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Você tem um vizinho inadimplente? Saiba quem paga essa conta

Uma das situações mais desagradáveis para quem mora em um apartamento e participa da redistribuição dos custos do condomínio é quando um de seus vizinhos se torna inadimplente. Principalmente se você é uma pessoa que preza por manter suas contas em dia. Mas, se você mora em um residencial ou condomínio, saiba que está sujeito a conviver com esse problema.

Basta que apenas um morador se torne inadimplente, para que a “bomba da dívida” estoure no seu colo e de todos os demais condôminos vizinhos. Afinal, não é porque alguém deixou de arcar com suas obrigações que as contas do condomínio vão deixar de vir, não é?

Se você passou por uma situação parecida (ou está passando no momento), continue conosco neste artigo e saiba quais são as consequências e como você deve proceder em casos assim.

Se você ainda não passou … Bem, conhecimento nunca é demais e não se sabe quando vamos precisar  dele …

– O QUE VOCÊ VAI APRENDER COM ESTE ARTIGO –

 

  • O que acontece quando meu vizinho se torna inadimplente?
  • O que eu devo fazer em casos assim?
  • Como evitar que essa situação ocorra comigo?

 

O que acontece quando meu vizinho se torna inadimplente?

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O problema é complexo, mas a resposta é simples: Infelizmente você e seus demais vizinhos terão que cobrir o rombo causado pelo devedor (pelo menos até que ele ou a justiça quite os valores em débito). Afinal, o condomínio precisa honrar seus custos e para isso conta exclusivamente com os valores pagos pelos moradores.

Quando um condômino se torna inadimplente, o valor das cotas condominiais daquele imóvel são redistribuídas para todos os outros moradores, tornando mais caras as cotas dos próximos meses (pelo menos até que a dívida seja regularizada).

Outra possibilidade é usar o fundo de reservas (caso o condomínio possua e seu uso para essa finalidade esteja dentro de seu regimento). Porém, essa não é uma atitude recomendável. Afinal, o fundo de reserva é criado para ser acionado em casos de emergências, como reformas urgentes na estrutura do edifício ou danos inesperados a alguns de seus componentes, como rede elétrica, elevador, etc. Usá-lo para cobrir inadimplência dos moradores pode colocar o condomínio em sérios problemas caso ocorra um imprevisto no mesmo período.

 

O que eu devo fazer em um caso assim?

Ao ver-se envolvido em um caso de inadimplência de um vizinho, a saída é procurar pelo administrador do seu prédio (seja um síndico ou empresa terceirizada) e entender qual é a real situação do problema e se há algum prazo para que seja resolvido.

Agora, se for você o síndico do seu prédio, há algumas medidas que devem ser tomadas para encontrar uma solução e “descascar esse abacaxi”.

A primeira delas é fazer contato com o condômino devedor e procurar entender os motivos que o levaram ao não pagamento de sua cota.

Como sabemos, educação financeira não é algo comum ao brasileiro, e em momentos de crise, pode implicar em graves problemas financeiros. Se o morador reconhece a dívida e você consegue ajuda-lo a encontrar meios de quitá-la, as chances de solucionar o problema são maiores.

Porém, quando o condômino não reconhece as dívidas, ou reconhece, mas se recusa de toda a forma a pagá-la, aí o problema fica feio.

Nesses casos não há outra saída a não ser partir para uma cobrança judicial.

Para isso, é preciso, primeiramente, verificar na convenção e regimento do condomínio quais são os prazos e regras estipulados para que a cobrança judicial possa ser feita. Caso não haja nenhuma menção sobre as regras e prazos no regimento, deve ser convocada uma reunião condominial com os moradores e estipular as condições referentes ao assunto.

Ao ser acionado judicialmente, o condômino devedor será intimido por um juiz para uma audiência de conciliação. Não chegando a um consenso, o processo segue até que o juiz condene, ou não, o morador a pagar suas dívidas (acrescidas dos devidos juros e multas), sob pena de ter parte de suas contas ou até seus bens penhorados para que o débito seja quitado.

Vale lembrar que esse processo de cobrança judicial costumava ser lento no Brasil, por vezes se arrastando por anos e anos até ser resolvido. O que gerava uma dor de cabeça enorme para todos os envolvidos. Porém, recentemente foram criadas 02 leis que vieram para acelerar o processo e endurecer as medidas contra os devedores.

A primeira é referente ao atual Código Civil e permite aplicar juros de mercado ao inadimplente (parágrafo primeiro do Art. 1.336) e ainda aplicar multas especiais até 5 (cinco) taxas de condomínios ao condômino que atrasa de forma reiterada e recorrente.

Já a segunda lei que trouxe alívio aos condomínios é a da Justiça Arbitral, que reduz a cobrança do inadimplente para o máximo de 90 (noventa) dias ao contrário da Justiça Estatal que em média todo o processo de cobrança condominial gira em torno de 8 (oito) anos.

 

Como evitar que essa situação ocorra comigo?

Se envolver em uma situação dessas é algo preocupante, pois além de todo o desgaste que envolve, é um fator que pode colocar a situação financeira de sua família em risco, devido ao surgimento inesperado de um novo custo.

Portanto, para evitar que isso ocorra em seu condomínio, o ideal é que você e os demais condôminos façam reuniões regulares e acordem termos que visem evitar que possíveis inadimplências ocorram, e também discutam sobre a criação de fontes de receitas para cobrir tais déficits decorrentes de atrasos (caso ocorram) sem precisar acrescentar o valor às mensalidades, como, por exemplo, um fundo emergencial de dívidas.

Bom, é isso o que tínhamos para falar a vocês sobre as questões que envolvem a inadimplência de um vizinho. Caso tenha alguma outra dúvida sobre o assunto, você pode deixar um comentário neste artigo para que possamos respondê-la(o).

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Ah! E não se esqueça de compartilhar esse material com um amigo ou familiar e também nas suas redes sociais. Vai que você conhece alguém que está passando por essa situação e precisa de uma luz.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA. Vale a pena?

Saiba como funciona a nova modalidade de financiamento imobiliário anunciada pela Caixa Econômica Federal

No último dia 20 de Agosto, a Caixa Econômica Federal fez um anuncio que pôs uma pulguinha atrás da orelha de todo mundo que deseja comprar o seu imóvel, que foi a nova modalidade de financiamento imobiliário indexado pelo IPCA.

Desde então, uma dúvida passou a tomar conta dos pensamentos de quem planeja partir para o financiamento de seu lar: Vale a pena se arriscar nessa nova modalidade ou é melhor não inventar e partir para o antigo financiamento indexado à TR?

Fundo foto criado por benzoix – br.freepik.com

Para te ajudar a deixar as coisas um pouco mais claras sobre esse assunto, nós da Moradia Imobiliária resolvemos escrever este artigo para te mostrar quais são os pontos fortes e fracos do financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA e te ajudar a fazer a melhor escolha para realizar seu sonho de ter a casa própria.

 

Confira aqui outros artigos sobre dicas para te ajudar a comprar seu imóvel:

 

AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS DUAS MODALIDADES

 

Nesse caso é importante ressaltar o financiamento imobiliário corrigido pelo IPCA, não substitui o antigo modelo que é indexado à Taxa Referencial, mais conhecida como TR. É apenas mais uma opção que você terá acesso, caso decida que o financiamento imobiliário é a solução para você adquirir o seu tão sonhado lar.

