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Devo reformar para vender?

Você possui um lindo imóvel no qual passou ótimos momentos em família e com seus melhores amigos, local por onde sua história de vida passou pelos corredores e salas e tudo te traz lembranças, mas precisa se desfazer dele. Tantas memórias nas paredes e pisos que precisam ser tratadas de formas diferente agora que vai vender seu imóvel. Não sabe o que fazer? A Moradia Imobiliária vai te ajudar a preparar seu imóvel para venda.

 

Muita gente não acredita mas reformar o imóvel pode ajudar sim a acelerar o fechamento do negócio, uma vez que intervenções físicas podem diferenciar a casa ou apartamento das demais unidades disponíveis no mercado. Os interessados em um imóvel usado geralmente não esperam ver rachaduras, infiltrações e mofo espalhados pelas paredes. Quem vai comprar precisa gostar do que você tem quando visitar o imóvel. Se houver problemas aparentes a chance de desistência é enorme.

 

Por onde começo?

Comece se organizando e priorizando o que realmente precisa ser feito. Pense como um comprador quando estiver dentro do imóvel para analisar o que precisa ser feito. É sempre bom fazer reparos nas partes que encham os olhos, ou seja, a parte estética do imóvel. Lembre-se que paredes com cores neutras são as mais utilizadas e recomendadas porque transmitem a sensação de limpeza e asseio e, com isso, a ideia de qualidade de vida, tão buscada hoje em dia.

 

Uma fachada limpa e bem cuidada é a responsável primeira boa impressão do seu imóvel.

Quando dizem que a primeira impressão é a que fica, apesar das muitas discordâncias sobre o assunto, não o devemos minimizar. A fachada do imóvel é o primeiro contato visual do futuro morador. Quando você olha para a sua fachada você se sente confortável? Sua fachada é limpa, sem pichações e sem mato escondendo o verdadeiro potencial dela? Pense que quanto mais bonita e atraente a fachada, melhores serão as chances de venda, portanto limpe-a e deixe seu imóvel apresentável para quem quiser conhecer.

 

Sobre a fachada do condomínio

Na maioria das vezes a má aparência de um edifício, por ser antigo ou mal estruturado basta para desvalorizar as suas unidades. Mas lembre-se sempre que o contrário também é verdadeiro: uma fachada renovada e moderna por si só valoriza as economias de um prédio.

 

Para os entendidos do assunto, quando esse tipo de cuidado se estende às demais áreas de uso comum, em especial àquelas mais visíveis (portaria, escadarias, corredores de circulação), o aumento do preço de mercado de apartamentos e salas é praticamente certo. É onde o vendedor ganha por ter pensado á frente do concorrente e deixado tudo mais bonito e valioso aos olhos do comprador.

 

Itens quebrados

Entrar em um imóvel bonito, limpo e olhar pela janela e ver a rua pelas rachaduras não faz parte do sonho de ninguém. Preocupar-se com pequenos detalhes fazem a grande diferença na hora da venda. Janelas quebradas nas dobradiças ou com rachaduras quebram o encanto do imóvel “novo”, mesmo sabendo que ele é usado.

 

Todo problema estrutural deve ser dito para os futuros moradores.

Pisos com rachaduras, faltando pedaços de azulejos, peças de cerâmicas diferentes assentadas por seu amigo pedreiro nos tempos de vacas magras devem ser retirados e substituídos. Pias manchadas e com rachaduras e louças sanitárias também estão na lista de atenção especial. Maçanetas de portas com defeito também devem ser trocadas.

 

Os item hidráulicos devem ter atenção especial. Pias com torneiras com buchas “roçadas”, descargas com puxadores estragados, ralos sem tampa e encanamento exposto devem ser eliminados. O comprador deve sentir que está tudo funcionando muito bem.

 

O que não deve ser feito

Muitos entendidos do assunto afirmam que decoração, modernização e ampliação de cômodos não agregam valores ao imóvel na hora de vender como pensam os leigos. Investir nesses itens é como jogar dinheiro fora, não dando o retorno esperado na avaliação do bem. Decoração é um modo de expressão muito particular e pouco agrega quando é adicionada ao valor do imóvel. Ressalva para os casos de imóveis assinados por profissionais de renome da área, mas são casos específicos para públicos diferenciados.

Quebrar paredes não é o indicado. Procure alguém que possa te orientar para reforma do seu imóvel para venda.

 

A modernização também é um item que adicionado ao imóvel pode ser perigosa na agregação de valor, mas tem que ser utilizada de forma consciente. Uma casa muito moderna em uma região desvalorizada por motivos de segurança pode ser visada por bandidos, o que afasta os futuros compradores . Deixe a cargo do novo morador fazer as adaptações necessárias neste quesito.

 

Ampliar cômodos e alterar a planta do imóvel não devem ser opções. Ampliar garagem, construir uma área gourmet ou cozinha americana devem ser descartados quando surgirem essas ideias. Salvo quando necessário estruturalmente essas reformas devem ser evitadas. Se alterar a planta do imóvel o gasto com burocracia para mudar os documentos juntos aos órgãos competentes é enorme e não compensam na hora da venda.

 

Limite-se, então, numa pintura interna e externa, a consertar vazamentos, cerâmicas e azulejos quebrados, para tornar o imóvel mais atrativo aos olhos de quem vai comprá-lo. E lembre-se que não deve mentir sobre problemas estruturais. Os novos moradores devem saber exatamente o que estão comprando. Diga a eles os problemas que a casa toda possui.

 

Além disso evite gastar mais do que 10% do valor de avaliação do imóvel, realizada sempre por um corretor. Na Moradia Imobiliária você conta com excelentes profissionais para este tipo de serviço. Faça contato pelo 31-3829-1550 e fale com um de nossos corretores e saiba mais sobre o que valoriza e o que desvaloriza seu imóvel para venda.

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Horto, qualidade de vida junto ao verde

A Moradia Imobiliária se preocupa com o bem-estar de seus clientes, amigos e parceiros e, por isso, tem trazido em suas publicações as melhores dicas de bairros para se morar bem e ter muita qualidade de vida em Ipatinga. Hoje o bairro escolhido para você conhecer e pensar sobre o melhor lugar para alugar ou comprar sua casa ou apartamento novo é o tradicional, familiar, rodeado de mata nativa e muito comercial, o Horto. Vamos saber um pouco mais?

História antiga

Ipatinga Cidade Jardim, de José Augusto de Moraes, traz em suas páginas a história da cidade e muitas curiosidades sobre a implantação dos bairros. Segundo ele, o Horto foi o primeiro a ser construído pela Usiminas. A região do atual bairro fora conhecida originalmente como Córrego de Nossa Senhora ou Horto de Nossa Senhora, onde foi construída a Estação Nossa Senhora, da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), por volta de 1922. Neste ano, foi criada próxima do local a primeira farmácia da atual Região Metropolitana do Vale do Aço, pelo farmacêutico (e futuro político) Raimundo Alves de Carvalho.

Com a instalação da Usiminas em Ipatinga, então distrito pertencente a Coronel Fabriciano, na década de 1950, houve a construção de bairros inteiros destinados a servir de abrigo aos seus trabalhadores, sendo o Horto o primeiro deles. Até essa ocasião, o povoamento contava com cerca de 60 casas e 300 habitantes.

O projeto do bairro é datado de 1958, quando foi criado pela Usiminas o primeiro plano urbanístico da atual cidade, então chamada de Vila Operária, projetado pelo arquiteto Raphael Hardy Filho. O núcleo habitacional foi destinado inicialmente aos primeiros técnicos que chegavam à localidade para trabalhar na empresa e suas casas contavam com 201,95 m² de área construída, incluindo três quartos e dois banheiros.

