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Se divertir com a família sem sair de casa.

 05 formas de se divertir com a família sem sair de casa.

 

Passear e viajar com a família e com os amigos é sempre um programa agradável, mas também é preciso saber como se divertir em casa. Esse deve ser um plano B para aqueles dias em que você não deseja sair ou não pode.

Sabemos que o momento é complicado, então ja que estamos todos de quarentena vamos ter que usar a criatividade para se divertir sem ficar na rotina de gastar as horas livres em frente à Tv, ao computador ou ao vídeo-game.

Então vamos para alguns passatempos para fazer sem sair de casa.

Piquenique maluco

Não dá para ir ao parque? Se você tem um jardim em casa ou algum espaço livre para estender uma toalha, o piquenique já está quase completo.

Bastam algumas guloseimas para curtir a diversão, mas lembre-se, o idela é fazer com o que você tem em casa, para não ter que sair. Música e brincadeiras fazem parte do programa.

Culinária divertida

Se o lema é colocar a mão na massa, que tal brincar de chef de cozinha? As crianças podem escolher a receita, ajudar a preparar e decorar com muita criatividade. A brincadeira é divertida e faz com que as crianças se familiarizem com os afazeres domésticos, mas todo cuidado é pouco, pois cozinhar significa mexer com fogo e objetos cortantes. Os pais ou o adulto responsável pela criançada deve ficar atento aos perigos.

Campeonato de jogos

Baralho, quebra-cabeça, dominó, mímica, xadrez, dama, videogame. O que não faltam são jogos para distrair as crianças nas férias.

Mas a brincadeira fica muito mais divertida se todos organizarem um campeonato. “Crianças adoram competição. Ela é importante para que eles aprendam que tudo na vida tem um preço e que para ganhar é preciso dedicação e saber perder.

Aula de ginástica na sala

Aproveite a oportunidade para desenferrujar o esqueleto com seus filhos. É uma maneira de incentivá-los a praticar esportes e ter hábitos mais saudáveis. Mas tome cuidado para não exagerar na dose ou fazer exercícios de maneira errada. A ideia é apenas brincar. Nada de bancar o personal trainer, falando em personal, várias academias estão disponibilizando as aulas online, ou seja nao tem desculpa para ficar parado.

Sessão pipoca 

Não tem passeio mais simples e gostoso do que uma sessão pipoca. Nela, super-heróis e monstros entram em ação e a criançada se diverte e solta a imaginação: Não precisa estar no cinema para que a magia aconteça. Transforme sua sala em um cinema de última geração, com pipoca, filmes interessantes ao gosto da molecada, poltronas malucas, deixe a sala escura e até faça ingressos de papel para dar mais realidade à brincadeira.

Existem diversas atividades para serem realizadas no conforto do lar. Para muitas delas, você não precisa nem mesmo fazer um investimento a fim de torná-las divertidas. Depois dessas dicas você já sabe como se distrarir e, ao mesmo tempo, relaxar, estreitando ainda mais os laços familiares.

Ideias que te iram aproximar pais e filhos, e ainda ensinar diversas coisas para as crianças, do que desenvolver um projeto com elas. Pode ser fazer um curso online, pintura ou modelagem; ou, então, criar alguma coisa, como uma casa na árvore, objetos de madeira, de argila, uma maquete e muitos outros.

Aproveite para explorar o potencial dos seus filhos e os seus e transmitir os seus conhecimentos para eles, e aprender muito com quem está ao seu redor. Isso será muito bom para o seu desenvolvimento.

Viu como se divertir emcasa não é complicado? A única coisa necessária é a sua disposição, além de muita energia para acompanhar a animação da criançada, por exemplo. Apenas não se esqueça de que as atividades devem estar de acordo com a idade das crianças ou dos idosos e o espaço físico ao qual você tem acesso.

Que tal sugerir essas dicas para os seus amigos também? Compartilhe este artigo em suas redes sociais!

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CAIXA LANÇA LINHA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM JUROS FIXOS. MAS SERÁ QUE VALE A PENA?

 

Conheça os prós e contras da nova modalidade de crédito oferecido pela Caixa Econômica Federal.

 

E não é que 2020 promete ser um ano de retomada do mercado imobiliário? O ano em que começou e as novas já surgem a todo vapor para quem deseja comprar o seu imóvel, como, por exemplo, há alguns juros SELIC e mais recentemente o lançamento de mais uma opção para financiar uma compra de um imóvel.

 

No final do mês passado, a Caixa Econômica Federal anunciou sua linha de financiamento imobiliário com juros fixos para o sistema SFH (Sistema de financiamento Habitacional). Essa modalidade de crédito chega ao mercado com taxas que podem ir de 8% a 9,75% ao mês (dependendo do relacionamento com a instituição). Além disso, também oferece prazo de validade de até 360 meses (30 anos) e pode cobrir até 80% do valor do imóvel.

 

Essa opção de crédito soma-se a outras duas linhas que já existem na Caixa e que podem ser incorporadas em outras instituições nos próximos meses, que são uma linha de crédito indexada à TR e indexada à inflação (IPCA).

 

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO A JUROS FIXOS

 

PONTOS POSITIVOS

 

A principal vantagem dessa linha de crédito com juros fixos está na possibilidade de criar uma previsão mais concreta do valor que você pagará pelo seu imóvel.

 

Como nesse modelo não há um indexador que faz com que os valores das prestações “flutuem” de acordo com suas oscilações, você pode criar um planejamento financeiro que permita ter uma noção quase fiel quanto aos valores que você pagará ao longo do financiamento.

 

Outro ponto interessante é a observação com o lançamento dessa linha de crédito ou o aumento da participação entre instituições financeiras inseridas no país. Considerar o fato de uma caixa (que já é líder no segmento de financiadores imobiliários) contar agora com três boas opções para aqueles que buscam um negócio imobiliário, os demais bancos que usam se movimentar com sentido de seleção de opções melhores (ou com limite mínimo) para não perderem ainda mais mercado.

 

PONTOS NEGATIVOS

 

Já o lado negativo é o interesse dessa forma, nenhum momento, são os maiores praticados em excesso (a partir de 6,5% via TR e 2,95% via IPCA, atualmente).

 

Isso implica em um aumento considerável no valor final do débito e também no maior valor inicial das prestações a serem pagas, dificultando a adesão à modalidade para pessoas de baixa renda.