Nesse novo modelo anunciado pela Caixa, a principal diferença fica na composição das taxas do financiamento. No modelo antigo, as taxas eram compostas por juros de 8,5% a 9,5% + TR (que se encontra zerada desde 2017), já na nova modalidade as taxas compõem-se por juros de 2,95% a 4,95% + IPCA (que no acumulado dos últimos 12 meses ficou em 2,89%), as taxas dessa modalidade variam de acordo com a profissão do contratante (servidores públicos tem acesso a taxas menores) e o grau de relacionamento com o banco (clientes da Caixa que também adquirirem outros produtos da empresa, como previdência privada, linhas de investimento, etc. têm acesso às “condições especiais”).

Devemos também destacar a mudança que essa nova modalidade de financiamento promove no valor inicial das parcelas, podendo ter uma redução de até 51% do valor das parcelas do financiamento corrigido pela TR, de acordo com a Caixa Econômica Federal. E se os valores das parcelas são reduzidos, isso necessariamente resulta em um acesso mais facilitado ao crédito imobiliário para aquelas pessoas que possuem uma renda familiar mais enxuta.

Mas como na vida nem tudo são flores. Deve-se ficar atento para um provável aumento no montante final da dívida que o modelo juros + IPCA pode provocar. Isso acontece devido ao IPCA ser um indexador mais volátil do que a TR, podendo sofrer alterações significados diante de cenários políticos e econômicos conturbados e refletir em aumento das taxas que corrigem essa modalidade de financiamento (lembre-se de 2015, quando o IPCA bateu na casa dos 10%).

 

MAS E ENTÃO, QUAL FINANCIAMENTO EU ESCOLHO? JUROS + TR OU JUROS + IPCA?

 

Tudo vai depender das suas condições e da sua previsão financeira e de vida que você definir para entrar em um financiamento.

Se por um lado o modelo TR + juros proporciona uma previsibilidade maior sobre a sua dívida, te permitindo mais controle sobre os valores a liquidar e com um montante final menos “salgado”, o modelo IPCA + TR te possibilita um acesso mais fácil ao crédito imobiliário, com parcelas menores e que podem até te permitir adotar um planejamento de antecipação de parcelas ou de investimentos financeiros que lhe gere lucros para equilibrar o peso dos juros.

Gostou do artigo? Que tal compartilhar com alguém que você conheça e que precise saber um pouco mais sobre as novidades do mercado imobiliário. Ah! Lembre-se também de deixar o seu recado dizendo o que você pensa sobre o assunto e se há alguma observação a acrescentar.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Financiamento ou Consórcio? Qual é a melhor opção?

FINANCIAMENTO OU CONSÓRCIO ?

Qual a melhor opção para você que quer comprar seu imóvel, mas não tem o valor à vista?

 

Você sonha em ter o seu próprio lar, porém, ainda não conta com o valor integral para compra-lo à vista. Neste artigo, trataremos sobre os dois meios mais conhecidos para aquisição de um imóvel em longo prazo: o financiamento e o consórcio imobiliário. Ficou interessada(o) no assunto? Então, vem comigo!

 

 

PRIMEIRAMENTE, UMA OBSERVAÇÃO IMPORTANTE!

Antes de começar a falar sobre financiamentos e consórcios, é preciso deixar claro que há uma diferença enorme entre adquirir um patrimônio que irá lhe proporcionar a qualidade de vida que deseja ter ou realizar um investimento financeiro com o intuito de obter lucros.

Adquirir um imóvel é algo que transcende os aspectos puramente financeiros, pois envolve questões subjetivas, como a realização de um sonho, o bem-estar e o conforto de sua família, a segurança de morar em uma boa região da cidade. Algo que pode inclusive, implicar em sua saúde profissional e mental, que são fatores responsáveis pela saúde financeira de qualquer pessoa.

Muitas pessoas tendem a se posicionar contrárias a aquisição de imóveis por métodos em longo prazo, como o consórcio e o financiamento, devido ao custo final maior que essas opções apresentam se comparadas com a compra à vista. Porém, quem defende esse argumento, tende a esquecer de incluir no debate os aspectos subjetivos relacionados à aquisição de um bem tão importante quanto a casa própria.

Será que durante o prazo de um investimento financeiro que busque a lucratividade, você e sua família morarão em um imóvel capaz de lhes proporcionar a qualidade de vida que desejam ter? Se não, em que isso pode implicar na sua vida, no seu relacionamento familiar e em seu aspecto profissional?

São fatores que devem ser levados a sério na hora de tomar uma decisão sobre adquirir ou não o seu próprio lar. Feita a observação, vamos deixar de enrolar e ir direto ao assunto do artigo.

 

FINANCIAMENTO X CONSÓRCIO – QUAL É A MELHOR OPÇÃO?

Pode parecer meio “isentão” a frase que vou usar para dar essa resposta, mas é a mais correta a se usar = Depende de qual é a sua situação.

Embora ambos sejam meios para permitir que você adquira o seu imóvel sem precisar arcar com todo o valor do negócio, as opções de financiamento e consórcio possuem particularidades que devem ser levadas em conta em relação a sua situação no momento atual da compra. Como por exemplo: a pressa em usufruir do imóvel, ter ou não um montante de dinheiro disponível para entrada ou lance, sua condição financeira mensal, etc.

Para ficar mais fácil de entender, vou explicar em detalhes como funciona cada modelo. Continua aqui comigo!

 

  • FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

 

O financiamento imobiliário é a opção mais usada para quem tem pressa em adquirir o seu próprio lar, porém, não conta com todo o valor da negociação em mãos para fazer a compra do imóvel à vista.

Nessa modalidade, você adquire uma linha de crédito junto a uma instituição financeira, ao qual serão acrescidos juros e correção monetária ao decorrer do tempo contratado para quitação do valor adquirido.

Falando de um modo mais popular, o banco compra o imóvel que você deseja, lhe repassa, e você paga por esse empréstimo em prestações acrescidas de juros e correção monetária.

Vale também ressaltar, que para lhe conceder esse “empréstimo”, as instituições financeiras farão uma análise do seu perfil de crédito (que é um cálculo feito a partir da sua renda mensal, valor do imóvel e prazo de quitação do bem) e então definirão qual será o valor do financiamento ao qual você terá acesso e, consequentemente, qual será o valor da entrada (cujo valor mínimo é de, em média, 20% do valor do imóvel).

Outro ponto a ser abordado sobre o financiamento é em relação ao tempo contratado para quitação do financiamento. Por se tratar de altas quantias, geralmente, as pessoas buscam por prazos maiores para diminuir o valor das parcelas, podendo chegar a até 35 anos (prazo máximo que as instituições financeiras, em geral, oferecem). Porém, é preciso lembrar que quanto maior o prazo, mais juros e taxas de correção serão acrescentadas ao seu crédito. O que pode fazer com que ao final do seu financiamento, o custo total seja maior que o valor de crédito contratado.

 

  • CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Se o financiamento imobiliário é uma saída para quem deseja usufruir do imóvel de imediato, o consórcio imobiliário é uma opção interessante para você que já decidiu que precisa ter um imóvel próprio, mas ainda não sabe onde, quando ou qual o tipo de imóvel que deseja adquirir.

Diferente do financiamento, o consórcio imobiliário não impõe a cobrança de juros e correção sobre o valor contratado, mas também oferece prazos mais curtos para quitação do débito. O que há nesse caso é a inclusão de uma taxa de administração cobrada pela administradora do consórcio (que costumam girar na casa dos 20% do valor do imóvel) que pode ter a companhia de algumas outras taxas que vou mencionar logo abaixo. Já em relação ao tempo, os prazos máximos para um consórcio são de 15 anos, em média.

