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Home Staging: melhorando sua venda

Técnica impulsiona transações imobiliárias em todo o Brasil

Chegou aquele momento que você vai se desfazer do seu atual imóvel e pensa em colocá-lo a venda para adquirir um novo ou apenas para fazer aquela grana que precisa? Sabemos que, na situação econômica que o mercado brasileiro se encontra, não podemos deixar nada para depois e precisamos valorizar o que temos para atrair potenciais compradores.

Os proprietários mais antenados estão entendendo um conceito que surgiu no mercado a algum tempo e que tem feito muita diferença nas transações imobiliárias. Hoje, sabe-se que não basta apenas ter um imóvel bem localizado ou com boa configuração de planta, é necessário prepará-lo para a venda.

E este conceito, recurso ou técnica de preparação do imóvel que facilita ricamente o seu processo de venda tem um nome: Home Staging.

O que é?

O termo “home staging” significa “encenação da casa”, literalmente. Como prática, consiste em tornar o imóvel o menos personalizado possível de modo que ele fique mais atrativo ao maior número possível de potenciais compradores. Lembrando sempre que essa preparação não deve ser confundida obrigatoriamente com obra ou com projeto de decoração.

Antes de um imóvel ser divulgado para a venda é necessário deixá-lo bem apresentável para o comprador em potencial, e é nisso que o home staging basicamente consiste: reorganizar, repaginar o imóvel.

Todas essas benfeitorias têm como objetivo fazer o registro fotográfico, já que, atualmente, a maior parte dos clientes busca o imóvel no ambiente digital.

No Vale do Aço, segundo dados de pesquisas realizadas pela Moradia Imobiliária, o público tem mudado o perfil de procura e está mais seletivo. “O fluxo de clientes via meios digitais tem crescido nos últimos anos e estamos nos adaptando para esse mercado cada vez mais exigente. O cliente não busca no seu smartphone só por preço, busca por qualidade também, e uma boa foto, com um ambiente limpo e atrativo, desperta uma melhor primeira impressão”, conta Francislaine Cristina, corretora na Moradia há mais de dez anos.

Origem do termo

Surgidas nos Estados Unidos em 1972 e aplicadas hoje em toda a Europa, as técnicas que sustentam este conceito foram desenvolvidas com base no design, psicologia e sociologia.

Aplicação no mercado imobiliário

Grande parte das imobiliárias não se preocupa com as fotos para divulgação em seus meios digitais. O proprietário deve chamar a atenção para isso e exigir uma divulgação de boa qualidade, que corresponda a valorização que o home staging proporciona para o imóvel.

As fotos dos imóveis são um dos principais e primeiros fatores que os clientes olham ao buscar o imóvel e, se o mesmo estiver desorganizado, sujo ou avariado, pode diminuir bastante suas chances de venda.

Na Moradia a preocupação com a divulgação dos imóveis é prioridade. Uma equipe de Marketing, com fotógrafo experiente e com olhar diferenciado trabalha para que os imóveis estejam da maneira mais atrativa para os clientes. No nosso site você pode conferir os imóveis a venda e também para locação.

Se o imóvel tiver passado pelas mãos dos profissionais de home staging as possibilidades de uma melhor divulgação e venda mais rápida aumentam.

Valores

O investimento que o proprietário fará nesse tipo de serviço é cobrado pelo valor hora do profissional ou sob o valor do imóvel por meio de comissão. Esse dispêndio é compensando pelo aumento da liquidez do imóvel e pela aceleração no processo de venda. O preço final do imóvel que tiver este serviço pode aumentar em até 15%.

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12 passos para alugar um imóvel

 

12 PASSOS PARA ALUGAR UM IMÓVEL

Chegou a hora de sair de casa, do apartamento, da quitinete ou de onde mora por qualquer motivo e precisa alugar uma nova morada em Ipatinga e região? Não se assuste nem se desespere pois é mais simples do que dizem por aí. Mas também é um trabalho que exige atenção e comprometimento, afinal, o imóvel escolhido será sua futura moradia e de sua família, ou até mesmo de seu negócio.

Antes de fazer as malas e providenciar a mudança, o futuro inquilino tem que pensar em várias ações a serem tomadas antes de entrar no imóvel alugado. E para que tudo corra bem, separamos para você os passos a serem seguidos para que não haja dor de cabeça nem antes, nem durante e nem depois de alugar a sua futura casa ou apartamento.

1 – SAIBA ONDE QUER MORAR. 