 

E aí, conseguiu entender um pouco mais sobre a linha de crédito imobiliário com juros fixos da Caixa? Conte aqui nos comentários a sua opinião sobre essa novidade.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Parque Ipanema

Parque Ipanema – Nosso Cartão postal  

Uma corrida, uma hidratada. Uma passeio com família, ou uma volta com seu pet. Até uma happy hour com os amigos, ou sorvetes com a criançada.  A certeza é que hoje o nosso cartão postal, agrada a todos os públicos. 

O parque foi construído com o objetivo inicial de preservar o Ribeirão Ipanema , e hoje pode se considerar o principal ponto turístico e de lazer da cidade.  O interior do parque abriga um playground para as crianças, o Parque da Ciência, quadras poliesportivas, campos de futebol, pistas de caminhada, ciclovias, anfiteatro e agora conta com 6 quiosques para agradar a todos os públicos.  

O Parque Ipanema é um parque urbano localizado no município brasileiro de Ipatinga (MG). 

O Parque fica entre os bairros Iguaçu, Jardim Panorama, Veneza, Centro e Novo Cruzeiro e sua área é estimada em 1,1 km², dentro dos quais estavam plantadas cerca de 12 mil árvores, sendo considerado assim uma das maiores áreas verdes do país localizadas dentro de um perímetro urbano.

História

Integrados ao parque, na mesma região, foram construídos o Viveiro Municipal, concluído em 1981; o Kartódromo Emerson Fittipaldi, inaugurado em 20 de outubro de 1982; o Estádio Municipal João Lamego Netto (antigo Estádio Municipal Epaminondas Mendes Brito), o Ipatingão, inaugurado em 23 de novembro de 1982; e o Centro Esportivo e Cultural Sete de Outubro, inaugurado em 1991. Também houve a inauguração da Estrada de Ferro Caminho das Águas em 12 de junho de 1999 e do Parque da Ciência em 29 de julho de 2000. A estrada de ferro, utilizada para passeios entre o parque e a chamada Estação Pouso de Água Limpa, bem como o Parque da Ciência, ocasionalmente se encontram desativados.

Estrutura e atrativos 

As pistas de caminhada e a ciclovia que intercedem o parque permitem o acesso direto a bairros próximos, como Canaã e Iguaçu. Além do lago, encontram-se no interior do parque campos de futebol, quadras, anfiteatro e o playground destinado às crianças. Próximo à área de lazer está localizado o Parque da Ciência, onde são apresentados fenômenos físicos, biológicos, químicos ou astronômicos que podem ser observados ou interagidos pelo visitante.

No mesmo espaço do Parque da Ciência e do parquinho também estão o “cantinho do cochicho”, o “caminho das estrelas”, a “nuvem d’água” e o relógio de sol.

O parque recentemente inaugurou 6 quiosques para atrair ainda mais a população. Eles são comércios com produtos diferenciados, para diversão com os amimgos e com a família. 

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!😉

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5 dicas para não errar na hora de mobiliar cada cômodo da sua casa

 Você sabe a importância de escolher bem os móveis

para mobiliar a  sua casa?

Bom, para quem acha que mobiliar sua casa é um procedimento simples, está enganado. Uma ação de ir até uma loja, escolher o produto que mais agrada, pagar e levar para casa, não vai fazer com que você saiba a importância de escolher os móveis certos. Mobiliar um cômodo da sua casa exige organização, tranquilidade e informação. Afinal, é uma decisão que deve atender ao seu gosto e às pessoas do seu círculo de convivência por um período relativamente longo.

Se planeje antes de ir as compras. Pois o mercado oferece muitas opções e a pesquisa é uma ferramenta que pode ajudar, tanto na economia quanto nas necessidades. 

Então vamos como dicas!

Estilo 

Talvez o que você não saiba é que seria um desespero, você pode escolher apenas um estilo, diante das possibilidades infinitas de detalhes de um, núcleos de outro, enfim. Claro que na dose certa, você pode diversificar e personalizar o seu ambiente. Mobiliar agora ficou mais fácil. 

Vamos destacar alguns estilos, e um breve resumo de seus recursos.  

Estilo clássico – Esse nunca sai de moda. Elegante e marcante, os traços clássicos trazem peças sofisticadas em um espaço amplo.

Estilo retrô – Se você quiser uma casa com estilo mais dinâmico e com forte impacto visual, uma decoração retrô pode ser uma ótima opção.

Estilo rústico – O estilo country, reproduz um aspecto mais aconchegante no lar. Sua característica, é uma madeira gasta, os móveis mais antigos e a prioridade por tudo que é mais natural, sem deixar  de lado o acabamento. 

Espaço 

Com uma noção de espaço, você pode ajudar na hora de escolher seus móveis. Você deve considerar as pessoas que usam o local e a facilidade de circulação. Portanto, uma boa opção é usar móveis sob medida, assim você pode aproveitar os cantos e o espaço aéreo por exemplo, para colocar armários, gavetas, prateleiras.

Ter conhecimento do seu espaço, levará você a comprar o que é realmente é necessário. Assim, você pode abusar do seu bom gosto e criatividade.

Funcionalidade

Se você seguir as dicas acima sobre o espaço no seu ambiente. Com certeza, você chegará a uma conclusão de móveis com funcionalidade, permitem que você consiga aproveitar melhor a área do local, sem que ele fiquei com aquela sensação de claustrofobia ou muita informação.

Além de serem usados ​​em mais de uma função, os itens dessa categoria, dobram, desdobram, e podem ser reunidos em lugares menores, sem que você possa abrir mão de beleza e sofisticação.

Cores

Tenha uma paleta padrão. Errar na cor pode estragar todo o seu trabalho inicial de mobiliar sua casa. A ideia é que você deixe sempre o espaço equilibrado e em conexão. Elabore a sua paleta com os seguintes aspectos:

  • primária: formação pelas cores primárias;
  • complementar: contém como núcleos opostas do círculo cromático;
  • análoga: tem como núcleos posicionados ao lado de uma cor qualquer que foi escolhida no círculo cromático;
  • monocromática: apresenta uma única cor do círculo cromático.

Conforto 

E para finalizar as dicas de hoje, essa será essencial. Assuma o papel estético na sua decoração, trabalhe com o lado funcional, utilize bem sua paleta de cores e saiba usar o seu espaço. Contudo, não se esqueça do seu conforto. Procure por móveis que trazem elegância e acolhimento para o ambiente, mas também permitem a você e seu visitante um conforto extremo. Dê preferência a assentos macios, reclináveis ​​e com tecidos agradáveis. Conciliar estilo, beleza e conforto é uma operação que exige muita atenção. Então, se planeje  para não errar na hora de mobiliar cada cômodo da sua casa.