É importante destacar, que ao contrário do financiamento imobiliário, não é uma instituição financeira que arca com os custos da carta de crédito para compra do seu imóvel. São os próprios participantes do consórcio que “rateiam” o valor entre si, reunindo um valor que possibilite que de tempos em tempos seja escolhido um participante para retirar o valor da cota contratada para compra do imóvel. Essa escolha acontece mediante sorteio (e aqui o que vale é a sorte para ser contemplado) ou o lance (que é quando o consorciado pode oferecer uma quantia X para ter acesso à carta de crédito. Aquele que der o maior lance leva).

O fato de não contar com o suporte de uma instituição financeira, representa um risco maior para os participantes de consórcios. Pois podem surgir casos de inadimplência de consorciados e implicar em atrasos no sorteio das cotas. Esse fato inclusive faz com que algumas administradoras de consórcios a incorporem no valor das mensalidades, taxas como fundos de reserva ou seguro de vida, que servem justamente para proteger os participantes do seguro contra possíveis problemas que possam vir a surgir no decorrer do consórcio.

Todavia, além da taxa administrativa e de possíveis taxas extras, como o fundo de reserva, há de se considerar ainda o reajuste anual que é feito nas parcelas de um consórcio. Esse reajuste é feito a partir do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que mede os índices de inflação no Brasil para o setor de construção civil. O que pode se tornar um complicador para o consorciado, caso haja um período de alta nos índices do INCC (que esse ano tem girado na casa dos 4,0%).

Mas também é importante considerar a possibilidade que o consórcio oferece para amortizar débitos futuros no consórcio através de lances ou de quitação de parcelas a vencer, lhe permitindo abater valores sem incidência dos reajustes. Minimizando dessa forma os impactos no valor final do consórcio.

Para finalizar esse assunto, cabe dizer que outro ponto a favor do consórcio é o fato de que após você quitar o débito e ter a carta de crédito em mãos, você poder escolher o perfil e localização do imóvel que deseja adquirir, que pode mudar ao longo do tempo devido, seja por questões pessoais, familiares, profissionais, ou qualquer que seja.

 

MAS O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

 

Significa que mesmo que você não tenha todo o valor necessário para adquirir o seu imóvel de imediato, existem possibilidades para tornar esse sonho realidade (ainda que representem um investimento maior a se fazer).

Financiamentos e consórcios imobiliários são opções que trazem pontos positivos e negativos, porém, são meios eficientes para lhe permitir ter todo o conforto, o bem-estar e a tranquilidade de viver em um lar só seu, onde você tenha liberdade e autonomia para moldá-lo conforme as suas necessidades e desejos.

Claro que ter um planejamento financeiro bem feito e fazer bons investimentos que lhe permitam ter melhores condições financeiras para adquirir um bem dessa importância à vista e com bons descontos, sempre será a melhor opção (Clique aqui e confira o artigo sobre planejamento para comprar sua casa própria)

Porém, como dissemos no início deste artigo, essa é uma decisão que envolve fatores tão relevantes quanto o lado financeiro.

Por isso, o mais importante para que você consiga tomar uma decisão correta sobre o assunto é traçar um panorama real da sua situação, mapeando aspectos pessoais, profissionais, financeiros e até sobre planos futuros. Tendo isso claro, fica mais fácil definir qual é a forma mais condizente com a sua realidade para fazer um investimento do porte de uma aquisição de um imóvel.

Gostou do conteúdo desse artigo? Então compartilhe nas suas redes sociais e nos ajude a alcançar mais pessoas que buscam uma resposta sobre essa questão (Tá liberado seguir a Moradia no Instagram e no Facebook também). Aproveite e deixe um comentário dizendo o que achou ou sobre quais assuntos sobre o mercado imobiliário gostaria de saber mais.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Janeiro, o mês perfeito para alugar ou vender o seu imóvel!

 

Janeiro e a alta procura por imóveis

O calendário vira, um novo ano começa e para muitos brasileiros é um novo ciclo que representa uma mudança de hábitos, ou até mesmo uma mudança de ares. Por isso, janeiro tornou-se para muitos o mês das mudanças.

E como não poderia deixar de ser, o mercado imobiliário também muda e se aquece em janeiro, e não é devido ao sol escaldante do verão brasileiro. O motivo principal é a agitação de estudantes, pais, investidores e trabalhadores para conseguirem um novo lar.

Os universitários lideram a lista de procura, seguido dos pais com filhos em idade escolar. Ficar mais perto da faculdade, da escola dos filhos ou do trabalho é uma necessidade, facilitando os deslocamentos e melhorando a qualidade de vida de quem precisa de pelo menos dez minutinhos a mais de descanso.

Essa grande procura por um novo lar é a oportunidade perfeita para quem tem um imóvel aqui em Ipatinga e deseja disponibilizá-lo para aluguel ou venda o quanto antes. “É nesta época do ano que mais fechamos contratos, em que temos maior procura por imóveis e que os proprietários ficam mais felizes”, destaca Luciene Araújo, Gerente da Moradia Imobiliária.

Luciene Araújo – Gerente da Moradia Imobiliária

“O período escolar é um grande balizador da locação residencial nas cidades. O fim do ano letivo e o período de férias são os momentos chaves da busca e troca de imóvel. Crianças que mudam de etapa escolar e necessitam de nova escola, estudantes que saem do ensino médio e vão para as faculdades, deixando a casa dos pais, são muitos os fatores que levam ao desejo de mudança nestes períodos, e isso traz muitos clientes para a imobiliária, aumentando o fluxo de locações e até mesmo de vendas”, comentou Luciene.

Mas porque Janeiro?

Alguns fatores contribuem para esta alta procura neste mês. Em dezembro, as pessoas empregadas contam com uma verba extra, vinda principalmente de 13º salário, bônus e participação em lucro das empresas nas quais trabalham. Estes valores são um recurso a mais para levantar o capital necessário para investir em um novo lar, seja por aluguel ou um investimento definitivo, e garantir a possibilidade de mudança breve.

Além disso, depois das datas festivas de dezembro, quando todos estão envoltos em celebrações junto aos amigos e família, chega janeiro, mês em que muita gente tira férias ou entra em um ritmo mais lento. Desta forma, elas têm mais tempo livre para buscar pelo imóvel desejado, seja ele uma boa casa, um apartamento bem localizado, uma cobertura espaçosa ou, quem sabe, uma kitnet próxima ao seu trabalho ou faculdade.

E Pode parecer besteira, mas o início de um novo ano marca também o momento de tomar decisões sobre quais serão os grandes acontecimentos na vida de cada um para o período que está começando. E, mudar para um novo lar, um novo ambiente, está entre uma das principais resoluções de Ano Novo!

E quais as vantagens para quem é proprietário de imóvel?

Com o mercado aquecido em janeiro e a procura disparada, as chances de seu imóvel ser alugado aumentam consideravelmente. Por isso é importante deixar a administração do seu bem com quem entende do assunto.

Na Moradia Imobiliária, você tem a garantia de que ele está em boas mãos. Um imóvel administrado pela Moradia passa por todos os processos necessários de avaliação, garantindo assim uma excelente qualidade no atendimento e no produto.