Na época, foi criado um órgão apenas para acompanhar a construção das casas: DOAP (Departamento de Obras Auxiliares e Provisórias). Foram aproveitadas algumas casas já existentes, que pertenciam à CAF (Companhia Agrícola Florestal. A Rua U foi a primeira a ser construída. Dizem que secaram os rebocos das paredes das casas com lamparinas, devido à pressa na construção. As ruas receberam nomes de madeiras, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974. O bairro Horto tem como vizinho o bairro Bom Retiro.

Comércio e educação

Diversificado e muito eclético, o bairro Horto tem um centro comercial forte e tradicional. Aliado à praticidade de toda a rede bancária estar disponível pelo bairro, o comércio local investe em marcas de renome e produtos para os mais diversos públicos. Entre os estabelecimentos comerciais estão também algumas clínicas para exames laboratoriais e oftalmológicos, além de farmácias e acesso fácil ao trajeto que leva ao hospital.

Quanto a educação o bairro conta com a Escola Estadual Engenheiro Márcio Aguiar da Cunha com ensino fundamental regular, algumas creches particulares, uma unidade de um colégio técnico e uma unidade de uma faculdade particular.

Alimentação e vida noturna

Por ser um bairro tradicionalmente familiar mas muito comercial, as opções de alimentação são muito diversificadas. Restaurantes self-service com foco em comida mineira, em frutos do mar, em comida caseira e fitness além de lanchonetes com salgados diversos e muito produto gourmet, que está na moda. Sorveterias, açaí, cafés especiais e vinhos de diversas nacionalidades podem ser degustados nos estabelecimentos do bairro.

Duas padarias atendem a comunidade e uma tradicional churrascaria atrai o público tanto para um rodízio no almoço quanto para o happy hour depois do trabalho. Pizzarias e hamburgueria também fazem parte das opões de alimentação no bairro.

A vida noturna no bairro é pacata. Em frente ao templo católico encontra-se a Praça Engenheiro Carlos Jacinto Prates, que é um dos principais espaços públicos do bairro e por vezes se torna palco de eventos e festividades abertos à população. Há também o Clube Ypê, que recebe festas regionais e atende a sócios. Ao lado do bairro está localizado o Clube Usipa, famoso por descobrir grandes atletas da região. O Horto também se destaca pela proximidade com o shopping da cidade.

Mobilidade Urbana

A malha viária do bairro é privilegiada por estar junto da BR 381, que dá acesso aos demais bairros da cidade e à saída para a capital e cidades vizinhas, como Coronel Fabriciano. Suas vias são estreitas e grande parte de sentido único, mas bem organizadas e sinalizadas.

No bairro transitam linhas de ônibus para quase todos os pontos da cidade, além das linhas intermunicipais que atendem o município. Ponto de táxi e de moto-táxi estão à disposição de quem precisar.

Manto verde

Umas das atrações do bairro também é o manto verde que se estende por todo o “fundo” do bairro. Cercado pela mata nativa, o bairro é constantemente visitado por animais silvestres nas proximidades com a mata, mas não oferecem perigo aos moradores. A recomendação é que não toquem nos animais para evitar doenças.

O manancial de Mata Atlântica existente ao redor do bairro é protegido pelo Plano Diretor da cidade, que ressalta a preservação de áreas naturais no município.

Patrimônio cultural

No Horto há um imóvel que inicialmente foi construído para ser provisório e tornou-se a principal atração do bairro: a Igreja de Nossa Senhora da Esperança. Erguida “milagrosamente” em apenas 12 dias, os trabalhos tiveram início em 13 de dezembro de 1959, antes, portanto, da constituição canônica da paróquia, sete meses depois. Na construção foi utilizada pouca alvenaria e muita madeira, incluindo o altar-mor, a mesa da comunhão, a pia batismal e, especialmente, a imagem da padroeira, feita em peroba.

A Paróquia Nossa Senhora da Esperança “Igreja do Horto”, foi fundada no dia 15 agosto de 1960 pelo arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, quatro anos antes da emancipação política de Ipatinga, alçada então a município. A Igreja Católica Nossa Senhora da Esperança foi tombada pelo patrimônio público no dia 30 de dezembro de 1981 pelo decreto de lei nº 1.443. Ela foi recentemente reconstruída por necessidades estruturais, mas sem perder as características e detalhes originais que lhe rendem tantos elogios.

Ficou encantado com o bairro? Soube como foi criado e como funciona hoje? Já sabe que o bairro atende a grande parte de suas necessidades? Então aproveite para conhecer os imóveis para aluguel e venda no Horto e conte com o melhor atendimento da Moradia Imobiliária para você morar bem e com qualidade de vida. Conheça também os bairros Cariru e Iguaçu.

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Home Staging: melhorando sua venda

Técnica impulsiona transações imobiliárias em todo o Brasil

Chegou aquele momento que você vai se desfazer do seu atual imóvel e pensa em colocá-lo a venda para adquirir um novo ou apenas para fazer aquela grana que precisa? Sabemos que, na situação econômica que o mercado brasileiro se encontra, não podemos deixar nada para depois e precisamos valorizar o que temos para atrair potenciais compradores.

Os proprietários mais antenados estão entendendo um conceito que surgiu no mercado a algum tempo e que tem feito muita diferença nas transações imobiliárias. Hoje, sabe-se que não basta apenas ter um imóvel bem localizado ou com boa configuração de planta, é necessário prepará-lo para a venda.

E este conceito, recurso ou técnica de preparação do imóvel que facilita ricamente o seu processo de venda tem um nome: Home Staging.

O que é?

O termo “home staging” significa “encenação da casa”, literalmente. Como prática, consiste em tornar o imóvel o menos personalizado possível de modo que ele fique mais atrativo ao maior número possível de potenciais compradores. Lembrando sempre que essa preparação não deve ser confundida obrigatoriamente com obra ou com projeto de decoração.

Antes de um imóvel ser divulgado para a venda é necessário deixá-lo bem apresentável para o comprador em potencial, e é nisso que o home staging basicamente consiste: reorganizar, repaginar o imóvel.

Todas essas benfeitorias têm como objetivo fazer o registro fotográfico, já que, atualmente, a maior parte dos clientes busca o imóvel no ambiente digital.

No Vale do Aço, segundo dados de pesquisas realizadas pela Moradia Imobiliária, o público tem mudado o perfil de procura e está mais seletivo. “O fluxo de clientes via meios digitais tem crescido nos últimos anos e estamos nos adaptando para esse mercado cada vez mais exigente. O cliente não busca no seu smartphone só por preço, busca por qualidade também, e uma boa foto, com um ambiente limpo e atrativo, desperta uma melhor primeira impressão”, conta Francislaine Cristina, corretora na Moradia há mais de dez anos.

Origem do termo

Surgidas nos Estados Unidos em 1972 e aplicadas hoje em toda a Europa, as técnicas que sustentam este conceito foram desenvolvidas com base no design, psicologia e sociologia.

Aplicação no mercado imobiliário

Grande parte das imobiliárias não se preocupa com as fotos para divulgação em seus meios digitais. O proprietário deve chamar a atenção para isso e exigir uma divulgação de boa qualidade, que corresponda a valorização que o home staging proporciona para o imóvel.

As fotos dos imóveis são um dos principais e primeiros fatores que os clientes olham ao buscar o imóvel e, se o mesmo estiver desorganizado, sujo ou avariado, pode diminuir bastante suas chances de venda.