Veja também: DICAS PARA DECORAR SEU LAR EM 2020 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

 

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Dicas para decorar seu lar em 2020

Inspirações para decorar o seu lar em 2020

Olá! Bom se você chegou até esse artigo é porque você quer ser um seguidor das tendências de decorações em 2020, certo? Então, pensando nisso, prepare um compilado das principais, para que você possa identificar qual é o seu estilo. 

Esse artigo não tem como a função fazer você mudar radicalmente, ou descartar uma decoração do seu lar. Uma ideia é entender como o design é impactado de forma como vivemos em nossos lares.

 Inspiração abstrata

Uma inspiração na arte abstrata pode ser divertida. É considerada uma “consulta” dos profissionais de design de interiores.

Com formas geométricas coloridas ou blocos divertidos, permite exibir sua personalidade. O objetivo é despertar emoções. 

Padrões geométricos arrojados, desenhos compostos por linhas e blocos de núcleos em busca de mais descontração e emoção na decoração. São essas idéias por trás da tendência, que busca trazer fluidez, diversão e personalidade aos ambientes.

Estampas na decoração

As estampas estão em todos os lugares e permanecem desta forma. Elas podem ser exploradas em objetos decorativos, complementando ainda mais a decoração do ambiente. Como estampas abstratas e geométricas podem destacar um destaque ainda maior nas tendências de decoração em 2020. Além disso, como estampas são um complemento na decoração em diversos ambientes, como estampas com melhorias de acabamento com tudo, porém com padrões desconstruídos, de formas irregulares, interrompidas e podem ser usadas nas almofadas, tapetes, quadros, cortinas e painéis ou papéis de parede ”

Ambiente simples e relaxante

Remontando à tendência de estilo escandinavo, este visual será tendência em 2020 com uma pegada mais calma e aconchegante. A ideia é criar espaços para relaxar e revigorar as energias.

Usando uma paleta de núcleos que remetem à tranquilidade, um pouco menos fria. Como toneladas de azul estão em alta, finalmente o acordo com o Pantone , o Classic Blue, com referência ao céu ao entardecer, é considerado um ano 2020. 

Tom sobre tom 

Se você gosta de explorar os números de toneladas de uma decoração de ambiente, vai adorar ou saber que esta técnica será uma das tendências de decoração em 2020. Para isso, é preciso combinar uma cor de parede com núcleos de objetos decorativos e mobília, mudando apenas toneladas mais claros para toneladas mais escuros no ambiente.

Combinando toneladas: salas monocromáticas, móveis e paredes em tons semelhantes, traz um tipo de camuflagem que combina beleza e relaxamento.

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Chuvas de verão – Saiba preparar o seu lar para a estação das chuvas!

Será que alguém esqueceu o registro da chuva aberto lá no céu? 

 

Nos últimos dias uma abençoada tomou conta aqui de Ipatinga. E como toda vez que ouço o barulhinho de chuva eu fico super pensativa e cheia de ideias, resolvi escrever este artigo para ensinar vocês sobre como se preparar para as chuvas de verão. Ficou interessada(o) no assunto? Então, vem comigo.

 

O QUE VOCÊ VAI VER NESTE ARTIGO:

– Com o que devo me preocupar durante a estação das chuvas?

– Como tirar proveito das chuvas de verão?

 

Não tem jeito, durante essa época do ano todos nós temos que estar sempre preparados para lidar com as chuvas de verão, pois elas vêm e vão a todo instante.

 

Claro que todos sabemos que as chuvas são fundamentais para manter a saúde do planeta em ordem. Porém, infelizmente, elas também trazem alguns probleminhas que precisamos saber como lidar.

 

Seja nas ruas ou em casa, as chuvas de verão podem causar alguns transtornos (principalmente quando elas chegam chegando, como tem acontecido nesses últimos dias). Em casa, os principais problemas são:  as infiltrações e buracos no telhado, as chuvas de vento que invadem as janelas e, em casos mais graves, as inundações e deslizamentos.

 

Para não correr o risco de se complicar, o ideal é que você faça uma vistoria no seu imóvel (principalmente nos telhados e janelas) e veja se está tudo no lugar. Se você mora em regiões de encosta ou próximas a rios, tem que ficar de olho na estrutura do imóvel também. Em qualquer sinal de instabilidade no imóvel, não dá pra pensar duas vezes: É ligar para a defesa civil e arrumar abrigo na casa de algum familiar ou conhecido.

 

Outros impactos nada legais que vêm com as chuvas, são as inundações das ruas e das vias de tráfego e a lentidão que essas inundações causam no trânsito.

 

Quanto a isso não há muito o que fazer: A dica é evitar estar nas ruas em momentos de chuva intensa e se manter em segurança dentro de casa. Caso não haja outra escolha e você precise sair, a recomendação é que você veja quais são as rotas mais seguras e as use para fazer o seu percurso (aplicativos como o Waze e o Google Maps são perfeitos para isso).

 

E gente, vamos combinar uma coisa? Se você se deparar com uma via inundada, não tente atravessar. Dê meia volta ou encoste o seu veículo e espere a situação melhorar, fechado? Se não for possível e você precisar continuar, utilize as marchas mais fortes do seu veículo e mantenha a aceleração. Motoqueiros devem ter a atenção redobrada, pois podem cair e ser “sugados” por bueiros nas vias.

 

Mas agora chega de falar dos pontos negativos da chuva, senão vamos começar a tomar raiva dela né?! Rsrs. E convenhamos que as chuvas trazem mais pontos positivos do que negativos. Concorda comigo?

 

E desses pontos positivos é a possibilidade de reaproveitar as águas do céu para fazer as tarefas básicas de casa, como: lavar as áreas comuns, abastecer os reservatórios, regar as plantas, etc. Economizando no uso e nos gastos com a água em casa. Inclusive, já temos aqui no Blog um post completo te ensinado a utilizar as águas das chuvas para economizar no lar (CLIQUE AQUI E CONFIRA).

 

Para isso, basta você abrir a mão e investir em um sistema de captação de água pluvial. Ao longo dos últimos anos, as opções e as tecnologias desses sistemas se desenvolveram bastante, resultando em melhores preços e condições para você agregar essa melhoria ao seu lar. Se você mora em um residencial, a implementação de um modelo de captação de água pluvial pode ficar ainda mais fácil, afinal, os custos serão divididos entre todos os proprietários do edifício.

