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A importância da fotografia na venda no seu imóvel

A IMPORTÂNCIA DA FOTOGRAFIA IMOBILIÁRIA

Ter um imóvel a venda e não se preocupar em ter fotografias profissionais para ilustrar cada ambiente pode tirar das suas mãos as melhores oportunidades de negócio. Entenda por que.

Há duas coisas que são constantes no mundo atual: a correria no dia a dia das pessoas e a presença quase onipresente da comunicação visual. Dois pontos que explicam muito bem porque a fotografia profissional é tão importante para o mercado imobiliário.

Ainda não conseguiu fazer a ligação? Então vem comigo que eu te explico.

Devido a correria do dia a dia, as pessoas tem cada vez menos tempo para rodar a cidade em busca de imóveis que estejam disponíveis para venda, como era costume nas décadas passadas.

Isso ocasionou em uma mudança de hábitos nas pessoas que passaram a pesquisar os imóveis através da internet, seja em sites, redes sociais ou portais imobiliários. Canais que tem na comunicação visual (mais especificamente na fotografia) a maneira das empresas, profissionais do mercado ou até mesmo proprietários apresentarem os seus imóveis aos interessados.

Agora ficou tudo mais claro né? A correria do dia a dia reduz o tempo livre das pessoas. Com menos tempo elas concentram suas buscas na internet, passando a avaliar os imóveis através das imagens que as imobiliárias, corretores e proprietários disponibilizam nos canais digitais.

E é aí que entra o ponto central dessa nossa conversa:

As fotos dos seus imóveis transmitem uma boa impressão a quem busca por eles?

Não é nada raro encontrar nos canais de venda de imóveis (sejam sites, portais ou redes sociais) imóveis exibidos em fotografias escuras, com ângulos mal escolhidos e de baixa qualidade.

Isso quando a preparação do imóvel (Home Staging) não é feita e o imóvel é fotografado sujo e/ou desorganizado.

Essa falta de cuidado com a fotografia faz com que o cliente que está avaliando a possibilidade de investir no imóvel perca o interesse em adquiri-lo ou o desvalorize em relação ao seu valor de mercado.

Nesse momento você deve estar aí pensando:

“Tá! Entendi o recado. Mas e agora, como faço para ter boas fotografias para anunciar o meu imóvel?”

E para pergunta só existem duas respostas: Ou você investe em conhecimento e equipamento para que você mesmo fotografe o imóvel ou contrata um profissional capacitado para fazer por você.

Aqui na Moradia, quem cuida das fotografias dos nossos imóveis (desde o clique até o tratamento e organização das fotos no site) é o pessoal da agência Cartola Publicidade.

Vou deixar abaixo o link de dois imóveis aqui da Moradia, com a fotografia feita pela agência.

Porém, se você não tem alguém para cuidar desse trabalho para você ou não quer investir para ter essa qualidade na apresentação dos seus imóveis no momento. Vou deixar aqui 05 dicas que vão te permitir desenvolver os pilares para uma boa fotografia imobiliária.

Ficou interessado(a)? Então vamos lá:

01 – INVISTA EM EQUIPAMENTOS

Você pode até conseguir fazer boas fotos com o seu telefone celular (dependendo da qualidade da iluminação do imóvel), mas dificilmente terá fotos profissionais com esse equipamento.

Uma câmera fotográfica DSLR + uma lente com ângulo de abertura amplo é o básico para uma fotografia imobiliária profissional. Acrescentaria ainda um flash externo ou um LED para DSLR para auxiliar na iluminação de ambientes mais escuros.

02 – CONHEÇA O BÁSICO DA FOTOGRAFIA

Sem o mínimo conhecimento sobre fotografia não há bom equipamento que salve.

Por isso, faça estudos sobre a base das técnicas de fotografia. Entenda o que é fotometria e controle de exposição, ângulos de fotografia e técnicas de enquadramento.

03 – SAIBA O QUE É HOME STAGING

Essa palavrinha em inglês (complicada de pronunciar, mas fácil de entender) está ligada ao processo de arrumação do imóvel para a fotografia imobiliária ou até mesmo para visitas de possíveis clientes.

Basicamente o Home Staging trata sobre a limpeza do imóvel e a arrumação dos ambientes, deixando os espaços livres e com o mínimo de personalização possível, para que quem veja as fotos dos ambientes (ou os próprios ambientes) consiga se imaginar vivendo ali.

