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Chuvas de verão. Fique atento para economizar.

Época do ano é propícia para armazenar água da chuva em recipientes para reutilização e também de riscos de desabamentos.

O clima vem esquentando e o calor aumentando gradativamente nessa estação do ano que é muito esperada por uns e muito temida por outros: o verão. Com ele vem também a loucura do tempo: ou seca demais, ou chove demais. Pensando nisso, nós, da Moradia Imobiliária, preparamos para você uma dica super bacana para aproveitar esse ótimo e também perigoso fenômeno da natureza: a chuva!

Economia durante as chuvas

As chuvas torrenciais de verão podem ajudá-lo a economizar água em sua casa ou apartamento se você souber como reaproveitá-la corretamente. As edificações públicas, comerciais e residenciais são responsáveis por cerca de 20% de toda a água consumida no país e este índice aumenta no verão, onde se consome muito mais água.

O índice preocupa o setor de construção civil, que se mobiliza para criar soluções para reduzir o desperdício, a partir do desenvolvimento de tecnologias que permitam diminuir os impactos ambientais. E deve preocupar você também! Além de ser uma medida ambientalmente correta, o aproveitamento da água da chuva proporciona economia, porque reduz gastos com água tratada, que estão cada vez mais elevados.

O investimento para a implantação desse tipo de sistema é compensado rapidamente com a economia feita no consumo de água tratada. Os custos variam de acordo com as características de cada imóvel, com a quantidade de água de chuva a ser reaproveitada e com o uso final a que se destina.

Como fazer

A implantação do sistema é simples, com sua adaptação aos elementos da rede hidráulica do imóvel ou do condomínio. O aproveitamento da água de chuva é composto, basicamente, por quatro subsistemas: CAPTAÇÃO, ENCAMINHAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRATAMENTO.

A captação é feita por calhas instaladas nos telhados e o encaminhamento se dá por meio de tubulação hidráulica, que leva a água da chuva captada para o reservatório, geralmente uma caixa d’água comum, só que situada abaixo do sistema de captação. Já os equipamentos e técnicas de tratamento variam em função do destino que será dado à água aproveitada.

Usos

Se o destino da água aproveitada for lavação de áreas externas como calçadas, garagens ou playground, além de automóveis e irrigação de quintais, jardins e hortas o tratamento se dá no próprio sistema de captação, com filtros instalados nas calhas para a retenção de resíduos como folhas ou impurezas trazidas pelas chuvas. Já se a água for usada para outros fins como banhos, descargas sanitárias ou mesmo consumo humano e animal, o tratamento deve ser feito após o armazenamento, por empresas especializadas para a desinfecção e clorificação.

Não faça você mesmo se não tem conhecimento. Tudo que remete à conservação da saúde deve ser realizado por profissionais especializados e treinados, com segurança e profissionalismo.

Riscos durante as chuvas

As chuvas de verão além de trazerem oportunidade de economia, trazem também prejuízos para quem possui imóvel em área considerada de risco. Fique atento e consulte na prefeitura se a área de sua residência é segura ou fica em área de risco, tanto de desabamento quanto de enchentes.

Em Ipatinga, a principal preocupação é com as ocorrências de deslizamentos de encostas. A situação se agrava pelo corte irregular de terrenos e o encharcamento do solo durante o período chuvoso, ocasionando enormes transtornos e danos à comunidade.

Nesse período as chuvas vêm fortes e, algumas vezes, chove em um dia o esperado para o mês inteiro. Fique atento e proteja-se previamente buscando orientação na Defesa Civil da cidade. Em Ipatinga o endereço é Rua Pouso Alegre, 34, Centro. O telefone para informações é 31-3829-8414. Em caso de emergência o telefone para contato é o 199.

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05 Dicas práticas de decoração para organizar um imóvel alugado

Quando falamos em decoração de imóveis alugados (seja uma quitinete, apartamento ou casa), entramos em um assunto delicado, pois, trata-se de um investimento em um bem que pertence a outra pessoa e que, realizando mudanças no imóvel, no futuro poderá lhe trazer dor de cabeça.