 

Bom gente, era isso o que eu tinha para falar. Espero que esse conteúdo possa te ajudar de alguma forma. Se você gostou, deixe um comentário aqui embaixo falando o que achou e como você lida com as chuvas de verão no seu lar. Aproveite e compartilhe o conteúdo com os amigos também.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!
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05 Dicas para não se enrolar com as contas de começo de ano.

Entra ano e sai ano e, para muitos, há um roteiro que sempre se repete: Mão aberta e comemoração durante o Natal e o Ano Novo e bolso vazio e preocupação com as contas que chegam aos montes nos primeiros meses do ano.

Conhece alguém assim? Ou você mesmo se encaixa dentro desse roteiro? Então fica comigo, que nesse artigo eu vou te ajudar a se programar para não se embolar com as contas que já estão batendo à porta.

 

05 DICAS QUE VOCÊ VAI CONFERIR NESTE ARTIGO:

1 – Faça um mapeamento das contas e saiba o quê e quanto você deve pagar!

2 – Pagar à vista é melhor, mas parcelado também funciona.

3 – Gastar mais? Só se for o solado do sapato para comparar preços.

4 – Xô Tentação! Evite as promoções de começo de ano e compre só o necessário.

5 – Economizar um pouquinho não faz mal a ninguém.

 

IPTU, IPVA, Material escolar, matrícula, etc… Pois é, o início de um novo ano, além de ser tempos de grandes sonhos e aspirações, é também um período que exige bastante controle e planejamento financeiro para não se enrolar com as contas e comprometer a situação para o decorrer do ano. Principalmente se for você o “arrimo” da família.

Então, para te ajudar a colocar tudo nos trilhos, separei essas 05 dicas que vão te ajudar a organizar sua vida financeira nesse início de ano. Confere só:

 

1 – Faça um mapeamento das contas e saiba o quê e quanto você deve pagar!

 

O primeiro passo para conseguir se livrar das dívidas é saber exatamente o quê e quanto você deve pagar. E se tratando das contas de começo, fazer esse mapeamento não é algo tão difícil, afinal, são contas que certamente você já pagou ao longo dos últimos anos, como o IPTU, IPVA, matrícula escolar, etc.

Inclusive, boa parte dessas contas já estão disponíveis para consultas nos órgãos competentes. E as que não estão, como a compra de material escolar ou uniformes, você pode comparar analisando a sua movimentação financeira de anos passados referentes ao mesmo período desse ano e ver quanto gastou na época.

 

2 – Pagar à vista é melhor, mas parcelado também funciona.

 

Uma ótima opção para aliviar um pouco do peso das contas de final de ano é abrir a carteira e pagar à vista aquelas contas que oferecem algum desconto para essa forma de pagamento.

Duas contas que trazem esse benefício são o IPVA (que em MG tem desconto de cerca de 3% para pagamentos à vista) e o IPTU (que no ano de 2019 em Ipatinga, teve até 10% de desconto para quem pagou o valor “de um tapa só”).

Todavia, se você não tem condições de abrir mão de todo o valor dessas contas de uma vez só, usar as possibilidades de parcelamento é a melhor saída. Claro, desde que você honre com as parcelas em dia e evite o acréscimo de juros e multas.

 

3 – Gastar mais? Só se for o solado do sapato para comparar preços.

 

Esta aí uma prática que precisamos colocar de vez em nossas vidas = comparar os preços das coisas que precisamos comprar.

De acordo com dados do Procon de SP, divulgados pela revista Exame, a diferença de preços de um mesmo produto entre as lojas podem chegar a inacreditáveis 450%. Vê se pode?

E um dos gastos de começo de ano que merecem uma boa pechinchada, são os gastos referentes aos materiais escolares. Aqui em Ipatinga temos várias opções de lojas, papelarias e livrarias disponíveis em bairros como o Centro, o Cidade Nobre, o Horto, o Canaã, entre outros. Tente encontrar aquela que ofereça as melhores condições de compras.

 

4 – Xô Tentação! Evite as promoções de começo de ano e compre só o necessário.

 

Se você é uma daquelas pessoas que não resiste a um anúncio de liquidação colado na vitrine de uma loja, atenção nesse dica: Meu bem, se controla!

O início de ano (principalmente janeiro) é a época em que as marcas promovem saldões para acabar com o estoque de Natal. Mas não é porque uma TV chique ou um Smartphone de última geração está com um bom desconto, que você precisa comprar e acrescentar mais uma dívida na sua lista. Concorda comigo?

Então, pelo menos enquanto você não se acertar com todas as contas de início de ano, faz a egípcia e vira o rosto toda vez em que passar perto de uma loja em liquidação. Combinado?

 

 

5 – Economizar um pouquinho não faz mal a ninguém.

 

E por último, uma dica que vale não apenas para as contas que estão chegando, mas para a vida toda: Tente guardar pelo menos um pouquinho do seu dinheirinho e fazer uma reserva.

Essa reserva vai te ajudar a se livrar de problemas que você venha a ter no futuro, como algo relacionado à saúde, uma compra urgente, uma reforma na casa ou até mesmo para os gastos de início de ano em 2021. Olha só que maravilha!

Economizar de 5% a 10% daquilo que você e sua família tem de rendimentos, já é um bom começo para passar um 2020 financeiramente mais tranquilo.

 

Bom gente, era isso o que eu tinha para falar para vocês. Se você gostou desse artigo, escreva aqui um comentário dizendo o que achou e também envie para algum amigo ou familiar que, para você, também precisar saber mais do assunto.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Saiba como declarar o seu imóvel no imposto de renda!

Como declarar seu imóvel no imposto de renda.

Embora já seja uma rotina atual para os contribuintes que recebem contas da Receita Federal todos os anos, uma declaração de Imposto de Renda ainda está desesperada uma série de dúvidas. Então vamos lá, separamos algumas dicas importantes para quem tem dúvidas sobre como incluir seus imóveis na declaração de imposto de renda.

Bom, para iniciar o nosso assunto, iniciaremos o lembrete de como regras aplicáveis ​​residenciais ou comerciais, em áreas urbanas ou rurais e que precisam de declaração depende dos ganhos da contribuição. 

Portanto, todas as pessoas que obtiverem valores acima de R $ 28.559,70 em 2019 devem informar se possuir ou não melhorar o valor da propriedade. Se os seus impostos não ultrapassarem esse mínimo, você só será obrigado a declarar imóveis com preços mais de R $ 300 mil. 