04 – APRENDA TÉCNICAS DE PÓS-EDIÇÃO

Engana-se quem pensa que a fotografia termina no clique. A pós-edição (processo de tratamento e refinamento das imagens) é tão importante quanto o ato de fotografar.

Isso porque na pós-edição você consegue corrigir erros e melhorar a sua fotografia, como alinhar as perspectivas, clarear ambientes escuros, corrigir cores, eliminar pontos de distração, etc.

05 – ORGANIZE A APRESENTAÇÃO DAS FOTOS

Fotos prontas e editadas? Agora é hora de inseri-las no seu canal de apresentação ao cliente (seja ele um site, redes sociais ou portais imobiliários).

E todo cuidado é preciso nesse momento, pois jogar todas as fotos na plataforma de anúncios sem uma ordem de apresentação pré-estabelecida é um erro grave e infelizmente muito comum.

O ideal é que você crie um roteiro de apresentação do seu imóvel parecido com o que seria uma visita pessoal.

Em geral as fotos das salas ou dos quartos vem primeiro, passando pela cozinha, área de serviço, banheiros e demais ambientes que seu imóvel venha a ter.

E o mais importante: A foto de capa (destaque) deve ser a melhor foto do imóvel, não necessariamente a foto da fachada.

Bem, era esse o assunto que queria tratar com vocês nesse artigo.

Espero que o conteúdo e as dicas que trouxe aqui te ajudem a fazer boas fotografias e consequentemente apresentar melhor o seu imóvel para o mercado.

Conte conosco também caso queira que o seu imóvel faça parte da nossa carteira e tenha a nossa qualidade de divulgação.

Um grande abraço e até o próximo artigo.

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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A nova linha de crédito imobiliário da Caixa vale a pena? Confira.

 

Conheça os prós e contras da nova modalidade de crédito oferecido pela Caixa Econômica Federal.

 

E não é que 2020 promete ser um ano de retomada do mercado imobiliário? O ano em que começou e as novas já surgem a todo vapor para quem deseja comprar o seu imóvel, como, por exemplo, há alguns juros SELIC e mais recentemente o lançamento de mais uma opção para financiar uma compra de um imóvel.

 

No final do mês passado, a Caixa Econômica Federal anunciou sua linha de financiamento imobiliário com juros fixos para o sistema SFH (Sistema de financiamento Habitacional). Essa modalidade de crédito chega ao mercado com taxas que podem ir de 8% a 9,75% ao mês (dependendo do relacionamento com a instituição). Além disso, também oferece prazo de validade de até 360 meses (30 anos) e pode cobrir até 80% do valor do imóvel.

 

Essa opção de crédito soma-se a outras duas linhas que já existem na Caixa e que podem ser incorporadas em outras instituições nos próximos meses, que são uma linha de crédito indexada à TR e indexada à inflação (IPCA).

 

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO A JUROS FIXOS

 

PONTOS POSITIVOS

 

A principal vantagem dessa linha de crédito com juros fixos está na possibilidade de criar uma previsão mais concreta do valor que você pagará pelo seu imóvel.

 

Como nesse modelo não há um indexador que faz com que os valores das prestações “flutuem” de acordo com suas oscilações, você pode criar um planejamento financeiro que permita ter uma noção quase fiel quanto aos valores que você pagará ao longo do financiamento.

 

Outro ponto interessante é a observação com o lançamento dessa linha de crédito ou o aumento da participação entre instituições financeiras inseridas no país. Considerar o fato de uma caixa (que já é líder no segmento de financiadores imobiliários) contar agora com três boas opções para aqueles que buscam um negócio imobiliário, os demais bancos que usam se movimentar com sentido de seleção de opções melhores (ou com limite mínimo) para não perderem ainda mais mercado.

 

PONTOS NEGATIVOS

 

Já o lado negativo é o interesse dessa forma, nenhum momento, são os maiores praticados em excesso (a partir de 6,5% via TR e 2,95% via IPCA, atualmente).

 

Isso implica em um aumento considerável no valor final do débito e também no maior valor inicial das prestações a serem pagas, dificultando a adesão à modalidade para pessoas de baixa renda.

 

E aí, conseguiu entender um pouco mais sobre a linha de crédito imobiliário com juros fixos da Caixa? Conte aqui nos comentários a sua opinião sobre essa novidade.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Financiamento ou Consórcio? Qual é a melhor opção?

FINANCIAMENTO OU CONSÓRCIO ?

