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Devo comprar imóvel na planta ou pronto?

Chegou aquela hora que você precisa comprar seu imóvel, mas não consegue decidir se compra um pronto ou um na planta. Essa decisão é muito importante na vida de quem vai adquirir um imóvel novo e definir seu futuro lar, ou seu próximo investimento. É a chance de muito de deixar de vez o aluguel e ter para si um imóvel para chamar de seu. Mas antes de sair procurando intermediários e lidar com toda a burocracia que ambas as compras exigem, é preciso decidir que tipo de imóvel é o melhor para seu estilo de vida e para seu bolso. Na planta ou pronto?

Considerando somente a compra de imóveis novos, não há uma resposta exata para definir a questão, pois as duas trazem consigo suas vantagens e desvantagens. Nós da Moradia Imobiliária preparamos algumas considerações que você deve fazer ao escolher seu novo lar.

Na planta

São chamados imóveis na planta aqueles que dão oportunidade ao comprador negociar quando o empreendimento ainda está em fase de lançamento no terreno ou em obras. São várias as vantagens, mas a que mais chama a atenção está o fato de um imóvel nessas condições apresentar uma maior facilidade de pagamento por meio de parcelas durante a execução da obra se comparado ao imóvel usado que, na maioria dos casos, só se compra à vista ou financiado.

Comprando na planta, a personalização do seu futuro lar pode ser negociada e, dependendo da incorporadora ou construtora, é possível alterar alguns formatos de ambientes pré-estabelecidos no projeto. Um exemplo é transformar a sala em um espaço maior não colocando uma parede que seria de um quarto. Pode-se também substituir algum acabamento padrão por um que mais lhe agrada. Mas fica um alerta: existe a possibilidade de você não ficar satisfeito quando o imóvel estiver concluído tanto quanto imaginou ao desenvolver o projeto.

E saiba que comprar um imóvel na planta implica também em assumir alguns riscos, apesar da flexibilidade. Atrasos acontecem, falências de incorporadoras, instabilidade econômica e imprevistos são corriqueiros e, para evitar grandes perdas, conheça e analise a fundo a empresa com quem está fechando negócio. Busque referências no mercado e fique de olho.

Outro risco sabido neste tipo de negócio é que, após o pagamento do valor referente a entrada do imóvel, as parcelas sofrem o reajuste de algum índice relacionado a construção civil, como o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) aplicado sobre o saldo devedor da dívida, ou seja, sobre o que sobra da dívida depois de descontado o valor já pago à construtora. Fique atento pois isso poderá deixar o seu saldo devedor final bem maior do que esperava.

 

Imóvel Pronto

Este tipo de imóvel é o mais indicado para aqueles que preferem ver de perto o que vão adquirir e tem pressa para morar. E a principal vantagem deste tipo de negócio é saber exatamente o que está comprando. Visitar o espaço e conhecer o ambiente é o que mais atrai o comprador, além dos preços, claro. Nesta negociação você substitui o seu capital financeiro diretamente por um bem.

Outra vantagem que um imóvel pronto tem é a facilidade de receber um financiamento habitacional de imediato. Neste processo é considerada a sua capacidade financeira no momento e, usualmente, a entrada exigida para a compra varia de 10% a 30% do valor do imóvel.

E fique atento aos detalhes do imóvel ao visitá-lo para a compra. É muito importante se lembrar que haverão alguns problemas que surgem naturalmente com o tempo de uso e que nem sempre estão aparentes.

Mas, mesmo com estes pequenos detalhes, o principal risco dessa opção de compra é quanto a sua documentação. Ela deve ser minuciosamente estudada e analisada por um profissional experiente e competente. Conte sempre com os corretores da Moradia Imobiliária e toda sua equipe para identificar possíveis divergências nesta etapa do processo. Há relatos de casos que potenciais compradores deixaram de adquirir seus imóveis por erro na documentação por falta de conferência. Tome as precauções devidas!

 

Moradia Imobiliária, trabalhando para o seu bem-estar!

 

 

 

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Devo reformar para vender?

Você possui um lindo imóvel no qual passou ótimos momentos em família e com seus melhores amigos, local por onde sua história de vida passou pelos corredores e salas e tudo te traz lembranças, mas precisa se desfazer dele. Tantas memórias nas paredes e pisos que precisam ser tratadas de formas diferente agora que vai vender seu imóvel. Não sabe o que fazer? A Moradia Imobiliária vai te ajudar a preparar seu imóvel para venda.

 

Muita gente não acredita mas reformar o imóvel pode ajudar sim a acelerar o fechamento do negócio, uma vez que intervenções físicas podem diferenciar a casa ou apartamento das demais unidades disponíveis no mercado. Os interessados em um imóvel usado geralmente não esperam ver rachaduras, infiltrações e mofo espalhados pelas paredes. Quem vai comprar precisa gostar do que você tem quando visitar o imóvel. Se houver problemas aparentes a chance de desistência é enorme.

 

Por onde começo?

Comece se organizando e priorizando o que realmente precisa ser feito. Pense como um comprador quando estiver dentro do imóvel para analisar o que precisa ser feito. É sempre bom fazer reparos nas partes que encham os olhos, ou seja, a parte estética do imóvel. Lembre-se que paredes com cores neutras são as mais utilizadas e recomendadas porque transmitem a sensação de limpeza e asseio e, com isso, a ideia de qualidade de vida, tão buscada hoje em dia.

 

Uma fachada limpa e bem cuidada é a responsável primeira boa impressão do seu imóvel.

Quando dizem que a primeira impressão é a que fica, apesar das muitas discordâncias sobre o assunto, não o devemos minimizar. A fachada do imóvel é o primeiro contato visual do futuro morador. Quando você olha para a sua fachada você se sente confortável? Sua fachada é limpa, sem pichações e sem mato escondendo o verdadeiro potencial dela? Pense que quanto mais bonita e atraente a fachada, melhores serão as chances de venda, portanto limpe-a e deixe seu imóvel apresentável para quem quiser conhecer.

