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Despesas extras. Responsabilidade do locador ou locatário?

Você busca um novo lar, escolhe com carinho e dedicação, resolve tudo que precisa sobre documentos e taxas a serem pagas, se muda feliz da vida, paga o aluguel direitinho e, de repente: uma taxa que a gente não contava surge, ou uma manutenção inesperada. Quem deve arcar com essas despesas, você ou o proprietário do imóvel?

Sabemos que problemas entre inquilino e proprietário de imóvel alugado acontecem, mas conhecendo bem as suas obrigações como locador, muita dor de cabeça pode ser evitada. Aliás, grande parte das discussões envolve responsabilidade sobre reparos no imóvel, sobre as contas a serem pagas e sobre reajuste no valor da locação e de impostos.

Mesmo que sejam frequentes os problemas a serem enfrentados, a locação de imóvel ainda sim é um ótimo negócio para ambas as partes: o locador obtém uma renda extra e seu imóvel não fica desocupado; já para o inquilino existe a flexibilidade para escolher o local de moradia sem precisar de investimentos altos, comparado ao custo da compra de um imóvel.

Grande parte dos problemas seriam facilmente solucionados se o inquilino cuidasse do imóvel como se fosse dele e se soubesse os direitos e deveres que lhe cabem mediante contrato.

Manutenção. Responsabilidade de quem?

Consta no contrato de locação que, ao pagar o aluguel, o locatário tem direito a utilizar o imóvel para sua moradia ou comércio e deve zelar pela sua conservação. A Gerente de Locação da Moradia Imobiliária, Luciene Araújo, explica o que quer dizer zelar pela conservação segundo a lei.

“Sempre frisamos aqui na Moradia que o inquilino deve manter o terreno e o imóvel que locou em boas condições de uso, assim como ele os recebeu. Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a manter o imóvel conservado para que não precise de grandes reformas ao fim do contrato. Cortar a grama e podar árvores quando houver, retirar todo o lixo do imóvel, cuidar dos equipamentos elétricos e hidráulicos, refazer a pintura caso haja dano, são cuidados básicos que muitos esquecem ou não sabem que são de sua responsabilidade”, disse.

Entupimentos, vazamentos, curtos e outros danos causados pelo inquilino devem ser pagos por ele. Caso as instalações já apresentem problemas antes da locação, deve-se registrar a ocorrência junto à imobiliária e a troca deve ser providenciada pelo proprietário do imóvel.

Aliás, caso a despesa seja de fato do dono do imóvel o locador pode entrar em um acordo com o proprietário pagando o serviço que precisará ser feito e, depois, descontando esse mesmo valor do aluguel. Mas caso isso seja acordado, é sempre indicado deixar registrado o porquê de o aluguel estar mais baixo, usando os comprovantes de pagamento do serviço como garantia.

Condomínio, quem paga o quê?

São de responsabilidade do inquilino todas as despesas de manutenção como limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum. Consumo de água, luz, esgoto, manutenção e conservação dos jardins, elevadores, bombas hidráulicas, interfones, portões, segurança, equipamentos de lazer, piscina e sala de ginástica também sobram para o bolso do morador.

Despesas extraordinárias de condomínio, como obras de reformas de melhorias ou que interessem à estrutura integral do imóvel, vão parar na conta do proprietário, assim como obras de manutenção destinadas a repor as condições de habitabilidade do edifício, pintura da fachada e esquadrias externas, compra e instalação de equipamentos em geral e decoração e paisagismo nas áreas comuns.

E o Seguro Contra Incêndio?

O seguro garantirá uma indenização, na hipótese da ocorrência de incêndio do imóvel locado. A Lei do Inquilinato admite que a cobrança do seguro possa ser repassada do locador para o locatário, mediante a estipulação de uma cláusula no contrato de locação.

A contratação do seguro serve para auxiliar o inquilino na sua obrigação legal e contratual de garantir a integridade do imóvel em casos de incêndio. O locatário é ocupante do imóvel e poderá ser considerado culpado, em determinadas situações específicas, pelo fato que ocasionou a destruição ou deterioração do imóvel locado, devendo arcar com o ressarcimento, ao locador, do valor equivalente ao patrimônio imobiliário destruído ou deteriorado.

Se tiver mais alguma dúvida fale conosco que iremos lhe ajudar.

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Ano novo, IPTU a vista.

A virada de ano é o momento que muitos aproveitam para se divertir, viajar ou celebrar um novo ciclo que se inicia com a chegada de janeiro. Mas também chega junto um compromisso nada prazeroso: o pagamento do IPTU, o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. Você sabe por que paga este imposto?

Para sua surpresa, e de muitos, ao contrário do que o senso comum acredita, o IPTU não é pago para manutenção das ruas, calçadas e outros serviços públicos ligados à propriedade de um imóvel. Ele, como qualquer imposto, é pago para gerar receita, isto é, arrecadar dinheiro para os cofres públicos e assim contribuir para melhoria em diversos setores.

Entenda

O IPTU é devido pela pessoa física ou jurídica que possui 1 (um) imóvel em zona urbana de município e esta pessoa é chamada de contribuinte. O motivo pelo qual o proprietário de imóvel deve pagá-lo, ou mais especificamente o fato gerador do imposto, é a propriedade, domínio útil ou posse do imóvel.

Traduzindo: quem é proprietário de imóvel deve IPTU porque possui imóvel em zona urbana e pelo sinal de riqueza que se emite por ter aquele imóvel. Segundo esta lógica, quanto mais caro o imóvel que esteja localizado em região mais valorizada, maior será o imposto devido. Entenda que o inverso também é verdadeiro: quando menor o valor do bem imóvel e quanto menor a valorização da área onde ele está localizado, menor o valor a ser pago. Por isso existem imóveis isentos de IPTU.

Imóveis de instituições religiosas, poder público, sindicatos, educação e assistência social são imunes à cobrança do IPTU.

A isenção é uma forma de não cobrar o imposto daqueles que se enquadram entre os contribuintes que, por conta de circunstâncias objetivas como o pequeno tamanho ou valor do imóvel, são dispensados do pagamento. A isenção também se aplica a prédios pertencentes ao Poder Público, os templos de qualquer religião, aqueles de partidos políticos, de entidades sindicais de trabalhadores, de instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos.

Nem todo imóvel de um município está em zona urbana, alguns estão em zona rural. Para que um imóvel seja classificado como zona urbana, ele deve ser atendido por pelo menos dois dos seguintes melhoramentos construídos ou mantidos pelo Poder Público: meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais; abastecimento de água; sistema de esgotos sanitários; rede de iluminação pública, com ou sem posteamento para distribuição domiciliar; e, escola primária e/ou posto de saúde a uma distância máxima de três quilômetros do imóvel.

Controle e uso

O Poder Público é responsável pela destinação do IPTU arrecadado.

A competência do IPTU é do município. Isto é, é o município que estabelece por lei os valores que serão pagos de imposto bem como também fica com tudo o que for arrecadado a título de pagamento do IPTU. O dinheiro arrecadado pela cobrança de impostos pode ser usado livremente pelo Poder Público para o atendimento de suas finalidades, daí porque os impostos são classificados como tributos não vinculados, isto é, o dinheiro arrecadado com um imposto não precisa ser utilizado para atender as demandas do fato que o gerou.

Quem deve pagar o IPTU: proprietário ou inquilino?

O Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) deve ser pago pelo proprietário do imóvel à Prefeitura no início do ano. Isso está previsto na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional. Mas, quando o dono decide alugar o imóvel, ele pode cobrar o IPTU do inquilino? Segundo a Lei do Inquilinato (8.245/91), sim.

Essa legislação autoriza a transferência do pagamento do imposto ao locatário, contanto que isso esteja claramente previsto no contrato. No contrato, também deve ser regulado como se dará o pagamento do IPTU pelo locatário: se pago com o aluguel ou no carnê. No caso do inquilino infringir as obrigações previstas no contrato de locação, o proprietário poderá pedir de volta o imóvel.

Para regularizar

  • Conferir na guia se o valor venal atribuído ao imóvel está acima do valor de mercado do mesmo. Somente se o valor lançado pela prefeitura da cidade for superior ao do imóvel a correção será benéfica ao contribuinte. Na prefeitura o pedido de nova avaliação do imóvel é feito na central de atendimento imobiliário.
  • A taxa de coleta de resíduos sólidos urbanos (TCR) é devida pelos proprietários de imóveis edificados beneficiados por coleta domiciliar de lixo e não incide sobre os lotes vagos. Para impostos em atraso, o cidadão deve solicitar uma guia de dívida ativa para pagar ou parcelar o débito junto ao órgão responsável.
  • Para IPTU em atraso, a multa é de 25% sobre o valor corrigido antes da cobrança judicial, mais 1% de juros de mora ao mês, contados a partir de janeiro do exercício. O percentual incide sobre o saldo devedor atualizado.

Se precisar se informar sobre sua situação, sobre o imposto e suas guias de arrecadação, consulte o Portal do Cidadão, da prefeitura de Ipatinga. Para informações sobre imóveis ou terrenos a venda e para locação, agende com um de nossos corretores.

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Chuvas de verão. Fique atento para economizar.

Época do ano é propícia para armazenar água da chuva em recipientes para reutilização e também de riscos de desabamentos.

O clima vem esquentando e o calor aumentando gradativamente nessa estação do ano que é muito esperada por uns e muito temida por outros: o verão. Com ele vem também a loucura do tempo: ou seca demais, ou chove demais. Pensando nisso, nós, da Moradia Imobiliária, preparamos para você uma dica super bacana para aproveitar esse ótimo e também perigoso fenômeno da natureza: a chuva!

Economia durante as chuvas

As chuvas torrenciais de verão podem ajudá-lo a economizar água em sua casa ou apartamento se você souber como reaproveitá-la corretamente. As edificações públicas, comerciais e residenciais são responsáveis por cerca de 20% de toda a água consumida no país e este índice aumenta no verão, onde se consome muito mais água.

O índice preocupa o setor de construção civil, que se mobiliza para criar soluções para reduzir o desperdício, a partir do desenvolvimento de tecnologias que permitam diminuir os impactos ambientais. E deve preocupar você também! Além de ser uma medida ambientalmente correta, o aproveitamento da água da chuva proporciona economia, porque reduz gastos com água tratada, que estão cada vez mais elevados.

O investimento para a implantação desse tipo de sistema é compensado rapidamente com a economia feita no consumo de água tratada. Os custos variam de acordo com as características de cada imóvel, com a quantidade de água de chuva a ser reaproveitada e com o uso final a que se destina.

Como fazer

A implantação do sistema é simples, com sua adaptação aos elementos da rede hidráulica do imóvel ou do condomínio. O aproveitamento da água de chuva é composto, basicamente, por quatro subsistemas: CAPTAÇÃO, ENCAMINHAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRATAMENTO.

A captação é feita por calhas instaladas nos telhados e o encaminhamento se dá por meio de tubulação hidráulica, que leva a água da chuva captada para o reservatório, geralmente uma caixa d’água comum, só que situada abaixo do sistema de captação. Já os equipamentos e técnicas de tratamento variam em função do destino que será dado à água aproveitada.

Usos

Se o destino da água aproveitada for lavação de áreas externas como calçadas, garagens ou playground, além de automóveis e irrigação de quintais, jardins e hortas o tratamento se dá no próprio sistema de captação, com filtros instalados nas calhas para a retenção de resíduos como folhas ou impurezas trazidas pelas chuvas. Já se a água for usada para outros fins como banhos, descargas sanitárias ou mesmo consumo humano e animal, o tratamento deve ser feito após o armazenamento, por empresas especializadas para a desinfecção e clorificação.

Não faça você mesmo se não tem conhecimento. Tudo que remete à conservação da saúde deve ser realizado por profissionais especializados e treinados, com segurança e profissionalismo.

Riscos durante as chuvas

As chuvas de verão além de trazerem oportunidade de economia, trazem também prejuízos para quem possui imóvel em área considerada de risco. Fique atento e consulte na prefeitura se a área de sua residência é segura ou fica em área de risco, tanto de desabamento quanto de enchentes.

Em Ipatinga, a principal preocupação é com as ocorrências de deslizamentos de encostas. A situação se agrava pelo corte irregular de terrenos e o encharcamento do solo durante o período chuvoso, ocasionando enormes transtornos e danos à comunidade.

Nesse período as chuvas vêm fortes e, algumas vezes, chove em um dia o esperado para o mês inteiro. Fique atento e proteja-se previamente buscando orientação na Defesa Civil da cidade. Em Ipatinga o endereço é Rua Pouso Alegre, 34, Centro. O telefone para informações é 31-3829-8414. Em caso de emergência o telefone para contato é o 199.

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Horto, qualidade de vida junto ao verde

A Moradia Imobiliária se preocupa com o bem-estar de seus clientes, amigos e parceiros e, por isso, tem trazido em suas publicações as melhores dicas de bairros para se morar bem e ter muita qualidade de vida em Ipatinga. Hoje o bairro escolhido para você conhecer e pensar sobre o melhor lugar para alugar ou comprar sua casa ou apartamento novo é o tradicional, familiar, rodeado de mata nativa e muito comercial, o Horto. Vamos saber um pouco mais?

História antiga

Ipatinga Cidade Jardim, de José Augusto de Moraes, traz em suas páginas a história da cidade e muitas curiosidades sobre a implantação dos bairros. Segundo ele, o Horto foi o primeiro a ser construído pela Usiminas. A região do atual bairro fora conhecida originalmente como Córrego de Nossa Senhora ou Horto de Nossa Senhora, onde foi construída a Estação Nossa Senhora, da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), por volta de 1922. Neste ano, foi criada próxima do local a primeira farmácia da atual Região Metropolitana do Vale do Aço, pelo farmacêutico (e futuro político) Raimundo Alves de Carvalho.

Com a instalação da Usiminas em Ipatinga, então distrito pertencente a Coronel Fabriciano, na década de 1950, houve a construção de bairros inteiros destinados a servir de abrigo aos seus trabalhadores, sendo o Horto o primeiro deles. Até essa ocasião, o povoamento contava com cerca de 60 casas e 300 habitantes.

O projeto do bairro é datado de 1958, quando foi criado pela Usiminas o primeiro plano urbanístico da atual cidade, então chamada de Vila Operária, projetado pelo arquiteto Raphael Hardy Filho. O núcleo habitacional foi destinado inicialmente aos primeiros técnicos que chegavam à localidade para trabalhar na empresa e suas casas contavam com 201,95 m² de área construída, incluindo três quartos e dois banheiros.