Muitas opções confundem grande parte das pessoas e tiram o foco. Liste alguns bairros onde gostaria de morar ou ter o seu negócio e foque na procura por essa região. Mas lembre-se de ser também mais prático. Não adianta escolher os bairros mais chiques ou mais badalados da cidade se suas condições, estilo de vida, hábitos e onde trabalha não condizem com essa realidade. Busque escolher uma região que facilite a sua vida e que te traga conforto e tranquilidade.

2 – QUANTO VOCÊ PODE PAGAR DE ALUGUEL?

Outra análise que o futuro inquilino não pode deixar de fazer é a financeira. Pergunte-se se o custo do imóvel cabe no seu orçamento ou no de sua família. E lembre-se que além do valor do aluguel deve-se levar em consideração o valor do condomínio e outras taxas inclusas nos contratos de locação.

Para fazer a conta de quanto será a sua despesa com aluguel, considere que o valor do aluguel é o equivalente a 20% do seu salário mensal. Depois, aplique reajustes de 10% sobre este valor até chegar no final do seu contrato. Esse valor final deve ser a média de preço que você poderá gastar com o aluguel. Viu como é fácil?

3 – TECNOLOGIA, UMA ALIADA PODEROSA.

Agora que você já sabe a região que quer morar e o quanto pode gastar com aluguel, chegou a hora da busca pelo seu futuro lar. Muitas são as opções como falar com amigos, bater perna procurando pelas ruas dos bairros escolhidos ou buscar uma consultoria de uma imobiliária, como a Moradia, por exemplo.

Além dessas opções, a Moradia também te oferece na internet o site moradiaimobiliaria.com.br onde você pode ver fotos, mapas e detalhes dos apartamentos ou das casas, e também consegue comparar as opções, limitando preço, tamanho, número de quartos, suítes, vagas de garagem entre outros.

4 – ANTES DE ALUGAR, VISITE!

Antes de se decidir por um imóvel faça algumas visitas em horários e dias diferentes, para saber quais são os horários de sol no apartamento e quais ambientes recebem a luz solar, se o imóvel é bem ventilado ou retém frio, se a rua é movimentada ou barulhenta ou qualquer outra característica que pode se tornar um empecilho importante para que você não alugue.

E não se esqueça de perguntar tanto na imobiliária quanto no local a ser alugado quais são as regras dos condomínios ou de boa convivência a serem seguidas; pergunte em relação a animais domésticos caso tenha algum ou deseje ter; saiba como são administradas as vagas da garagem e como são as regras para as áreas de uso comum. Este será o seu lar por um tempo, não deixe de pensar em praticamente tudo que gostaria de fazer ali e tire todas as suas dúvidas antes de fechar o negócio.

5 – CONHEÇA SOBRE CONDIÇÕES DE PAGAMENTO E CONTRATOS.

Depois de escolher o imóvel que deseja morar, saiba quais são as condições para alugar. Na Moradia temos as seguintes opções: os locatários optam por fiador (quando um terceiro, proprietário de imóvel, garante o pagamento do aluguel caso o inquilino não faça), seguro fiança (quando uma instituição financeira faz o papel do fiador) ou Título de Capitalização (é um título de crédito que tem como objetivo a formação de uma aplicação, que também serve como garantia de fiança. É vendido por uma seguradora, cujo valor aplicado fica retido por um prazo determinado na conta da companhia de seguros).

No contrato de locação deve constar também o prazo mínimo do aluguel, mas é possível negociar períodos mais baixos. Outros itens que devem estar claramente descritos no contrato são os índices de reajuste que serão usados, o valor do aluguel, os encargos que serão pagos pelo locador e os que o locatário deve pagar. A lei que cuida dos aluguéis é a Lei 8245 de 18 de outubro de 1991.

6 – PRINCIPAIS DEVERES DO LOCADOR E INQUILINO.

Para você que vai se mudar e se tornar um novo inquilino, saiba o que é de sua responsabilidade e o que compete ao proprietário do imóvel. Além de entregar sua futura casa ou apartamento em condições de uso, ou seja, com vasos sanitários em bom estado, sem vazamentos, infiltrações, mofo ou outra condição que coloque a vida dos habitantes do imóvel em risco, o locador deve custear as cotas extras do condomínio, como reformas estruturais e fundo de reserva.

Outras taxas como o IPTU, taxas gerais e taxa de incêndio podem ser pagas pelo locador ou pelo inquilino, dependendo do contrato firmado entre as partes.