Na Moradia a preocupação com a divulgação dos imóveis é prioridade. Uma equipe de Marketing, com fotógrafo experiente e com olhar diferenciado trabalha para que os imóveis estejam da maneira mais atrativa para os clientes. No nosso site você pode conferir os imóveis a venda e também para locação.

Se o imóvel tiver passado pelas mãos dos profissionais de home staging as possibilidades de uma melhor divulgação e venda mais rápida aumentam.

Valores

O investimento que o proprietário fará nesse tipo de serviço é cobrado pelo valor hora do profissional ou sob o valor do imóvel por meio de comissão. Esse dispêndio é compensando pelo aumento da liquidez do imóvel e pela aceleração no processo de venda. O preço final do imóvel que tiver este serviço pode aumentar em até 15%.

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13 Dicas de como comprar minha casa própria

Ter o seu lugar, seu canto, sua moradia, seu lar! Se dar de presente uma casa nova! Esse é o sonho de muitos brasileiros e pode ser realizado com determinação, esforço e muito comprometimento. Uma casa nova ou apartamento novo está nos planos de muitos de nós, mas como realizá-lo? Sabemos que o cenário político nacional afeta o cenário econômico e as incertezas quanto ao futuro do país tomam conta da população. Saber a hora de investir em um imóvel é complicado e, por isso, nós ajudaremos você a entender o melhor caminho para a compra da tão sonhada casa própria.

O principal conselho que podemos te dar é: NÃO DESANIME!

Nosso Diretor e também Corretor de Imóveis José de Oliveira dá algumas dicas sobre planejamento para realizar o sonho de ter sua casa ou apartamento próprio. Vamos conferir?

Diretor e Corretor de Imóveis da Moradia Imobiliária

1 – Pergunte-se: será que eu consigo pagar?

O primeiro passo, antes de sair procurando a casa ou apartamento dos sonhos, é fazer as contas com base no seu orçamento doméstico. Sem prejudicar a saúde financeira de sua família, defina o quanto vocês podem pagar pela casa nova. Lembre-se que a prestação mensal não deve ultrapassar 30% da renda total.

2 – Comece, mesmo que seja com pouco!

De início é imprescindível poupar e juntar uma boa quantia para entrada para evitar juros maiores depois. A dica de José de Oliveira é: poupe, guarde, coloque no colchão se for preciso, mas não deixe de guardar mesmo que seja pouco dinheiro. Sua casa nova merece!

3 – Se segure e tenha foco.

Aquela blusinha nova que você paga em seis prestações, aquele sanduba gourmet que é o dobro do preço do comum, aquele passeio que pode ser substituído por um programa mais em conta com a família podem e devem ficar em segundo plano quando o assunto é economizar para o novo apartamento. Foco é a palavra da vez para quem quer comprar uma casa nova. O que não é urgente ou importante pode ser reprogramado para depois da realização do seu sonho!

4 – Todos juntos nessa!

A sua família pode ajudar muito no quesito economia. Converse com seus familiares e estabeleça um acordo econômico para baixarem os gastos e guardarem mais dinheiro. Trabalhos extras ajudam a complementar a renda e podem ajudar na soma final da compra de seu imóvel. Juntos podem realizar os sonhos mais rapidamente.

5 – Pense nos extras!

Na procura pelo apartamento ou casa dos sonhos, alguns se esquecem dos gastos extras como IPTU e condomínio. São valores que podem ser significativos na hora de pagar as prestações. Se organize para conseguir pagar todas as despesas.

6 – Procure opções viáveis.

As taxas de juros sofrem muita variação de um banco para outro. Pesquise. Faça simulações. Peça ajuda a quem conhece do assunto e escolha a opção que tenha mais vantagens e menor incidência de aumentos. Uma dica é perguntar pelo CET – Custo Efetivo Total. Nele você encontra os juros e todos os encargos embutidos no financiamento.

7 – E os documentos?

Um gasto importante e não menos preocupante é com os documentos. Os custos da escritura, impostos e papelada pesam no orçamento e são por conta de quem compra. Programe-se para essas despesas!

8 – Partindo para ação.

A Moradia Imobiliária te ajuda a realizar o sonho da sua casa própria.

Com as dicas anteriores em dia, procure a Moradia Imobiliária para que um de nossos consultores imobiliários lhe oriente. Traçaremos um perfil de acordo com suas necessidades contemplando o tipo de imóvel que você deseja, seja casa, apartamento ou estabelecimento comercial, além da localização, a faixa de valores e a forma de pagamento. A partir daí, lhe apresentaremos opções dentro do perfil nos fornecido.

9 – Seleção e visitação dos imóveis.

Após recebimento das opções, chega a hora de selecionar os imóveis que mais lhe interessam para a etapa da visitação. Nossos consultores Imobiliários acompanham todos os clientes interessados, a fim de prestar o melhor atendimento no local onde poderá ser o lar ou ambiente de trabalho para você, família e colaboradores.

10 – Contrato ou promessa de compra e venda.

Após a sua definição pelo imóvel ideal, redigiremos um Contrato de Compra e Venda, em que constará os dados cadastrais do vendedor e do comprador, valor de transação, sinal de garantia do negócio, prazos e formas de pagamento e ainda todas as clausulas importantes para que o negócio seja fechado, da forma mais justa e transparente possível, para todas as partes envolvidas.

11 – Forma de pagamento.

Existem três formas usuais de pagar sua casa ou apartamento novo: a primeira é via financiamento por meio de uma Instituição Financeira, a segunda é por meio de financiamento próprio de uma Construtora e o terceiro é o pagamento à vista ou em pequenas parcelas, negociadas entre comprador e vendedor. Escolha uma e receba todo o auxílio e informações necessárias para colocá-lo em prática.

12 – Assinatura da escritura e pagamento de impostos.

A escritura poderá ser assinada na Instituição Financeira, caso a compra do imóvel seja financiada, ou em Cartório, situação em que o imóvel seja adquirido por financiamento próprio de uma construtora ou à vista. O ITBI, imposto gerado em todas as transações imobiliárias, é de responsabilidade do comprador e deverá ser recolhido logo após a assinatura da escritura em uma instituição financeira. Se não houver financiamento bancário, o recolhimento do imposto deverá ser de forma antecipada, tendo o comprador a obrigação de levar o recibo de pagamento ao Cartório.

13 – Posse do imóvel e registro da escritura.

Após as devidas assinaturas e recolhimento do imposto inerente ao imóvel, chega a hora de pegar a chave e tomar posse de sua casa ou apartamento novo. Atenção! A escritura, enquanto não registrada pelo comprador em um Cartório de Registro de Imóveis, não comprova a efetiva transferência da propriedade.

Esperamos que tenha gostado das dicas de nosso Diretor! Feliz casa nova!

 

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Iguaçu, um ótimo bairro para se morar!

Seguindo com a nossa proposta de levar até você mais sobre a história dos bairros de Ipatinga, trouxemos hoje aquele que é considerado o bairro que “corta” a cidade por estar localizado próximo a diversos bairros e da rodovia BR 381 e ser rota de escoamento do fluxo frenético de veículos em horários de pico: o Iguaçu.

Contaremos aqui a história e algumas curiosidades deste delicioso bairro e diremos a você o porquê morar aqui pode ser sensacional por proporcionar qualidade de vida, mobilidade e segurança.