Na época, foi criado um órgão apenas para acompanhar a construção das casas: DOAP (Departamento de Obras Auxiliares e Provisórias). Foram aproveitadas algumas casas já existentes, que pertenciam à CAF (Companhia Agrícola Florestal. A Rua U foi a primeira a ser construída. Dizem que secaram os rebocos das paredes das casas com lamparinas, devido à pressa na construção. As ruas receberam nomes de madeiras, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974. O bairro Horto tem como vizinho o bairro Bom Retiro.

Comércio e educação

Diversificado e muito eclético, o bairro Horto tem um centro comercial forte e tradicional. Aliado à praticidade de toda a rede bancária estar disponível pelo bairro, o comércio local investe em marcas de renome e produtos para os mais diversos públicos. Entre os estabelecimentos comerciais estão também algumas clínicas para exames laboratoriais e oftalmológicos, além de farmácias e acesso fácil ao trajeto que leva ao hospital.

Quanto a educação o bairro conta com a Escola Estadual Engenheiro Márcio Aguiar da Cunha com ensino fundamental regular, algumas creches particulares, uma unidade de um colégio técnico e uma unidade de uma faculdade particular.

Alimentação e vida noturna

Por ser um bairro tradicionalmente familiar mas muito comercial, as opções de alimentação são muito diversificadas. Restaurantes self-service com foco em comida mineira, em frutos do mar, em comida caseira e fitness além de lanchonetes com salgados diversos e muito produto gourmet, que está na moda. Sorveterias, açaí, cafés especiais e vinhos de diversas nacionalidades podem ser degustados nos estabelecimentos do bairro.

Duas padarias atendem a comunidade e uma tradicional churrascaria atrai o público tanto para um rodízio no almoço quanto para o happy hour depois do trabalho. Pizzarias e hamburgueria também fazem parte das opões de alimentação no bairro.

A vida noturna no bairro é pacata. Em frente ao templo católico encontra-se a Praça Engenheiro Carlos Jacinto Prates, que é um dos principais espaços públicos do bairro e por vezes se torna palco de eventos e festividades abertos à população. Há também o Clube Ypê, que recebe festas regionais e atende a sócios. Ao lado do bairro está localizado o Clube Usipa, famoso por descobrir grandes atletas da região. O Horto também se destaca pela proximidade com o shopping da cidade.

Mobilidade Urbana

A malha viária do bairro é privilegiada por estar junto da BR 381, que dá acesso aos demais bairros da cidade e à saída para a capital e cidades vizinhas, como Coronel Fabriciano. Suas vias são estreitas e grande parte de sentido único, mas bem organizadas e sinalizadas.

No bairro transitam linhas de ônibus para quase todos os pontos da cidade, além das linhas intermunicipais que atendem o município. Ponto de táxi e de moto-táxi estão à disposição de quem precisar.

Manto verde

Umas das atrações do bairro também é o manto verde que se estende por todo o “fundo” do bairro. Cercado pela mata nativa, o bairro é constantemente visitado por animais silvestres nas proximidades com a mata, mas não oferecem perigo aos moradores. A recomendação é que não toquem nos animais para evitar doenças.

O manancial de Mata Atlântica existente ao redor do bairro é protegido pelo Plano Diretor da cidade, que ressalta a preservação de áreas naturais no município.

Patrimônio cultural

No Horto há um imóvel que inicialmente foi construído para ser provisório e tornou-se a principal atração do bairro: a Igreja de Nossa Senhora da Esperança. Erguida “milagrosamente” em apenas 12 dias, os trabalhos tiveram início em 13 de dezembro de 1959, antes, portanto, da constituição canônica da paróquia, sete meses depois. Na construção foi utilizada pouca alvenaria e muita madeira, incluindo o altar-mor, a mesa da comunhão, a pia batismal e, especialmente, a imagem da padroeira, feita em peroba.

A Paróquia Nossa Senhora da Esperança “Igreja do Horto”, foi fundada no dia 15 agosto de 1960 pelo arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, quatro anos antes da emancipação política de Ipatinga, alçada então a município. A Igreja Católica Nossa Senhora da Esperança foi tombada pelo patrimônio público no dia 30 de dezembro de 1981 pelo decreto de lei nº 1.443. Ela foi recentemente reconstruída por necessidades estruturais, mas sem perder as características e detalhes originais que lhe rendem tantos elogios.

Ficou encantado com o bairro? Soube como foi criado e como funciona hoje? Já sabe que o bairro atende a grande parte de suas necessidades? Então aproveite para conhecer os imóveis para aluguel e venda no Horto e conte com o melhor atendimento da Moradia Imobiliária para você morar bem e com qualidade de vida. Conheça também os bairros Cariru e Iguaçu.

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08 vantagens de morar perto do trabalho

Todos nós temos sonhos. Uns sonham com uma linda casa na praia com o mar como quintal, ou no campo com hortas e uma cerquinha branca. Outros sonham em morar em amplas coberturas nos grandes centros urbanos, com uma linda vista para as principais avenidas da cidade. Com família, com o amor da sua vida, com animais domésticos ou somente com a sua própria companhia, todos queremos qualidade de vida onde moramos. E que tal aumentar a qualidade de vida morando perto do trabalho?

Ganhar algumas horas no dia longe do trânsito, dos engarrafamentos e do stress do dia a dia ajuda a melhorar significativamente o seu bem-estar. E como nosso slogan diz: “Trabalhamos para o seu bem-estar”, vamos te listar 8 vantagens de se morar perto do trabalho para que você tenha uma vida mais tranquila e saudável. Vamos lá:

1 – Cuidados com o lar

A falta de tempo nos deixa um pouco desleixados com o ambiente em que vivemos. Com um tempo menor de deslocamento até o trabalho, sobra tempo para ajeitar e limpar muita coisa dentro e fora de casa como aquela prateleira cheia de bagulhos, aquele guarda-roupa entupido de roupas sem dobrar, aquele armário da cozinha que você misturou alimentos com produtos de limpeza por pura pressa e outros ambientes que ficam de lado na nossa rotina agitada. Tempo é um fator essencial para que a sua organização seja perfeita e você consiga colocar tudo no devido lugar.

2 – Cuidados com o corpo e a mente

A questão de ter tempo para cuidados se aplica a você também. Reorganizando sua agenda você poderá se dedicar a aquele curso que gostaria de estar fazendo, para aqueles exercícios que nunca consegue fazer por estar sempre com pressa, para aquele livro que começou mas não consegue parar para ler. Enfim, o cuidado com o corpo e a mente são alguns dos benefícios de se morar perto do trabalho.

3 – Diminuição de gastos com transporte

Horas no trânsito, ônibus lotado e você em pé, engarrafamentos e poluição dos automóveis diretamente sobre você farão parte do seu passado depois que se mudar para perto do trabalho. Com isso você também economiza deixando de pagar os preços abusivos dos transportes públicos e do abastecimento dos veículos privados.

4 – Aumento do relacionamento com vizinhos

Ir a pé até o trabalho pode te ajudar a saber quem são seus vizinhos e a interagir com eles. Caminhando você conhece melhor o seu bairro, o comércio e a população que mora no entorno da sua residência. Isso ajuda a ficar por dentro das novidades do bairro e da cidade, prevenindo uma série de situações e se organizando para diversas outras em comunidade.

5 – Mais disposição e bom humor

Com a proximidade entre sua casa e seu trabalho, evitando deslocamentos longos e gastos com transportes públicos cada vez piores, a tendência é você acordar mais disposto e com bom humor para encarar o que vem pela frente no seu dia de labuta. Aproveite para tomar aquele café da manhã reforçado em casa ou na padaria do bairro, onde você poderá também interagir com a comunidade e criar laços de afetividade e respeito com seus vizinhos.

