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Despesas extras. Responsabilidade do locador ou locatário?

Você busca um novo lar, escolhe com carinho e dedicação, resolve tudo que precisa sobre documentos e taxas a serem pagas, se muda feliz da vida, paga o aluguel direitinho e, de repente: uma taxa que a gente não contava surge, ou uma manutenção inesperada. Quem deve arcar com essas despesas, você ou o proprietário do imóvel?

Sabemos que problemas entre inquilino e proprietário de imóvel alugado acontecem, mas conhecendo bem as suas obrigações como locador, muita dor de cabeça pode ser evitada. Aliás, grande parte das discussões envolve responsabilidade sobre reparos no imóvel, sobre as contas a serem pagas e sobre reajuste no valor da locação e de impostos.

Mesmo que sejam frequentes os problemas a serem enfrentados, a locação de imóvel ainda sim é um ótimo negócio para ambas as partes: o locador obtém uma renda extra e seu imóvel não fica desocupado; já para o inquilino existe a flexibilidade para escolher o local de moradia sem precisar de investimentos altos, comparado ao custo da compra de um imóvel.

Grande parte dos problemas seriam facilmente solucionados se o inquilino cuidasse do imóvel como se fosse dele e se soubesse os direitos e deveres que lhe cabem mediante contrato.

Manutenção. Responsabilidade de quem?

Consta no contrato de locação que, ao pagar o aluguel, o locatário tem direito a utilizar o imóvel para sua moradia ou comércio e deve zelar pela sua conservação. A Gerente de Locação da Moradia Imobiliária, Luciene Araújo, explica o que quer dizer zelar pela conservação segundo a lei.

“Sempre frisamos aqui na Moradia que o inquilino deve manter o terreno e o imóvel que locou em boas condições de uso, assim como ele os recebeu. Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a manter o imóvel conservado para que não precise de grandes reformas ao fim do contrato. Cortar a grama e podar árvores quando houver, retirar todo o lixo do imóvel, cuidar dos equipamentos elétricos e hidráulicos, refazer a pintura caso haja dano, são cuidados básicos que muitos esquecem ou não sabem que são de sua responsabilidade”, disse.

Entupimentos, vazamentos, curtos e outros danos causados pelo inquilino devem ser pagos por ele. Caso as instalações já apresentem problemas antes da locação, deve-se registrar a ocorrência junto à imobiliária e a troca deve ser providenciada pelo proprietário do imóvel.

Aliás, caso a despesa seja de fato do dono do imóvel o locador pode entrar em um acordo com o proprietário pagando o serviço que precisará ser feito e, depois, descontando esse mesmo valor do aluguel. Mas caso isso seja acordado, é sempre indicado deixar registrado o porquê de o aluguel estar mais baixo, usando os comprovantes de pagamento do serviço como garantia.

Condomínio, quem paga o quê?

São de responsabilidade do inquilino todas as despesas de manutenção como limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum. Consumo de água, luz, esgoto, manutenção e conservação dos jardins, elevadores, bombas hidráulicas, interfones, portões, segurança, equipamentos de lazer, piscina e sala de ginástica também sobram para o bolso do morador.

Despesas extraordinárias de condomínio, como obras de reformas de melhorias ou que interessem à estrutura integral do imóvel, vão parar na conta do proprietário, assim como obras de manutenção destinadas a repor as condições de habitabilidade do edifício, pintura da fachada e esquadrias externas, compra e instalação de equipamentos em geral e decoração e paisagismo nas áreas comuns.

E o Seguro Contra Incêndio?

O seguro garantirá uma indenização, na hipótese da ocorrência de incêndio do imóvel locado. A Lei do Inquilinato admite que a cobrança do seguro possa ser repassada do locador para o locatário, mediante a estipulação de uma cláusula no contrato de locação.