Conhecendo a origem

O Iguaçu foi o primeiro loteamento de Ipatinga fora do projeto “Vila Operária”.
Diferente de outros bairros aqui já detalhados, que foram construídos de acordo com o “Projeto Vila Operária”, do arquiteto Rafael Hardy, o bairro Iguaçu começou a ser construído nas terras que pertenciam a “Fazenda Prato Raso”, do pioneiro Jair Gonçalves. Segundo José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, para atender à demanda exigida pelo progresso da cidade, o pioneiro preparou toda a infraestrutura inicial dos lotes, que foram colocados à venda. Jair Gonçalves também doou parte das terras para a comunidade de Ipatinga, destinadas à construção de escolas, asilos, igrejas e campo de futebol. Das terras da “Fazenda Prato Raso” surgiram então os bairros Iguaçu – o primeiro loteamento – e Cidade Nobre, que possuem as partes mais valorizadas do território de Ipatinga. As ruas do bairro receberam nomes de pedras preciosas e de tribos indígenas, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974.

Comércio

Com algumas avenidas, como a Brasil, principal do bairro, e praças com o entorno ladeado de lojas, agências de automóveis, restaurantes, lojas de informática, de venda e conserto de celulares entre outras, o bairro Iguaçu se destaca pelo seu intenso comércio.

Uma característica no comércio local é o direcionamento para o segmento de noivas e casamentos, sendo o bairro muito procurado pelas nubentes à procura de vestidos para o seu grande dia, além da vestimenta de seu noivo e madrinhas. Agências de fotos especializadas neste segmento também podem ser encontradas por lá. Salões de beleza também são muitos e atendem todo tipo de público.

Além do comércio, o bairro agrega também uma grande variedade de escritórios de grandes empresas e indústrias da região. Pelo fato do bairro ser bem localizado e de escoamento fácil de transito é a preferido pelos empresários para se estabelecerem.

Mobilidade urbana

Na principal avenida do bairro passam diversas linhas de transporte público, além de uma grande variedade de moto-táxis.
Morar no Iguaçu e não ter transporte próprio não é problema. Por lá passam quase todas as linhas de ônibus da cidade, facilitando a vida dos pedestres e proporcionando um deslocamento mais ágil. Outro tipo de transporte muito utilizado pelos ipatinguenses é o moto-táxi, que no bairro Iguaçu tem uma concentração ótima deste tipo de serviço. São mais rápidos e bem acessíveis.

Qualidade de vida

O bairro Iguaçu tem como ponto inicial e final o encontro do Córrego Bom Jardim com o Ribeirão Ipanema. Ao lado do Ribeirão foi construída uma pista de caminhada que leva até o Parque Ipanema, vizinho do bairro.

Muitas praças compõem a urbanização do Iguaçu e nelas há sempre muito verde e bancos e mesas onde os moradores desfrutam de preciosos momentos de descanso e lazer. Para os esportistas há no bairro um campo de futebol e algumas academias.

E para aqueles que a qualidade de vida já não está tão boa, o bairro oferece uma opção enorme de farmácias e drogarias, além de clínicas médicas e de exames.

No detalhe o casal Altina e Jair Gonçalves. Foto da turma do EJA na Escola Altina Olívia Gonçalves, no bairro Iguaçu. Foto: acervo euamoipatinga.com.br

Educação

 Para quem tem filhos o bairro Iguaçu é perfeito pela proximidade de escolas e faculdades. No bairro há creches, escolas de ensino básico, fundamental, médio e superior. O bairro conta com duas escolas municipais e uma estadual, além de uma escola de ensino técnico e uma faculdade. Uma curiosidade interessante sobre uma das escolas é a homenagem à esposa do benfeitor que doou as terras para construção do bairro. O nome dela foi dado à instituição em reconhecimento pelos vinte anos de trabalho voluntário dedicados à população do Iguaçu.

Curiosidade

Em uma cidade em que sua maior receita é oriunda da indústria metalúrgica, os equipamentos públicos têm que ser adaptados para atender à demanda do transporte de grandes peças.

Por isso, na Avenida Pedro Linhares, na altura do bairro Iguaçu, a passarela de passagem de pedestres que atravessa a rodovia foi construída deixando o vão central removível. O vão central é removido toda vez que a carga ultrapassa o limite máximo de 4,40 m de altura.

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Existe certidão de nascimento de imóvel?

Todos nós quando nascemos somos registrados perante a sociedade para que todos saibam que a partir daquele momento existe um novo ser e ele é dotado de direitos e deveres. Assim também deve ser com um imóvel. Ao terminar de construir ou comprar a casa ou apartamento dos seus sonhos deve haver um registro oficial.

“Quem não registra não é dono”. Essa frase emblemática reflete a realidade de muitos ‘proprietários’ de imóveis pelo país que adquirem propriedades, sendo urbanas ou rurais, mas não fazem o devido registro. Este registro é um cuidado que todo adquirente de um imóvel deve ter com relação à efetivação da transmissão da propriedade.
Caso haja dúvidas, procure um profissional para esclarecer a diferença entre os documentos. O registro do imóvel é muito importante para garantir os seus direitos.

Fique atento

Apesar de serem registros totalmente diferentes em suas destinações, muitos confundem a escritura de compra e venda com o registro do imóvel. Enquanto a primeira representa a declaração da transação imobiliária, o segundo é o documento hábil que comprova a propriedade, devendo ser devidamente averbado no respectivo Cartório de Registro de Imóveis.

O que diz a lei

O artigo 1.227 do Código Civil dispõe que “os direitos reais sobre imóveis constituídos, ou transmitidos por ato entre vivos, só se adquirem com o registro no Cartório de Registro de Imóveis dos referidos títulos.”.

O artigo 1.245, do mesmo diploma legal, dispõe o seguinte:
“Art. 1.245. Transfere-se entre vivos a propriedade mediante o registro do título translativo no Registro de Imóveis. § 1º Enquanto não se registrar o título translativo, o alienante continua a ser havido como o dono do o imóvel”.

Nos cartórios de registro de imóveis é que se encontram os históricos dos imóveis e lá é que se consulta a situação de cada um de acordo com a matrícula.
Embora a venda de um mesmo imóvel para duas pessoas distintas possa, em tese, caracterizar um ato ilícito, passível de indenização, a ser discutido em ação própria na justiça, ou até mesmo um ilícito de ordem penal, o fato é que, no Brasil, resguarda-se o direito de posse ao adquirente do imóvel que primeiro fizer o registro.

Onde registrar

Existem, em praticamente todos os municípios brasileiros, um cartório de registro de imóveis. É neste local que deve ser realizado o cadastro da propriedade imobiliária, que irá conter todo o histórico do respectivo imóvel. Este documento, de caráter público, é o local onde todo o histórico encontra-se catalogado na respectiva matrícula, que é um número que o identifica. Assim como para pessoas, costuma-se dizer que esta matrícula é a própria certidão de nascimento do imóvel, pois quando ele é construído abre-se uma nova matrícula para a nova unidade.

 

Este histórico, denominado certidão, exatamente por ser um instrumento público, pode ser solicitado por qualquer cidadão, basta que se paguem as taxas e envolvimentos devidos, sem necessidade de intervenção judicial. Isso serve para que você tenha conhecimento do qual a real situação do imóvel que está adquirindo, caso esteja na posição de comprador.

Afrânio Souza é corretor na Moradia Imobiliária.
Com essa certidão em mãos, o requerente passa a ter acesso aos dados reais que espelham a situação jurídica do imóvel, começando por quem efetivamente é o dono. Assim ele pode ficar sabendo em nome de quem está registrado, passando pela existência de eventuais entraves como hipoteca, penhora, usufruto ou locação, além de algum outro fato que possa recair sobre o imóvel, como, por exemplo, uma servidão de passagem de uma adutora de abastecimento de água.