6 – Equilibrando a alimentação

Sobrando tempo você poderá pensar e escolher melhor sua alimentação. Aliado a exercícios físicos, a boa alimentação ajuda a melhorar o seu ânimo, a sua disposição e sua qualidade de vida. Com essa adição de tempo extra, você pode preparar seu próprio alimento, evitando os industrializados e cheios de conservantes, optando por uma alimentação mais saudável e que irá te ajudar a viver melhor.

7 – Praticar exercícios

A desculpa oficial de falta de tempo para se exercitar deixará de existir com a mudança para perto do local de trabalho. Já na ida dá para se praticar exercícios adotando a bicicleta como veículo oficial. Uma academia no caminho do trabalho também pode ser benéfica. Caso não haja uma, há praças com aparelhos destinados a prática de exercícios que é só chegar e utilizar. Caminhar até o trabalho também é uma opção muito saudável.

8 – Dormir mais e melhor

Mais uma hora de sono pode sim fazer a diferença na sua saúde. Um dia mais puxado no seu trabalho pode ser compensado com algumas horas a mais de sono, restaurando seu corpo para o dia seguinte. Morando perto do trabalho você pode se dar ao luxo de acordar mais tarde porque não precisa se deslocar muito para ir trabalhar.

 

Tendo em mãos todas essas vantagens de se morar perto do trabalho, que tal procurar um profissional para ajudar a realizar este sonho? O Corretor de imóveis deve ser capaz de mapear o perímetro do seu local de trabalho e descobrir quais são os melhores imóveis para você escolher e se mudar o quanto antes. Em Ipatinga você pode contar com os profissionais da Moradia Imobiliária.

Se você deseja investir na compra de um imóvel, aproveite para ler essas 13 dicas super importantes que preparamos para você antes fechar negócio. Clique aqui e saiba mais!

 

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Home Staging: melhorando sua venda

Técnica impulsiona transações imobiliárias em todo o Brasil

Chegou aquele momento que você vai se desfazer do seu atual imóvel e pensa em colocá-lo a venda para adquirir um novo ou apenas para fazer aquela grana que precisa? Sabemos que, na situação econômica que o mercado brasileiro se encontra, não podemos deixar nada para depois e precisamos valorizar o que temos para atrair potenciais compradores.

Os proprietários mais antenados estão entendendo um conceito que surgiu no mercado a algum tempo e que tem feito muita diferença nas transações imobiliárias. Hoje, sabe-se que não basta apenas ter um imóvel bem localizado ou com boa configuração de planta, é necessário prepará-lo para a venda.

E este conceito, recurso ou técnica de preparação do imóvel que facilita ricamente o seu processo de venda tem um nome: Home Staging.

O que é?

O termo “home staging” significa “encenação da casa”, literalmente. Como prática, consiste em tornar o imóvel o menos personalizado possível de modo que ele fique mais atrativo ao maior número possível de potenciais compradores. Lembrando sempre que essa preparação não deve ser confundida obrigatoriamente com obra ou com projeto de decoração.

Antes de um imóvel ser divulgado para a venda é necessário deixá-lo bem apresentável para o comprador em potencial, e é nisso que o home staging basicamente consiste: reorganizar, repaginar o imóvel.

Todas essas benfeitorias têm como objetivo fazer o registro fotográfico, já que, atualmente, a maior parte dos clientes busca o imóvel no ambiente digital.

No Vale do Aço, segundo dados de pesquisas realizadas pela Moradia Imobiliária, o público tem mudado o perfil de procura e está mais seletivo. “O fluxo de clientes via meios digitais tem crescido nos últimos anos e estamos nos adaptando para esse mercado cada vez mais exigente. O cliente não busca no seu smartphone só por preço, busca por qualidade também, e uma boa foto, com um ambiente limpo e atrativo, desperta uma melhor primeira impressão”, conta Francislaine Cristina, corretora na Moradia há mais de dez anos.

Origem do termo

Surgidas nos Estados Unidos em 1972 e aplicadas hoje em toda a Europa, as técnicas que sustentam este conceito foram desenvolvidas com base no design, psicologia e sociologia.

Aplicação no mercado imobiliário

Grande parte das imobiliárias não se preocupa com as fotos para divulgação em seus meios digitais. O proprietário deve chamar a atenção para isso e exigir uma divulgação de boa qualidade, que corresponda a valorização que o home staging proporciona para o imóvel.

As fotos dos imóveis são um dos principais e primeiros fatores que os clientes olham ao buscar o imóvel e, se o mesmo estiver desorganizado, sujo ou avariado, pode diminuir bastante suas chances de venda.

Na Moradia a preocupação com a divulgação dos imóveis é prioridade. Uma equipe de Marketing, com fotógrafo experiente e com olhar diferenciado trabalha para que os imóveis estejam da maneira mais atrativa para os clientes. No nosso site você pode conferir os imóveis a venda e também para locação.

Se o imóvel tiver passado pelas mãos dos profissionais de home staging as possibilidades de uma melhor divulgação e venda mais rápida aumentam.

Valores

O investimento que o proprietário fará nesse tipo de serviço é cobrado pelo valor hora do profissional ou sob o valor do imóvel por meio de comissão. Esse dispêndio é compensando pelo aumento da liquidez do imóvel e pela aceleração no processo de venda. O preço final do imóvel que tiver este serviço pode aumentar em até 15%.

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13 Dicas de como comprar minha casa própria

Ter o seu lugar, seu canto, sua moradia, seu lar! Se dar de presente uma casa nova! Esse é o sonho de muitos brasileiros e pode ser realizado com determinação, esforço e muito comprometimento. Uma casa nova ou apartamento novo está nos planos de muitos de nós, mas como realizá-lo? Sabemos que o cenário político nacional afeta o cenário econômico e as incertezas quanto ao futuro do país tomam conta da população. Saber a hora de investir em um imóvel é complicado e, por isso, nós ajudaremos você a entender o melhor caminho para a compra da tão sonhada casa própria.

O principal conselho que podemos te dar é: NÃO DESANIME!

Nosso Diretor e também Corretor de Imóveis José de Oliveira dá algumas dicas sobre planejamento para realizar o sonho de ter sua casa ou apartamento próprio. Vamos conferir?

Diretor e Corretor de Imóveis da Moradia Imobiliária

1 – Pergunte-se: será que eu consigo pagar?

O primeiro passo, antes de sair procurando a casa ou apartamento dos sonhos, é fazer as contas com base no seu orçamento doméstico. Sem prejudicar a saúde financeira de sua família, defina o quanto vocês podem pagar pela casa nova. Lembre-se que a prestação mensal não deve ultrapassar 30% da renda total.

2 – Comece, mesmo que seja com pouco!

De início é imprescindível poupar e juntar uma boa quantia para entrada para evitar juros maiores depois. A dica de José de Oliveira é: poupe, guarde, coloque no colchão se for preciso, mas não deixe de guardar mesmo que seja pouco dinheiro. Sua casa nova merece!

3 – Se segure e tenha foco.

Aquela blusinha nova que você paga em seis prestações, aquele sanduba gourmet que é o dobro do preço do comum, aquele passeio que pode ser substituído por um programa mais em conta com a família podem e devem ficar em segundo plano quando o assunto é economizar para o novo apartamento. Foco é a palavra da vez para quem quer comprar uma casa nova. O que não é urgente ou importante pode ser reprogramado para depois da realização do seu sonho!