 

Imóvel próprio 

Para imóveis comprados, há diferenças nas compras na vista ou financiadas no ano da declaração. Para um imóvel já quitado Você deve informar uma propriedade na seção “Bens e Direitos”, e cada tipo de imóvel possui um código próprio (link). Para imóveis parcelados, o contribuinte deve incluir nome e CPF ou CNPJ do vendedor, além das condições de financiamento, valor da entrada, valor total do imóvel e juros indexados nas prestações.

 

Vendeu um Imóvel?

Então não se esqueça de informar também a receita. Continue na seção “Bens e Direitos”, ou contribua para salvar o valor do imóvel de quanto ele foi comprado e o valor recebido com sua venda. Além disso, deve incluir o CPF do comprador, uma descrição da propriedade, uma forma de pagamento e o prazo para uma cotação de compra. Se o valor inicial foi menor do que a venda, incidirá sobre um alíquota de 15% do IR. Só estão isentos os contribuintes que, sem prazo de 180 dias, incluem um outro imóvel com dinheiro da venda. 

 

Imóvel alugado 

Tanto o localizador, dono do imóvel que recebe os aluguéis, como o locatário, morador do imóvel, deve inserir os dados da sua locação na sua declaração do imposto de renda. A falta desse tipo de informação, como você já leu, é uma das principais causas que levam as pessoas a caírem na malha fina.

Para declarar, o localizador deve informar o valor recebido pelo aluguel de todos os imóveis que possui a seção “Rendimentos recebidos por pessoa física”. Nesta parte, há um plano mensal com campos exclusivos para aluguel, onde o proprietário deve informar os valores coletados mensalmente e indicar o CPF de quem pagou. 

O locatário, por sua vez, precisa salvar o código 70 “Aluguéis de imóveis, ou o valor quitado. 

Por fim, caberá à Receita Federal, avalie os dados das duas partes para concretizar que ambos se complementam. Caso tenha alguma situação mais complexa e que você não saiba como declarar corretamente, peça ajuda a um profissional de contabilidade. Busque se informar através de fontes seguras. Não envie sua declaração correndo riscos de conter erros.

Tem dúvidas sobre como declarar seu imóvel no imposto de renda? Entre em contato com a Moradia Imobiliária que podemos te auxiliar. 

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07 dicas para você decorar sua casa sem gastar muito neste natal

 

 

É impressão minha ou já dá pra ouvir o som de jingle bels tocando por aí? Pois é, 2019 voou e o mês de Dezembro já está batendo em nossas portas, trazendo junto com ele toda aquela atmosfera mágica do Natal.

E por falar em Natal, eu lembrei que essa é a data perfeita para dar uma turbinada na decoração dos nossos lares e deixa-los ainda mais bonitos e acolhedores.

Tá, eu sei que você vai me falar que não é todo mundo que pode investir muito em decoração, que árvores de natal e bonecos de Papai Noel são caros e tudo mais …

Mas e se eu te contar que um passarinho me contou sobre alguns truques que você pode usar para montar uma decoração incrível, gastando muito pouco (ou nada), você acredita?

*As informações abaixo foram produzidas pelo site: habitissimo.com.br

 

 

Pois então se prepare, porque nossos parceiros do Habitissimo Brasil nos deu aquela força e nos repassou 07 super dicas para você usar em sua decoração e trazer o espírito natalino para dentro do seu lar, sem pesar no seu bolso.

Quer saber mais sobre essas dicas? Então, se liga só:

 

DICA 01 – Uma árvore de natal sustentável

Que tal criar uma árvore de natal original e ainda contribuir com o meio ambiente? Sim, isso é possível e pode ser mais simples do que você imagina. Garrafas pet cortadas próximo ao fundo e preenchidas com delicadas bolas natalinas dão vida a uma árvore de natal verdinha e sustentável. Se você prefere uma pegada mais rústica, galhos secos de árvore amarrados com corda de sisal e coloridos com diversos enfeites podem ser a opção ideal para sua árvore de natal.

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DICA 02 – Estrelas radiantes

A estrela está presente em quase todas as decorações natalinas, e se você não quiser deixá-la de fora de sua casa então saiba que existem diversas opções para criar estrelas lindas sem gastar quase nada. Uma delas é o uso de CDs antigos, que podem ser cortados com uma tesoura especial para dar vida a uma estrela incrível. Outra sugestão é usar palitinhos de madeira, que podem ser aqueles espetos de churrasco, revestidos com corda de sisal para criar uma estrela simples e elegante.

 

DICA 03 – Guirlandas que falam por si

Sabe aquele cabide velho de arame que você já não sabe mais onde colocar? Chegou a hora de aproveitá-lo para fazer uma guirlanda incrível e deixar sua decoração natalina ainda mais especial. O primeiro passo é desmontar o cabide e deixá-lo em formato circular, sem perder o gancho que será usado para pendurar a guirlanda. Feito isso, basta revestir o arame com bolas de Natal ou pequenas pinhas pintadas na cor de sua preferência.

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DICA 04 – Delicadas composições

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Para trazer um charme ainda mais especial à sua decoração de natal, você pode criar pequenos enfeites natalinos que são simples e rápidos de fazer. Uma lata de alumínio revestida com tecido se transforma em um belo vaso para receber um arranjo com pinhas e galhos de pinheiro. Vidrinhos de geleia que seriam descartados ganham a cena ao se transformarem em um suporte de velas feito com muita delicadeza.

 

 

 

DICA 05 – Uma mesa de encher os olhos

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Uma das maiores preocupações de quem irá receber os amigos e familiares para passar a noite de natal é a de preparar uma mesa incrível para esse momento tão especial. O que muitas pessoas não sabem é que usando taças de vinho ou de champanhe e até mesmo vidrinhos de geleia é possível criar uma decoração incrível para a mesa de natal. Basta combinar esses acessórios com bolinhas natalinas, pinhas e velas para ter resultados surpreendentes.

 

 

DICA 06 – Papai Noel não pode faltar

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O que seria do natal sem o tradicional Papai Noel? O bom velhinho é uma das marcas registradas desta data, e por isso não pode faltar na decoração de sua casa. Você pode fazer seu próprio enfeite de Papai Noel com feltro, que é um material fácil de encontrar e com preço acessível, ou pintar garrafas de vidro com o desenho dele. O que não faltam são opções para inserir o Papai Noel na decoração natalina

 

 

 

DICA 07 – Entre luzes e cores

A última ideia desse texto é para incentivá-lo a brincar com as luzes e cores em sua decoração natalina. Embora as cores tradicionais do natal sejam o vermelho, o verde e o dourado, nada impede que você aposte em outras combinações para encher sua casa de alegria. Além disso, as luzes podem ser grandes aliadas neste momento, e os pisca-piscas são itens baratos e que nunca saem de moda.