O corretor de imóveis da Moradia Imobiliária, Afrânio Souza, alerta para todos aqueles que adquiriram imóveis ou construíram recentemente que registrem corretamente. “O registro é a única forma de constatar oficialmente quem é o dono legítimo do imóvel. Sem este documento o proprietário pode até perder a posse, caso outra pessoa faça o registro com a devida documentação. Tem muita gente de má fé por aí e é importante se proteger legalmente”, disse.

 

Ele explica ainda que como um dos objetivos do registro imobiliário é tornar pública a situação dos imóveis, o arquivo dos dados é distribuído de forma geográfica. “Nas pequenas cidades existe apenas um cartório, enquanto nos grandes centros estes são distribuídos segundo determinadas regiões, facilitando e agilizando o serviço de registro de imóveis para os atuais e futuros proprietários”, finalizou.

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Transportando a mudança sem dor de cabeça

Chegou a hora de deixar seu espaço, seu cantinho, algumas lembranças e umas experiências de vida para encarar o desconhecido que é um novo lar? Uma casa nova e uma nova vida, mas com seus pertences, porque não tá fácil comprar tudo novo né! Para essa nova fase de sua vida e para encarar essa empreitada que é uma mudança, preparamos algumas dicas que serão muito úteis nesse processo.
Para se ter uma boa mudança, busque no mercado empresas idôneas e profissionais com indicação.

Escolhendo a empresa certa

Idoneidade. Essa é a primeira verificação que se tem que fazer ao buscar uma empresa, seja ela de qualquer ramo, para prestar serviços sob sua autorização. Após pesquisar com amigos e conhecidos indicações de empresas que prestaram bons serviços e ofereceram bons preços, confira no PROCON se há reclamações sobre a escolhida por você. Se houver algum registro, procure outro fornecedor.

Faça mais de um orçamento

Muita gente não sabe, mas toda empresa de mudanças é obrigada a fornecer um orçamento, conforme diz o Código de Defesa do Consumidor (Art. 40). É com ele que você poderá pesquisar as melhores ofertas e optar pelo que for melhor para sua mudança.
Pesquise preços e referências de mais de uma empresa. Isso evitará muitos transtornos durante a sua mudança.
E fique atento, pois algumas empresas cobram uma taxa pelo orçamento. Pergunte sobre valores antes de contratar este tipo de serviço e faça pelo menos três orçamentos em diferentes locais. Geralmente o valor a ser cobrado é definido após visita de vistoria do profissional. Ele avalia a quantidade e o modo como serão transportado os objetos e móveis e quanto essa logística vai custar, incluindo a mão de obra dos carregadores.

Tudo em segurança

Para se ter um controle do que será transportado faça uma lista de móveis e objetos. Verifique o estado dos móveis e se já existe alguma avaria, guardando com você essa lista. Peça para um responsável pela empresa assinar e fique com uma cópia. Este documento chama-se rol de inventário.

Se proteja, peça os documentos

Ao contratar um serviço de mudanças, assim como qualquer outro, você está totalmente protegido pelo Código de Defesa do Consumidor e, para reclamar seus direitos, é necessário ter em mãos os documentos como o contrato e a nota fiscal. Fique sabendo que a lei obriga a empresa de transporte de mudanças a ser responsável por todos e quaisquer danos no serviço realizado. O não cumprimento do que foi contratado é de responsabilidade da empresa.

Empacotando

Muitas empresas tem a opção de empacotamento de móveis e objetos sob exigência de seguradoras. Você pode arcar com essa despesa e ficar tranquila em relação ao que está sendo transportado ou pode você mesmo embalar tudo, mas sem nenhuma garantia. Caso opte por contratar o serviço, todo o material deve ser fornecido pela empresa, fique atento.
E você sabe como é calculado o orçamento? É pelo espaço estimado que são definidos o tamanho do caminhão e o valor do transporte. O preço da cubagem (metro cúbico) leva em conta a quantidade de objetos, a distância da casa velha à casa nova e o grau de dificuldade. Desempacotar também pode fazer parte do serviço prestado e deve ser cobrado no orçamento inicial.

10 IMPORTANTES DICAS

1) Exija um contrato por escrito discriminando: nome, endereço e CNPJ (se for pessoa física, RG e CPF) da empresa, dados pessoais do contratante, local, data e horário de retirada e de entrega, valor do serviço, condições de pagamento e tudo o que for acertado verbalmente. Não deixe de ler com atenção este documento e de riscar os espaços em branco.
2) Informe-se quanto às regras de mudança do imóvel atual e do novo. Alguns locais têm horários delimitados para realização do serviço, e isso afeta no preço.
3) Avise o síndico e/ou o zelador sobre sua mudança, e confira se não há outra pessoa realizando transporte no mesmo dia e horário, para evitar congestionamentos em elevador e outros transtornos do gênero.
4) No dia da mudança, reserve vaga para o caminhão na frente do imóvel – ou o mais perto possível; quanto mais longe, mais demorado e mais carregadores serão necessários, encarecendo o transporte.
5) Procure vincular o pagamento ao término do serviço. Se não for possível, veja a possibilidade de disponibilizar apenas um sinal na contratação, quitando o restante após a mudança.
6) Certifique-se de que o dia marcado para a mudança não coincida com feiras livres nas ruas que envolvam o local de saída ou de chegada da mesma.
7) Esvazie o botijão de gás, pois é proibido transportá-lo cheio, por causa do risco de explosão; se o gás for central, no caso de condomínios, faça o desligamento com 24 horas de antecedência.
8) Descongele o freezer também 24 horas antes do transporte. Seque-o bem antes de carregar no caminhão, para evitar odores.
9) Na impossibilidade de estar presente quando da chegada da mudança no novo endereço, peça a uma pessoa de sua confiança que faça a conferência e relacione por escrito eventuais danos ou extravios de objetos. Exija a assinatura do funcionário da empresa neste documento e guarde uma via com você.
10) Guarde cópia de toda a documentação; exija recibos de todos os pagamentos efetuados e solicite, por escrito, a previsão de entrega da mudança nos casos de transportes intermunicipais e interestaduais e carregue consigo os objetos pessoais tais como joias, dinheiro, cheques e documentos.
Mudança de moradia não é sinônimo de dor de cabeça.
Seguindo essa dicas você terá uma mudança tranquila e sem problemas. E se precisa de uma dica para conseguir uma casa nova para se mudar, que tal dar uma olhada no nosso site e conferir o que temos para você no www.moradiaimobiliaria.com.br.
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Cariru: tradicional, familiar e muito verde!

Ao se contar a história de Ipatinga, o bairro Cariru se destaca pelas suas particularidades históricas e pela movimentação dos japoneses na cultura local. Tradicional e familiar, o bairro conta com um centro comercial e diversos pontos de comércio em todo seu território. Para quem busca qualidade de vida é uma ótima opção para se morar e investir.

Não conhece o Cariru ainda? Nós listamos alguns motivos para conhecer e descobrir que é um ótimo lugar para se viver e ser feliz com a família.

História contada em livro

Foto de acervo do início da construção do bairro Cariru.
José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, nos conta que, segundo uma lenda, Cariru era uma “grande cobra” que existia no Rio Doce e que, quando saía da água, cegava com a luz de seus olhos as pessoas que se aproximavam dela. Alguns moradores mais antigos do bairro ouviram contar também que essa cobra morou por muito tempo no Fícus da Av. Japão. Mas, na verdade, o bairro tem esse nome porque ali era encontrada uma grande quantidade de um vegetal denominado Cariru ou Caruru, denominação comum a várias plantas amarantáceas, algumas das quais muito utilizadas na culinária.