4 – Todos juntos nessa!

A sua família pode ajudar muito no quesito economia. Converse com seus familiares e estabeleça um acordo econômico para baixarem os gastos e guardarem mais dinheiro. Trabalhos extras ajudam a complementar a renda e podem ajudar na soma final da compra de seu imóvel. Juntos podem realizar os sonhos mais rapidamente.

5 – Pense nos extras!

Na procura pelo apartamento ou casa dos sonhos, alguns se esquecem dos gastos extras como IPTU e condomínio. São valores que podem ser significativos na hora de pagar as prestações. Se organize para conseguir pagar todas as despesas.

6 – Procure opções viáveis.

As taxas de juros sofrem muita variação de um banco para outro. Pesquise. Faça simulações. Peça ajuda a quem conhece do assunto e escolha a opção que tenha mais vantagens e menor incidência de aumentos. Uma dica é perguntar pelo CET – Custo Efetivo Total. Nele você encontra os juros e todos os encargos embutidos no financiamento.

7 – E os documentos?

Um gasto importante e não menos preocupante é com os documentos. Os custos da escritura, impostos e papelada pesam no orçamento e são por conta de quem compra. Programe-se para essas despesas!

8 – Partindo para ação.

A Moradia Imobiliária te ajuda a realizar o sonho da sua casa própria.

Com as dicas anteriores em dia, procure a Moradia Imobiliária para que um de nossos consultores imobiliários lhe oriente. Traçaremos um perfil de acordo com suas necessidades contemplando o tipo de imóvel que você deseja, seja casa, apartamento ou estabelecimento comercial, além da localização, a faixa de valores e a forma de pagamento. A partir daí, lhe apresentaremos opções dentro do perfil nos fornecido.

9 – Seleção e visitação dos imóveis.

Após recebimento das opções, chega a hora de selecionar os imóveis que mais lhe interessam para a etapa da visitação. Nossos consultores Imobiliários acompanham todos os clientes interessados, a fim de prestar o melhor atendimento no local onde poderá ser o lar ou ambiente de trabalho para você, família e colaboradores.

10 – Contrato ou promessa de compra e venda.

Após a sua definição pelo imóvel ideal, redigiremos um Contrato de Compra e Venda, em que constará os dados cadastrais do vendedor e do comprador, valor de transação, sinal de garantia do negócio, prazos e formas de pagamento e ainda todas as clausulas importantes para que o negócio seja fechado, da forma mais justa e transparente possível, para todas as partes envolvidas.

11 – Forma de pagamento.

Existem três formas usuais de pagar sua casa ou apartamento novo: a primeira é via financiamento por meio de uma Instituição Financeira, a segunda é por meio de financiamento próprio de uma Construtora e o terceiro é o pagamento à vista ou em pequenas parcelas, negociadas entre comprador e vendedor. Escolha uma e receba todo o auxílio e informações necessárias para colocá-lo em prática.

12 – Assinatura da escritura e pagamento de impostos.

A escritura poderá ser assinada na Instituição Financeira, caso a compra do imóvel seja financiada, ou em Cartório, situação em que o imóvel seja adquirido por financiamento próprio de uma construtora ou à vista. O ITBI, imposto gerado em todas as transações imobiliárias, é de responsabilidade do comprador e deverá ser recolhido logo após a assinatura da escritura em uma instituição financeira. Se não houver financiamento bancário, o recolhimento do imposto deverá ser de forma antecipada, tendo o comprador a obrigação de levar o recibo de pagamento ao Cartório.

13 – Posse do imóvel e registro da escritura.

Após as devidas assinaturas e recolhimento do imposto inerente ao imóvel, chega a hora de pegar a chave e tomar posse de sua casa ou apartamento novo. Atenção! A escritura, enquanto não registrada pelo comprador em um Cartório de Registro de Imóveis, não comprova a efetiva transferência da propriedade.

Esperamos que tenha gostado das dicas de nosso Diretor! Feliz casa nova!

 

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Iguaçu, um ótimo bairro para se morar!

Seguindo com a nossa proposta de levar até você mais sobre a história dos bairros de Ipatinga, trouxemos hoje aquele que é considerado o bairro que “corta” a cidade por estar localizado próximo a diversos bairros e da rodovia BR 381 e ser rota de escoamento do fluxo frenético de veículos em horários de pico: o Iguaçu.

Contaremos aqui a história e algumas curiosidades deste delicioso bairro e diremos a você o porquê morar aqui pode ser sensacional por proporcionar qualidade de vida, mobilidade e segurança.

Conhecendo a origem

O Iguaçu foi o primeiro loteamento de Ipatinga fora do projeto “Vila Operária”.
Diferente de outros bairros aqui já detalhados, que foram construídos de acordo com o “Projeto Vila Operária”, do arquiteto Rafael Hardy, o bairro Iguaçu começou a ser construído nas terras que pertenciam a “Fazenda Prato Raso”, do pioneiro Jair Gonçalves. Segundo José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, para atender à demanda exigida pelo progresso da cidade, o pioneiro preparou toda a infraestrutura inicial dos lotes, que foram colocados à venda. Jair Gonçalves também doou parte das terras para a comunidade de Ipatinga, destinadas à construção de escolas, asilos, igrejas e campo de futebol. Das terras da “Fazenda Prato Raso” surgiram então os bairros Iguaçu – o primeiro loteamento – e Cidade Nobre, que possuem as partes mais valorizadas do território de Ipatinga. As ruas do bairro receberam nomes de pedras preciosas e de tribos indígenas, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974.

Comércio

Com algumas avenidas, como a Brasil, principal do bairro, e praças com o entorno ladeado de lojas, agências de automóveis, restaurantes, lojas de informática, de venda e conserto de celulares entre outras, o bairro Iguaçu se destaca pelo seu intenso comércio.

Uma característica no comércio local é o direcionamento para o segmento de noivas e casamentos, sendo o bairro muito procurado pelas nubentes à procura de vestidos para o seu grande dia, além da vestimenta de seu noivo e madrinhas. Agências de fotos especializadas neste segmento também podem ser encontradas por lá. Salões de beleza também são muitos e atendem todo tipo de público.

Além do comércio, o bairro agrega também uma grande variedade de escritórios de grandes empresas e indústrias da região. Pelo fato do bairro ser bem localizado e de escoamento fácil de transito é a preferido pelos empresários para se estabelecerem.

Mobilidade urbana

Na principal avenida do bairro passam diversas linhas de transporte público, além de uma grande variedade de moto-táxis.
Morar no Iguaçu e não ter transporte próprio não é problema. Por lá passam quase todas as linhas de ônibus da cidade, facilitando a vida dos pedestres e proporcionando um deslocamento mais ágil. Outro tipo de transporte muito utilizado pelos ipatinguenses é o moto-táxi, que no bairro Iguaçu tem uma concentração ótima deste tipo de serviço. São mais rápidos e bem acessíveis.

Qualidade de vida

O bairro Iguaçu tem como ponto inicial e final o encontro do Córrego Bom Jardim com o Ribeirão Ipanema. Ao lado do Ribeirão foi construída uma pista de caminhada que leva até o Parque Ipanema, vizinho do bairro.

Muitas praças compõem a urbanização do Iguaçu e nelas há sempre muito verde e bancos e mesas onde os moradores desfrutam de preciosos momentos de descanso e lazer. Para os esportistas há no bairro um campo de futebol e algumas academias.