Mas como para quase tudo há-se um jeito, separamos para você 06 dicas práticas de decoração que, além de mudar o visual do seu lar, vai te ajudar a manter o imóvel organizado e prático. Vamos lá?

 

DICA 01: Araras

A arara (que, diga-se de passagem, não lembra em nada o animal) é um acessório que, além de dar estilo ao imóvel, permite que você mantenha suas roupas organizadas e com fácil acesso, deixando à mostra suas combinações possíveis de vestuário e facilitando sua decisão na hora de escolher que roupa vai usar na ocasião, seja para o trabalho ou para aquela balada.

Você pode comprar uma arara em uma das tantas lojas de móveis e decoração que existem por aí, mas, com um pouco de criatividade e tempo, você mesmo poderá criar uma arara personalizada de acordo com o seu estilo. No YouTube, você encontra diversos tutoriais ensinando como criar sua própria arara de roupas.

 

DICA 02: Caixotes decorados

Seja como suporte para uma mesa, um porta livros, uma casinha para animais de estimação, bancos, entre várias outras formas de uso, os caixotes trazem muita praticidade ao seu lar.

Relativamente fáceis de encontrar e com preços acessíveis, seu imóvel ganhará outra cara com esses acessórios.

Você pode usá-los em seu formato normal, com as cores da madeira em destaque, dando um toque de rusticidade ao ambiente, ou pintando-os com cores que harmonizem com o interior de seu lar.

 

DICA 03: Tapetes e Carpetes

Quando se trata de decoração de imóveis alugados, o uso de tapetes e carpetes é uma ótima saída para mudar o visual sem ter que modificar sua estrutura.

Além de seu efeito estético, os tapetes e carpetes também proporcionam comodidade e praticidade aos moradores de um imóvel, pois ajudam na manutenção de um ambiente limpo, na climatização do ambiente e oferecem isolamento acústico, como por exemplo, a redução do “toc toc” de uma pessoa com salto andando pela casa.

Com mais de 2.500 anos de existência e com modelos que vão desde os persas até os de corda, você vai encontrar uma infinidade de tapetes e carpetes diferentes, com design e preços diferentes.

 

DICA 04: Pallets

Seguindo quase a mesma ideia dos caixotes, pallets são ótimas alternativas para mesas, suportes para camas, sofás e painéis por exemplo.

A dica é procurar por pallets que estejam com bom estado de conservação, evitando aqueles em que a madeira apresente pedaços quebrados ou áreas apodrecidas. Com pallets prontos para uso, basta soltar a imaginação e personaliza-lo de acordo com seu gosto, deixando seu imóvel ainda mais bonito.

Você poderá encontrar pallets em casas de produtos rurais, lojas de materiais de construção, pequenas e médias indústrias, feiras, armazéns e claro, em empreses de compra e venda de pallets.

Uma dica: No site do Pinterest, você encontrará vários móveis construídos a partir de pallets para servir como inspiração.

DICA 05: Hortas e Jardins verticais

Tendência do momento no mercado imobiliário, as hortas e jardins verticais vieram para ficar.

Além de decorar e dar vida ao seu imóvel, essa tendência traz muitos outros benefícios, como, a sustentabilidade ao cultivar alguns alimentos e, acredite se quiser, diminuir a temperatura do seu imóvel. Segundo especialistas, áreas verdes no imóvel podem ajudar a reduzir em até 7% a temperatura ambiente.

Cada vez mais, escritórios de arquitetura, floriculturas e áreas afins, tem procurado especializar-se na instalação de jardins verticais, basta uma pesquisa na internet para encontrar alguém já especializado. Mas, caso queira criar você mesmo seu jardim vertical, no YouTube, há centenas de tutoriais explicando todo o passo a passo.

Com paciência, tempo e uma boa dose de criatividade é possível encontrar excelentes alternativas para decorar seu imóvel alugado de forma que além de dar um UP no visual do imóvel, auxilie na manutenção da organização do ambiente, e de quebre elimina sua preocupação com possíveis problemas com o proprietário do imóvel.

