagar o IPTU: proprietário ou inquilino?

O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) deve ser pago pelo proprietário do imóvel à Prefeitura no início do ano. Isso está previsto na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional. Mas, quando o dono decide alugar o imóvel, ele pode cobrar o IPTU do inquilino? Segundo a Lei do Inquilinato (8.245/91), sim.

Essa legislação autoriza a transferência do pagamento do imposto ao locatário, contanto que isso esteja claramente previsto no contrato. No contrato, também deve ser regulado como se dará o pagamento do IPTU pelo locatário: se pago com o aluguel ou no carnê. No caso do inquilino infringir as obrigações previstas no contrato de locação, o proprietário poderá pedir de volta o imóvel.

Para regularizar

  • Conferir na guia se o valor venal atribuído ao imóvel está acima do valor de mercado do mesmo. Somente se o valor lançado pela prefeitura da cidade for superior ao do imóvel a correção será benéfica ao contribuinte. Na prefeitura o pedido de nova avaliação do imóvel é feito na central de atendimento imobiliário.
  • A taxa de coleta de resíduos sólidos urbanos (TCR) é devida pelos proprietários de imóveis edificados beneficiados por coleta domiciliar de lixo e não incide sobre os lotes vagos. Para impostos em atraso, o cidadão deve solicitar uma guia de dívida ativa para pagar ou parcelar o débito junto ao órgão responsável.
  • Para IPTU em atraso, a multa é de 25% sobre o valor corrigido antes da cobrança judicial, mais 1% de juros de mora ao mês, contados a partir de janeiro do exercício. O percentual incide sobre o saldo devedor atualizado.

Se precisar se informar sobre sua situação, sobre o imposto e suas guias de arrecadação, consulte o Portal do Cidadão, da prefeitura de Ipatinga. Para informações sobre imóveis ou terrenos a venda e para locação, agende com um de nossos corretores.