Os procedimentos vão desde a análise da ficha cadastral com o locatário, confecção do contrato, laudo de vistoria com fotos (atestado de conservação do imóvel), acompanhamento jurídico, até a forma de cobrança do aluguel. Além disso, a Moradia oferece todo o suporte ao locatário, locador e ao imóvel.

O locador tem o imóvel anunciado no site da Moradia e também em grandes portais imobiliários do Brasil, como o Zap Imóveis, além de uma placa indicativa no local.

Se você deseja uma avaliação do seu imóvel, entre em contato com a Moradia e agende um horário com um dos corretores. Para a avaliação, você deverá ter a descrição completa do imóvel – número de ambientes, medida, localização – além da documentação legal com escritura registrada.

 

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Saiba por que as variações do dólar influenciam na compra do seu lar!

 

Em tempos de incertezas políticas, como é em todo ano de eleição, o mercado financeiro reage de forma diferente para determinados setores, e o do mercado imobiliário é atingido diretamente pelo sobe e desce do dólar, fruto dessas incertezas.

Para quem mora fora do Brasil, ou que investe em dólares americanos, as dúvidas de quando investir e se deve investir surgem a todo momento. Mas como saber a hora certa de aplicar seu dinheiro em um imóvel nesta instabilidade da moeda americana?

A Moradia Imobiliária vai te ajudar a entender um pouco mais sobre este cenário.

Primeiro vamos saber: como a variação do dólar afeta a economia? 

O dólar é usado como moeda de referência na economia internacional. Por isso, as variações da moeda americana afetam facilmente as relações entre quaisquer países, mesmo que não incluam os Estados Unidos.

Além disso, a taxa de câmbio acaba influenciando muito além das transações internacionais. Ela interfere na inflação e nos preços da economia nacional.

Entenda

Se você mora fora do Brasil e está pensando em aplicar aqui num imóvel aquela grana guardada com tanto esforço, a hora de comprá-lo é na alta do dólar. Com a elevação da moeda os investidores externos passam a ter um maior poder de compra por aqui. Dessa forma, com a mesma quantia que possuíam há cerca de um ano, podem agora adquirir imóveis bem melhores com preços bem mais acessíveis.

Para quem está no exterior e vai investir no mercado imobiliário brasileiro é uma oportunidade bastante vantajosa, já que este cenário torna-se mais atrativo e rentável para estes investidores.

Sobre taxas

Segundo especialistas na área, com o dólar mais alto, as taxas de juros vão lá para cima, dificultando ainda mais o crédito imobiliário para os investidores locais com recursos mais limitados e uma moeda não tão forte e representativa, diminuindo o poder de compra. Um reflexo disso é que os imóveis encalham mais facilmente, ao menos em um primeiro momento.

Neste cenário, a venda fica mais restrita para esse público local porque, indiretamente, o potencial comprador pode repensar a aquisição por não ter confiança na economia e na manutenção e continuidade de seu emprego e, consequentemente, de sua renda.

Investidores

Para o brasileiro que mora no Brasil, a queda do dólar é mais benéfica quando se trata de compra e venda de imóveis. As taxas de financiamento e os juros tendem a diminuir, facilitando o investimento e as formas de pagamento.

E é notável como a procura por imóveis por investidores estrangeiros sobe com a alta do dólar. Geralmente o propósito destas transações imobiliárias é uma futura valorização do bem adquirido, sendo que com o dólar baixo não seria possível nem rentável tal aquisição. Com os imóveis desvalorizados, os investidores estrangeiros tendem a comprar mais, reaquecendo o mercado.

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E agora que já conhece as vantagens e desvantagens da oscilação do dólar, que tal começar a pensar em qual imóvel investir! Aqui na Moradia Imobiliária temos uma grande variedade de ofertas para que seu dinheiro seja investido de forma certa e rentável.

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Caixa reduz taxa de juros imobiliário. Saiba como aproveitar!

Financiar sua casa própria ficou muito mais fácil e você sabe o por quê? É que caíram as taxas de juros imobiliários da Caixa Econômica Federal.

Nesta segunda, dia 16 de abril, a Caixa anunciou as novas taxas que já estão valendo para todo o país, incluindo Ipatinga. Mas devemos ficar atentos, pois essa oportunidade não aparece sempre, e é sempre bom ficar informado para não perder essa chance de realizar seu sonho.

“É comum a mudança nas regras de financiamento imobiliário pelos bancos, e com a Caixa não é diferente. E essas mudanças são feitas de acordo com o que pede o mercado, com a oferta de dinheiro e demanda por créditos. Esta é a hora para quem está indeciso sobre a compra de um imóvel. Essas decisões dos bancos são imprevisíveis e nunca sabemos até quanto vai voltar a subir a taxa de juros e diminuir o percentual de financiamento”, comentou o Corretor de Vendas da Moradia Imobiliária, Robson Santos.

Robson Santos – Corretor na Moradia Imobiliária

Para que você aproveite a novidade com economia e comodidade, listamos abaixo o que precisa saber.

Quais são as mudanças?

  • Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – Queda dos juros saindo de 10,25% para 9% ao ano. Em Minas Gerais, o SFH financia imóveis com até 950 mil reais.
  • Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) – São valores acima do SFH, com redução das taxas de juros de 11,25% para 10%.
  • O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados, os já conhecidos imóveis de terceiros, subiu de 50% para 70%.

Não houve alteração

  • Apesar das ótimas novidades, algumas regras e linhas de crédito continuam mantidas e inalteradas. Os itens em que não houve modificações:
  • A linha Pró-Cotista não foi alterada. Para isso, o teto de financiamento foi elevado em janeiro para 70% no caso de imóveis usados.
  • Sobre as unidades novas, também foi mantido o percentual de 80% referente ao teto do financiamento.

Quanto cada banco cobra?

As taxas da Caixa e do Itaú são de 9%, seguidas do Banco do Brasil com 9,24%, do Santander com 9,49% e por último com os maiores percentuais o Bradesco com taxas a partir de 9,45%.

A Caixa divulgou que possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018. Ela não reduzia os juros do crédito imobiliário desde novembro de 2016.

Essa é a oportunidade para você comprar sua casa nova. Faça contato conosco e agende uma visita, venha saber mais sobre créditos imobiliários e esteja preparado para a realização de seu sonho!

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

 

                             Aqui você é #maisquebemvindo

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Devo comprar imóvel na planta ou pronto?

Chegou aquela hora que você precisa comprar seu imóvel, mas não consegue decidir se compra um pronto ou um na planta. Essa decisão é muito importante na vida de quem vai adquirir um imóvel novo e definir seu futuro lar, ou seu próximo investimento. É a chance de muito de deixar de vez o aluguel e ter para si um imóvel para chamar de seu. Mas antes de sair procurando intermediários e lidar com toda a burocracia que ambas as compras exigem, é preciso decidir que tipo de imóvel é o melhor para seu estilo de vida e para seu bolso. Na planta ou pronto?

Considerando somente a compra de imóveis novos, não há uma resposta exata para definir a questão, pois as duas trazem consigo suas vantagens e desvantagens. Nós da Moradia Imobiliária preparamos algumas considerações que você deve fazer ao escolher seu novo lar.

Na planta

São chamados imóveis na planta aqueles que dão oportunidade ao comprador negociar quando o empreendimento ainda está em fase de lançamento no terreno ou em obras. São várias as vantagens, mas a que mais chama a atenção está o fato de um imóvel nessas condições apresentar uma maior facilidade de pagamento por meio de parcelas durante a execução da obra se comparado ao imóvel usado que, na maioria dos casos, só se compra à vista ou financiado.