Qual a melhor opção para você que quer comprar seu imóvel, mas não tem o valor à vista?

 

Você sonha em ter o seu próprio lar, porém, ainda não conta com o valor integral para compra-lo à vista. Neste artigo, trataremos sobre os dois meios mais conhecidos para aquisição de um imóvel em longo prazo: o financiamento e o consórcio imobiliário. Ficou interessada(o) no assunto? Então, vem comigo!

 

 

PRIMEIRAMENTE, UMA OBSERVAÇÃO IMPORTANTE!

Antes de começar a falar sobre financiamentos e consórcios, é preciso deixar claro que há uma diferença enorme entre adquirir um patrimônio que irá lhe proporcionar a qualidade de vida que deseja ter ou realizar um investimento financeiro com o intuito de obter lucros.

Adquirir um imóvel é algo que transcende os aspectos puramente financeiros, pois envolve questões subjetivas, como a realização de um sonho, o bem-estar e o conforto de sua família, a segurança de morar em uma boa região da cidade. Algo que pode inclusive, implicar em sua saúde profissional e mental, que são fatores responsáveis pela saúde financeira de qualquer pessoa.

Muitas pessoas tendem a se posicionar contrárias a aquisição de imóveis por métodos em longo prazo, como o consórcio e o financiamento, devido ao custo final maior que essas opções apresentam se comparadas com a compra à vista. Porém, quem defende esse argumento, tende a esquecer de incluir no debate os aspectos subjetivos relacionados à aquisição de um bem tão importante quanto a casa própria.

Será que durante o prazo de um investimento financeiro que busque a lucratividade, você e sua família morarão em um imóvel capaz de lhes proporcionar a qualidade de vida que desejam ter? Se não, em que isso pode implicar na sua vida, no seu relacionamento familiar e em seu aspecto profissional?

São fatores que devem ser levados a sério na hora de tomar uma decisão sobre adquirir ou não o seu próprio lar. Feita a observação, vamos deixar de enrolar e ir direto ao assunto do artigo.

 

FINANCIAMENTO X CONSÓRCIO – QUAL É A MELHOR OPÇÃO?

Pode parecer meio “isentão” a frase que vou usar para dar essa resposta, mas é a mais correta a se usar = Depende de qual é a sua situação.

Embora ambos sejam meios para permitir que você adquira o seu imóvel sem precisar arcar com todo o valor do negócio, as opções de financiamento e consórcio possuem particularidades que devem ser levadas em conta em relação a sua situação no momento atual da compra. Como por exemplo: a pressa em usufruir do imóvel, ter ou não um montante de dinheiro disponível para entrada ou lance, sua condição financeira mensal, etc.

Para ficar mais fácil de entender, vou explicar em detalhes como funciona cada modelo. Continua aqui comigo!

 

  • FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

 

O financiamento imobiliário é a opção mais usada para quem tem pressa em adquirir o seu próprio lar, porém, não conta com todo o valor da negociação em mãos para fazer a compra do imóvel à vista.

Nessa modalidade, você adquire uma linha de crédito junto a uma instituição financeira, ao qual serão acrescidos juros e correção monetária ao decorrer do tempo contratado para quitação do valor adquirido.

Falando de um modo mais popular, o banco compra o imóvel que você deseja, lhe repassa, e você paga por esse empréstimo em prestações acrescidas de juros e correção monetária.

Vale também ressaltar, que para lhe conceder esse “empréstimo”, as instituições financeiras farão uma análise do seu perfil de crédito (que é um cálculo feito a partir da sua renda mensal, valor do imóvel e prazo de quitação do bem) e então definirão qual será o valor do financiamento ao qual você terá acesso e, consequentemente, qual será o valor da entrada (cujo valor mínimo é de, em média, 20% do valor do imóvel).

Outro ponto a ser abordado sobre o financiamento é em relação ao tempo contratado para quitação do financiamento. Por se tratar de altas quantias, geralmente, as pessoas buscam por prazos maiores para diminuir o valor das parcelas, podendo chegar a até 35 anos (prazo máximo que as instituições financeiras, em geral, oferecem). Porém, é preciso lembrar que quanto maior o prazo, mais juros e taxas de correção serão acrescentadas ao seu crédito. O que pode fazer com que ao final do seu financiamento, o custo total seja maior que o valor de crédito contratado.