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Como morar ecologicamente correto

A conservação do meio ambiente está entre as maiores preocupações deste século e a Moradia Imobiliária já está no caminho da sustentabilidade, produzindo sua própria energia elétrica através de sua usina de micro-geração de energia fotovoltaica, além de outras diversas atitudes tomadas em favor da preservação da natureza dentro da empresa. E você, está no caminho da sustentabilidade também?

Se vai se mudar para sua casa nova ou quer fazer umas reformas para ajustar a sua moradia para ajudar na preservação do meio ambiente e não sabe o que fazer, nós separamos para você algumas dicas de como ter uma moradia sustentável, ou uma “casa verde”, aquelas com práticas ecológicas e que utilizam reciclagem de material, ou de alguma forma proporcionam economias ao meio ambiente e menos impacto á natureza.

Ao pensar em habitar uma casa verde o morador (ou futuro morador) deve levar em consideração diversos fatores como a escolha certa dos materiais e com a quantidade de energia a ser utilizada. A transformação em uma casa sustentável deve ser toda pensada de modo que se gaste pouco de tudo, não onerando a natureza nem o seu bolso.

Muitas opções

O mercado hoje oferece uma gama enorme de materiais reciclados e sustentáveis como tijolos feitos de garrafas pet, madeira de reflorestamento para vigas e móveis, fibras das mais diversas utilizadas para revestimento de paredes oferecendo conforto térmico e acústico aos ambientes, entre muitos outros. Há alternativas de sustentabilidade como a captação da água da chuva e as placas de captação de energia solar, e o resultado delas ajuda bastante o meio ambiente, economizando milhões de litros de água utilizados nas usinas de energia.

Uma opção interessante para se aplicar na sua casa ou prédio é o telhado verde. É um jardim suspenso, que consiste na aplicação e uso de solo e vegetação sobre uma camada impermeável do telhado. Entre as vantagens estão a facilitação da drenagem, o isolamento acústico e térmico, o diferencial estético e ambiental na edificação.

O telhado verde proporciona também um ambiente muito mais fresco, mantendo o edifício protegido de temperaturas extremas, especialmente no verão, reduzindo em até 3°C. Em ambientes totalmente urbanos, promovem o reequilíbrio ambiental, trazendo os benefícios da vegetação para a saúde pública e a biodiversidade, quando com plantas nativas do local.

O que mais se pode fazer?

 

  • Lâmpada fluorescente. Use à vontade! Além de durar 10 vezes mais que uma lâmpada incandescente, a fluorescente consome 80% menos energia. Apesar de custar em torno de seis vezes mais que uma lâmpada comum, ainda compensa devido a sua alta durabilidade.

 

Selo Procel identifica produtos com melhor eficiência energética.
  • Lave a louça com a torneira fechada! A recomendação é ensaboar toda a louça primeiro e somente abrir a torneira para enxaguá-la. Saiba que 15 minutos de torneira aberta corresponde a mais de 240 litros de água. A mesma economia também pode ocorrer com o fechamento da torneira ao escovar os dentes e ensaboar o corpo no hora do banho. Outra dica é instalar arejadores nas torneiras da cozinha e dos banheiros, são baratos e podem gerar uma economia de 60%.

 

  • Lixo. Separe o orgânico do reciclável Na cozinha, vale ter dois lixos, uma para depositar os restos de comidas e outra para o lixo que não é lixo como plásticos, papéis, metais e vidros. Esta simples atitude reduz a sobrecarga nos aterros sanitários além de reduzir o consumo de matéria-prima nas indústrias.