Comprando na planta, a personalização do seu futuro lar pode ser negociada e, dependendo da incorporadora ou construtora, é possível alterar alguns formatos de ambientes pré-estabelecidos no projeto. Um exemplo é transformar a sala em um espaço maior não colocando uma parede que seria de um quarto. Pode-se também substituir algum acabamento padrão por um que mais lhe agrada. Mas fica um alerta: existe a possibilidade de você não ficar satisfeito quando o imóvel estiver concluído tanto quanto imaginou ao desenvolver o projeto.

E saiba que comprar um imóvel na planta implica também em assumir alguns riscos, apesar da flexibilidade. Atrasos acontecem, falências de incorporadoras, instabilidade econômica e imprevistos são corriqueiros e, para evitar grandes perdas, conheça e analise a fundo a empresa com quem está fechando negócio. Busque referências no mercado e fique de olho.

Outro risco sabido neste tipo de negócio é que, após o pagamento do valor referente a entrada do imóvel, as parcelas sofrem o reajuste de algum índice relacionado a construção civil, como o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) aplicado sobre o saldo devedor da dívida, ou seja, sobre o que sobra da dívida depois de descontado o valor já pago à construtora. Fique atento pois isso poderá deixar o seu saldo devedor final bem maior do que esperava.

 

Imóvel Pronto

Este tipo de imóvel é o mais indicado para aqueles que preferem ver de perto o que vão adquirir e tem pressa para morar. E a principal vantagem deste tipo de negócio é saber exatamente o que está comprando. Visitar o espaço e conhecer o ambiente é o que mais atrai o comprador, além dos preços, claro. Nesta negociação você substitui o seu capital financeiro diretamente por um bem.

Outra vantagem que um imóvel pronto tem é a facilidade de receber um financiamento habitacional de imediato. Neste processo é considerada a sua capacidade financeira no momento e, usualmente, a entrada exigida para a compra varia de 10% a 30% do valor do imóvel.

E fique atento aos detalhes do imóvel ao visitá-lo para a compra. É muito importante se lembrar que haverão alguns problemas que surgem naturalmente com o tempo de uso e que nem sempre estão aparentes.

Mas, mesmo com estes pequenos detalhes, o principal risco dessa opção de compra é quanto a sua documentação. Ela deve ser minuciosamente estudada e analisada por um profissional experiente e competente. Conte sempre com os corretores da Moradia Imobiliária e toda sua equipe para identificar possíveis divergências nesta etapa do processo. Há relatos de casos que potenciais compradores deixaram de adquirir seus imóveis por erro na documentação por falta de conferência. Tome as precauções devidas!

 

Moradia Imobiliária, trabalhando para o seu bem-estar!

 

 

 

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Ano novo, IPTU a vista.

A virada de ano é o momento que muitos aproveitam para se divertir, viajar ou celebrar um novo ciclo que se inicia com a chegada de janeiro. Mas também chega junto um compromisso nada prazeroso: o pagamento do IPTU, o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. Você sabe por que paga este imposto?

Para sua surpresa, e de muitos, ao contrário do que o senso comum acredita, o IPTU não é pago para manutenção das ruas, calçadas e outros serviços públicos ligados à propriedade de um imóvel. Ele, como qualquer imposto, é pago para gerar receita, isto é, arrecadar dinheiro para os cofres públicos e assim contribuir para melhoria em diversos setores.

Entenda

O IPTU é devido pela pessoa física ou jurídica que possui 1 (um) imóvel em zona urbana de município e esta pessoa é chamada de contribuinte. O motivo pelo qual o proprietário de imóvel deve pagá-lo, ou mais especificamente o fato gerador do imposto, é a propriedade, domínio útil ou posse do imóvel.

Traduzindo: quem é proprietário de imóvel deve IPTU porque possui imóvel em zona urbana e pelo sinal de riqueza que se emite por ter aquele imóvel. Segundo esta lógica, quanto mais caro o imóvel que esteja localizado em região mais valorizada, maior será o imposto devido. Entenda que o inverso também é verdadeiro: quando menor o valor do bem imóvel e quanto menor a valorização da área onde ele está localizado, menor o valor a ser pago. Por isso existem imóveis isentos de IPTU.

Imóveis de instituições religiosas, poder público, sindicatos, educação e assistência social são imunes à cobrança do IPTU.

A isenção é uma forma de não cobrar o imposto daqueles que se enquadram entre os contribuintes que, por conta de circunstâncias objetivas como o pequeno tamanho ou valor do imóvel, são dispensados do pagamento. A isenção também se aplica a prédios pertencentes ao Poder Público, os templos de qualquer religião, aqueles de partidos políticos, de entidades sindicais de trabalhadores, de instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos.

Nem todo imóvel de um município está em zona urbana, alguns estão em zona rural. Para que um imóvel seja classificado como zona urbana, ele deve ser atendido por pelo menos dois dos seguintes melhoramentos construídos ou mantidos pelo Poder Público: meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais; abastecimento de água; sistema de esgotos sanitários; rede de iluminação pública, com ou sem posteamento para distribuição domiciliar; e, escola primária e/ou posto de saúde a uma distância máxima de três quilômetros do imóvel.

Controle e uso

O Poder Público é responsável pela destinação do IPTU arrecadado.

A competência do IPTU é do município. Isto é, é o município que estabelece por lei os valores que serão pagos de imposto bem como também fica com tudo o que for arrecadado a título de pagamento do IPTU. O dinheiro arrecadado pela cobrança de impostos pode ser usado livremente pelo Poder Público para o atendimento de suas finalidades, daí porque os impostos são classificados como tributos não vinculados, isto é, o dinheiro arrecadado com um imposto não precisa ser utilizado para atender as demandas do fato que o gerou.

Quem deve pagar o IPTU: proprietário ou inquilino?

O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) deve ser pago pelo proprietário do imóvel à Prefeitura no início do ano. Isso está previsto na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional. Mas, quando o dono decide alugar o imóvel, ele pode cobrar o IPTU do inquilino? Segundo a Lei do Inquilinato (8.245/91), sim.

Essa legislação autoriza a transferência do pagamento do imposto ao locatário, contanto que isso esteja claramente previsto no contrato. No contrato, também deve ser regulado como se dará o pagamento do IPTU pelo locatário: se pago com o aluguel ou no carnê. No caso do inquilino infringir as obrigações previstas no contrato de locação, o proprietário poderá pedir de volta o imóvel.

Para regularizar

  • Conferir na guia se o valor venal atribuído ao imóvel está acima do valor de mercado do mesmo. Somente se o valor lançado pela prefeitura da cidade for superior ao do imóvel a correção será benéfica ao contribuinte. Na prefeitura o pedido de nova avaliação do imóvel é feito na central de atendimento imobiliário.
  • A taxa de coleta de resíduos sólidos urbanos (TCR) é devida pelos proprietários de imóveis edificados beneficiados por coleta domiciliar de lixo e não incide sobre os lotes vagos. Para impostos em atraso, o cidadão deve solicitar uma guia de dívida ativa para pagar ou parcelar o débito junto ao órgão responsável.
  • Para IPTU em atraso, a multa é de 25% sobre o valor corrigido antes da cobrança judicial, mais 1% de juros de mora ao mês, contados a partir de janeiro do exercício. O percentual incide sobre o saldo devedor atualizado.