 

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Incríveis as dicas, não é mesmo? Agora, você já tem a inspiração necessária para transformar o seu lar e torna-lo um lugar em que o Papai Noel (e todos os seus familiares e amigos) vão se impressionar ao visitar durante o Natal.

Ah! Aproveita e visite o site dos nossos parceiros do Habitissimo Brasil e confere as várias dicas incríveis que eles tem para te dar: habitissimo.com.br. E, claro, compartilhe o link deste artigo com alguém especial para que o lar dele também receba uma linda (e barata) decoração de Natal.

Um grande abraço e até as próximas dicas.

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!
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Você tem um vizinho inadimplente? Saiba quem paga essa conta

Uma das situações mais desagradáveis para quem mora em um apartamento e participa da redistribuição dos custos do condomínio é quando um de seus vizinhos se torna inadimplente. Principalmente se você é uma pessoa que preza por manter suas contas em dia. Mas, se você mora em um residencial ou condomínio, saiba que está sujeito a conviver com esse problema.

Basta que apenas um morador se torne inadimplente, para que a “bomba da dívida” estoure no seu colo e de todos os demais condôminos vizinhos. Afinal, não é porque alguém deixou de arcar com suas obrigações que as contas do condomínio vão deixar de vir, não é?

Se você passou por uma situação parecida (ou está passando no momento), continue conosco neste artigo e saiba quais são as consequências e como você deve proceder em casos assim.

Se você ainda não passou … Bem, conhecimento nunca é demais e não se sabe quando vamos precisar  dele …

– O QUE VOCÊ VAI APRENDER COM ESTE ARTIGO –

 

  • O que acontece quando meu vizinho se torna inadimplente?
  • O que eu devo fazer em casos assim?
  • Como evitar que essa situação ocorra comigo?

 

O que acontece quando meu vizinho se torna inadimplente?

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O problema é complexo, mas a resposta é simples: Infelizmente você e seus demais vizinhos terão que cobrir o rombo causado pelo devedor (pelo menos até que ele ou a justiça quite os valores em débito). Afinal, o condomínio precisa honrar seus custos e para isso conta exclusivamente com os valores pagos pelos moradores.

Quando um condômino se torna inadimplente, o valor das cotas condominiais daquele imóvel são redistribuídas para todos os outros moradores, tornando mais caras as cotas dos próximos meses (pelo menos até que a dívida seja regularizada).

Outra possibilidade é usar o fundo de reservas (caso o condomínio possua e seu uso para essa finalidade esteja dentro de seu regimento). Porém, essa não é uma atitude recomendável. Afinal, o fundo de reserva é criado para ser acionado em casos de emergências, como reformas urgentes na estrutura do edifício ou danos inesperados a alguns de seus componentes, como rede elétrica, elevador, etc. Usá-lo para cobrir inadimplência dos moradores pode colocar o condomínio em sérios problemas caso ocorra um imprevisto no mesmo período.

 

O que eu devo fazer em um caso assim?

Ao ver-se envolvido em um caso de inadimplência de um vizinho, a saída é procurar pelo administrador do seu prédio (seja um síndico ou empresa terceirizada) e entender qual é a real situação do problema e se há algum prazo para que seja resolvido.

Agora, se for você o síndico do seu prédio, há algumas medidas que devem ser tomadas para encontrar uma solução e “descascar esse abacaxi”.

A primeira delas é fazer contato com o condômino devedor e procurar entender os motivos que o levaram ao não pagamento de sua cota.

Como sabemos, educação financeira não é algo comum ao brasileiro, e em momentos de crise, pode implicar em graves problemas financeiros. Se o morador reconhece a dívida e você consegue ajuda-lo a encontrar meios de quitá-la, as chances de solucionar o problema são maiores.

Porém, quando o condômino não reconhece as dívidas, ou reconhece, mas se recusa de toda a forma a pagá-la, aí o problema fica feio.

Nesses casos não há outra saída a não ser partir para uma cobrança judicial.

Para isso, é preciso, primeiramente, verificar na convenção e regimento do condomínio quais são os prazos e regras estipulados para que a cobrança judicial possa ser feita. Caso não haja nenhuma menção sobre as regras e prazos no regimento, deve ser convocada uma reunião condominial com os moradores e estipular as condições referentes ao assunto.

Ao ser acionado judicialmente, o condômino devedor será intimido por um juiz para uma audiência de conciliação. Não chegando a um consenso, o processo segue até que o juiz condene, ou não, o morador a pagar suas dívidas (acrescidas dos devidos juros e multas), sob pena de ter parte de suas contas ou até seus bens penhorados para que o débito seja quitado.

Vale lembrar que esse processo de cobrança judicial costumava ser lento no Brasil, por vezes se arrastando por anos e anos até ser resolvido. O que gerava uma dor de cabeça enorme para todos os envolvidos. Porém, recentemente foram criadas 02 leis que vieram para acelerar o processo e endurecer as medidas contra os devedores.

A primeira é referente ao atual Código Civil e permite aplicar juros de mercado ao inadimplente (parágrafo primeiro do Art. 1.336) e ainda aplicar multas especiais até 5 (cinco) taxas de condomínios ao condômino que atrasa de forma reiterada e recorrente.

Já a segunda lei que trouxe alívio aos condomínios é a da Justiça Arbitral, que reduz a cobrança do inadimplente para o máximo de 90 (noventa) dias ao contrário da Justiça Estatal que em média todo o processo de cobrança condominial gira em torno de 8 (oito) anos.

 

Como evitar que essa situação ocorra comigo?

Se envolver em uma situação dessas é algo preocupante, pois além de todo o desgaste que envolve, é um fator que pode colocar a situação financeira de sua família em risco, devido ao surgimento inesperado de um novo custo.

Portanto, para evitar que isso ocorra em seu condomínio, o ideal é que você e os demais condôminos façam reuniões regulares e acordem termos que visem evitar que possíveis inadimplências ocorram, e também discutam sobre a criação de fontes de receitas para cobrir tais déficits decorrentes de atrasos (caso ocorram) sem precisar acrescentar o valor às mensalidades, como, por exemplo, um fundo emergencial de dívidas.

Bom, é isso o que tínhamos para falar a vocês sobre as questões que envolvem a inadimplência de um vizinho. Caso tenha alguma outra dúvida sobre o assunto, você pode deixar um comentário neste artigo para que possamos respondê-la(o).