Antes de se chamar Cariru, o local era denominado “Pedra Mole” e foi ali que, em 1922, foi inaugurada a primeira edificação pública da cidade de Ipatinga: a “Estação Ferroviária de Pedra Mole”. A estação foi desativada em 1930, mas o local serviu como o primeiro cemitério da cidade e posteriormente também foi implantada uma cocheira, onde eram guardados os cavalos de raça dos diretores, brasileiros e japoneses, da Usiminas. Hoje, ainda existem algumas ruínas da Estação de Pedra Mole ocultas na beira do Rio Piracicaba, no final da Av. Itália (perto do Morro do Castelo).

Ruínas da Estação de Pedra Mole, que funcionou até 1930.
O bairro Cariru começou a ser construído no início da década de 1960. Ele fez parte do “Projeto Vila Operária”, do arquiteto Rafael Hardy. No Cariru construíram-se residências para os operários de nível técnico e japoneses. Estes, após a frustração da expectativa de criar um bairro só para os japoneses, se instalaram no Cariru.

As ruas do bairro foram oficialmente denominadas com nomes de nações, pela Lei Municipal 263, de 29 de outubro de 1970, na gestão do interventor federal Almir Ribeiro Tavares. Foi construído no bairro o primeiro educandário de nível ginasial da cidade: o Colégio São Francisco Xavier, destinado principalmente aos filhos dos funcionários da Usiminas.

Alimentação e vida noturna

Bairro tradicionalmente familiar, o Cariru se destaca pelo tradicional Centro Comercial, onde bares e cervejaria animam quem por lá resolve ficar. Restaurantes como os japoneses, a pizzaria, a churrascaria, o espetinho, lanchonetes e dois tradicionais trailers de lanches são ótimas pedidas na noite para quem quer boa comida e ambientes super familiares.
Um pub no centro comercial está reunindo a galera jovem e deixando o ambiente mais descolado. Além dessas opções para comer, o bairro conta com o Teatro Zélia Olguim, famoso por trazer grandes nomes da cultura para a cidade.

Mobilidade urbana

Por estar entre o Hospital Márcio Cunha I e o Centro da cidade, que são os principais pontos finais das linhas de ônibus, o Cariru é servido de diversas linhas e uma variedade maior de horários de transporte público. Além do municipal, algumas linhas intermunicipais fazem rota no bairro. As vias principais são espaçosas e de fácil movimentação, além de muito bem sinalizadas.

Fícus, patrimônio público

Fícus foi tombada como patrimônio da cidade.
Existe no bairro uma árvore que é o símbolo da preservação do verde pelos moradores, o Fícus. Plantado em 1961 por Katanosuke Mae, um japonês que morava na rua Peru, no próprio bairro, a árvore já foi alvo de intenção de corte de algumas pessoas e os moradores locais sempre impediram, até mesmo com protestos, como o de uma moradora que se dependurou em seus galhos para impedir o corte. A árvore foi tombada pelo patrimônio histórico e artístico da cidade. Com isso, o Fícus, segue pomposo a sua vida ali, na avenida Japão, próximo ao prédio da Cônsul.

Qualidade de vida

Um atrativo especial no bairro é a pista de caminhada e corrida. Abrangendo quase todo o entorno do bairro, é muito utilizada por atletas e profissionais da saúde para atividades que promovam a qualidade de vida. A pista passa pela área onde é realizada a feira, na qual produtores regionais comercializam produtos, grande parte orgânicos, de produção local.

Verde e água

Extensa área verde e o encontro dos rios Doce e Piracicaba. Imagem: Reprodução Google
O bairro é todo cercado pela mata do Parque Estadual do Rio Doce e, ao fundo, é banhado pelo Rio Piracicaba, que se encontra calmamente com o Rio Doce próximo às ruínas da Estação de Pedra Mole. No subsolo, abaixo da foz do rio Piracicaba, está localizado um aquífero aluvionar, que é de onde é extraída a água utilizada para o suprimento da maior parte do Vale do Aço.

O bairro em números

 

E aí, já se decidiu? Gostou do bairro Cariru? Ele, de fato, é um bairro maravilhoso para se viver e desfrutar com a família e amigos. São muitos os atrativos que poderá conhecer pessoalmente em seu dia a dia. Você pode escolher a casa dos seus sonhos e ter a certeza de optar por um local privilegiado e que proporciona uma excelente qualidade de vida!
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Energia, água, internet e TV e os famosos “gatos”.

Jeitinho brasileiro pode ser considerado crime e autor de desvio pode ser preso

O brasileiro é conhecido popularmente pela criatividade em resolver problemas de formas diferenciadas e passar por situações difíceis dando a volta por cima com o famoso “jeitinho brasileiro”. Resolver as coisas de forma errada para sair por cima, para ganhar vantagem e prejudicar os demais não é bacana e pode trazer sérios riscos à sua liberdade. Exemplos de resoluções incorretas de problemas são os chamados “gatos”, ligações clandestinas de energia, água e internet.

Com as altas tarifas praticadas pelas concessionárias e os altos impostos exercidos pelo governo, a população se vê acuada quando necessita de recursos básicos como energia e água, que é direito de todos, mas que devemos pagar sobre a utilização das mesmas. Sendo assim buscam alternativas, muitas vezes errôneas, para continuarem a usufruir sem ter que desembolsar nada.
O que parece vantajoso para quem se utiliza desse recurso, na verdade é crime previsto em lei no artigo 155 do Código Penal. Quem cometê-lo pode ser condenado a uma pena que pode variar de um a quatro anos de reclusão, além de multa.

ENERGIA

Muito comum em aglomerados urbanos, o “gato” de energia além de prejuízos, pode colocar em risco a rede elétrica e o responsável pela ligação clandestina. Além do risco de ser pego e responder criminalmente, há um risco maior, que é perder a vida. Normalmente, para se fazer uma ligação clandestina de energia, é necessário que alguém suba em um poste com cerca de 7,20 m de altura e vai acessar uma rede energizada. A pessoa pode receber uma descarga elétrica e perder a vida imediatamente.

Quando ligações clandestinas são feitas, todos saem perdendo.
Além de seus vizinhos, familiares e amigos, as companhias de energia também levam prejuízo com o furto de energia. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mais de 27 mil gigawatts-hora, ou cerca de 8% do consumo do mercado elétrico brasileiro, são consumidos no país de forma irregular, gerando cerca de R$ 8,1 bilhões em prejuízo.

Lembre-se que os equipamentos elétricos também correm risco devido à queda na qualidade da energia e às constantes interrupções no sistema elétrico, aumento do número de ocorrências de falta de energia e danos à rede elétrica com o rompimento de condutores e com a queima de transformadores.

INTERNET e TV

Além da energia elétrica, o furto de serviços atingiu nos últimos anos a rede de internet e TV por assinatura também. Além de um sinal ruim e com baixa qualidade para quem pratica o furto e para quem é roubado, o prejuízo se estende para o governo que perde receita pelo furto do sinal, uma vez que não é recolhido o ICMS entre 25 e 27% referente ao serviço.

A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) estima que, no Brasil, existem cerca de 4,5 milhões de residências com decodificadores piratas, representando 18% do total de assinantes no país. A entidade calcula que a perda de receita e de impostos causada pelo furto clandestino de sinal é de cerca de R$ 6 bilhões por ano.