Já o inquilino tem como obrigação entregar o apartamento na mesma condição recebida na hora de sair, pagar o condomínio e não modificar o imóvel sem o consentimento prévio e por escrito do proprietário, intermediado pela imobiliária. E fique atento pois, segundo a lei do inquilinato, o não pagamento do aluguel no prazo definido entre o proprietário e o locatário pode levar ao despejo, mas atrasos podem ser negociados entre as partes.

 7 – DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA.

Com sua casa nova ou apartamento escolhido, chegou a hora de verificar e providenciar a documentação necessária do locador e também do fiador para dar prosseguimento ao processo de locação. Na Moradia é exigido um cadastro preenchido com todos os dados que pode ser retirado em nosso escritório. Para o cadastro exige-se a devida documentação:

Locatário
Cópia do RG e CPF
Comprovante de renda superior a 3,5x o valor do aluguel (3 últimos meses)
Solteiro – Cópia da Certidão de Nascimento atualizada (máximo 90 dias)
Casado – Cópia da Certidão de Casamento atualizada (máximo de 90 dias)
Cópia RG e CPF do cônjuge

Fiador
Cópia do RG e CPF
Comprovante de renda superior a 3,5x o valor do aluguel (3 últimos meses)
Solteiro – Cópia da Certidão de Nascimento atualizada (máximo 90 dias)
Casado – Cópia da Certidão de Casamento atualizada (máximo de 90 dias)
Cópia RG e CPF do cônjuge
Cópia do comprovante de endereço (mês atual ou anterior)
Certidão de inteiro teor do imóvel (escritura atualizada no máximo 30 dias)
(imóvel totalmente quitado e que seja na região do Vale do Aço)

8 – APROVAÇÃO DE CADASTRO.
A Moradia faz a análise de seu cadastro em um prazo máximo de 24 horas, desde que a documentação esteja toda completa e de acordo com as leis que as regulamentam.

9 – CONFECÇÃO DE CONTRATO DE LOCAÇÃO E LAUDO DE VISTORIA.
Após aprovação do seu cadastro pedimos um prazo de 48 horas para confeccionar o contrato de locação. Este documento pode ser retirado com nossa atendente para que você providencie as devidas assinaturas, bem como as assinaturas no laudo de vistoria inicial e no “Informativo”, documento este que detalha a melhor forma de utilização do imóvel e te orienta quanto aos prazos e formas de contestação, caso seja necessário.

10 – ENTREGA DAS CHAVES. 
Após a entrega e conferência das assinaturas em todos os documentos mencionados anteriormente, chegou a hora de levar as chaves do imóvel e providenciar a mudança.

11 – FIQUE ATENTO ÀS REGRAS PARA A MUDANÇA.

Contrato assinado, hora de planejar sua mudança! Faça você uma vistoria final para garantir que tudo o que foi combinado no contrato está de acordo e se a vistoria realizada pelo profissional indicado pela imobiliária está correta e devidamente assinada por ambas as partes, evitando também dores de cabeça na hora de sair do imóvel ao final do contato.

Quando estiver tudo ok, peça informações ao síndico ou administrador do condomínio para saber quais são os horários permitidos para carga e descarga, entrada de móveis e recebimento de entregas. Caso você observe a necessidade de realizar alguma obra no imóvel, converse primeiro com a imobiliária para saber quem pode pagar pela obra ou se pode haver uma redução no valor do aluguel.

E outro passo importante é não se esquecer de fazer a transferência de contas como luz e água do nome do proprietário para o seu nome, assim que mudar.

12 – FIM DE CONTRATO E TUDO CERTO.

Quando for deixar o imóvel que está alugando ou o que mora atualmente, não se esqueça de avisar com 30 dias de antecedência ao proprietário, por escrito e com protocolo na imobiliária que intermediou o contrato. Se estiver saindo antes de terminar o contrato, verifique se há clausulas de multa contratual.

 

Pronto! Agora você já pode ter um novo lar sem preocupações e sem dor de cabeça. A Moradia trabalha para o seu bem-estar!

 

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13 Dicas de como comprar minha casa própria

Ter o seu lugar, seu canto, sua moradia, seu lar! Se dar de presente uma casa nova! Esse é o sonho de muitos brasileiros e pode ser realizado com determinação, esforço e muito comprometimento. Uma casa nova ou apartamento novo está nos planos de muitos de nós, mas como realizá-lo? Sabemos que o cenário político nacional afeta o cenário econômico e as incertezas quanto ao futuro do país tomam conta da população. Saber a hora de investir em um imóvel é complicado e, por isso, nós ajudaremos você a entender o melhor caminho para a compra da tão sonhada casa própria.