 

  • CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Se o financiamento imobiliário é uma saída para quem deseja usufruir do imóvel de imediato, o consórcio imobiliário é uma opção interessante para você que já decidiu que precisa ter um imóvel próprio, mas ainda não sabe onde, quando ou qual o tipo de imóvel que deseja adquirir.

Diferente do financiamento, o consórcio imobiliário não impõe a cobrança de juros e correção sobre o valor contratado, mas também oferece prazos mais curtos para quitação do débito. O que há nesse caso é a inclusão de uma taxa de administração cobrada pela administradora do consórcio (que costumam girar na casa dos 20% do valor do imóvel) que pode ter a companhia de algumas outras taxas que vou mencionar logo abaixo. Já em relação ao tempo, os prazos máximos para um consórcio são de 15 anos, em média.

É importante destacar, que ao contrário do financiamento imobiliário, não é uma instituição financeira que arca com os custos da carta de crédito para compra do seu imóvel. São os próprios participantes do consórcio que “rateiam” o valor entre si, reunindo um valor que possibilite que de tempos em tempos seja escolhido um participante para retirar o valor da cota contratada para compra do imóvel. Essa escolha acontece mediante sorteio (e aqui o que vale é a sorte para ser contemplado) ou o lance (que é quando o consorciado pode oferecer uma quantia X para ter acesso à carta de crédito. Aquele que der o maior lance leva).

O fato de não contar com o suporte de uma instituição financeira, representa um risco maior para os participantes de consórcios. Pois podem surgir casos de inadimplência de consorciados e implicar em atrasos no sorteio das cotas. Esse fato inclusive faz com que algumas administradoras de consórcios a incorporem no valor das mensalidades, taxas como fundos de reserva ou seguro de vida, que servem justamente para proteger os participantes do seguro contra possíveis problemas que possam vir a surgir no decorrer do consórcio.

Todavia, além da taxa administrativa e de possíveis taxas extras, como o fundo de reserva, há de se considerar ainda o reajuste anual que é feito nas parcelas de um consórcio. Esse reajuste é feito a partir do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que mede os índices de inflação no Brasil para o setor de construção civil. O que pode se tornar um complicador para o consorciado, caso haja um período de alta nos índices do INCC (que esse ano tem girado na casa dos 4,0%).

Mas também é importante considerar a possibilidade que o consórcio oferece para amortizar débitos futuros no consórcio através de lances ou de quitação de parcelas a vencer, lhe permitindo abater valores sem incidência dos reajustes. Minimizando dessa forma os impactos no valor final do consórcio.

Para finalizar esse assunto, cabe dizer que outro ponto a favor do consórcio é o fato de que após você quitar o débito e ter a carta de crédito em mãos, você poder escolher o perfil e localização do imóvel que deseja adquirir, que pode mudar ao longo do tempo devido, seja por questões pessoais, familiares, profissionais, ou qualquer que seja.

 

MAS O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA?

 

Significa que mesmo que você não tenha todo o valor necessário para adquirir o seu imóvel de imediato, existem possibilidades para tornar esse sonho realidade (ainda que representem um investimento maior a se fazer).

Financiamentos e consórcios imobiliários são opções que trazem pontos positivos e negativos, porém, são meios eficientes para lhe permitir ter todo o conforto, o bem-estar e a tranquilidade de viver em um lar só seu, onde você tenha liberdade e autonomia para moldá-lo conforme as suas necessidades e desejos.

Claro que ter um planejamento financeiro bem feito e fazer bons investimentos que lhe permitam ter melhores condições financeiras para adquirir um bem dessa importância à vista e com bons descontos, sempre será a melhor opção (Clique aqui e confira o artigo sobre planejamento para comprar sua casa própria)

Porém, como dissemos no início deste artigo, essa é uma decisão que envolve fatores tão relevantes quanto o lado financeiro.

Por isso, o mais importante para que você consiga tomar uma decisão correta sobre o assunto é traçar um panorama real da sua situação, mapeando aspectos pessoais, profissionais, financeiros e até sobre planos futuros. Tendo isso claro, fica mais fácil definir qual é a forma mais condizente com a sua realidade para fazer um investimento do porte de uma aquisição de um imóvel.

Gostou do conteúdo desse artigo? Então compartilhe nas suas redes sociais e nos ajude a alcançar mais pessoas que buscam uma resposta sobre essa questão (Tá liberado seguir a Moradia no Instagram e no Facebook também). Aproveite e deixe um comentário dizendo o que achou ou sobre quais assuntos sobre o mercado imobiliário gostaria de saber mais.