 

Sobre a fachada do condomínio

Na maioria das vezes a má aparência de um edifício, por ser antigo ou mal estruturado basta para desvalorizar as suas unidades. Mas lembre-se sempre que o contrário também é verdadeiro: uma fachada renovada e moderna por si só valoriza as economias de um prédio.

 

Para os entendidos do assunto, quando esse tipo de cuidado se estende às demais áreas de uso comum, em especial àquelas mais visíveis (portaria, escadarias, corredores de circulação), o aumento do preço de mercado de apartamentos e salas é praticamente certo. É onde o vendedor ganha por ter pensado á frente do concorrente e deixado tudo mais bonito e valioso aos olhos do comprador.

 

Itens quebrados

Entrar em um imóvel bonito, limpo e olhar pela janela e ver a rua pelas rachaduras não faz parte do sonho de ninguém. Preocupar-se com pequenos detalhes fazem a grande diferença na hora da venda. Janelas quebradas nas dobradiças ou com rachaduras quebram o encanto do imóvel “novo”, mesmo sabendo que ele é usado.

 

Todo problema estrutural deve ser dito para os futuros moradores.

Pisos com rachaduras, faltando pedaços de azulejos, peças de cerâmicas diferentes assentadas por seu amigo pedreiro nos tempos de vacas magras devem ser retirados e substituídos. Pias manchadas e com rachaduras e louças sanitárias também estão na lista de atenção especial. Maçanetas de portas com defeito também devem ser trocadas.

 

Os item hidráulicos devem ter atenção especial. Pias com torneiras com buchas “roçadas”, descargas com puxadores estragados, ralos sem tampa e encanamento exposto devem ser eliminados. O comprador deve sentir que está tudo funcionando muito bem.

 

O que não deve ser feito

Muitos entendidos do assunto afirmam que decoração, modernização e ampliação de cômodos não agregam valores ao imóvel na hora de vender como pensam os leigos. Investir nesses itens é como jogar dinheiro fora, não dando o retorno esperado na avaliação do bem. Decoração é um modo de expressão muito particular e pouco agrega quando é adicionada ao valor do imóvel. Ressalva para os casos de imóveis assinados por profissionais de renome da área, mas são casos específicos para públicos diferenciados.

Quebrar paredes não é o indicado. Procure alguém que possa te orientar para reforma do seu imóvel para venda.

 

A modernização também é um item que adicionado ao imóvel pode ser perigosa na agregação de valor, mas tem que ser utilizada de forma consciente. Uma casa muito moderna em uma região desvalorizada por motivos de segurança pode ser visada por bandidos, o que afasta os futuros compradores . Deixe a cargo do novo morador fazer as adaptações necessárias neste quesito.

 

Ampliar cômodos e alterar a planta do imóvel não devem ser opções. Ampliar garagem, construir uma área gourmet ou cozinha americana devem ser descartados quando surgirem essas ideias. Salvo quando necessário estruturalmente essas reformas devem ser evitadas. Se alterar a planta do imóvel o gasto com burocracia para mudar os documentos juntos aos órgãos competentes é enorme e não compensam na hora da venda.

 

Limite-se, então, numa pintura interna e externa, a consertar vazamentos, cerâmicas e azulejos quebrados, para tornar o imóvel mais atrativo aos olhos de quem vai comprá-lo. E lembre-se que não deve mentir sobre problemas estruturais. Os novos moradores devem saber exatamente o que estão comprando. Diga a eles os problemas que a casa toda possui.

 

Além disso evite gastar mais do que 10% do valor de avaliação do imóvel, realizada sempre por um corretor. Na Moradia Imobiliária você conta com excelentes profissionais para este tipo de serviço. Faça contato pelo 31-3829-1550 e fale com um de nossos corretores e saiba mais sobre o que valoriza e o que desvaloriza seu imóvel para venda.

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05 Dicas práticas de decoração para organizar um imóvel alugado

Quando falamos em decoração de imóveis alugados (seja uma quitinete, apartamento ou casa), entramos em um assunto delicado, pois, trata-se de um investimento em um bem que pertence a outra pessoa e que, realizando mudanças no imóvel, no futuro poderá lhe trazer dor de cabeça.

Mas como para quase tudo há-se um jeito, separamos para você 06 dicas práticas de decoração que, além de mudar o visual do seu lar, vai te ajudar a manter o imóvel organizado e prático. Vamos lá?

 

DICA 01: Araras

A arara (que, diga-se de passagem, não lembra em nada o animal) é um acessório que, além de dar estilo ao imóvel, permite que você mantenha suas roupas organizadas e com fácil acesso, deixando à mostra suas combinações possíveis de vestuário e facilitando sua decisão na hora de escolher que roupa vai usar na ocasião, seja para o trabalho ou para aquela balada.

Você pode comprar uma arara em uma das tantas lojas de móveis e decoração que existem por aí, mas, com um pouco de criatividade e tempo, você mesmo poderá criar uma arara personalizada de acordo com o seu estilo. No YouTube, você encontra diversos tutoriais ensinando como criar sua própria arara de roupas.

 

DICA 02: Caixotes decorados

Seja como suporte para uma mesa, um porta livros, uma casinha para animais de estimação, bancos, entre várias outras formas de uso, os caixotes trazem muita praticidade ao seu lar.

Relativamente fáceis de encontrar e com preços acessíveis, seu imóvel ganhará outra cara com esses acessórios.

Você pode usá-los em seu formato normal, com as cores da madeira em destaque, dando um toque de rusticidade ao ambiente, ou pintando-os com cores que harmonizem com o interior de seu lar.

 

DICA 03: Tapetes e Carpetes

Quando se trata de decoração de imóveis alugados, o uso de tapetes e carpetes é uma ótima saída para mudar o visual sem ter que modificar sua estrutura.

Além de seu efeito estético, os tapetes e carpetes também proporcionam comodidade e praticidade aos moradores de um imóvel, pois ajudam na manutenção de um ambiente limpo, na climatização do ambiente e oferecem isolamento acústico, como por exemplo, a redução do “toc toc” de uma pessoa com salto andando pela casa.