 

  • Vai às compras? Sacolas retornáveis à mão! Leve a sua própria embalagem de casa. Não traga para sua casa sacolas plásticas do supermercados ou feiras.
  • Selo Procel. Dê preferência! O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) foi criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher produtos que oferecem alta eficiência energética. Produção natural Todo produto industrializado exige, em sua fabricação, o consumo de grandes quantidades de energia. Isto implica na emissão de toneladas de CO2 na atmosfera. Pense nisso.
  • Plante muito, e de tudo! As árvores tem o poder de “sequestrar” o carbono da atmosfera. Plante quantas unidades puder seja no quintal de sua casa, em vasos, na praça próxima de sua casa ou trabalho.

 

Aqui você é #maisquebemvindo

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Pisos, escolha corretamente.

Muitas cores, texturas, formatos e tamanhos confundem a gente na hora de escolher o piso para nossa casa ou apartamento. Outra confusão comum é identificar se o piso é cerâmica ou porcelanato. Para cada tipo há uma forma específica de instalação.

Super importante, além de um ótimo material, é escolher também a mão de obra com melhor referência de qualidade. Uma má instalação de piso pode colocar todo o serviço a perder, e refazer serviços e gastar mais com certeza não está nos seus planos.

Vamos conferir algumas dicas para que seu piso seja da melhor qualidade em todos os aspectos.

Escolhendo o material

Observe bem o tamanho do seu ambiente e os tamanhos de suas placas. Para evitar que o pedreiro faça muitos recortes, evite peças grandes caso o espaço a ser instalado seja pequeno. Se a área é molhada como o banheiro, cozinha ou área de serviço, a dica são os pisos antiderrapantes. Os pisos lisos são mais indicados para área secas.

A escolha do piso certo faz toda a diferença ao fim da obra ou reforma.

 Se optar por porcelanato

Amplamente utilizado e mais valorizado no mercado hoje, o porcelanato exige mais atenção ao comprar. Peça para ver a embalagem do produto e confira na etiqueta se a qualidade é A (extra), que atende a todas as normas técnicas de qualidade. Verifique também se o produto segue a NBR 15463 ou a NBR 13818, que são as normas de qualidade. Se não puder ver a embalagem na loja, peça para o vendedor confirmar, pois a qualidade A indica que os pisos de porcelanato têm tamanhos regulares e que não há defeitos na superfície.
Há no mercado a famosa linha comercial, ou linha C, que contêm algum defeito e por este motivo as peças são mais baratas. Pense bem se o preço vale o trabalho da mão da obra, pois este material tem mais perda e irregularidades na hora de instalar.
E você gosta daquele rejunte bem fininho? A indicação é utilizar pisos retificados, que o corte é bem certinho na peça. Há lindas peças de porcelanato que não são retificados e tem bordas irregulares, fique atento para não deixar de ter seu rejunte bem fino.

Se optar por cerâmica

A linha mais indicada é a tipo A, ou de primeira linha. Cerca de 95% das peças não apresentam defeitos visíveis. Para estas, provavelmente haverá também uma indicação de qualidade na embalagem conforme a NBR 13.818/97. A segunda linha, ou tipos B e C, tem defeitos visíveis mas os fabricantes garantem que as peças são tão resistentes quanto as do tipo A.
Fique atento pois existe até o tipo D de cerâmica. Este último tipo, além de possuir defeitos visíveis, as peças não tem garantia de resistência do fabricante. Confira sempre a embalagem do produto que está adquirindo. E lembre: azulejo de parede não pode ser usado como piso.

Escolhendo a mão de obra

Fique atento também aos equipamentos de segurança de seu prestador de serviços.

Peça referências e confira outros trabalhos realizados pelo pedreiro. Se a sua opção for porcelanato e você quer seu rejunte fininho, confira se ele já fez este serviço e o resultado. Confira se o prestador de serviço entendeu o desenho que você quer que se forme em seu piso para não ter surpresas desagradáveis depois. Diagonal, reto e alinhado, com ou sem detalhes entre as placas, tudo isso é importante que ele saiba exatamente como fazer. Lembrando que as últimas peças geralmente têm recortes, escolha o canto em que o pedreiro deve começar a instalação. Lembre-se de explicar como quer que seja aplicado o rejunte.