E para aqueles que a qualidade de vida já não está tão boa, o bairro oferece uma opção enorme de farmácias e drogarias, além de clínicas médicas e de exames.

No detalhe o casal Altina e Jair Gonçalves. Foto da turma do EJA na Escola Altina Olívia Gonçalves, no bairro Iguaçu. Foto: acervo euamoipatinga.com.br

Educação

 Para quem tem filhos o bairro Iguaçu é perfeito pela proximidade de escolas e faculdades. No bairro há creches, escolas de ensino básico, fundamental, médio e superior. O bairro conta com duas escolas municipais e uma estadual, além de uma escola de ensino técnico e uma faculdade. Uma curiosidade interessante sobre uma das escolas é a homenagem à esposa do benfeitor que doou as terras para construção do bairro. O nome dela foi dado à instituição em reconhecimento pelos vinte anos de trabalho voluntário dedicados à população do Iguaçu.

Curiosidade

Em uma cidade em que sua maior receita é oriunda da indústria metalúrgica, os equipamentos públicos têm que ser adaptados para atender à demanda do transporte de grandes peças.

Por isso, na Avenida Pedro Linhares, na altura do bairro Iguaçu, a passarela de passagem de pedestres que atravessa a rodovia foi construída deixando o vão central removível. O vão central é removido toda vez que a carga ultrapassa o limite máximo de 4,40 m de altura.

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Transportando a mudança sem dor de cabeça

Chegou a hora de deixar seu espaço, seu cantinho, algumas lembranças e umas experiências de vida para encarar o desconhecido que é um novo lar? Uma casa nova e uma nova vida, mas com seus pertences, porque não tá fácil comprar tudo novo né! Para essa nova fase de sua vida e para encarar essa empreitada que é uma mudança, preparamos algumas dicas que serão muito úteis nesse processo.
Para se ter uma boa mudança, busque no mercado empresas idôneas e profissionais com indicação.

Escolhendo a empresa certa

Idoneidade. Essa é a primeira verificação que se tem que fazer ao buscar uma empresa, seja ela de qualquer ramo, para prestar serviços sob sua autorização. Após pesquisar com amigos e conhecidos indicações de empresas que prestaram bons serviços e ofereceram bons preços, confira no PROCON se há reclamações sobre a escolhida por você. Se houver algum registro, procure outro fornecedor.

Faça mais de um orçamento

Muita gente não sabe, mas toda empresa de mudanças é obrigada a fornecer um orçamento, conforme diz o Código de Defesa do Consumidor (Art. 40). É com ele que você poderá pesquisar as melhores ofertas e optar pelo que for melhor para sua mudança.
Pesquise preços e referências de mais de uma empresa. Isso evitará muitos transtornos durante a sua mudança.
E fique atento, pois algumas empresas cobram uma taxa pelo orçamento. Pergunte sobre valores antes de contratar este tipo de serviço e faça pelo menos três orçamentos em diferentes locais. Geralmente o valor a ser cobrado é definido após visita de vistoria do profissional. Ele avalia a quantidade e o modo como serão transportado os objetos e móveis e quanto essa logística vai custar, incluindo a mão de obra dos carregadores.

Tudo em segurança

Para se ter um controle do que será transportado faça uma lista de móveis e objetos. Verifique o estado dos móveis e se já existe alguma avaria, guardando com você essa lista. Peça para um responsável pela empresa assinar e fique com uma cópia. Este documento chama-se rol de inventário.

Se proteja, peça os documentos

Ao contratar um serviço de mudanças, assim como qualquer outro, você está totalmente protegido pelo Código de Defesa do Consumidor e, para reclamar seus direitos, é necessário ter em mãos os documentos como o contrato e a nota fiscal. Fique sabendo que a lei obriga a empresa de transporte de mudanças a ser responsável por todos e quaisquer danos no serviço realizado. O não cumprimento do que foi contratado é de responsabilidade da empresa.

Empacotando

Muitas empresas tem a opção de empacotamento de móveis e objetos sob exigência de seguradoras. Você pode arcar com essa despesa e ficar tranquila em relação ao que está sendo transportado ou pode você mesmo embalar tudo, mas sem nenhuma garantia. Caso opte por contratar o serviço, todo o material deve ser fornecido pela empresa, fique atento.
E você sabe como é calculado o orçamento? É pelo espaço estimado que são definidos o tamanho do caminhão e o valor do transporte. O preço da cubagem (metro cúbico) leva em conta a quantidade de objetos, a distância da casa velha à casa nova e o grau de dificuldade. Desempacotar também pode fazer parte do serviço prestado e deve ser cobrado no orçamento inicial.

10 IMPORTANTES DICAS

1) Exija um contrato por escrito discriminando: nome, endereço e CNPJ (se for pessoa física, RG e CPF) da empresa, dados pessoais do contratante, local, data e horário de retirada e de entrega, valor do serviço, condições de pagamento e tudo o que for acertado verbalmente. Não deixe de ler com atenção este documento e de riscar os espaços em branco.
2) Informe-se quanto às regras de mudança do imóvel atual e do novo. Alguns locais têm horários delimitados para realização do serviço, e isso afeta no preço.
3) Avise o síndico e/ou o zelador sobre sua mudança, e confira se não há outra pessoa realizando transporte no mesmo dia e horário, para evitar congestionamentos em elevador e outros transtornos do gênero.
4) No dia da mudança, reserve vaga para o caminhão na frente do imóvel – ou o mais perto possível; quanto mais longe, mais demorado e mais carregadores serão necessários, encarecendo o transporte.
5) Procure vincular o pagamento ao término do serviço. Se não for possível, veja a possibilidade de disponibilizar apenas um sinal na contratação, quitando o restante após a mudança.
6) Certifique-se de que o dia marcado para a mudança não coincida com feiras livres nas ruas que envolvam o local de saída ou de chegada da mesma.
7) Esvazie o botijão de gás, pois é proibido transportá-lo cheio, por causa do risco de explosão; se o gás for central, no caso de condomínios, faça o desligamento com 24 horas de antecedência.
8) Descongele o freezer também 24 horas antes do transporte. Seque-o bem antes de carregar no caminhão, para evitar odores.
9) Na impossibilidade de estar presente quando da chegada da mudança no novo endereço, peça a uma pessoa de sua confiança que faça a conferência e relacione por escrito eventuais danos ou extravios de objetos. Exija a assinatura do funcionário da empresa neste documento e guarde uma via com você.
10) Guarde cópia de toda a documentação; exija recibos de todos os pagamentos efetuados e solicite, por escrito, a previsão de entrega da mudança nos casos de transportes intermunicipais e interestaduais e carregue consigo os objetos pessoais tais como joias, dinheiro, cheques e documentos.
Mudança de moradia não é sinônimo de dor de cabeça.
Seguindo essa dicas você terá uma mudança tranquila e sem problemas. E se precisa de uma dica para conseguir uma casa nova para se mudar, que tal dar uma olhada no nosso site e conferir o que temos para você no www.moradiaimobiliaria.com.br.
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Cariru: tradicional, familiar e muito verde!

Ao se contar a história de Ipatinga, o bairro Cariru se destaca pelas suas particularidades históricas e pela movimentação dos japoneses na cultura local. Tradicional e familiar, o bairro conta com um centro comercial e diversos pontos de comércio em todo seu território. Para quem busca qualidade de vida é uma ótima opção para se morar e investir.