Se precisar se informar sobre sua situação, sobre o imposto e suas guias de arrecadação, consulte o Portal do Cidadão, da prefeitura de Ipatinga. Para informações sobre imóveis ou terrenos a venda e para locação, agende com um de nossos corretores.

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Devo reformar para vender?

Você possui um lindo imóvel no qual passou ótimos momentos em família e com seus melhores amigos, local por onde sua história de vida passou pelos corredores e salas e tudo te traz lembranças, mas precisa se desfazer dele. Tantas memórias nas paredes e pisos que precisam ser tratadas de formas diferente agora que vai vender seu imóvel. Não sabe o que fazer? A Moradia Imobiliária vai te ajudar a preparar seu imóvel para venda.

 

Muita gente não acredita mas reformar o imóvel pode ajudar sim a acelerar o fechamento do negócio, uma vez que intervenções físicas podem diferenciar a casa ou apartamento das demais unidades disponíveis no mercado. Os interessados em um imóvel usado geralmente não esperam ver rachaduras, infiltrações e mofo espalhados pelas paredes. Quem vai comprar precisa gostar do que você tem quando visitar o imóvel. Se houver problemas aparentes a chance de desistência é enorme.

 

Por onde começo?

Comece se organizando e priorizando o que realmente precisa ser feito. Pense como um comprador quando estiver dentro do imóvel para analisar o que precisa ser feito. É sempre bom fazer reparos nas partes que encham os olhos, ou seja, a parte estética do imóvel. Lembre-se que paredes com cores neutras são as mais utilizadas e recomendadas porque transmitem a sensação de limpeza e asseio e, com isso, a ideia de qualidade de vida, tão buscada hoje em dia.

 

Uma fachada limpa e bem cuidada é a responsável primeira boa impressão do seu imóvel.

Quando dizem que a primeira impressão é a que fica, apesar das muitas discordâncias sobre o assunto, não o devemos minimizar. A fachada do imóvel é o primeiro contato visual do futuro morador. Quando você olha para a sua fachada você se sente confortável? Sua fachada é limpa, sem pichações e sem mato escondendo o verdadeiro potencial dela? Pense que quanto mais bonita e atraente a fachada, melhores serão as chances de venda, portanto limpe-a e deixe seu imóvel apresentável para quem quiser conhecer.

 

Sobre a fachada do condomínio

Na maioria das vezes a má aparência de um edifício, por ser antigo ou mal estruturado basta para desvalorizar as suas unidades. Mas lembre-se sempre que o contrário também é verdadeiro: uma fachada renovada e moderna por si só valoriza as economias de um prédio.

 

Para os entendidos do assunto, quando esse tipo de cuidado se estende às demais áreas de uso comum, em especial àquelas mais visíveis (portaria, escadarias, corredores de circulação), o aumento do preço de mercado de apartamentos e salas é praticamente certo. É onde o vendedor ganha por ter pensado á frente do concorrente e deixado tudo mais bonito e valioso aos olhos do comprador.

 

Itens quebrados

Entrar em um imóvel bonito, limpo e olhar pela janela e ver a rua pelas rachaduras não faz parte do sonho de ninguém. Preocupar-se com pequenos detalhes fazem a grande diferença na hora da venda. Janelas quebradas nas dobradiças ou com rachaduras quebram o encanto do imóvel “novo”, mesmo sabendo que ele é usado.

 

Todo problema estrutural deve ser dito para os futuros moradores.

Pisos com rachaduras, faltando pedaços de azulejos, peças de cerâmicas diferentes assentadas por seu amigo pedreiro nos tempos de vacas magras devem ser retirados e substituídos. Pias manchadas e com rachaduras e louças sanitárias também estão na lista de atenção especial. Maçanetas de portas com defeito também devem ser trocadas.

 

Os item hidráulicos devem ter atenção especial. Pias com torneiras com buchas “roçadas”, descargas com puxadores estragados, ralos sem tampa e encanamento exposto devem ser eliminados. O comprador deve sentir que está tudo funcionando muito bem.

 

O que não deve ser feito

Muitos entendidos do assunto afirmam que decoração, modernização e ampliação de cômodos não agregam valores ao imóvel na hora de vender como pensam os leigos. Investir nesses itens é como jogar dinheiro fora, não dando o retorno esperado na avaliação do bem. Decoração é um modo de expressão muito particular e pouco agrega quando é adicionada ao valor do imóvel. Ressalva para os casos de imóveis assinados por profissionais de renome da área, mas são casos específicos para públicos diferenciados.

Quebrar paredes não é o indicado. Procure alguém que possa te orientar para reforma do seu imóvel para venda.

 

A modernização também é um item que adicionado ao imóvel pode ser perigosa na agregação de valor, mas tem que ser utilizada de forma consciente. Uma casa muito moderna em uma região desvalorizada por motivos de segurança pode ser visada por bandidos, o que afasta os futuros compradores . Deixe a cargo do novo morador fazer as adaptações necessárias neste quesito.

 

Ampliar cômodos e alterar a planta do imóvel não devem ser opções. Ampliar garagem, construir uma área gourmet ou cozinha americana devem ser descartados quando surgirem essas ideias. Salvo quando necessário estruturalmente essas reformas devem ser evitadas. Se alterar a planta do imóvel o gasto com burocracia para mudar os documentos juntos aos órgãos competentes é enorme e não compensam na hora da venda.

 

Limite-se, então, numa pintura interna e externa, a consertar vazamentos, cerâmicas e azulejos quebrados, para tornar o imóvel mais atrativo aos olhos de quem vai comprá-lo. E lembre-se que não deve mentir sobre problemas estruturais. Os novos moradores devem saber exatamente o que estão comprando. Diga a eles os problemas que a casa toda possui.

 

Além disso evite gastar mais do que 10% do valor de avaliação do imóvel, realizada sempre por um corretor. Na Moradia Imobiliária você conta com excelentes profissionais para este tipo de serviço. Faça contato pelo 31-3829-1550 e fale com um de nossos corretores e saiba mais sobre o que valoriza e o que desvaloriza seu imóvel para venda.

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Horto, qualidade de vida junto ao verde

A Moradia Imobiliária se preocupa com o bem-estar de seus clientes, amigos e parceiros e, por isso, tem trazido em suas publicações as melhores dicas de bairros para se morar bem e ter muita qualidade de vida em Ipatinga. Hoje o bairro escolhido para você conhecer e pensar sobre o melhor lugar para alugar ou comprar sua casa ou apartamento novo é o tradicional, familiar, rodeado de mata nativa e muito comercial, o Horto. Vamos saber um pouco mais?

História antiga

Ipatinga Cidade Jardim, de José Augusto de Moraes, traz em suas páginas a história da cidade e muitas curiosidades sobre a implantação dos bairros. Segundo ele, o Horto foi o primeiro a ser construído pela Usiminas. A região do atual bairro fora conhecida originalmente como Córrego de Nossa Senhora ou Horto de Nossa Senhora, onde foi construída a Estação Nossa Senhora, da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), por volta de 1922. Neste ano, foi criada próxima do local a primeira farmácia da atual Região Metropolitana do Vale do Aço, pelo farmacêutico (e futuro político) Raimundo Alves de Carvalho.