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Caixa reduz taxa de juros imobiliário. Saiba como aproveitar!

Financiar sua casa própria ficou muito mais fácil e você sabe o por quê? É que caíram as taxas de juros imobiliários da Caixa Econômica Federal.

Nesta segunda, dia 16 de abril, a Caixa anunciou as novas taxas que já estão valendo para todo o país, incluindo Ipatinga. Mas devemos ficar atentos, pois essa oportunidade não aparece sempre, e é sempre bom ficar informado para não perder essa chance de realizar seu sonho.

“É comum a mudança nas regras de financiamento imobiliário pelos bancos, e com a Caixa não é diferente. E essas mudanças são feitas de acordo com o que pede o mercado, com a oferta de dinheiro e demanda por créditos. Esta é a hora para quem está indeciso sobre a compra de um imóvel. Essas decisões dos bancos são imprevisíveis e nunca sabemos até quanto vai voltar a subir a taxa de juros e diminuir o percentual de financiamento”, comentou o Corretor de Vendas da Moradia Imobiliária, Robson Santos.

Robson Santos – Corretor na Moradia Imobiliária

Para que você aproveite a novidade com economia e comodidade, listamos abaixo o que precisa saber.

Quais são as mudanças?

  • Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – Queda dos juros saindo de 10,25% para 9% ao ano. Em Minas Gerais, o SFH financia imóveis com até 950 mil reais.
  • Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) – São valores acima do SFH, com redução das taxas de juros de 11,25% para 10%.
  • O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados, os já conhecidos imóveis de terceiros, subiu de 50% para 70%.

Não houve alteração

  • Apesar das ótimas novidades, algumas regras e linhas de crédito continuam mantidas e inalteradas. Os itens em que não houve modificações:
  • A linha Pró-Cotista não foi alterada. Para isso, o teto de financiamento foi elevado em janeiro para 70% no caso de imóveis usados.
  • Sobre as unidades novas, também foi mantido o percentual de 80% referente ao teto do financiamento.

Quanto cada banco cobra?

As taxas da Caixa e do Itaú são de 9%, seguidas do Banco do Brasil com 9,24%, do Santander com 9,49% e por último com os maiores percentuais o Bradesco com taxas a partir de 9,45%.

A Caixa divulgou que possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018. Ela não reduzia os juros do crédito imobiliário desde novembro de 2016.

Essa é a oportunidade para você comprar sua casa nova. Faça contato conosco e agende uma visita, venha saber mais sobre créditos imobiliários e esteja preparado para a realização de seu sonho!

 

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

 

                             Aqui você é #maisquebemvindo

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Devo comprar imóvel na planta ou pronto?

Chegou aquela hora que você precisa comprar seu imóvel, mas não consegue decidir se compra um pronto ou um na planta. Essa decisão é muito importante na vida de quem vai adquirir um imóvel novo e definir seu futuro lar, ou seu próximo investimento. É a chance de muito de deixar de vez o aluguel e ter para si um imóvel para chamar de seu. Mas antes de sair procurando intermediários e lidar com toda a burocracia que ambas as compras exigem, é preciso decidir que tipo de imóvel é o melhor para seu estilo de vida e para seu bolso. Na planta ou pronto?

Considerando somente a compra de imóveis novos, não há uma resposta exata para definir a questão, pois as duas trazem consigo suas vantagens e desvantagens. Nós da Moradia Imobiliária preparamos algumas considerações que você deve fazer ao escolher seu novo lar.

Na planta

São chamados imóveis na planta aqueles que dão oportunidade ao comprador negociar quando o empreendimento ainda está em fase de lançamento no terreno ou em obras. São várias as vantagens, mas a que mais chama a atenção está o fato de um imóvel nessas condições apresentar uma maior facilidade de pagamento por meio de parcelas durante a execução da obra se comparado ao imóvel usado que, na maioria dos casos, só se compra à vista ou financiado.

Comprando na planta, a personalização do seu futuro lar pode ser negociada e, dependendo da incorporadora ou construtora, é possível alterar alguns formatos de ambientes pré-estabelecidos no projeto. Um exemplo é transformar a sala em um espaço maior não colocando uma parede que seria de um quarto. Pode-se também substituir algum acabamento padrão por um que mais lhe agrada. Mas fica um alerta: existe a possibilidade de você não ficar satisfeito quando o imóvel estiver concluído tanto quanto imaginou ao desenvolver o projeto.