O principal conselho que podemos te dar é: NÃO DESANIME!

Nosso Diretor e também Corretor de Imóveis José de Oliveira dá algumas dicas sobre planejamento para realizar o sonho de ter sua casa ou apartamento próprio. Vamos conferir?

Diretor e Corretor de Imóveis da Moradia Imobiliária

1 – Pergunte-se: será que eu consigo pagar?

O primeiro passo, antes de sair procurando a casa ou apartamento dos sonhos, é fazer as contas com base no seu orçamento doméstico. Sem prejudicar a saúde financeira de sua família, defina o quanto vocês podem pagar pela casa nova. Lembre-se que a prestação mensal não deve ultrapassar 30% da renda total.

2 – Comece, mesmo que seja com pouco!

De início é imprescindível poupar e juntar uma boa quantia para entrada para evitar juros maiores depois. A dica de José de Oliveira é: poupe, guarde, coloque no colchão se for preciso, mas não deixe de guardar mesmo que seja pouco dinheiro. Sua casa nova merece!

3 – Se segure e tenha foco.

Aquela blusinha nova que você paga em seis prestações, aquele sanduba gourmet que é o dobro do preço do comum, aquele passeio que pode ser substituído por um programa mais em conta com a família podem e devem ficar em segundo plano quando o assunto é economizar para o novo apartamento. Foco é a palavra da vez para quem quer comprar uma casa nova. O que não é urgente ou importante pode ser reprogramado para depois da realização do seu sonho!

4 – Todos juntos nessa!

A sua família pode ajudar muito no quesito economia. Converse com seus familiares e estabeleça um acordo econômico para baixarem os gastos e guardarem mais dinheiro. Trabalhos extras ajudam a complementar a renda e podem ajudar na soma final da compra de seu imóvel. Juntos podem realizar os sonhos mais rapidamente.

5 – Pense nos extras!

Na procura pelo apartamento ou casa dos sonhos, alguns se esquecem dos gastos extras como IPTU e condomínio. São valores que podem ser significativos na hora de pagar as prestações. Se organize para conseguir pagar todas as despesas.

6 – Procure opções viáveis.

As taxas de juros sofrem muita variação de um banco para outro. Pesquise. Faça simulações. Peça ajuda a quem conhece do assunto e escolha a opção que tenha mais vantagens e menor incidência de aumentos. Uma dica é perguntar pelo CET – Custo Efetivo Total. Nele você encontra os juros e todos os encargos embutidos no financiamento.

7 – E os documentos?

Um gasto importante e não menos preocupante é com os documentos. Os custos da escritura, impostos e papelada pesam no orçamento e são por conta de quem compra. Programe-se para essas despesas!

8 – Partindo para ação.

A Moradia Imobiliária te ajuda a realizar o sonho da sua casa própria.

Com as dicas anteriores em dia, procure a Moradia Imobiliária para que um de nossos consultores imobiliários lhe oriente. Traçaremos um perfil de acordo com suas necessidades contemplando o tipo de imóvel que você deseja, seja casa, apartamento ou estabelecimento comercial, além da localização, a faixa de valores e a forma de pagamento. A partir daí, lhe apresentaremos opções dentro do perfil nos fornecido.

9 – Seleção e visitação dos imóveis.

Após recebimento das opções, chega a hora de selecionar os imóveis que mais lhe interessam para a etapa da visitação. Nossos consultores Imobiliários acompanham todos os clientes interessados, a fim de prestar o melhor atendimento no local onde poderá ser o lar ou ambiente de trabalho para você, família e colaboradores.

10 – Contrato ou promessa de compra e venda.

Após a sua definição pelo imóvel ideal, redigiremos um Contrato de Compra e Venda, em que constará os dados cadastrais do vendedor e do comprador, valor de transação, sinal de garantia do negócio, prazos e formas de pagamento e ainda todas as clausulas importantes para que o negócio seja fechado, da forma mais justa e transparente possível, para todas as partes envolvidas.

11 – Forma de pagamento.

Existem três formas usuais de pagar sua casa ou apartamento novo: a primeira é via financiamento por meio de uma Instituição Financeira, a segunda é por meio de financiamento próprio de uma Construtora e o terceiro é o pagamento à vista ou em pequenas parcelas, negociadas entre comprador e vendedor. Escolha uma e receba todo o auxílio e informações necessárias para colocá-lo em prática.

12 – Assinatura da escritura e pagamento de impostos.