Preparando a base

Independente do piso escolhido, a base deve ser muito firme, ou seu piso irá se soltar ou trincar e seu gasto será maior. Chamado de contrapiso, esta base não fica visível pois fica sob as placas de piso. Se ela for mal feita provavelmente você só vai descobrir depois, quando seu “profissional” já estiver longe. Evite este problema e fique de olho se o contrapiso está regular, firme, seco e sem poeira antes do pedreiro passar a argamassa que vai colar as placas de piso.

Colando o piso

Saiba que para cada tipo de piso usa-se uma argamassa diferente. Procure na embalagem do piso a indicação da argamassa a ser utilizada ou veja também nos pacotes de argamassa para que pisos elas se destinam. O erro nessa escolha pode trazer muito prejuízos.
A recomendação é que a argamassa tradicional deve secar por aproximadamente 2 ou 3 dias antes de o rejunte ser colocado. Se não respeitar esse tempo, a água da massa pode se acumular por baixo do rejunte, soltando-o e fazendo você gastar mais dinheiro. Caso a argamassa seja do tipo “seca rápido”, este tempo pode ser menor, mas deve ser respeitado o tempo indicado na embalagem do produto. Caso queira instalar piso sobre piso, confira se a base está firme e nivelada. Fique atento para que a altura do novo piso não atrapalhe a abertura de portas.

Rejunte fino

Espaçadores devem ser colocados para um melhor resultado na aplicação do rejunte.
O espaço entre as placas também é muito importante. É nele que irá o rejunte. Mesmo se achar mais bonito o rejunte fininho, verifique na embalagem o espaçamento que é permitido para que ele não trinque, quebre ou solte. Peça ou providencie para seu pedreiro os espaçadores adequados, para acertar na largura dos rejuntes.

Áreas molhadas

 Uma parte muito importante da instalação de pisos é a impermeabilização do contrapiso e da parte mais baixa da parede para evitar infiltrações. O impermeabilizante deve ser aplicado sobre o contrapiso e antes do pedreiro colar as placas com argamassa.
Caso queira colocar o piso em áreas molhadas como cozinha, banheiro ou área de serviço lembre-se que será preciso instalar ralos e fazer uma leve inclinação no piso para que a água corra para eles. Verifique isso com seu pedreiro para não ter dor de cabeça depois.

Uma boa construção ou reforma? Tudo isso é #maisquebemvindo
E se você quiser conferir em nosso site os imóveis disponíveis com piso em porcelanato e cerâmica para compra e aluguel, acesse www.moradiaimobiliaria.com.br
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Cariru: tradicional, familiar e muito verde!

Ao se contar a história de Ipatinga, o bairro Cariru se destaca pelas suas particularidades históricas e pela movimentação dos japoneses na cultura local. Tradicional e familiar, o bairro conta com um centro comercial e diversos pontos de comércio em todo seu território. Para quem busca qualidade de vida é uma ótima opção para se morar e investir.

Não conhece o Cariru ainda? Nós listamos alguns motivos para conhecer e descobrir que é um ótimo lugar para se viver e ser feliz com a família.

História contada em livro

Foto de acervo do início da construção do bairro Cariru.
José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, nos conta que, segundo uma lenda, Cariru era uma “grande cobra” que existia no Rio Doce e que, quando saía da água, cegava com a luz de seus olhos as pessoas que se aproximavam dela. Alguns moradores mais antigos do bairro ouviram contar também que essa cobra morou por muito tempo no Fícus da Av. Japão. Mas, na verdade, o bairro tem esse nome porque ali era encontrada uma grande quantidade de um vegetal denominado Cariru ou Caruru, denominação comum a várias plantas amarantáceas, algumas das quais muito utilizadas na culinária.