Com mais de 2.500 anos de existência e com modelos que vão desde os persas até os de corda, você vai encontrar uma infinidade de tapetes e carpetes diferentes, com design e preços diferentes.

 

DICA 04: Pallets

Seguindo quase a mesma ideia dos caixotes, pallets são ótimas alternativas para mesas, suportes para camas, sofás e painéis por exemplo.

A dica é procurar por pallets que estejam com bom estado de conservação, evitando aqueles em que a madeira apresente pedaços quebrados ou áreas apodrecidas. Com pallets prontos para uso, basta soltar a imaginação e personaliza-lo de acordo com seu gosto, deixando seu imóvel ainda mais bonito.

Você poderá encontrar pallets em casas de produtos rurais, lojas de materiais de construção, pequenas e médias indústrias, feiras, armazéns e claro, em empreses de compra e venda de pallets.

Uma dica: No site do Pinterest, você encontrará vários móveis construídos a partir de pallets para servir como inspiração.

DICA 05: Hortas e Jardins verticais

Tendência do momento no mercado imobiliário, as hortas e jardins verticais vieram para ficar.

Além de decorar e dar vida ao seu imóvel, essa tendência traz muitos outros benefícios, como, a sustentabilidade ao cultivar alguns alimentos e, acredite se quiser, diminuir a temperatura do seu imóvel. Segundo especialistas, áreas verdes no imóvel podem ajudar a reduzir em até 7% a temperatura ambiente.

Cada vez mais, escritórios de arquitetura, floriculturas e áreas afins, tem procurado especializar-se na instalação de jardins verticais, basta uma pesquisa na internet para encontrar alguém já especializado. Mas, caso queira criar você mesmo seu jardim vertical, no YouTube, há centenas de tutoriais explicando todo o passo a passo.

Com paciência, tempo e uma boa dose de criatividade é possível encontrar excelentes alternativas para decorar seu imóvel alugado de forma que além de dar um UP no visual do imóvel, auxilie na manutenção da organização do ambiente, e de quebre elimina sua preocupação com possíveis problemas com o proprietário do imóvel.

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Home Staging: melhorando sua venda

Técnica impulsiona transações imobiliárias em todo o Brasil

Chegou aquele momento que você vai se desfazer do seu atual imóvel e pensa em colocá-lo a venda para adquirir um novo ou apenas para fazer aquela grana que precisa? Sabemos que, na situação econômica que o mercado brasileiro se encontra, não podemos deixar nada para depois e precisamos valorizar o que temos para atrair potenciais compradores.

Os proprietários mais antenados estão entendendo um conceito que surgiu no mercado a algum tempo e que tem feito muita diferença nas transações imobiliárias. Hoje, sabe-se que não basta apenas ter um imóvel bem localizado ou com boa configuração de planta, é necessário prepará-lo para a venda.

E este conceito, recurso ou técnica de preparação do imóvel que facilita ricamente o seu processo de venda tem um nome: Home Staging.

O que é?

O termo “home staging” significa “encenação da casa”, literalmente. Como prática, consiste em tornar o imóvel o menos personalizado possível de modo que ele fique mais atrativo ao maior número possível de potenciais compradores. Lembrando sempre que essa preparação não deve ser confundida obrigatoriamente com obra ou com projeto de decoração.

Antes de um imóvel ser divulgado para a venda é necessário deixá-lo bem apresentável para o comprador em potencial, e é nisso que o home staging basicamente consiste: reorganizar, repaginar o imóvel.

Todas essas benfeitorias têm como objetivo fazer o registro fotográfico, já que, atualmente, a maior parte dos clientes busca o imóvel no ambiente digital.

No Vale do Aço, segundo dados de pesquisas realizadas pela Moradia Imobiliária, o público tem mudado o perfil de procura e está mais seletivo. “O fluxo de clientes via meios digitais tem crescido nos últimos anos e estamos nos adaptando para esse mercado cada vez mais exigente. O cliente não busca no seu smartphone só por preço, busca por qualidade também, e uma boa foto, com um ambiente limpo e atrativo, desperta uma melhor primeira impressão”, conta Francislaine Cristina, corretora na Moradia há mais de dez anos.

Origem do termo

Surgidas nos Estados Unidos em 1972 e aplicadas hoje em toda a Europa, as técnicas que sustentam este conceito foram desenvolvidas com base no design, psicologia e sociologia.

Aplicação no mercado imobiliário

Grande parte das imobiliárias não se preocupa com as fotos para divulgação em seus meios digitais. O proprietário deve chamar a atenção para isso e exigir uma divulgação de boa qualidade, que corresponda a valorização que o home staging proporciona para o imóvel.

As fotos dos imóveis são um dos principais e primeiros fatores que os clientes olham ao buscar o imóvel e, se o mesmo estiver desorganizado, sujo ou avariado, pode diminuir bastante suas chances de venda.

Na Moradia a preocupação com a divulgação dos imóveis é prioridade. Uma equipe de Marketing, com fotógrafo experiente e com olhar diferenciado trabalha para que os imóveis estejam da maneira mais atrativa para os clientes. No nosso site você pode conferir os imóveis a venda e também para locação.

Se o imóvel tiver passado pelas mãos dos profissionais de home staging as possibilidades de uma melhor divulgação e venda mais rápida aumentam.

Valores

O investimento que o proprietário fará nesse tipo de serviço é cobrado pelo valor hora do profissional ou sob o valor do imóvel por meio de comissão. Esse dispêndio é compensando pelo aumento da liquidez do imóvel e pela aceleração no processo de venda. O preço final do imóvel que tiver este serviço pode aumentar em até 15%.

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12 passos para alugar um imóvel

 

12 PASSOS PARA ALUGAR UM IMÓVEL

Chegou a hora de sair de casa, do apartamento, da quitinete ou de onde mora por qualquer motivo e precisa alugar uma nova morada em Ipatinga e região? Não se assuste nem se desespere pois é mais simples do que dizem por aí. Mas também é um trabalho que exige atenção e comprometimento, afinal, o imóvel escolhido será sua futura moradia e de sua família, ou até mesmo de seu negócio.