Não conhece o Cariru ainda? Nós listamos alguns motivos para conhecer e descobrir que é um ótimo lugar para se viver e ser feliz com a família.

História contada em livro

Foto de acervo do início da construção do bairro Cariru.
José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, nos conta que, segundo uma lenda, Cariru era uma “grande cobra” que existia no Rio Doce e que, quando saía da água, cegava com a luz de seus olhos as pessoas que se aproximavam dela. Alguns moradores mais antigos do bairro ouviram contar também que essa cobra morou por muito tempo no Fícus da Av. Japão. Mas, na verdade, o bairro tem esse nome porque ali era encontrada uma grande quantidade de um vegetal denominado Cariru ou Caruru, denominação comum a várias plantas amarantáceas, algumas das quais muito utilizadas na culinária.

Antes de se chamar Cariru, o local era denominado “Pedra Mole” e foi ali que, em 1922, foi inaugurada a primeira edificação pública da cidade de Ipatinga: a “Estação Ferroviária de Pedra Mole”. A estação foi desativada em 1930, mas o local serviu como o primeiro cemitério da cidade e posteriormente também foi implantada uma cocheira, onde eram guardados os cavalos de raça dos diretores, brasileiros e japoneses, da Usiminas. Hoje, ainda existem algumas ruínas da Estação de Pedra Mole ocultas na beira do Rio Piracicaba, no final da Av. Itália (perto do Morro do Castelo).

Ruínas da Estação de Pedra Mole, que funcionou até 1930.
O bairro Cariru começou a ser construído no início da década de 1960. Ele fez parte do “Projeto Vila Operária”, do arquiteto Rafael Hardy. No Cariru construíram-se residências para os operários de nível técnico e japoneses. Estes, após a frustração da expectativa de criar um bairro só para os japoneses, se instalaram no Cariru.

As ruas do bairro foram oficialmente denominadas com nomes de nações, pela Lei Municipal 263, de 29 de outubro de 1970, na gestão do interventor federal Almir Ribeiro Tavares. Foi construído no bairro o primeiro educandário de nível ginasial da cidade: o Colégio São Francisco Xavier, destinado principalmente aos filhos dos funcionários da Usiminas.

Alimentação e vida noturna

Bairro tradicionalmente familiar, o Cariru se destaca pelo tradicional Centro Comercial, onde bares e cervejaria animam quem por lá resolve ficar. Restaurantes como os japoneses, a pizzaria, a churrascaria, o espetinho, lanchonetes e dois tradicionais trailers de lanches são ótimas pedidas na noite para quem quer boa comida e ambientes super familiares.
Um pub no centro comercial está reunindo a galera jovem e deixando o ambiente mais descolado. Além dessas opções para comer, o bairro conta com o Teatro Zélia Olguim, famoso por trazer grandes nomes da cultura para a cidade.

Mobilidade urbana

Por estar entre o Hospital Márcio Cunha I e o Centro da cidade, que são os principais pontos finais das linhas de ônibus, o Cariru é servido de diversas linhas e uma variedade maior de horários de transporte público. Além do municipal, algumas linhas intermunicipais fazem rota no bairro. As vias principais são espaçosas e de fácil movimentação, além de muito bem sinalizadas.

Fícus, patrimônio público

Fícus foi tombada como patrimônio da cidade.
Existe no bairro uma árvore que é o símbolo da preservação do verde pelos moradores, o Fícus. Plantado em 1961 por Katanosuke Mae, um japonês que morava na rua Peru, no próprio bairro, a árvore já foi alvo de intenção de corte de algumas pessoas e os moradores locais sempre impediram, até mesmo com protestos, como o de uma moradora que se dependurou em seus galhos para impedir o corte. A árvore foi tombada pelo patrimônio histórico e artístico da cidade. Com isso, o Fícus, segue pomposo a sua vida ali, na avenida Japão, próximo ao prédio da Cônsul.

Qualidade de vida

Um atrativo especial no bairro é a pista de caminhada e corrida. Abrangendo quase todo o entorno do bairro, é muito utilizada por atletas e profissionais da saúde para atividades que promovam a qualidade de vida. A pista passa pela área onde é realizada a feira, na qual produtores regionais comercializam produtos, grande parte orgânicos, de produção local.

Verde e água

Extensa área verde e o encontro dos rios Doce e Piracicaba. Imagem: Reprodução Google
O bairro é todo cercado pela mata do Parque Estadual do Rio Doce e, ao fundo, é banhado pelo Rio Piracicaba, que se encontra calmamente com o Rio Doce próximo às ruínas da Estação de Pedra Mole. No subsolo, abaixo da foz do rio Piracicaba, está localizado um aquífero aluvionar, que é de onde é extraída a água utilizada para o suprimento da maior parte do Vale do Aço.

O bairro em números

 

E aí, já se decidiu? Gostou do bairro Cariru? Ele, de fato, é um bairro maravilhoso para se viver e desfrutar com a família e amigos. São muitos os atrativos que poderá conhecer pessoalmente em seu dia a dia. Você pode escolher a casa dos seus sonhos e ter a certeza de optar por um local privilegiado e que proporciona uma excelente qualidade de vida!
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Bom Retiro: Tranquilidade e facilidades em um só lugar!

Ipatinga é uma cidade jovem, com apenas 52 anos, mas com muita história para contar. E entre elas está a do bairro Bom Retiro. Conhecido por sua vida noturna intensa, pela tranquilidade e clima familiar mesmo em meio a um comércio ativo e diversificado, o bairro é ideal para quem busca qualidade de vida.

Optar por morar aqui pode ser um dos melhores investimentos que você faz para a sua rotina e sua família. Por ter uma infraestrutura de comércios e estabelecimentos de serviços em geral, você e sua família terão praticamente tudo ao seu alcance. Se você ainda está na dúvida sobre morar no Bom Retiro, listamos alguns bons motivos que você precisa conhecer e que, com certeza, vão lhe convencer de uma vez por todas!

História contada em livro

De acordo com José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, o Bom Retiro fez parte do conjunto de bairros construídos pela Usiminas em 1960, de acordo com a visão da “Vila Operária”, projeto de Rafael Hardy que separava os funcionários da empresa por cargos e previa um “Centro Comunal” aberto à livre iniciativa. A origem do nome do bairro é explicada por Otoni Vicente Ferreira, motorista aposentado da Usiminas.

Bairro Bom Retiro no início da década de 1960. Crédito: Acervo Público
Segundo ele, um encarregado da firma “Leão”, chamado Queiroz, pediu à Usiminas uma área no local onde seria construído o bairro para montar um curral e fornecer leite aos funcionários da empresa. “Retiro” é justamente o nome dado ao lugar onde se tira o leite. A Prefeitura Municipal de Ipatinga, posteriormente, oficializou o bairro como “Bom Retiro”. As suas ruas receberam nomes pátrios, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974.

Mobilidade urbana privilegiada

O Bom Retiro permite uma mobilidade urbana com mais facilidade devido ao grande número de linhas de ônibus que ali passam e saem do ponto final, em frente à Unidade II do HMC – Hospital Márcio Cunha. As vias são largas e o trânsito flui com facilidade. Se você pretende resolver tudo dentro do próprio bairro, o Bom Retiro conta em suas avenidas principais com calçadas largas e boa sinalização.