Antes de se chamar Cariru, o local era denominado “Pedra Mole” e foi ali que, em 1922, foi inaugurada a primeira edificação pública da cidade de Ipatinga: a “Estação Ferroviária de Pedra Mole”. A estação foi desativada em 1930, mas o local serviu como o primeiro cemitério da cidade e posteriormente também foi implantada uma cocheira, onde eram guardados os cavalos de raça dos diretores, brasileiros e japoneses, da Usiminas. Hoje, ainda existem algumas ruínas da Estação de Pedra Mole ocultas na beira do Rio Piracicaba, no final da Av. Itália (perto do Morro do Castelo).

Ruínas da Estação de Pedra Mole, que funcionou até 1930.
O bairro Cariru começou a ser construído no início da década de 1960. Ele fez parte do “Projeto Vila Operária”, do arquiteto Rafael Hardy. No Cariru construíram-se residências para os operários de nível técnico e japoneses. Estes, após a frustração da expectativa de criar um bairro só para os japoneses, se instalaram no Cariru.

As ruas do bairro foram oficialmente denominadas com nomes de nações, pela Lei Municipal 263, de 29 de outubro de 1970, na gestão do interventor federal Almir Ribeiro Tavares. Foi construído no bairro o primeiro educandário de nível ginasial da cidade: o Colégio São Francisco Xavier, destinado principalmente aos filhos dos funcionários da Usiminas.

Alimentação e vida noturna

Bairro tradicionalmente familiar, o Cariru se destaca pelo tradicional Centro Comercial, onde bares e cervejaria animam quem por lá resolve ficar. Restaurantes como os japoneses, a pizzaria, a churrascaria, o espetinho, lanchonetes e dois tradicionais trailers de lanches são ótimas pedidas na noite para quem quer boa comida e ambientes super familiares.
Um pub no centro comercial está reunindo a galera jovem e deixando o ambiente mais descolado. Além dessas opções para comer, o bairro conta com o Teatro Zélia Olguim, famoso por trazer grandes nomes da cultura para a cidade.

Mobilidade urbana

Por estar entre o Hospital Márcio Cunha I e o Centro da cidade, que são os principais pontos finais das linhas de ônibus, o Cariru é servido de diversas linhas e uma variedade maior de horários de transporte público. Além do municipal, algumas linhas intermunicipais fazem rota no bairro. As vias principais são espaçosas e de fácil movimentação, além de muito bem sinalizadas.

Fícus, patrimônio público

Fícus foi tombada como patrimônio da cidade.
Existe no bairro uma árvore que é o símbolo da preservação do verde pelos moradores, o Fícus. Plantado em 1961 por Katanosuke Mae, um japonês que morava na rua Peru, no próprio bairro, a árvore já foi alvo de intenção de corte de algumas pessoas e os moradores locais sempre impediram, até mesmo com protestos, como o de uma moradora que se dependurou em seus galhos para impedir o corte. A árvore foi tombada pelo patrimônio histórico e artístico da cidade. Com isso, o Fícus, segue pomposo a sua vida ali, na avenida Japão, próximo ao prédio da Cônsul.

Qualidade de vida

Um atrativo especial no bairro é a pista de caminhada e corrida. Abrangendo quase todo o entorno do bairro, é muito utilizada por atletas e profissionais da saúde para atividades que promovam a qualidade de vida. A pista passa pela área onde é realizada a feira, na qual produtores regionais comercializam produtos, grande parte orgânicos, de produção local.

Verde e água

Extensa área verde e o encontro dos rios Doce e Piracicaba. Imagem: Reprodução Google
O bairro é todo cercado pela mata do Parque Estadual do Rio Doce e, ao fundo, é banhado pelo Rio Piracicaba, que se encontra calmamente com o Rio Doce próximo às ruínas da Estação de Pedra Mole. No subsolo, abaixo da foz do rio Piracicaba, está localizado um aquífero aluvionar, que é de onde é extraída a água utilizada para o suprimento da maior parte do Vale do Aço.