Antes de fazer as malas e providenciar a mudança, o futuro inquilino tem que pensar em várias ações a serem tomadas antes de entrar no imóvel alugado. E para que tudo corra bem, separamos para você os passos a serem seguidos para que não haja dor de cabeça nem antes, nem durante e nem depois de alugar a sua futura casa ou apartamento.

1 – SAIBA ONDE QUER MORAR. 

Muitas opções confundem grande parte das pessoas e tiram o foco. Liste alguns bairros onde gostaria de morar ou ter o seu negócio e foque na procura por essa região. Mas lembre-se de ser também mais prático. Não adianta escolher os bairros mais chiques ou mais badalados da cidade se suas condições, estilo de vida, hábitos e onde trabalha não condizem com essa realidade. Busque escolher uma região que facilite a sua vida e que te traga conforto e tranquilidade.

2 – QUANTO VOCÊ PODE PAGAR DE ALUGUEL?

Outra análise que o futuro inquilino não pode deixar de fazer é a financeira. Pergunte-se se o custo do imóvel cabe no seu orçamento ou no de sua família. E lembre-se que além do valor do aluguel deve-se levar em consideração o valor do condomínio e outras taxas inclusas nos contratos de locação.

Para fazer a conta de quanto será a sua despesa com aluguel, considere que o valor do aluguel é o equivalente a 20% do seu salário mensal. Depois, aplique reajustes de 10% sobre este valor até chegar no final do seu contrato. Esse valor final deve ser a média de preço que você poderá gastar com o aluguel. Viu como é fácil?

3 – TECNOLOGIA, UMA ALIADA PODEROSA.

Agora que você já sabe a região que quer morar e o quanto pode gastar com aluguel, chegou a hora da busca pelo seu futuro lar. Muitas são as opções como falar com amigos, bater perna procurando pelas ruas dos bairros escolhidos ou buscar uma consultoria de uma imobiliária, como a Moradia, por exemplo.

Além dessas opções, a Moradia também te oferece na internet o site moradiaimobiliaria.com.br onde você pode ver fotos, mapas e detalhes dos apartamentos ou das casas, e também consegue comparar as opções, limitando preço, tamanho, número de quartos, suítes, vagas de garagem entre outros.

4 – ANTES DE ALUGAR, VISITE!

Antes de se decidir por um imóvel faça algumas visitas em horários e dias diferentes, para saber quais são os horários de sol no apartamento e quais ambientes recebem a luz solar, se o imóvel é bem ventilado ou retém frio, se a rua é movimentada ou barulhenta ou qualquer outra característica que pode se tornar um empecilho importante para que você não alugue.

E não se esqueça de perguntar tanto na imobiliária quanto no local a ser alugado quais são as regras dos condomínios ou de boa convivência a serem seguidas; pergunte em relação a animais domésticos caso tenha algum ou deseje ter; saiba como são administradas as vagas da garagem e como são as regras para as áreas de uso comum. Este será o seu lar por um tempo, não deixe de pensar em praticamente tudo que gostaria de fazer ali e tire todas as suas dúvidas antes de fechar o negócio.

5 – CONHEÇA SOBRE CONDIÇÕES DE PAGAMENTO E CONTRATOS.

Depois de escolher o imóvel que deseja morar, saiba quais são as condições para alugar. Na Moradia temos as seguintes opções: os locatários optam por fiador (quando um terceiro, proprietário de imóvel, garante o pagamento do aluguel caso o inquilino não faça), seguro fiança (quando uma instituição financeira faz o papel do fiador) ou Título de Capitalização (é um título de crédito que tem como objetivo a formação de uma aplicação, que também serve como garantia de fiança. É vendido por uma seguradora, cujo valor aplicado fica retido por um prazo determinado na conta da companhia de seguros).

No contrato de locação deve constar também o prazo mínimo do aluguel, mas é possível negociar períodos mais baixos. Outros itens que devem estar claramente descritos no contrato são os índices de reajuste que serão usados, o valor do aluguel, os encargos que serão pagos pelo locador e os que o locatário deve pagar. A lei que cuida dos aluguéis é a Lei 8245 de 18 de outubro de 1991.

6 – PRINCIPAIS DEVERES DO LOCADOR E INQUILINO.

Para você que vai se mudar e se tornar um novo inquilino, saiba o que é de sua responsabilidade e o que compete ao proprietário do imóvel. Além de entregar sua futura casa ou apartamento em condições de uso, ou seja, com vasos sanitários em bom estado, sem vazamentos, infiltrações, mofo ou outra condição que coloque a vida dos habitantes do imóvel em risco, o locador deve custear as cotas extras do condomínio, como reformas estruturais e fundo de reserva.

Outras taxas como o IPTU, taxas gerais e taxa de incêndio podem ser pagas pelo locador ou pelo inquilino, dependendo do contrato firmado entre as partes.

Já o inquilino tem como obrigação entregar o apartamento na mesma condição recebida na hora de sair, pagar o condomínio e não modificar o imóvel sem o consentimento prévio e por escrito do proprietário, intermediado pela imobiliária. E fique atento pois, segundo a lei do inquilinato, o não pagamento do aluguel no prazo definido entre o proprietário e o locatário pode levar ao despejo, mas atrasos podem ser negociados entre as partes.

 7 – DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA.