ÁGUA

Tão comuns como os de energia, os “gatos” de água também dão muitos prejuízos aos consumidores. Segundo a Companhia de Saneamento de Minas Gerias (COPASA), são aplicadas uma média, por mês de 1,3 mil sanções, a maioria relacionada ao furto de água. O uso da água é cobrado por categoria residencial, social (para usuários inscritos no Cadastro Único dos Programas do Governo Federal, o CAD- Único), comercial, industrial e pública. As tarifas são diferentes para cada uma dessas categorias de consumo.

Os hidrômetros calculam o volume de água consumido e burlar esse equipamento é crime previsto em lei.
Quando se utiliza a água de forma irregular, a prejudicada não é só a empresa de saneamento, mas sim todos os consumidores porque a prática provoca aumento no preço da tarifa, que é calculada com base no custo do serviço. Se o infrator não paga pelo uso da água, esse consumo não convertido em receita (perda) é rateado entre todos os usuários.

As sanções pela conduta irregular do usuário e a utilização indevida dos serviços de água estão previstas na resolução 40/2013 da Agencia Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (ARSAE-MG). A punição administrativa para quem faz ‘gato’ de água é o pagamento de 15 tarifas fixas, o pagamento pela substituição do equipamento mais o valor atribuído à classe habitacional ou ramo de atividade.
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O seu imóvel está seguro?

Moradia dá dicas de segurança para você ficar mais tranquilo ao deixar seu imóvel sozinho.

Morar em grandes centros urbanos ou em pequenas comunidades não faz diferença quando o assunto é insegurança. Esse sentimento vem tomando conta da população que está cada vez mais se limitando para se manter seguro. É uma dor de cabeça para qualquer um, em qualquer idade ou situação econômica. Mas pode ser minimizado com algumas dicas de segurança.

Podemos nos proteger da ação de pessoas mal intencionadas sem precisar ter grandes gastos como a contratação de empresas especializadas em segurança ou equipamentos caros. Elaboramos algumas dicas de segurança para casa e apartamentos que deixarão você e sua família mais tranquilos.

Todos devem colaborar

Se você mora em um condomínio procure saber as regras de segurança. Muitos não as têm bem definidas, o que pode gerar conflitos em caso de invasão e roubo. Converse com o síndico e estabeleçam algumas diretrizes, que deverão ser seguidas por todos os moradores e trabalhadores do condomínio. Leve para a reunião de condomínio e discuta com todos. Quanto mais ideias para aumentar a segurança, melhor.

Para quem mora em casa, os vizinhos podem ajudar a ficar de olho enquanto você e sua família se ausentam. Estabeleça contato, converse, deixe números de telefone ou de mensagens para caso algum deles observe algo estranho em sua residência. Contar com a ajuda dos vizinhos pode evitar grandes prejuízos.

Trabalhadores competentes e de confiança

Profissionais qualificados são investimentos e não gastos. Fique atento!
Lembre-se que um funcionário treinado e qualificado é investimento, não gasto. Trabalhar com quem tem experiência em proteção tanto de imóveis quanto pessoal é de fundamental importância para que o resultado seja o esperado: alguém que saiba como agir em uma situação de risco. Por isso repense quando for escolher o profissional de segurança ou porteiro. Lembre-se que pode ser um barato que lhe custará caro no futuro. Uma dica que vale para casas ou prédios: investigue empregos anteriores de seus funcionários. Jardineiros, empregadas, motoristas, limpadores de piscina, caseiros ou qualquer outro profissional que tenha acesso a sua residência deve ter recomendação de antigos patrões. Saiba o máximo que puder sobre eles para não se surpreender depois.

Visibilidade no acesso

O acesso a sua moradia precisa ser claro e bem visível. A iluminação é essencial para que você consiga ver e ser visto ao chegar. Evite deixar objetos e plantas que possam criar pontos cegos. Árvores grandes que barram a visão devem ser evitadas, assim como as próximas ao muro ou portão, para evitar que sirvam de acesso a estranhos. A iluminação é um ponto chave mesmo quando não houver ninguém na residência. Para economia de energia a dica é o uso de lâmpadas com fotocélula, com ajuste automático de iluminação. Elas acendem e apagam sozinhas de acordo com a luminosidade do ambiente.

O portão te impede de ver a rua?

A visibilidade na entrada é importante para que da rua possam ver invasores em sua residência.
Engana-se quem acha que quanto mais escondida a casa, melhor. É justamente o contrário. Se ninguém consegue ver pelo menos a entrada da casa, não verão os invasores também. A recomendação é não instalar portões totalmente fechados, daqueles que não deixam aparecer nada do imóvel.

Portões com barras e muros frontais com visibilidade para o interior por meio de “janelas” de vidro deixam o imóvel mais seguro por apresentar a possibilidade de se ver qualquer movimento estranho. Quanto mais isolada e impenetrável visualmente for o imóvel, mais confortável o invasor se sentirá para agir, pois estará certo de que não será visto.

 Autorização de entrada

Pediu uma pizza? Avise ao porteiro sobre a chegada de seu pedido. Para quem mora em edifício é imprescindível que todas as entradas sejam autorizadas, mesmo as de amigos e conhecidos. Muita gente de boa aparência comete crimes porque o porteiro deixou entrar por aparentar ser bacana. Lembre-o de usar o interfone e registrar a entrada de todos, mesmo que seja só “uma visitinha rápida”. Checar documentos e credenciais de quem que entrar no prédio sem autorização é de extrema importância. Fique atento a isso.

Para quem mora em casa não abra o portão e deixe o entregador entrar. Busque lá fora o pedido e acerte o valor por lá mesmo. Quanto menos o entregador tiver acesso, menos ele saberá sobre o que tem no interior de sua casa.

Códigos de segurança

Siga as dicas da Moradia Imobiliária e proteja seu imóvel e sua família.
Ter um código de segurança com o funcionário responsável pela entrada pode ser interessante para evitar situações de risco. Um gesto, um barulho diferenciado, uma palavra que seja podem evitar que você seja feito refém por invasores, por exemplo. Combine um código com os outros moradores também, assim todos ficam alertas quando perceberem o sinal.

Crie caminhos alternativos

Adotar rotas diferentes ao se dirigir para sua residência pode dificultar o trabalho de invasores. Muito observam a rotina da casa e dos moradores antes de atacar. Faça caminhos alternativos para não ser surpreendido por gente mal intencionada.

E lembre-se: sem paranoia, mas redobre a atenção sempre que estiver chegando ou saindo de casa e evite entrar ou sair se perceber alguém estranho observando ou alguma movimentação diferente nos arredores. Qualquer descuido pode custar sua vida e de seus familiares.
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Caixas d’água e de gordura sem limpeza: risco para a saúde

Se você vai comprar um imóvel, se mudar de aluguel ou é morador antigo do imóvel e nunca se preocupou com a caixa d’água e com a caixa de gordura, trouxemos para você as recomendações de limpeza e desinfecção desses recipientes para que você se proteja dos riscos proporcionados pela má utilização e má conservação.

Caixa d’água

Tomar banho, preparar alimentos, lavar a louça, usar a descarga. Estas são algumas atitudes cotidianas que são possíveis porque a água da companhia de abastecimento chega até a sua residência e é armazenada em caixas d’água, das quais poucos se lembram. Mantê-las limpas então, mais difícil ainda de lembrar. A recomendação de especialistas é higienizar o reservatório doméstico a cada seis meses. O serviço é indicado para analisar se existe algum vazamento e preservar a saúde dos moradores da residência, já que o acúmulo de sujeira e micro-organismos pode contaminar a água.