E saiba que comprar um imóvel na planta implica também em assumir alguns riscos, apesar da flexibilidade. Atrasos acontecem, falências de incorporadoras, instabilidade econômica e imprevistos são corriqueiros e, para evitar grandes perdas, conheça e analise a fundo a empresa com quem está fechando negócio. Busque referências no mercado e fique de olho.

Outro risco sabido neste tipo de negócio é que, após o pagamento do valor referente a entrada do imóvel, as parcelas sofrem o reajuste de algum índice relacionado a construção civil, como o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) aplicado sobre o saldo devedor da dívida, ou seja, sobre o que sobra da dívida depois de descontado o valor já pago à construtora. Fique atento pois isso poderá deixar o seu saldo devedor final bem maior do que esperava.

 

Imóvel Pronto

Este tipo de imóvel é o mais indicado para aqueles que preferem ver de perto o que vão adquirir e tem pressa para morar. E a principal vantagem deste tipo de negócio é saber exatamente o que está comprando. Visitar o espaço e conhecer o ambiente é o que mais atrai o comprador, além dos preços, claro. Nesta negociação você substitui o seu capital financeiro diretamente por um bem.

Outra vantagem que um imóvel pronto tem é a facilidade de receber um financiamento habitacional de imediato. Neste processo é considerada a sua capacidade financeira no momento e, usualmente, a entrada exigida para a compra varia de 10% a 30% do valor do imóvel.

E fique atento aos detalhes do imóvel ao visitá-lo para a compra. É muito importante se lembrar que haverão alguns problemas que surgem naturalmente com o tempo de uso e que nem sempre estão aparentes.

Mas, mesmo com estes pequenos detalhes, o principal risco dessa opção de compra é quanto a sua documentação. Ela deve ser minuciosamente estudada e analisada por um profissional experiente e competente. Conte sempre com os corretores da Moradia Imobiliária e toda sua equipe para identificar possíveis divergências nesta etapa do processo. Há relatos de casos que potenciais compradores deixaram de adquirir seus imóveis por erro na documentação por falta de conferência. Tome as precauções devidas!

 

Moradia Imobiliária, trabalhando para o seu bem-estar!

 

 

 

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13 Dicas de como comprar minha casa própria

Ter o seu lugar, seu canto, sua moradia, seu lar! Se dar de presente uma casa nova! Esse é o sonho de muitos brasileiros e pode ser realizado com determinação, esforço e muito comprometimento. Uma casa nova ou apartamento novo está nos planos de muitos de nós, mas como realizá-lo? Sabemos que o cenário político nacional afeta o cenário econômico e as incertezas quanto ao futuro do país tomam conta da população. Saber a hora de investir em um imóvel é complicado e, por isso, nós ajudaremos você a entender o melhor caminho para a compra da tão sonhada casa própria.

O principal conselho que podemos te dar é: NÃO DESANIME!

Nosso Diretor e também Corretor de Imóveis José de Oliveira dá algumas dicas sobre planejamento para realizar o sonho de ter sua casa ou apartamento próprio. Vamos conferir?

Diretor e Corretor de Imóveis da Moradia Imobiliária

1 – Pergunte-se: será que eu consigo pagar?

O primeiro passo, antes de sair procurando a casa ou apartamento dos sonhos, é fazer as contas com base no seu orçamento doméstico. Sem prejudicar a saúde financeira de sua família, defina o quanto vocês podem pagar pela casa nova. Lembre-se que a prestação mensal não deve ultrapassar 30% da renda total.

2 – Comece, mesmo que seja com pouco!

De início é imprescindível poupar e juntar uma boa quantia para entrada para evitar juros maiores depois. A dica de José de Oliveira é: poupe, guarde, coloque no colchão se for preciso, mas não deixe de guardar mesmo que seja pouco dinheiro. Sua casa nova merece!

3 – Se segure e tenha foco.

Aquela blusinha nova que você paga em seis prestações, aquele sanduba gourmet que é o dobro do preço do comum, aquele passeio que pode ser substituído por um programa mais em conta com a família podem e devem ficar em segundo plano quando o assunto é economizar para o novo apartamento. Foco é a palavra da vez para quem quer comprar uma casa nova. O que não é urgente ou importante pode ser reprogramado para depois da realização do seu sonho!