Com sua casa nova ou apartamento escolhido, chegou a hora de verificar e providenciar a documentação necessária do locador e também do fiador para dar prosseguimento ao processo de locação. Na Moradia é exigido um cadastro preenchido com todos os dados que pode ser retirado em nosso escritório. Para o cadastro exige-se a devida documentação:

Locatário
Cópia do RG e CPF
Comprovante de renda superior a 3,5x o valor do aluguel (3 últimos meses)
Solteiro – Cópia da Certidão de Nascimento atualizada (máximo 90 dias)
Casado – Cópia da Certidão de Casamento atualizada (máximo de 90 dias)
Cópia RG e CPF do cônjuge

Fiador
Cópia do RG e CPF
Comprovante de renda superior a 3,5x o valor do aluguel (3 últimos meses)
Solteiro – Cópia da Certidão de Nascimento atualizada (máximo 90 dias)
Casado – Cópia da Certidão de Casamento atualizada (máximo de 90 dias)
Cópia RG e CPF do cônjuge
Cópia do comprovante de endereço (mês atual ou anterior)
Certidão de inteiro teor do imóvel (escritura atualizada no máximo 30 dias)
(imóvel totalmente quitado e que seja na região do Vale do Aço)

8 – APROVAÇÃO DE CADASTRO.
A Moradia faz a análise de seu cadastro em um prazo máximo de 24 horas, desde que a documentação esteja toda completa e de acordo com as leis que as regulamentam.

9 – CONFECÇÃO DE CONTRATO DE LOCAÇÃO E LAUDO DE VISTORIA.
Após aprovação do seu cadastro pedimos um prazo de 48 horas para confeccionar o contrato de locação. Este documento pode ser retirado com nossa atendente para que você providencie as devidas assinaturas, bem como as assinaturas no laudo de vistoria inicial e no “Informativo”, documento este que detalha a melhor forma de utilização do imóvel e te orienta quanto aos prazos e formas de contestação, caso seja necessário.

10 – ENTREGA DAS CHAVES. 
Após a entrega e conferência das assinaturas em todos os documentos mencionados anteriormente, chegou a hora de levar as chaves do imóvel e providenciar a mudança.

11 – FIQUE ATENTO ÀS REGRAS PARA A MUDANÇA.

Contrato assinado, hora de planejar sua mudança! Faça você uma vistoria final para garantir que tudo o que foi combinado no contrato está de acordo e se a vistoria realizada pelo profissional indicado pela imobiliária está correta e devidamente assinada por ambas as partes, evitando também dores de cabeça na hora de sair do imóvel ao final do contato.

Quando estiver tudo ok, peça informações ao síndico ou administrador do condomínio para saber quais são os horários permitidos para carga e descarga, entrada de móveis e recebimento de entregas. Caso você observe a necessidade de realizar alguma obra no imóvel, converse primeiro com a imobiliária para saber quem pode pagar pela obra ou se pode haver uma redução no valor do aluguel.

E outro passo importante é não se esquecer de fazer a transferência de contas como luz e água do nome do proprietário para o seu nome, assim que mudar.

12 – FIM DE CONTRATO E TUDO CERTO.

Quando for deixar o imóvel que está alugando ou o que mora atualmente, não se esqueça de avisar com 30 dias de antecedência ao proprietário, por escrito e com protocolo na imobiliária que intermediou o contrato. Se estiver saindo antes de terminar o contrato, verifique se há clausulas de multa contratual.

 

Pronto! Agora você já pode ter um novo lar sem preocupações e sem dor de cabeça. A Moradia trabalha para o seu bem-estar!

 

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Transportando a mudança sem dor de cabeça

Chegou a hora de deixar seu espaço, seu cantinho, algumas lembranças e umas experiências de vida para encarar o desconhecido que é um novo lar? Uma casa nova e uma nova vida, mas com seus pertences, porque não tá fácil comprar tudo novo né! Para essa nova fase de sua vida e para encarar essa empreitada que é uma mudança, preparamos algumas dicas que serão muito úteis nesse processo.
Para se ter uma boa mudança, busque no mercado empresas idôneas e profissionais com indicação.

Escolhendo a empresa certa

Idoneidade. Essa é a primeira verificação que se tem que fazer ao buscar uma empresa, seja ela de qualquer ramo, para prestar serviços sob sua autorização. Após pesquisar com amigos e conhecidos indicações de empresas que prestaram bons serviços e ofereceram bons preços, confira no PROCON se há reclamações sobre a escolhida por você. Se houver algum registro, procure outro fornecedor.

Faça mais de um orçamento

Muita gente não sabe, mas toda empresa de mudanças é obrigada a fornecer um orçamento, conforme diz o Código de Defesa do Consumidor (Art. 40). É com ele que você poderá pesquisar as melhores ofertas e optar pelo que for melhor para sua mudança.
Pesquise preços e referências de mais de uma empresa. Isso evitará muitos transtornos durante a sua mudança.
E fique atento, pois algumas empresas cobram uma taxa pelo orçamento. Pergunte sobre valores antes de contratar este tipo de serviço e faça pelo menos três orçamentos em diferentes locais. Geralmente o valor a ser cobrado é definido após visita de vistoria do profissional. Ele avalia a quantidade e o modo como serão transportado os objetos e móveis e quanto essa logística vai custar, incluindo a mão de obra dos carregadores.

Tudo em segurança

Para se ter um controle do que será transportado faça uma lista de móveis e objetos. Verifique o estado dos móveis e se já existe alguma avaria, guardando com você essa lista. Peça para um responsável pela empresa assinar e fique com uma cópia. Este documento chama-se rol de inventário.

Se proteja, peça os documentos

Ao contratar um serviço de mudanças, assim como qualquer outro, você está totalmente protegido pelo Código de Defesa do Consumidor e, para reclamar seus direitos, é necessário ter em mãos os documentos como o contrato e a nota fiscal. Fique sabendo que a lei obriga a empresa de transporte de mudanças a ser responsável por todos e quaisquer danos no serviço realizado. O não cumprimento do que foi contratado é de responsabilidade da empresa.

Empacotando

Muitas empresas tem a opção de empacotamento de móveis e objetos sob exigência de seguradoras. Você pode arcar com essa despesa e ficar tranquila em relação ao que está sendo transportado ou pode você mesmo embalar tudo, mas sem nenhuma garantia. Caso opte por contratar o serviço, todo o material deve ser fornecido pela empresa, fique atento.
E você sabe como é calculado o orçamento? É pelo espaço estimado que são definidos o tamanho do caminhão e o valor do transporte. O preço da cubagem (metro cúbico) leva em conta a quantidade de objetos, a distância da casa velha à casa nova e o grau de dificuldade. Desempacotar também pode fazer parte do serviço prestado e deve ser cobrado no orçamento inicial.