A contratação do seguro serve para auxiliar o inquilino na sua obrigação legal e contratual de garantir a integridade do imóvel em casos de incêndio. O locatário é ocupante do imóvel e poderá ser considerado culpado, em determinadas situações específicas, pelo fato que ocasionou a destruição ou deterioração do imóvel locado, devendo arcar com o ressarcimento, ao locador, do valor equivalente ao patrimônio imobiliário destruído ou deteriorado.

Se tiver mais alguma dúvida fale conosco que iremos lhe ajudar.

Moradia, trabalhando para o seu bem-estar!

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Chuvas de verão. Fique atento para economizar.

Época do ano é propícia para armazenar água da chuva em recipientes para reutilização e também de riscos de desabamentos.

O clima vem esquentando e o calor aumentando gradativamente nessa estação do ano que é muito esperada por uns e muito temida por outros: o verão. Com ele vem também a loucura do tempo: ou seca demais, ou chove demais. Pensando nisso, nós, da Moradia Imobiliária, preparamos para você uma dica super bacana para aproveitar esse ótimo e também perigoso fenômeno da natureza: a chuva!

Economia durante as chuvas

As chuvas torrenciais de verão podem ajudá-lo a economizar água em sua casa ou apartamento se você souber como reaproveitá-la corretamente. As edificações públicas, comerciais e residenciais são responsáveis por cerca de 20% de toda a água consumida no país e este índice aumenta no verão, onde se consome muito mais água.

O índice preocupa o setor de construção civil, que se mobiliza para criar soluções para reduzir o desperdício, a partir do desenvolvimento de tecnologias que permitam diminuir os impactos ambientais. E deve preocupar você também! Além de ser uma medida ambientalmente correta, o aproveitamento da água da chuva proporciona economia, porque reduz gastos com água tratada, que estão cada vez mais elevados.

O investimento para a implantação desse tipo de sistema é compensado rapidamente com a economia feita no consumo de água tratada. Os custos variam de acordo com as características de cada imóvel, com a quantidade de água de chuva a ser reaproveitada e com o uso final a que se destina.

Como fazer

A implantação do sistema é simples, com sua adaptação aos elementos da rede hidráulica do imóvel ou do condomínio. O aproveitamento da água de chuva é composto, basicamente, por quatro subsistemas: CAPTAÇÃO, ENCAMINHAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRATAMENTO.

A captação é feita por calhas instaladas nos telhados e o encaminhamento se dá por meio de tubulação hidráulica, que leva a água da chuva captada para o reservatório, geralmente uma caixa d’água comum, só que situada abaixo do sistema de captação. Já os equipamentos e técnicas de tratamento variam em função do destino que será dado à água aproveitada.

Usos

Se o destino da água aproveitada for lavação de áreas externas como calçadas, garagens ou playground, além de automóveis e irrigação de quintais, jardins e hortas o tratamento se dá no próprio sistema de captação, com filtros instalados nas calhas para a retenção de resíduos como folhas ou impurezas trazidas pelas chuvas. Já se a água for usada para outros fins como banhos, descargas sanitárias ou mesmo consumo humano e animal, o tratamento deve ser feito após o armazenamento, por empresas especializadas para a desinfecção e clorificação.

Não faça você mesmo se não tem conhecimento. Tudo que remete à conservação da saúde deve ser realizado por profissionais especializados e treinados, com segurança e profissionalismo.

Riscos durante as chuvas

As chuvas de verão além de trazerem oportunidade de economia, trazem também prejuízos para quem possui imóvel em área considerada de risco. Fique atento e consulte na prefeitura se a área de sua residência é segura ou fica em área de risco, tanto de desabamento quanto de enchentes.

Em Ipatinga, a principal preocupação é com as ocorrências de deslizamentos de encostas. A situação se agrava pelo corte irregular de terrenos e o encharcamento do solo durante o período chuvoso, ocasionando enormes transtornos e danos à comunidade.

Nesse período as chuvas vêm fortes e, algumas vezes, chove em um dia o esperado para o mês inteiro. Fique atento e proteja-se previamente buscando orientação na Defesa Civil da cidade. Em Ipatinga o endereço é Rua Pouso Alegre, 34, Centro. O telefone para informações é 31-3829-8414. Em caso de emergência o telefone para contato é o 199.