A caixa d’água serve como reserva em caso de haver problema no abastecimento da companhia de saneamento do estado. Segundo a empresa, a garantia de qualidade da água vai até o hidrômetro e, a partir daí, a responsabilidade é do cliente. Agentes de saúde alertam que, com o passar do tempo, micro-organismos criados pela própria água e levados até o reservatório pela canalização da rede hidráulica podem comprometer a qualidade do líquido.

Limpeza ajuda a assegurar a qualidade da água que servimos para nossa família.
Luciene Araújo, gerente da Moradia Imobiliária, alerta para os produtos a serem utilizados no momento da limpeza. “Não é recomendável o uso de panos que soltem resíduos, vassouras, detergente ou quaisquer outros produtos que possam contaminar a água. Água sanitária ou cloro e uma flanela ou bucha são os ideais para a tarefa”, disse. Ela orienta também aos moradores que fechem suas saídas de água durante a operação para evitar o desperdício.

“Fechar antes e abrir depois para sair o cloro dos canos, por pelo menos uns minutinhos de água corrente na torneira para eliminar os resíduos do produto é fundamental para preservar a saúde de todos. Colocar adesivos com a data da limpeza também é uma boa para se orientar”, comentou. A caixa d’água deve sempre estar bem fechada, evitando assim a entrada de animais, insetos e vetores de doenças. Com a epidemia de Dengue, Zika Vírus e Chikungunya a atenção deve ser redobrada.

Se o condomínio não possui uma Conservadora, os moradores devem ficar atentos para efetuarem a limpeza ou contratarem uma empresa especializada para isso. É fundamental para garantir a qualidade de vida de todos.

Caixa de gordura

Você sabe para que serve a caixa de gordura instalada em seu imóvel? Muita gente não tem conhecimento da utilidade e da importância de uma boa limpeza nesse recipiente. A caixa de gordura é como um grande balde, que fica bem abaixo do piso, deixando visível apenas a sua tampa. Sua função é impedir que o material gorduroso dos alimentos, que vai com a água literalmente para o ralo, chegue à rede de esgoto.

Caixas de gordura devem ser limpas pelo menos a cada três meses.
Dependendo do tamanho, a limpeza da caixa de gordura deve ser realizada quinzenalmente ou pelo menos uma vez a cada três meses, dependendo do imóvel e do ritmo da cozinha. Por exemplo, a demanda de uma casa é diferente daquela adotada em um prédio ou em um restaurante. Evite despejar restos de comida nos ralos. Os alimentos, junto com o óleo utilizado para sua preparação, podem ser os grandes vilões das redes hidráulicas.

Muitas pessoas tentam limpar a caixa de gordura com espátulas e água quente, mas este segundo componente pode prejudicar ainda mais a situação. As caixas de gorduras atuais são feitas de PVC e a água com temperatura elevada pode provocar danos ao material. Use cloro e bucha, se a situação estiver muito ruim, chame uma empresa especializada.
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Animais em condomínio. É proibido proibir?

Assunto delicado que envolve afeto, lei e bom senso deve ser esclarecido

Muito se tem falado em afetividade, em conceito de família e como a lei representa isso. A afetividade hoje é um princípio constitucional que orienta um grande número de relações sociais e familiares e é um ponto chave de discussões que tem transformado a nossa ordem social. E a relação de afeto com os animais de estimação também entra nessa discussão e está amparada pela Constituição Federal. A relação está intimamente ligada à dignidade da pessoa humana, por se tratar de uma relação eminentemente baseada no afeto.

E quando se mora em um condomínio onde as regras ditam a não permanência de animais? Como lidar com síndicos e vizinhos que não toleram animais e querem proibir você de tê-los em seu imóvel? Hoje existe o famoso “é proibido proibir” para estes casos.

Nenhuma convenção de condomínio pode proibir a permanência de animais nas unidades autônomas, ou seja, no interior dos apartamentos. Se o fizerem estarão violando o direito de propriedade e a liberdade individual de cada pessoa em utilizar a sua área privativa de acordo com seus interesses – desde que não sejam contrários à destinação do imóvel. É importante salientar que essas convenções podem restringir a forma como os animais deverão ser mantidos no condomínio.

O que pode?

Você pode ter seu bichinho dentro do seu apartamento da forma como quiser? Pode, desde que respeite a integridade do animal e não perturbe o sossego dos vizinhos. As restrições devem ser limitadas às áreas de uso comum. E fique atento para certas restrições como a permissão somente de animais de “pequeno porte”. Isso não deve ser aceito pelo morador. Procure sempre se orientar pois já existem leis municipais que restringem a quantidade de animais por casa ou apartamento, mas não há legislação sobre tamanho ou raça. Diante disso, os moradores podem ter peixe, gato, ramster, cachorro, cobra, ave ou qualquer outro animal que lhe seja de estima.

O assessor jurídico da Moradia Imobiliária, o advogado Raymundo Raul Bicalho, lembra que “os animais, desde 1988, data em que foi promulgada a Constituição Federal, passaram a ter amparo jurídico, pela Lei Maior do País, conforme se vê do art. 225, §1º, VII, da Constituição Federal, que dispõe:

Desde 1988 os animais tem seus direitos garantidos na Constituição Federal.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”, e que “Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”.

O advogado lembra também que “a Constituição Federal, nos seus artigos 5o e 170, asseguram o direito de propriedade, podendo o proprietário, ou quem esteja na posse do imóvel, manter animais na sua unidade. E o art. 225, parágrafo primeiro, inciso VII, também da Carta Federal, situa o animal como parte do meio ambiente e tutela juridicamente o direito deles à dignidade, vedada a prática de maus tratos.”

Fique atento aos abusos

Quanto às proibições ilegais e abusivas do uso dos elevadores para conduzir os animais, devem ser enfrentadas também aí com a propositura de Ação Judicial. Obrigar os animais a subirem escadas é prática de crueldade, vedada pela Constituição, especialmente quando esses são portadores de doenças que possam ser agravadas com o movimento (cardiopatas, neuropatas etc.), ou mesmo quanto aos animais idosos, já impedidos pela idade de subir e descer escadas.

É incontestável que o direito de ir e vir do guardião do animal estende-se a este. E qualquer decisão de assembleia condominial em sentido contrário, caracteriza-se como constrangimento ilegal previsto no art. 146 do Código Penal Brasileiro, além de constituir crime ambiental, art. 32, da Lei 9.605/98 (crime de maus tratos), comportando, inclusive, a adoção de providências policiais e judiciais para conter o ilícito.

De igual modo, as abordagens verbais ou escritas feitas por vizinhos, síndicos ou porteiros, aos condôminos que têm animais nas suas companhias, com o propósito de constranger-lhes obrigando-os a transitar pelas escadas, proibindo-os de utilizarem o elevador, configuram também constrangimento ilegal, a ser coibido com queixa policial contra o autor do fato.
Os vizinhos, ou o síndico, não podem interferir na vida intra proprietade do condômino.

Cabe ao condômino, que mantém os animais em sua unidade, observar o asseio e a higienização do local, dispensando-lhes os cuidados necessários à saúde (vacinação, tosa e banho regulares); cuidados médicos que lhes proporcionem conforto e bem estar; contratar pessoas para cuidar deles, de forma a que estejam sempre bem, mantendo-se a unidade em condições normais de habitação.

Orientação

Concluindo, cabe a orientação jurídica que se registra a seguir.
É nula e sem efeito qualquer CONVENÇÃO CONDOMINIAL que proíba a existência, ou permanência, de animais domésticos, especialmente de cães e gatos, em condomínio, vez que tal proibição afronta a Lei Maior do País, que é a Constituição Federal, onde estão tutelados juridicamente a vida e o bem estar desses seres.