10 IMPORTANTES DICAS

1) Exija um contrato por escrito discriminando: nome, endereço e CNPJ (se for pessoa física, RG e CPF) da empresa, dados pessoais do contratante, local, data e horário de retirada e de entrega, valor do serviço, condições de pagamento e tudo o que for acertado verbalmente. Não deixe de ler com atenção este documento e de riscar os espaços em branco.
2) Informe-se quanto às regras de mudança do imóvel atual e do novo. Alguns locais têm horários delimitados para realização do serviço, e isso afeta no preço.
3) Avise o síndico e/ou o zelador sobre sua mudança, e confira se não há outra pessoa realizando transporte no mesmo dia e horário, para evitar congestionamentos em elevador e outros transtornos do gênero.
4) No dia da mudança, reserve vaga para o caminhão na frente do imóvel – ou o mais perto possível; quanto mais longe, mais demorado e mais carregadores serão necessários, encarecendo o transporte.
5) Procure vincular o pagamento ao término do serviço. Se não for possível, veja a possibilidade de disponibilizar apenas um sinal na contratação, quitando o restante após a mudança.
6) Certifique-se de que o dia marcado para a mudança não coincida com feiras livres nas ruas que envolvam o local de saída ou de chegada da mesma.
7) Esvazie o botijão de gás, pois é proibido transportá-lo cheio, por causa do risco de explosão; se o gás for central, no caso de condomínios, faça o desligamento com 24 horas de antecedência.
8) Descongele o freezer também 24 horas antes do transporte. Seque-o bem antes de carregar no caminhão, para evitar odores.
9) Na impossibilidade de estar presente quando da chegada da mudança no novo endereço, peça a uma pessoa de sua confiança que faça a conferência e relacione por escrito eventuais danos ou extravios de objetos. Exija a assinatura do funcionário da empresa neste documento e guarde uma via com você.
10) Guarde cópia de toda a documentação; exija recibos de todos os pagamentos efetuados e solicite, por escrito, a previsão de entrega da mudança nos casos de transportes intermunicipais e interestaduais e carregue consigo os objetos pessoais tais como joias, dinheiro, cheques e documentos.
Mudança de moradia não é sinônimo de dor de cabeça.
Seguindo essa dicas você terá uma mudança tranquila e sem problemas. E se precisa de uma dica para conseguir uma casa nova para se mudar, que tal dar uma olhada no nosso site e conferir o que temos para você no www.moradiaimobiliaria.com.br.
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Cariru: tradicional, familiar e muito verde!

Ao se contar a história de Ipatinga, o bairro Cariru se destaca pelas suas particularidades históricas e pela movimentação dos japoneses na cultura local. Tradicional e familiar, o bairro conta com um centro comercial e diversos pontos de comércio em todo seu território. Para quem busca qualidade de vida é uma ótima opção para se morar e investir.

Não conhece o Cariru ainda? Nós listamos alguns motivos para conhecer e descobrir que é um ótimo lugar para se viver e ser feliz com a família.

História contada em livro

Foto de acervo do início da construção do bairro Cariru.
José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, nos conta que, segundo uma lenda, Cariru era uma “grande cobra” que existia no Rio Doce e que, quando saía da água, cegava com a luz de seus olhos as pessoas que se aproximavam dela. Alguns moradores mais antigos do bairro ouviram contar também que essa cobra morou por muito tempo no Fícus da Av. Japão. Mas, na verdade, o bairro tem esse nome porque ali era encontrada uma grande quantidade de um vegetal denominado Cariru ou Caruru, denominação comum a várias plantas amarantáceas, algumas das quais muito utilizadas na culinária.

Antes de se chamar Cariru, o local era denominado “Pedra Mole” e foi ali que, em 1922, foi inaugurada a primeira edificação pública da cidade de Ipatinga: a “Estação Ferroviária de Pedra Mole”. A estação foi desativada em 1930, mas o local serviu como o primeiro cemitério da cidade e posteriormente também foi implantada uma cocheira, onde eram guardados os cavalos de raça dos diretores, brasileiros e japoneses, da Usiminas. Hoje, ainda existem algumas ruínas da Estação de Pedra Mole ocultas na beira do Rio Piracicaba, no final da Av. Itália (perto do Morro do Castelo).

Ruínas da Estação de Pedra Mole, que funcionou até 1930.
O bairro Cariru começou a ser construído no início da década de 1960. Ele fez parte do “Projeto Vila Operária”, do arquiteto Rafael Hardy. No Cariru construíram-se residências para os operários de nível técnico e japoneses. Estes, após a frustração da expectativa de criar um bairro só para os japoneses, se instalaram no Cariru.

As ruas do bairro foram oficialmente denominadas com nomes de nações, pela Lei Municipal 263, de 29 de outubro de 1970, na gestão do interventor federal Almir Ribeiro Tavares. Foi construído no bairro o primeiro educandário de nível ginasial da cidade: o Colégio São Francisco Xavier, destinado principalmente aos filhos dos funcionários da Usiminas.

Alimentação e vida noturna

Bairro tradicionalmente familiar, o Cariru se destaca pelo tradicional Centro Comercial, onde bares e cervejaria animam quem por lá resolve ficar. Restaurantes como os japoneses, a pizzaria, a churrascaria, o espetinho, lanchonetes e dois tradicionais trailers de lanches são ótimas pedidas na noite para quem quer boa comida e ambientes super familiares.
Um pub no centro comercial está reunindo a galera jovem e deixando o ambiente mais descolado. Além dessas opções para comer, o bairro conta com o Teatro Zélia Olguim, famoso por trazer grandes nomes da cultura para a cidade.

Mobilidade urbana

Por estar entre o Hospital Márcio Cunha I e o Centro da cidade, que são os principais pontos finais das linhas de ônibus, o Cariru é servido de diversas linhas e uma variedade maior de horários de transporte público. Além do municipal, algumas linhas intermunicipais fazem rota no bairro. As vias principais são espaçosas e de fácil movimentação, além de muito bem sinalizadas.