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Caixas d’água e de gordura sem limpeza: risco para a saúde

Se você vai comprar um imóvel, se mudar de aluguel ou é morador antigo do imóvel e nunca se preocupou com a caixa d’água e com a caixa de gordura, trouxemos para você as recomendações de limpeza e desinfecção desses recipientes para que você se proteja dos riscos proporcionados pela má utilização e má conservação.

Caixa d’água

Tomar banho, preparar alimentos, lavar a louça, usar a descarga. Estas são algumas atitudes cotidianas que são possíveis porque a água da companhia de abastecimento chega até a sua residência e é armazenada em caixas d’água, das quais poucos se lembram. Mantê-las limpas então, mais difícil ainda de lembrar. A recomendação de especialistas é higienizar o reservatório doméstico a cada seis meses. O serviço é indicado para analisar se existe algum vazamento e preservar a saúde dos moradores da residência, já que o acúmulo de sujeira e micro-organismos pode contaminar a água.

A caixa d’água serve como reserva em caso de haver problema no abastecimento da companhia de saneamento do estado. Segundo a empresa, a garantia de qualidade da água vai até o hidrômetro e, a partir daí, a responsabilidade é do cliente. Agentes de saúde alertam que, com o passar do tempo, micro-organismos criados pela própria água e levados até o reservatório pela canalização da rede hidráulica podem comprometer a qualidade do líquido.

Limpeza ajuda a assegurar a qualidade da água que servimos para nossa família.
Luciene Araújo, gerente da Moradia Imobiliária, alerta para os produtos a serem utilizados no momento da limpeza. “Não é recomendável o uso de panos que soltem resíduos, vassouras, detergente ou quaisquer outros produtos que possam contaminar a água. Água sanitária ou cloro e uma flanela ou bucha são os ideais para a tarefa”, disse. Ela orienta também aos moradores que fechem suas saídas de água durante a operação para evitar o desperdício.

“Fechar antes e abrir depois para sair o cloro dos canos, por pelo menos uns minutinhos de água corrente na torneira para eliminar os resíduos do produto é fundamental para preservar a saúde de todos. Colocar adesivos com a data da limpeza também é uma boa para se orientar”, comentou. A caixa d’água deve sempre estar bem fechada, evitando assim a entrada de animais, insetos e vetores de doenças. Com a epidemia de Dengue, Zika Vírus e Chikungunya a atenção deve ser redobrada.

Se o condomínio não possui uma Conservadora, os moradores devem ficar atentos para efetuarem a limpeza ou contratarem uma empresa especializada para isso. É fundamental para garantir a qualidade de vida de todos.

Caixa de gordura

Você sabe para que serve a caixa de gordura instalada em seu imóvel? Muita gente não tem conhecimento da utilidade e da importância de uma boa limpeza nesse recipiente. A caixa de gordura é como um grande balde, que fica bem abaixo do piso, deixando visível apenas a sua tampa. Sua função é impedir que o material gorduroso dos alimentos, que vai com a água literalmente para o ralo, chegue à rede de esgoto.

Caixas de gordura devem ser limpas pelo menos a cada três meses.
Dependendo do tamanho, a limpeza da caixa de gordura deve ser realizada quinzenalmente ou pelo menos uma vez a cada três meses, dependendo do imóvel e do ritmo da cozinha. Por exemplo, a demanda de uma casa é diferente daquela adotada em um prédio ou em um restaurante. Evite despejar restos de comida nos ralos. Os alimentos, junto com o óleo utilizado para sua preparação, podem ser os grandes vilões das redes hidráulicas.

Muitas pessoas tentam limpar a caixa de gordura com espátulas e água quente, mas este segundo componente pode prejudicar ainda mais a situação. As caixas de gorduras atuais são feitas de PVC e a água com temperatura elevada pode provocar danos ao material. Use cloro e bucha, se a situação estiver muito ruim, chame uma empresa especializada.