O bairro em números

 

E aí, já se decidiu? Gostou do bairro Cariru? Ele, de fato, é um bairro maravilhoso para se viver e desfrutar com a família e amigos. São muitos os atrativos que poderá conhecer pessoalmente em seu dia a dia. Você pode escolher a casa dos seus sonhos e ter a certeza de optar por um local privilegiado e que proporciona uma excelente qualidade de vida!
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Caixas d’água e de gordura sem limpeza: risco para a saúde

Se você vai comprar um imóvel, se mudar de aluguel ou é morador antigo do imóvel e nunca se preocupou com a caixa d’água e com a caixa de gordura, trouxemos para você as recomendações de limpeza e desinfecção desses recipientes para que você se proteja dos riscos proporcionados pela má utilização e má conservação.

Caixa d’água

Tomar banho, preparar alimentos, lavar a louça, usar a descarga. Estas são algumas atitudes cotidianas que são possíveis porque a água da companhia de abastecimento chega até a sua residência e é armazenada em caixas d’água, das quais poucos se lembram. Mantê-las limpas então, mais difícil ainda de lembrar. A recomendação de especialistas é higienizar o reservatório doméstico a cada seis meses. O serviço é indicado para analisar se existe algum vazamento e preservar a saúde dos moradores da residência, já que o acúmulo de sujeira e micro-organismos pode contaminar a água.

A caixa d’água serve como reserva em caso de haver problema no abastecimento da companhia de saneamento do estado. Segundo a empresa, a garantia de qualidade da água vai até o hidrômetro e, a partir daí, a responsabilidade é do cliente. Agentes de saúde alertam que, com o passar do tempo, micro-organismos criados pela própria água e levados até o reservatório pela canalização da rede hidráulica podem comprometer a qualidade do líquido.

Limpeza ajuda a assegurar a qualidade da água que servimos para nossa família.
Luciene Araújo, gerente da Moradia Imobiliária, alerta para os produtos a serem utilizados no momento da limpeza. “Não é recomendável o uso de panos que soltem resíduos, vassouras, detergente ou quaisquer outros produtos que possam contaminar a água. Água sanitária ou cloro e uma flanela ou bucha são os ideais para a tarefa”, disse. Ela orienta também aos moradores que fechem suas saídas de água durante a operação para evitar o desperdício.

“Fechar antes e abrir depois para sair o cloro dos canos, por pelo menos uns minutinhos de água corrente na torneira para eliminar os resíduos do produto é fundamental para preservar a saúde de todos. Colocar adesivos com a data da limpeza também é uma boa para se orientar”, comentou. A caixa d’água deve sempre estar bem fechada, evitando assim a entrada de animais, insetos e vetores de doenças. Com a epidemia de Dengue, Zika Vírus e Chikungunya a atenção deve ser redobrada.

Se o condomínio não possui uma Conservadora, os moradores devem ficar atentos para efetuarem a limpeza ou contratarem uma empresa especializada para isso. É fundamental para garantir a qualidade de vida de todos.

Caixa de gordura

Você sabe para que serve a caixa de gordura instalada em seu imóvel? Muita gente não tem conhecimento da utilidade e da importância de uma boa limpeza nesse recipiente. A caixa de gordura é como um grande balde, que fica bem abaixo do piso, deixando visível apenas a sua tampa. Sua função é impedir que o material gorduroso dos alimentos, que vai com a água literalmente para o ralo, chegue à rede de esgoto.

Caixas de gordura devem ser limpas pelo menos a cada três meses.
Dependendo do tamanho, a limpeza da caixa de gordura deve ser realizada quinzenalmente ou pelo menos uma vez a cada três meses, dependendo do imóvel e do ritmo da cozinha. Por exemplo, a demanda de uma casa é diferente daquela adotada em um prédio ou em um restaurante. Evite despejar restos de comida nos ralos. Os alimentos, junto com o óleo utilizado para sua preparação, podem ser os grandes vilões das redes hidráulicas.

Muitas pessoas tentam limpar a caixa de gordura com espátulas e água quente, mas este segundo componente pode prejudicar ainda mais a situação. As caixas de gorduras atuais são feitas de PVC e a água com temperatura elevada pode provocar danos ao material. Use cloro e bucha, se a situação estiver muito ruim, chame uma empresa especializada.