Fícus, patrimônio público

Fícus foi tombada como patrimônio da cidade.
Existe no bairro uma árvore que é o símbolo da preservação do verde pelos moradores, o Fícus. Plantado em 1961 por Katanosuke Mae, um japonês que morava na rua Peru, no próprio bairro, a árvore já foi alvo de intenção de corte de algumas pessoas e os moradores locais sempre impediram, até mesmo com protestos, como o de uma moradora que se dependurou em seus galhos para impedir o corte. A árvore foi tombada pelo patrimônio histórico e artístico da cidade. Com isso, o Fícus, segue pomposo a sua vida ali, na avenida Japão, próximo ao prédio da Cônsul.

Qualidade de vida

Um atrativo especial no bairro é a pista de caminhada e corrida. Abrangendo quase todo o entorno do bairro, é muito utilizada por atletas e profissionais da saúde para atividades que promovam a qualidade de vida. A pista passa pela área onde é realizada a feira, na qual produtores regionais comercializam produtos, grande parte orgânicos, de produção local.

Verde e água

Extensa área verde e o encontro dos rios Doce e Piracicaba. Imagem: Reprodução Google
O bairro é todo cercado pela mata do Parque Estadual do Rio Doce e, ao fundo, é banhado pelo Rio Piracicaba, que se encontra calmamente com o Rio Doce próximo às ruínas da Estação de Pedra Mole. No subsolo, abaixo da foz do rio Piracicaba, está localizado um aquífero aluvionar, que é de onde é extraída a água utilizada para o suprimento da maior parte do Vale do Aço.

O bairro em números

 

E aí, já se decidiu? Gostou do bairro Cariru? Ele, de fato, é um bairro maravilhoso para se viver e desfrutar com a família e amigos. São muitos os atrativos que poderá conhecer pessoalmente em seu dia a dia. Você pode escolher a casa dos seus sonhos e ter a certeza de optar por um local privilegiado e que proporciona uma excelente qualidade de vida!
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Animais em condomínio. É proibido proibir?

Assunto delicado que envolve afeto, lei e bom senso deve ser esclarecido

Muito se tem falado em afetividade, em conceito de família e como a lei representa isso. A afetividade hoje é um princípio constitucional que orienta um grande número de relações sociais e familiares e é um ponto chave de discussões que tem transformado a nossa ordem social. E a relação de afeto com os animais de estimação também entra nessa discussão e está amparada pela Constituição Federal. A relação está intimamente ligada à dignidade da pessoa humana, por se tratar de uma relação eminentemente baseada no afeto.

E quando se mora em um condomínio onde as regras ditam a não permanência de animais? Como lidar com síndicos e vizinhos que não toleram animais e querem proibir você de tê-los em seu imóvel? Hoje existe o famoso “é proibido proibir” para estes casos.

Nenhuma convenção de condomínio pode proibir a permanência de animais nas unidades autônomas, ou seja, no interior dos apartamentos. Se o fizerem estarão violando o direito de propriedade e a liberdade individual de cada pessoa em utilizar a sua área privativa de acordo com seus interesses – desde que não sejam contrários à destinação do imóvel. É importante salientar que essas convenções podem restringir a forma como os animais deverão ser mantidos no condomínio.

O que pode?

Você pode ter seu bichinho dentro do seu apartamento da forma como quiser? Pode, desde que respeite a integridade do animal e não perturbe o sossego dos vizinhos. As restrições devem ser limitadas às áreas de uso comum. E fique atento para certas restrições como a permissão somente de animais de “pequeno porte”. Isso não deve ser aceito pelo morador. Procure sempre se orientar pois já existem leis municipais que restringem a quantidade de animais por casa ou apartamento, mas não há legislação sobre tamanho ou raça. Diante disso, os moradores podem ter peixe, gato, ramster, cachorro, cobra, ave ou qualquer outro animal que lhe seja de estima.

O assessor jurídico da Moradia Imobiliária, o advogado Raymundo Raul Bicalho, lembra que “os animais, desde 1988, data em que foi promulgada a Constituição Federal, passaram a ter amparo jurídico, pela Lei Maior do País, conforme se vê do art. 225, §1º, VII, da Constituição Federal, que dispõe:

Desde 1988 os animais tem seus direitos garantidos na Constituição Federal.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”, e que “Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”.

O advogado lembra também que “a Constituição Federal, nos seus artigos 5o e 170, asseguram o direito de propriedade, podendo o proprietário, ou quem esteja na posse do imóvel, manter animais na sua unidade. E o art. 225, parágrafo primeiro, inciso VII, também da Carta Federal, situa o animal como parte do meio ambiente e tutela juridicamente o direito deles à dignidade, vedada a prática de maus tratos.”

Fique atento aos abusos

Quanto às proibições ilegais e abusivas do uso dos elevadores para conduzir os animais, devem ser enfrentadas também aí com a propositura de Ação Judicial. Obrigar os animais a subirem escadas é prática de crueldade, vedada pela Constituição, especialmente quando esses são portadores de doenças que possam ser agravadas com o movimento (cardiopatas, neuropatas etc.), ou mesmo quanto aos animais idosos, já impedidos pela idade de subir e descer escadas.

É incontestável que o direito de ir e vir do guardião do animal estende-se a este. E qualquer decisão de assembleia condominial em sentido contrário, caracteriza-se como constrangimento ilegal previsto no art. 146 do Código Penal Brasileiro, além de constituir crime ambiental, art. 32, da Lei 9.605/98 (crime de maus tratos), comportando, inclusive, a adoção de providências policiais e judiciais para conter o ilícito.

De igual modo, as abordagens verbais ou escritas feitas por vizinhos, síndicos ou porteiros, aos condôminos que têm animais nas suas companhias, com o propósito de constranger-lhes obrigando-os a transitar pelas escadas, proibindo-os de utilizarem o elevador, configuram também constrangimento ilegal, a ser coibido com queixa policial contra o autor do fato.
Os vizinhos, ou o síndico, não podem interferir na vida intra proprietade do condômino.