Com a instalação da Usiminas em Ipatinga, então distrito pertencente a Coronel Fabriciano, na década de 1950, houve a construção de bairros inteiros destinados a servir de abrigo aos seus trabalhadores, sendo o Horto o primeiro deles. Até essa ocasião, o povoamento contava com cerca de 60 casas e 300 habitantes.

O projeto do bairro é datado de 1958, quando foi criado pela Usiminas o primeiro plano urbanístico da atual cidade, então chamada de Vila Operária, projetado pelo arquiteto Raphael Hardy Filho. O núcleo habitacional foi destinado inicialmente aos primeiros técnicos que chegavam à localidade para trabalhar na empresa e suas casas contavam com 201,95 m² de área construída, incluindo três quartos e dois banheiros.

Na época, foi criado um órgão apenas para acompanhar a construção das casas: DOAP (Departamento de Obras Auxiliares e Provisórias). Foram aproveitadas algumas casas já existentes, que pertenciam à CAF (Companhia Agrícola Florestal. A Rua U foi a primeira a ser construída. Dizem que secaram os rebocos das paredes das casas com lamparinas, devido à pressa na construção. As ruas receberam nomes de madeiras, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974. O bairro Horto tem como vizinho o bairro Bom Retiro.

Comércio e educação

Diversificado e muito eclético, o bairro Horto tem um centro comercial forte e tradicional. Aliado à praticidade de toda a rede bancária estar disponível pelo bairro, o comércio local investe em marcas de renome e produtos para os mais diversos públicos. Entre os estabelecimentos comerciais estão também algumas clínicas para exames laboratoriais e oftalmológicos, além de farmácias e acesso fácil ao trajeto que leva ao hospital.

Quanto a educação o bairro conta com a Escola Estadual Engenheiro Márcio Aguiar da Cunha com ensino fundamental regular, algumas creches particulares, uma unidade de um colégio técnico e uma unidade de uma faculdade particular.

Alimentação e vida noturna

Por ser um bairro tradicionalmente familiar mas muito comercial, as opções de alimentação são muito diversificadas. Restaurantes self-service com foco em comida mineira, em frutos do mar, em comida caseira e fitness além de lanchonetes com salgados diversos e muito produto gourmet, que está na moda. Sorveterias, açaí, cafés especiais e vinhos de diversas nacionalidades podem ser degustados nos estabelecimentos do bairro.

Duas padarias atendem a comunidade e uma tradicional churrascaria atrai o público tanto para um rodízio no almoço quanto para o happy hour depois do trabalho. Pizzarias e hamburgueria também fazem parte das opões de alimentação no bairro.

A vida noturna no bairro é pacata. Em frente ao templo católico encontra-se a Praça Engenheiro Carlos Jacinto Prates, que é um dos principais espaços públicos do bairro e por vezes se torna palco de eventos e festividades abertos à população. Há também o Clube Ypê, que recebe festas regionais e atende a sócios. Ao lado do bairro está localizado o Clube Usipa, famoso por descobrir grandes atletas da região. O Horto também se destaca pela proximidade com o shopping da cidade.

Mobilidade Urbana

A malha viária do bairro é privilegiada por estar junto da BR 381, que dá acesso aos demais bairros da cidade e à saída para a capital e cidades vizinhas, como Coronel Fabriciano. Suas vias são estreitas e grande parte de sentido único, mas bem organizadas e sinalizadas.

No bairro transitam linhas de ônibus para quase todos os pontos da cidade, além das linhas intermunicipais que atendem o município. Ponto de táxi e de moto-táxi estão à disposição de quem precisar.

Manto verde

Umas das atrações do bairro também é o manto verde que se estende por todo o “fundo” do bairro. Cercado pela mata nativa, o bairro é constantemente visitado por animais silvestres nas proximidades com a mata, mas não oferecem perigo aos moradores. A recomendação é que não toquem nos animais para evitar doenças.

O manancial de Mata Atlântica existente ao redor do bairro é protegido pelo Plano Diretor da cidade, que ressalta a preservação de áreas naturais no município.

Patrimônio cultural

No Horto há um imóvel que inicialmente foi construído para ser provisório e tornou-se a principal atração do bairro: a Igreja de Nossa Senhora da Esperança. Erguida “milagrosamente” em apenas 12 dias, os trabalhos tiveram início em 13 de dezembro de 1959, antes, portanto, da constituição canônica da paróquia, sete meses depois. Na construção foi utilizada pouca alvenaria e muita madeira, incluindo o altar-mor, a mesa da comunhão, a pia batismal e, especialmente, a imagem da padroeira, feita em peroba.

A Paróquia Nossa Senhora da Esperança “Igreja do Horto”, foi fundada no dia 15 agosto de 1960 pelo arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, quatro anos antes da emancipação política de Ipatinga, alçada então a município. A Igreja Católica Nossa Senhora da Esperança foi tombada pelo patrimônio público no dia 30 de dezembro de 1981 pelo decreto de lei nº 1.443. Ela foi recentemente reconstruída por necessidades estruturais, mas sem perder as características e detalhes originais que lhe rendem tantos elogios.

Ficou encantado com o bairro? Soube como foi criado e como funciona hoje? Já sabe que o bairro atende a grande parte de suas necessidades? Então aproveite para conhecer os imóveis para aluguel e venda no Horto e conte com o melhor atendimento da Moradia Imobiliária para você morar bem e com qualidade de vida. Conheça também os bairros Cariru e Iguaçu.

Aqui, você é #maisquebemvindo

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Home Staging: melhorando sua venda

Técnica impulsiona transações imobiliárias em todo o Brasil

Chegou aquele momento que você vai se desfazer do seu atual imóvel e pensa em colocá-lo a venda para adquirir um novo ou apenas para fazer aquela grana que precisa? Sabemos que, na situação econômica que o mercado brasileiro se encontra, não podemos deixar nada para depois e precisamos valorizar o que temos para atrair potenciais compradores.

Os proprietários mais antenados estão entendendo um conceito que surgiu no mercado a algum tempo e que tem feito muita diferença nas transações imobiliárias. Hoje, sabe-se que não basta apenas ter um imóvel bem localizado ou com boa configuração de planta, é necessário prepará-lo para a venda.

E este conceito, recurso ou técnica de preparação do imóvel que facilita ricamente o seu processo de venda tem um nome: Home Staging.

O que é?

O termo “home staging” significa “encenação da casa”, literalmente. Como prática, consiste em tornar o imóvel o menos personalizado possível de modo que ele fique mais atrativo ao maior número possível de potenciais compradores. Lembrando sempre que essa preparação não deve ser confundida obrigatoriamente com obra ou com projeto de decoração.

Antes de um imóvel ser divulgado para a venda é necessário deixá-lo bem apresentável para o comprador em potencial, e é nisso que o home staging basicamente consiste: reorganizar, repaginar o imóvel.

Todas essas benfeitorias têm como objetivo fazer o registro fotográfico, já que, atualmente, a maior parte dos clientes busca o imóvel no ambiente digital.

No Vale do Aço, segundo dados de pesquisas realizadas pela Moradia Imobiliária, o público tem mudado o perfil de procura e está mais seletivo. “O fluxo de clientes via meios digitais tem crescido nos últimos anos e estamos nos adaptando para esse mercado cada vez mais exigente. O cliente não busca no seu smartphone só por preço, busca por qualidade também, e uma boa foto, com um ambiente limpo e atrativo, desperta uma melhor primeira impressão”, conta Francislaine Cristina, corretora na Moradia há mais de dez anos.