4 – Todos juntos nessa!

A sua família pode ajudar muito no quesito economia. Converse com seus familiares e estabeleça um acordo econômico para baixarem os gastos e guardarem mais dinheiro. Trabalhos extras ajudam a complementar a renda e podem ajudar na soma final da compra de seu imóvel. Juntos podem realizar os sonhos mais rapidamente.

5 – Pense nos extras!

Na procura pelo apartamento ou casa dos sonhos, alguns se esquecem dos gastos extras como IPTU e condomínio. São valores que podem ser significativos na hora de pagar as prestações. Se organize para conseguir pagar todas as despesas.

6 – Procure opções viáveis.

As taxas de juros sofrem muita variação de um banco para outro. Pesquise. Faça simulações. Peça ajuda a quem conhece do assunto e escolha a opção que tenha mais vantagens e menor incidência de aumentos. Uma dica é perguntar pelo CET – Custo Efetivo Total. Nele você encontra os juros e todos os encargos embutidos no financiamento.

7 – E os documentos?

Um gasto importante e não menos preocupante é com os documentos. Os custos da escritura, impostos e papelada pesam no orçamento e são por conta de quem compra. Programe-se para essas despesas!

8 – Partindo para ação.

A Moradia Imobiliária te ajuda a realizar o sonho da sua casa própria.

Com as dicas anteriores em dia, procure a Moradia Imobiliária para que um de nossos consultores imobiliários lhe oriente. Traçaremos um perfil de acordo com suas necessidades contemplando o tipo de imóvel que você deseja, seja casa, apartamento ou estabelecimento comercial, além da localização, a faixa de valores e a forma de pagamento. A partir daí, lhe apresentaremos opções dentro do perfil nos fornecido.

9 – Seleção e visitação dos imóveis.

Após recebimento das opções, chega a hora de selecionar os imóveis que mais lhe interessam para a etapa da visitação. Nossos consultores Imobiliários acompanham todos os clientes interessados, a fim de prestar o melhor atendimento no local onde poderá ser o lar ou ambiente de trabalho para você, família e colaboradores.

10 – Contrato ou promessa de compra e venda.

Após a sua definição pelo imóvel ideal, redigiremos um Contrato de Compra e Venda, em que constará os dados cadastrais do vendedor e do comprador, valor de transação, sinal de garantia do negócio, prazos e formas de pagamento e ainda todas as clausulas importantes para que o negócio seja fechado, da forma mais justa e transparente possível, para todas as partes envolvidas.

11 – Forma de pagamento.

Existem três formas usuais de pagar sua casa ou apartamento novo: a primeira é via financiamento por meio de uma Instituição Financeira, a segunda é por meio de financiamento próprio de uma Construtora e o terceiro é o pagamento à vista ou em pequenas parcelas, negociadas entre comprador e vendedor. Escolha uma e receba todo o auxílio e informações necessárias para colocá-lo em prática.

12 – Assinatura da escritura e pagamento de impostos.

A escritura poderá ser assinada na Instituição Financeira, caso a compra do imóvel seja financiada, ou em Cartório, situação em que o imóvel seja adquirido por financiamento próprio de uma construtora ou à vista. O ITBI, imposto gerado em todas as transações imobiliárias, é de responsabilidade do comprador e deverá ser recolhido logo após a assinatura da escritura em uma instituição financeira. Se não houver financiamento bancário, o recolhimento do imposto deverá ser de forma antecipada, tendo o comprador a obrigação de levar o recibo de pagamento ao Cartório.

13 – Posse do imóvel e registro da escritura.

Após as devidas assinaturas e recolhimento do imposto inerente ao imóvel, chega a hora de pegar a chave e tomar posse de sua casa ou apartamento novo. Atenção! A escritura, enquanto não registrada pelo comprador em um Cartório de Registro de Imóveis, não comprova a efetiva transferência da propriedade.

Esperamos que tenha gostado das dicas de nosso Diretor! Feliz casa nova!

 

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Financiamento, saiba mais para você obter todas as vantagens!

Pagar o próprio imóvel à vista é o sonho que poucos conseguem realizar. Para quem não pode finalizar a compra de imediato o crédito imobiliário é uma alternativa muito útil e viável, realizando o parcelamento do valor por meio do tão utilizado financiamento. Destinado ao fim específico de compra de imóvel, seja ele novo ou usado, residencial ou comercial, o crédito imobiliário é uma modalidade de empréstimo. Dá-se uma entrada e os bancos financiam entre 80% e 90% do valor do imóvel.

TIPOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

São três as opções de crédito imobiliário.
Hoje, no Brasil, são utilizadas o SFH – Sistema Financeiro da Habitação; o SFI – Sistema Financeiro Imobiliário; e o consórcio imobiliário. É essencial compreender as diferenças entre as modalidades para entender melhor como funciona o crédito imobiliário.

 

SFI – FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

Se o imóvel dos seus sonhos está acima do valor máximo permitido pelo SFH o seu tipo de financiamento é esse. Não se enquadrando nas regras do SHF, os imóveis comerciais também podem ser adquiridos por este meio. Lembrando que, no financiamento imobiliário, o sistema de amortização da dívida utilizado é a Tabela Price.

PELO BANCO

Para entender este tipo de financiamento é preciso saber que a taxa de juros ao ano é em torno de 12% do valor do imóvel, acrescido da Taxa Referencial (TR). O comprador tem a opção de escolher entre os sistemas de amortização disponíveis que são: Tabela Price (sem TR), SAC (Sistema de amortização constante) ou SACRE (sistema de amortização crescente). Cabe ressaltar que, no financiamento pelo banco, a grande vantagem é o uso do FGTS para pagamento do valor total ou mesmo parcial do imóvel, diminuir o saldo devedor ou pagar partes de prestações do financiamento em curso.

PELA CONSTRUTORA

Nesta modalidade a correção pela variação do Índice de Custo da Construção (INCC) é feita a partir da data de assinatura do contrato. É importante saber que nela nunca são cobrados juros na fase de construção do imóvel. Ao término da construção, o imóvel é entregue e passa a ser aplicada a taxa de juros, que normalmente é de 1% ao mês, e feita a atualização pelo Índice Geral dos Preços (IGP-M). Geralmente o prazo para quitar o imóvel não ultrapassa 96 meses (8 anos). O FGTS só pode ser usado para liquidar a dívida restante, não sendo aceito para começar a pagar o imóvel.
Vantagens do SFI:
  • Não há limite máximo para o valor do imóvel a ser financiado;
  • Pode ser feito por pessoas físicas ou jurídicas;
  • O total financiado pode variar entre 80% e 90% do valor do bem;
  • Depois de aprovado, o valor do empréstimo é disponibilizado de imediato – ao contrário do que acontece no consórcio de imóveis.

CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO

Sonhando com a casa própria? O consórcio pode ser uma solução.
Se não tem pressa para adquirir sua casa própria, essa opção é a indicada para você. Formado por um grupo fechado de pessoas, o consórcio tem como finalidade fazer uma poupança para a aquisição de um bem, sendo neste caso o imóvel. Até que todos tenham recebido sua carta de crédito, os pagamentos são realizados mensalmente. Esta modalidade também tem regras regidas pelo Banco Central e deve-se procurar uma boa administradora para gerenciar o consórcio.
Vantagens do consórcio:
  • Não existe taxa de juros.
  • Os custos administrativos são inferiores ao valor que se pagaria de juros nas outras modalidades.
  • Não é exigida entrada, o valor total do imóvel é parcelado.
  • Com a carta de crédito, o contemplado pode escolher o imóvel de sua preferência – sem depender da avaliação de nenhuma instituição bancária.
  • O valor do FGTS pode ser utilizado para pagar prestações em atraso, para ofertar lances ou para completar a carta de crédito para a aquisição de um imóvel de valor superior.

 

SFH – SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO

Com o objetivo de facilitar o a compra da casa própria para pessoas de baixa renda, o Governo Federal criou o crédito imobiliário SFH. O Sistema usa como recursos a conta poupança e o FGTS e há diferenças do valor máximo do imóvel em alguns estados. Para se financiar imóveis de valor acima do limite máximo estipulado, muda-se o sistema financeiro para o SFI.
Vantagens do SFH: 
  • A maior vantagem desse sistema financeiro é a possibilidade de utilizar o FGTS como valor de entrada, ou para amortização de parcelas.
  • No SFH as taxas de juros são menores do que as praticadas no SFI.
  • A tarifa de administração mensal cobrada ao cliente não pode ultrapassar R$ 25.
  • A concessão de crédito chega aos 90% do valor do imóvel.
  • Nessa modalidade, a taxa de juros é variável e a correção é feita pela TR (Taxa de Juros de Referência).