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Ah! E não se esqueça de compartilhar esse material com um amigo ou familiar e também nas suas redes sociais. Vai que você conhece alguém que está passando por essa situação e precisa de uma luz.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA. Vale a pena?

Saiba como funciona a nova modalidade de financiamento imobiliário anunciada pela Caixa Econômica Federal

No último dia 20 de Agosto, a Caixa Econômica Federal fez um anuncio que pôs uma pulguinha atrás da orelha de todo mundo que deseja comprar o seu imóvel, que foi a nova modalidade de financiamento imobiliário indexado pelo IPCA.

Desde então, uma dúvida passou a tomar conta dos pensamentos de quem planeja partir para o financiamento de seu lar: Vale a pena se arriscar nessa nova modalidade ou é melhor não inventar e partir para o antigo financiamento indexado à TR?

Fundo foto criado por benzoix – br.freepik.com

Para te ajudar a deixar as coisas um pouco mais claras sobre esse assunto, nós da Moradia Imobiliária resolvemos escrever este artigo para te mostrar quais são os pontos fortes e fracos do financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA e te ajudar a fazer a melhor escolha para realizar seu sonho de ter a casa própria.

 

Confira aqui outros artigos sobre dicas para te ajudar a comprar seu imóvel:

 

AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS DUAS MODALIDADES

 

Nesse caso é importante ressaltar o financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA, não substitui o antigo modelo que é indexado à Taxa Referencial, mais conhecida como TR. É apenas mais uma opção que você terá acesso, caso decida que o financiamento imobiliário é a solução para você adquirir o seu tão sonhado lar.

Nesse novo modelo anunciado pela Caixa, a principal diferença fica na composição das taxas do financiamento. No modelo antigo, as taxas eram compostas por juros de 8,5% a 9,5% + TR (que se encontra zerada desde 2017), já na nova modalidade as taxas compõem-se por juros de 2,95% a 4,95% + IPCA (que no acumulado dos últimos 12 meses ficou em 2,89%), as taxas dessa modalidade variam de acordo com a profissão do contratante (servidores públicos tem acesso a taxas menores) e o grau de relacionamento com o banco (clientes da Caixa que também adquirirem outros produtos da empresa, como previdência privada, linhas de investimento, etc. têm acesso às “condições especiais”).

Devemos também destacar a mudança que essa nova modalidade de financiamento promove no valor inicial das parcelas, podendo ter uma redução de até 51% do valor das parcelas do financiamento corrigido pela TR, de acordo com a Caixa Econômica Federal. E se os valores das parcelas são reduzidos, isso necessariamente resulta em um acesso mais facilitado ao crédito imobiliário para aquelas pessoas que possuem uma renda familiar mais enxuta.

Mas como na vida nem tudo são flores. Deve-se ficar atento para um provável aumento no montante final da dívida que o modelo juros + IPCA pode provocar. Isso acontece devido ao IPCA ser um indexador mais volátil do que a TR, podendo sofrer alterações significados diante de cenários políticos e econômicos conturbados e refletir em aumento das taxas que corrigem essa modalidade de financiamento (lembre-se de 2015, quando o IPCA bateu na casa dos 10%).

 

MAS E ENTÃO, QUAL FINANCIAMENTO EU ESCOLHO? JUROS + TR OU JUROS + IPCA?

 

Tudo vai depender das suas condições e da sua previsão financeira e de vida que você definir para entrar em um financiamento.

Se por um lado o modelo TR + juros proporciona uma previsibilidade maior sobre a sua dívida, te permitindo mais controle sobre os valores a liquidar e com um montante final menos “salgado”, o modelo IPCA + TR te possibilita um acesso mais fácil ao crédito imobiliário, com parcelas menores e que podem até te permitir adotar um planejamento de antecipação de parcelas ou de investimentos financeiros que lhe gere lucros para equilibrar o peso dos juros.

Gostou do artigo? Que tal compartilhar com alguém que você conheça e que precise saber um pouco mais sobre as novidades do mercado imobiliário. Ah! Lembre-se também de deixar o seu recado dizendo o que você pensa sobre o assunto e se há alguma observação a acrescentar.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Financiamento ou Consórcio? Qual é a melhor opção?

FINANCIAMENTO OU CONSÓRCIO ?

Qual a melhor opção para você que quer comprar seu imóvel, mas não tem o valor à vista?

 

Você sonha em ter o seu próprio lar, porém, ainda não conta com o valor integral para compra-lo à vista. Neste artigo, trataremos sobre os dois meios mais conhecidos para aquisição de um imóvel em longo prazo: o financiamento e o consórcio imobiliário. Ficou interessada(o) no assunto? Então, vem comigo!

 

 

PRIMEIRAMENTE, UMA OBSERVAÇÃO IMPORTANTE!

Antes de começar a falar sobre financiamentos e consórcios, é preciso deixar claro que há uma diferença enorme entre adquirir um patrimônio que irá lhe proporcionar a qualidade de vida que deseja ter ou realizar um investimento financeiro com o intuito de obter lucros.

Adquirir um imóvel é algo que transcende os aspectos puramente financeiros, pois envolve questões subjetivas, como a realização de um sonho, o bem-estar e o conforto de sua família, a segurança de morar em uma boa região da cidade. Algo que pode inclusive, implicar em sua saúde profissional e mental, que são fatores responsáveis pela saúde financeira de qualquer pessoa.

Muitas pessoas tendem a se posicionar contrárias a aquisição de imóveis por métodos em longo prazo, como o consórcio e o financiamento, devido ao custo final maior que essas opções apresentam se comparadas com a compra à vista. Porém, quem defende esse argumento, tende a esquecer de incluir no debate os aspectos subjetivos relacionados à aquisição de um bem tão importante quanto a casa própria.

Será que durante o prazo de um investimento financeiro que busque a lucratividade, você e sua família morarão em um imóvel capaz de lhes proporcionar a qualidade de vida que desejam ter? Se não, em que isso pode implicar na sua vida, no seu relacionamento familiar e em seu aspecto profissional?

São fatores que devem ser levados a sério na hora de tomar uma decisão sobre adquirir ou não o seu próprio lar. Feita a observação, vamos deixar de enrolar e ir direto ao assunto do artigo.

 

FINANCIAMENTO X CONSÓRCIO – QUAL É A MELHOR OPÇÃO?

Pode parecer meio “isentão” a frase que vou usar para dar essa resposta, mas é a mais correta a se usar = Depende de qual é a sua situação.