Origem do termo

Surgidas nos Estados Unidos em 1972 e aplicadas hoje em toda a Europa, as técnicas que sustentam este conceito foram desenvolvidas com base no design, psicologia e sociologia.

Aplicação no mercado imobiliário

Grande parte das imobiliárias não se preocupa com as fotos para divulgação em seus meios digitais. O proprietário deve chamar a atenção para isso e exigir uma divulgação de boa qualidade, que corresponda a valorização que o home staging proporciona para o imóvel.

As fotos dos imóveis são um dos principais e primeiros fatores que os clientes olham ao buscar o imóvel e, se o mesmo estiver desorganizado, sujo ou avariado, pode diminuir bastante suas chances de venda.

Na Moradia a preocupação com a divulgação dos imóveis é prioridade. Uma equipe de Marketing, com fotógrafo experiente e com olhar diferenciado trabalha para que os imóveis estejam da maneira mais atrativa para os clientes. No nosso site você pode conferir os imóveis a venda e também para locação.

Se o imóvel tiver passado pelas mãos dos profissionais de home staging as possibilidades de uma melhor divulgação e venda mais rápida aumentam.

Valores

O investimento que o proprietário fará nesse tipo de serviço é cobrado pelo valor hora do profissional ou sob o valor do imóvel por meio de comissão. Esse dispêndio é compensando pelo aumento da liquidez do imóvel e pela aceleração no processo de venda. O preço final do imóvel que tiver este serviço pode aumentar em até 15%.

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13 Dicas de como comprar minha casa própria

Ter o seu lugar, seu canto, sua moradia, seu lar! Se dar de presente uma casa nova! Esse é o sonho de muitos brasileiros e pode ser realizado com determinação, esforço e muito comprometimento. Uma casa nova ou apartamento novo está nos planos de muitos de nós, mas como realizá-lo? Sabemos que o cenário político nacional afeta o cenário econômico e as incertezas quanto ao futuro do país tomam conta da população. Saber a hora de investir em um imóvel é complicado e, por isso, nós ajudaremos você a entender o melhor caminho para a compra da tão sonhada casa própria.

O principal conselho que podemos te dar é: NÃO DESANIME!

Nosso Diretor e também Corretor de Imóveis José de Oliveira dá algumas dicas sobre planejamento para realizar o sonho de ter sua casa ou apartamento próprio. Vamos conferir?

Diretor e Corretor de Imóveis da Moradia Imobiliária

1 – Pergunte-se: será que eu consigo pagar?

O primeiro passo, antes de sair procurando a casa ou apartamento dos sonhos, é fazer as contas com base no seu orçamento doméstico. Sem prejudicar a saúde financeira de sua família, defina o quanto vocês podem pagar pela casa nova. Lembre-se que a prestação mensal não deve ultrapassar 30% da renda total.

2 – Comece, mesmo que seja com pouco!

De início é imprescindível poupar e juntar uma boa quantia para entrada para evitar juros maiores depois. A dica de José de Oliveira é: poupe, guarde, coloque no colchão se for preciso, mas não deixe de guardar mesmo que seja pouco dinheiro. Sua casa nova merece!

3 – Se segure e tenha foco.

Aquela blusinha nova que você paga em seis prestações, aquele sanduba gourmet que é o dobro do preço do comum, aquele passeio que pode ser substituído por um programa mais em conta com a família podem e devem ficar em segundo plano quando o assunto é economizar para o novo apartamento. Foco é a palavra da vez para quem quer comprar uma casa nova. O que não é urgente ou importante pode ser reprogramado para depois da realização do seu sonho!

4 – Todos juntos nessa!

A sua família pode ajudar muito no quesito economia. Converse com seus familiares e estabeleça um acordo econômico para baixarem os gastos e guardarem mais dinheiro. Trabalhos extras ajudam a complementar a renda e podem ajudar na soma final da compra de seu imóvel. Juntos podem realizar os sonhos mais rapidamente.

5 – Pense nos extras!

Na procura pelo apartamento ou casa dos sonhos, alguns se esquecem dos gastos extras como IPTU e condomínio. São valores que podem ser significativos na hora de pagar as prestações. Se organize para conseguir pagar todas as despesas.

6 – Procure opções viáveis.

As taxas de juros sofrem muita variação de um banco para outro. Pesquise. Faça simulações. Peça ajuda a quem conhece do assunto e escolha a opção que tenha mais vantagens e menor incidência de aumentos. Uma dica é perguntar pelo CET – Custo Efetivo Total. Nele você encontra os juros e todos os encargos embutidos no financiamento.

7 – E os documentos?

Um gasto importante e não menos preocupante é com os documentos. Os custos da escritura, impostos e papelada pesam no orçamento e são por conta de quem compra. Programe-se para essas despesas!

8 – Partindo para ação.

A Moradia Imobiliária te ajuda a realizar o sonho da sua casa própria.

Com as dicas anteriores em dia, procure a Moradia Imobiliária para que um de nossos consultores imobiliários lhe oriente. Traçaremos um perfil de acordo com suas necessidades contemplando o tipo de imóvel que você deseja, seja casa, apartamento ou estabelecimento comercial, além da localização, a faixa de valores e a forma de pagamento. A partir daí, lhe apresentaremos opções dentro do perfil nos fornecido.

9 – Seleção e visitação dos imóveis.

Após recebimento das opções, chega a hora de selecionar os imóveis que mais lhe interessam para a etapa da visitação. Nossos consultores Imobiliários acompanham todos os clientes interessados, a fim de prestar o melhor atendimento no local onde poderá ser o lar ou ambiente de trabalho para você, família e colaboradores.

10 – Contrato ou promessa de compra e venda.

Após a sua definição pelo imóvel ideal, redigiremos um Contrato de Compra e Venda, em que constará os dados cadastrais do vendedor e do comprador, valor de transação, sinal de garantia do negócio, prazos e formas de pagamento e ainda todas as clausulas importantes para que o negócio seja fechado, da forma mais justa e transparente possível, para todas as partes envolvidas.

11 – Forma de pagamento.

Existem três formas usuais de pagar sua casa ou apartamento novo: a primeira é via financiamento por meio de uma Instituição Financeira, a segunda é por meio de financiamento próprio de uma Construtora e o terceiro é o pagamento à vista ou em pequenas parcelas, negociadas entre comprador e vendedor. Escolha uma e receba todo o auxílio e informações necessárias para colocá-lo em prática.

12 – Assinatura da escritura e pagamento de impostos.

A escritura poderá ser assinada na Instituição Financeira, caso a compra do imóvel seja financiada, ou em Cartório, situação em que o imóvel seja adquirido por financiamento próprio de uma construtora ou à vista. O ITBI, imposto gerado em todas as transações imobiliárias, é de responsabilidade do comprador e deverá ser recolhido logo após a assinatura da escritura em uma instituição financeira. Se não houver financiamento bancário, o recolhimento do imposto deverá ser de forma antecipada, tendo o comprador a obrigação de levar o recibo de pagamento ao Cartório.

13 – Posse do imóvel e registro da escritura.

Após as devidas assinaturas e recolhimento do imposto inerente ao imóvel, chega a hora de pegar a chave e tomar posse de sua casa ou apartamento novo. Atenção! A escritura, enquanto não registrada pelo comprador em um Cartório de Registro de Imóveis, não comprova a efetiva transferência da propriedade.

Esperamos que tenha gostado das dicas de nosso Diretor! Feliz casa nova!