Comércio diversificado

Supermercados, farmácias, papelaria, material de construção, decoração, açougue, verduraria, roupas e acessórios, alfaiates, informática, academias, artigos de beleza, de pesca e acampamento, distribuidora de balas e doces e de bebidas, artigos para festas, floriculturas, autoescolas, oficinas de automóveis e de eletroeletrônicos entre diversos outros tipos de comércios podem ser encontrados no bairro. Uma lotérica e caixas eletrônicos em pontos estratégicos do HMC II e na Unileste garantem os serviços bancários por lá, mas caso precise ir ao Banco, as redes bancárias tem estabelecimentos no bairro vizinho, o Horto.

Alimentação e vida noturna

Sair para comer, ouvir um som ao vivo e deixar as crianças brincarem a vontade é muito fácil. São muitas as opções de locais para sair, sentar e tomar aquela cerveja gelada ou aquele suco super saudável. O bairro conta com pizzarias, lanchonetes diversas, sorveteria, açaí e tapiocaria, churrascarias, lanchonetes com lanches gourmet e os tradicionais hambúrgueres de chapa. Para paladares mais específicos, porções de peixe, casa de quibe, comida baiana, grega, japonesa e chinesa também são encontradas no bairro. Para quem quer estender a noite, uma cachaçaria oferece música ao vivo com sucessos regionais.
Uma Academia da Saúde foi instalada no bairro e é aberta à população.

Atividades cotidianas

Se você tem filhos, não terá problemas com escolas e faculdades no bairro Bom Retiro. Há centros educacionais pelo bairro, tanto públicos quanto privados. Há também praças e uma quadra de esportes para uso da comunidade. Um clube com piscinas e quadras de esporte para seus sócios fazem parte da lista de lazer dos moradores. Uma pista de caminhada ladeia o bairro e uma Academia da Saúde está instalada na praça em frente ao posto de Saúde. Um lar para idosos também pode ser encontrado nas proximidades.

O Hospital Márcio Cunha Unidade II trouxe para o Bom Retiro atendimentos médicos e resultados de exames antes só disponibilizados na Unidade I. Clínicas de fisioterapia e pilates, além de atendimento para animais em pet shops especializados tornaram a saúde de sua família e de seu bichinho de estimação mais acessíveis. Para momentos de oração, pode-se contar com diversos espaços religiosos como templos e igrejas. Católicos, protestantes, espíritas e as demais crenças convivem em harmonia pelo bairro.

Então, o que achou do bairro Bom Retiro? É, de fato, um maravilhoso bairro para se viver e desfrutar com a família e amigos. São muitos os atrativos que irá conhecer pessoalmente em seu dia a dia. Você pode escolher o apartamento dos seus sonhos e ter a certeza de optar por um local privilegiado e que proporciona uma excelente qualidade de vida!

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Financiamento, saiba mais para você obter todas as vantagens!

Pagar o próprio imóvel à vista é o sonho que poucos conseguem realizar. Para quem não pode finalizar a compra de imediato o crédito imobiliário é uma alternativa muito útil e viável, realizando o parcelamento do valor por meio do tão utilizado financiamento. Destinado ao fim específico de compra de imóvel, seja ele novo ou usado, residencial ou comercial, o crédito imobiliário é uma modalidade de empréstimo. Dá-se uma entrada e os bancos financiam entre 80% e 90% do valor do imóvel.

TIPOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

São três as opções de crédito imobiliário.
Hoje, no Brasil, são utilizadas o SFH – Sistema Financeiro da Habitação; o SFI – Sistema Financeiro Imobiliário; e o consórcio imobiliário. É essencial compreender as diferenças entre as modalidades para entender melhor como funciona o crédito imobiliário.

 

SFI – FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

Se o imóvel dos seus sonhos está acima do valor máximo permitido pelo SFH o seu tipo de financiamento é esse. Não se enquadrando nas regras do SHF, os imóveis comerciais também podem ser adquiridos por este meio. Lembrando que, no financiamento imobiliário, o sistema de amortização da dívida utilizado é a Tabela Price.

PELO BANCO

Para entender este tipo de financiamento é preciso saber que a taxa de juros ao ano é em torno de 12% do valor do imóvel, acrescido da Taxa Referencial (TR). O comprador tem a opção de escolher entre os sistemas de amortização disponíveis que são: Tabela Price (sem TR), SAC (Sistema de amortização constante) ou SACRE (sistema de amortização crescente). Cabe ressaltar que, no financiamento pelo banco, a grande vantagem é o uso do FGTS para pagamento do valor total ou mesmo parcial do imóvel, diminuir o saldo devedor ou pagar partes de prestações do financiamento em curso.

PELA CONSTRUTORA

Nesta modalidade a correção pela variação do Índice de Custo da Construção (INCC) é feita a partir da data de assinatura do contrato. É importante saber que nela nunca são cobrados juros na fase de construção do imóvel. Ao término da construção, o imóvel é entregue e passa a ser aplicada a taxa de juros, que normalmente é de 1% ao mês, e feita a atualização pelo Índice Geral dos Preços (IGP-M). Geralmente o prazo para quitar o imóvel não ultrapassa 96 meses (8 anos). O FGTS só pode ser usado para liquidar a dívida restante, não sendo aceito para começar a pagar o imóvel.
Vantagens do SFI:
  • Não há limite máximo para o valor do imóvel a ser financiado;
  • Pode ser feito por pessoas físicas ou jurídicas;
  • O total financiado pode variar entre 80% e 90% do valor do bem;
  • Depois de aprovado, o valor do empréstimo é disponibilizado de imediato – ao contrário do que acontece no consórcio de imóveis.

CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Sonhando com a casa própria? O consórcio pode ser uma solução.
Se não tem pressa para adquirir sua casa própria, essa opção é a indicada para você. Formado por um grupo fechado de pessoas, o consórcio tem como finalidade fazer uma poupança para a aquisição de um bem, sendo neste caso o imóvel. Até que todos tenham recebido sua carta de crédito, os pagamentos são realizados mensalmente. Esta modalidade também tem regras regidas pelo Banco Central e deve-se procurar uma boa administradora para gerenciar o consórcio.
Vantagens do consórcio:
  • Não existe taxa de juros.
  • Os custos administrativos são inferiores ao valor que se pagaria de juros nas outras modalidades.
  • Não é exigida entrada, o valor total do imóvel é parcelado.
  • Com a carta de crédito, o contemplado pode escolher o imóvel de sua preferência – sem depender da avaliação de nenhuma instituição bancária.
  • O valor do FGTS pode ser utilizado para pagar prestações em atraso, para ofertar lances ou para completar a carta de crédito para a aquisição de um imóvel de valor superior.

 

SFH – SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO

Com o objetivo de facilitar o a compra da casa própria para pessoas de baixa renda, o Governo Federal criou o crédito imobiliário SFH. O Sistema usa como recursos a conta poupança e o FGTS e há diferenças do valor máximo do imóvel em alguns estados. Para se financiar imóveis de valor acima do limite máximo estipulado, muda-se o sistema financeiro para o SFI.
Vantagens do SFH: 
  • A maior vantagem desse sistema financeiro é a possibilidade de utilizar o FGTS como valor de entrada, ou para amortização de parcelas.
  • No SFH as taxas de juros são menores do que as praticadas no SFI.
  • A tarifa de administração mensal cobrada ao cliente não pode ultrapassar R$ 25.
  • A concessão de crédito chega aos 90% do valor do imóvel.
  • Nessa modalidade, a taxa de juros é variável e a correção é feita pela TR (Taxa de Juros de Referência).