Cabe ao condômino, que mantém os animais em sua unidade, observar o asseio e a higienização do local, dispensando-lhes os cuidados necessários à saúde (vacinação, tosa e banho regulares); cuidados médicos que lhes proporcionem conforto e bem estar; contratar pessoas para cuidar deles, de forma a que estejam sempre bem, mantendo-se a unidade em condições normais de habitação.

Orientação

Concluindo, cabe a orientação jurídica que se registra a seguir.
É nula e sem efeito qualquer CONVENÇÃO CONDOMINIAL que proíba a existência, ou permanência, de animais domésticos, especialmente de cães e gatos, em condomínio, vez que tal proibição afronta a Lei Maior do País, que é a Constituição Federal, onde estão tutelados juridicamente a vida e o bem estar desses seres.
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Bom Retiro: Tranquilidade e facilidades em um só lugar!

Ipatinga é uma cidade jovem, com apenas 52 anos, mas com muita história para contar. E entre elas está a do bairro Bom Retiro. Conhecido por sua vida noturna intensa, pela tranquilidade e clima familiar mesmo em meio a um comércio ativo e diversificado, o bairro é ideal para quem busca qualidade de vida.

Optar por morar aqui pode ser um dos melhores investimentos que você faz para a sua rotina e sua família. Por ter uma infraestrutura de comércios e estabelecimentos de serviços em geral, você e sua família terão praticamente tudo ao seu alcance. Se você ainda está na dúvida sobre morar no Bom Retiro, listamos alguns bons motivos que você precisa conhecer e que, com certeza, vão lhe convencer de uma vez por todas!

História contada em livro

De acordo com José Augusto de Morais em seu livro Ipatinga Cidade Jardim, volume II, de 2009, o Bom Retiro fez parte do conjunto de bairros construídos pela Usiminas em 1960, de acordo com a visão da “Vila Operária”, projeto de Rafael Hardy que separava os funcionários da empresa por cargos e previa um “Centro Comunal” aberto à livre iniciativa. A origem do nome do bairro é explicada por Otoni Vicente Ferreira, motorista aposentado da Usiminas.

Bairro Bom Retiro no início da década de 1960. Crédito: Acervo Público
Segundo ele, um encarregado da firma “Leão”, chamado Queiroz, pediu à Usiminas uma área no local onde seria construído o bairro para montar um curral e fornecer leite aos funcionários da empresa. “Retiro” é justamente o nome dado ao lugar onde se tira o leite. A Prefeitura Municipal de Ipatinga, posteriormente, oficializou o bairro como “Bom Retiro”. As suas ruas receberam nomes pátrios, de acordo com o Decreto Municipal Nº 528, de 22 de março de 1974.

Mobilidade urbana privilegiada

O Bom Retiro permite uma mobilidade urbana com mais facilidade devido ao grande número de linhas de ônibus que ali passam e saem do ponto final, em frente à Unidade II do HMC – Hospital Márcio Cunha. As vias são largas e o trânsito flui com facilidade. Se você pretende resolver tudo dentro do próprio bairro, o Bom Retiro conta em suas avenidas principais com calçadas largas e boa sinalização.

Comércio diversificado

Supermercados, farmácias, papelaria, material de construção, decoração, açougue, verduraria, roupas e acessórios, alfaiates, informática, academias, artigos de beleza, de pesca e acampamento, distribuidora de balas e doces e de bebidas, artigos para festas, floriculturas, autoescolas, oficinas de automóveis e de eletroeletrônicos entre diversos outros tipos de comércios podem ser encontrados no bairro. Uma lotérica e caixas eletrônicos em pontos estratégicos do HMC II e na Unileste garantem os serviços bancários por lá, mas caso precise ir ao Banco, as redes bancárias tem estabelecimentos no bairro vizinho, o Horto.

Alimentação e vida noturna

Sair para comer, ouvir um som ao vivo e deixar as crianças brincarem a vontade é muito fácil. São muitas as opções de locais para sair, sentar e tomar aquela cerveja gelada ou aquele suco super saudável. O bairro conta com pizzarias, lanchonetes diversas, sorveteria, açaí e tapiocaria, churrascarias, lanchonetes com lanches gourmet e os tradicionais hambúrgueres de chapa. Para paladares mais específicos, porções de peixe, casa de quibe, comida baiana, grega, japonesa e chinesa também são encontradas no bairro. Para quem quer estender a noite, uma cachaçaria oferece música ao vivo com sucessos regionais.
Uma Academia da Saúde foi instalada no bairro e é aberta à população.

Atividades cotidianas

Se você tem filhos, não terá problemas com escolas e faculdades no bairro Bom Retiro. Há centros educacionais pelo bairro, tanto públicos quanto privados. Há também praças e uma quadra de esportes para uso da comunidade. Um clube com piscinas e quadras de esporte para seus sócios fazem parte da lista de lazer dos moradores. Uma pista de caminhada ladeia o bairro e uma Academia da Saúde está instalada na praça em frente ao posto de Saúde. Um lar para idosos também pode ser encontrado nas proximidades.

O Hospital Márcio Cunha Unidade II trouxe para o Bom Retiro atendimentos médicos e resultados de exames antes só disponibilizados na Unidade I. Clínicas de fisioterapia e pilates, além de atendimento para animais em pet shops especializados tornaram a saúde de sua família e de seu bichinho de estimação mais acessíveis. Para momentos de oração, pode-se contar com diversos espaços religiosos como templos e igrejas. Católicos, protestantes, espíritas e as demais crenças convivem em harmonia pelo bairro.

Então, o que achou do bairro Bom Retiro? É, de fato, um maravilhoso bairro para se viver e desfrutar com a família e amigos. São muitos os atrativos que irá conhecer pessoalmente em seu dia a dia. Você pode escolher o apartamento dos seus sonhos e ter a certeza de optar por um local privilegiado e que proporciona uma excelente qualidade de vida!

Aqui você é #maisquebemvindo