Embora ambos sejam meios para permitir que você adquira o seu imóvel sem precisar arcar com todo o valor do negócio, as opções de financiamento e consórcio possuem particularidades que devem ser levadas em conta em relação a sua situação no momento atual da compra. Como por exemplo: a pressa em usufruir do imóvel, ter ou não um montante de dinheiro disponível para entrada ou lance, sua condição financeira mensal, etc.

Para ficar mais fácil de entender, vou explicar em detalhes como funciona cada modelo. Continua aqui comigo!

 

  • FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

 

O financiamento imobiliário é a opção mais usada para quem tem pressa em adquirir o seu próprio lar, porém, não conta com todo o valor da negociação em mãos para fazer a compra do imóvel à vista.

Nessa modalidade, você adquire uma linha de crédito junto a uma instituição financeira, ao qual serão acrescidos juros e correção monetária ao decorrer do tempo contratado para quitação do valor adquirido.

Falando de um modo mais popular, o banco compra o imóvel que você deseja, lhe repassa, e você paga por esse empréstimo em prestações acrescidas de juros e correção monetária.

Vale também ressaltar, que para lhe conceder esse “empréstimo”, as instituições financeiras farão uma análise do seu perfil de crédito (que é um cálculo feito a partir da sua renda mensal, valor do imóvel e prazo de quitação do bem) e então definirão qual será o valor do financiamento ao qual você terá acesso e, consequentemente, qual será o valor da entrada (cujo valor mínimo é de, em média, 20% do valor do imóvel).

Outro ponto a ser abordado sobre o financiamento é em relação ao tempo contratado para quitação do financiamento. Por se tratar de altas quantias, geralmente, as pessoas buscam por prazos maiores para diminuir o valor das parcelas, podendo chegar a até 35 anos (prazo máximo que as instituições financeiras, em geral, oferecem). Porém, é preciso lembrar que quanto maior o prazo, mais juros e taxas de correção serão acrescentadas ao seu crédito. O que pode fazer com que ao final do seu financiamento, o custo total seja maior que o valor de crédito contratado.

 

  • CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Se o financiamento imobiliário é uma saída para quem deseja usufruir do imóvel de imediato, o consórcio imobiliário é uma opção interessante para você que já decidiu que precisa ter um imóvel próprio, mas ainda não sabe onde, quando ou qual o tipo de imóvel que deseja adquirir.

Diferente do financiamento, o consórcio imobiliário não impõe a cobrança de juros e correção sobre o valor contratado, mas também oferece prazos mais curtos para quitação do débito. O que há nesse caso é a inclusão de uma taxa de administração cobrada pela administradora do consórcio (que costumam girar na casa dos 20% do valor do imóvel) que pode ter a companhia de algumas outras taxas que vou mencionar logo abaixo. Já em relação ao tempo, os prazos máximos para um consórcio são de 15 anos, em média.

É importante destacar, que ao contrário do financiamento imobiliário, não é uma instituição financeira que arca com os custos da carta de crédito para compra do seu imóvel. São os próprios participantes do consórcio que “rateiam” o valor entre si, reunindo um valor que possibilite que de tempos em tempos seja escolhido um participante para retirar o valor da cota contratada para compra do imóvel. Essa escolha acontece mediante sorteio (e aqui o que vale é a sorte para ser contemplado) ou o lance (que é quando o consorciado pode oferecer uma quantia X para ter acesso à carta de crédito. Aquele que der o maior lance leva).

O fato de não contar com o suporte de uma instituição financeira, representa um risco maior para os participantes de consórcios. Pois podem surgir casos de inadimplência de consorciados e implicar em atrasos no sorteio das cotas. Esse fato inclusive faz com que algumas administradoras de consórcios a incorporem no valor das mensalidades, taxas como fundos de reserva ou seguro de vida, que servem justamente para proteger os participantes do seguro contra possíveis problemas que possam vir a surgir no decorrer do consórcio.

Todavia, além da taxa administrativa e de possíveis taxas extras, como o fundo de reserva, há de se considerar ainda o reajuste anual que é feito nas parcelas de um consórcio. Esse reajuste é feito a partir do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que mede os índices de inflação no Brasil para o setor de construção civil. O que pode se tornar um complicador para o consorciado, caso haja um período de alta nos índices do INCC (que esse ano tem girado na casa dos 4,0%).

Mas também é importante considerar a possibilidade que o consórcio oferece para amortizar débitos futuros no consórcio através de lances ou de quitação de parcelas a vencer, lhe permitindo abater valores sem incidência dos reajustes. Minimizando dessa forma os impactos no valor final do consórcio.

Para finalizar esse assunto, cabe dizer que outro ponto a favor do consórcio é o fato de que após você quitar o débito e ter a carta de crédito em mãos, você poder escolher o perfil e localização do imóvel que deseja adquirir, que pode mudar ao longo do tempo devido, seja por questões pessoais, familiares, profissionais, ou qualquer que seja.

 

MAS O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

 

Significa que mesmo que você não tenha todo o valor necessário para adquirir o seu imóvel de imediato, existem possibilidades para tornar esse sonho realidade (ainda que representem um investimento maior a se fazer).

Financiamentos e consórcios imobiliários são opções que trazem pontos positivos e negativos, porém, são meios eficientes para lhe permitir ter todo o conforto, o bem-estar e a tranquilidade de viver em um lar só seu, onde você tenha liberdade e autonomia para moldá-lo conforme as suas necessidades e desejos.

Claro que ter um planejamento financeiro bem feito e fazer bons investimentos que lhe permitam ter melhores condições financeiras para adquirir um bem dessa importância à vista e com bons descontos, sempre será a melhor opção (Clique aqui e confira o artigo sobre planejamento para comprar sua casa própria)

Porém, como dissemos no início deste artigo, essa é uma decisão que envolve fatores tão relevantes quanto o lado financeiro.

Por isso, o mais importante para que você consiga tomar uma decisão correta sobre o assunto é traçar um panorama real da sua situação, mapeando aspectos pessoais, profissionais, financeiros e até sobre planos futuros. Tendo isso claro, fica mais fácil definir qual é a forma mais condizente com a sua realidade para fazer um investimento do porte de uma aquisição de um imóvel.

Gostou do conteúdo desse artigo? Então compartilhe nas suas redes sociais e nos ajude a alcançar mais pessoas que buscam uma resposta sobre essa questão (Tá liberado seguir a Moradia no Instagram e no Facebook também). Aproveite e deixe um comentário dizendo o que achou ou sobre quais assuntos sobre o mercado imobiliário gostaria de saber mais.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!