A escritura poderá ser assinada na Instituição Financeira, caso a compra do imóvel seja financiada, ou em Cartório, situação em que o imóvel seja adquirido por financiamento próprio de uma construtora ou à vista. O ITBI, imposto gerado em todas as transações imobiliárias, é de responsabilidade do comprador e deverá ser recolhido logo após a assinatura da escritura em uma instituição financeira. Se não houver financiamento bancário, o recolhimento do imposto deverá ser de forma antecipada, tendo o comprador a obrigação de levar o recibo de pagamento ao Cartório.

13 – Posse do imóvel e registro da escritura.

Após as devidas assinaturas e recolhimento do imposto inerente ao imóvel, chega a hora de pegar a chave e tomar posse de sua casa ou apartamento novo. Atenção! A escritura, enquanto não registrada pelo comprador em um Cartório de Registro de Imóveis, não comprova a efetiva transferência da propriedade.

Esperamos que tenha gostado das dicas de nosso Diretor! Feliz casa nova!

 

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Existe certidão de nascimento de imóvel?

Todos nós quando nascemos somos registrados perante a sociedade para que todos saibam que a partir daquele momento existe um novo ser e ele é dotado de direitos e deveres. Assim também deve ser com um imóvel. Ao terminar de construir ou comprar a casa ou apartamento dos seus sonhos deve haver um registro oficial.
“Quem não registra não é dono”. Essa frase emblemática reflete a realidade de muitos ‘proprietários’ de imóveis pelo país que adquirem propriedades, sendo urbanas ou rurais, mas não fazem o devido registro. Este registro é um cuidado que todo adquirente de um imóvel deve ter com relação à efetivação da transmissão da propriedade.

Fique atento

Caso haja dúvidas, procure um profissional para esclarecer a diferença entre os documentos. O registro do imóvel é muito importante para garantir os seus direitos.
Apesar de serem registros totalmente diferentes em suas destinações, muitos confundem a escritura de compra e venda com o registro do imóvel. Enquanto a primeira representa a declaração da transação imobiliária, o segundo é o documento hábil que comprova a propriedade, devendo ser devidamente averbado no respectivo Cartório de Registro de Imóveis.
O que diz a lei
O artigo 1.227 do Código Civil dispõe que “os direitos reais sobre imóveis constituídos, ou transmitidos por ato entre vivos, só se adquirem com o registro no Cartório de Registro de Imóveis dos referidos títulos.”.
O artigo 1.245, do mesmo diploma legal, dispõe o seguinte:
“Art. 1.245. Transfere-se entre vivos a propriedade mediante o registro do título translativo no Registro de Imóveis. § 1º Enquanto não se registrar o título translativo, o alienante continua a ser havido como o dono do o imóvel”.
Embora a venda de um mesmo imóvel para duas pessoas distintas possa, em tese, caracterizar um ato ilícito, passível de indenização, a ser discutido em ação própria na justiça, ou até mesmo um ilícito de ordem penal, o fato é que, no Brasil, resguarda-se o direito de posse ao adquirente do imóvel que primeiro fizer o registro.
Onde registrar
Existem, em praticamente todos os municípios brasileiros, um cartório de registro de imóveis. É neste local que deve ser realizado o cadastro da propriedade imobiliária, que irá conter todo o histórico do respectivo imóvel. Este documento, de caráter público, é o local onde todo o histórico encontra-se catalogado na respectiva matrícula, que é um número que o identifica. Assim como para pessoas, costuma-se dizer que esta matrícula é a própria certidão de nascimento do imóvel, pois quando ele é construído abre-se uma nova matrícula para a nova unidade.
Nos cartórios de registro de imóveis é que se encontram os históricos dos imóveis e lá é que se consulta a situação de cada um de acordo com a matrícula.
Este histórico, denominado certidão, exatamente por ser um instrumento público, pode ser solicitado por qualquer cidadão, basta que se paguem as taxas e envolvimentos devidos, sem necessidade de intervenção judicial. Isso serve para que você tenha conhecimento do qual a real situação do imóvel que está adquirindo, caso esteja na posição de comprador.
Com essa certidão em mãos, o requerente passa a ter acesso aos dados reais que espelham a situação jurídica do imóvel, começando por quem efetivamente é o dono. Assim ele pode ficar sabendo em nome de quem está registrado, passando pela existência de eventuais entraves como hipoteca, penhora, usufruto ou locação, além de algum outro fato que possa recair sobre o imóvel, como, por exemplo, uma servidão de passagem de uma adutora de abastecimento de água.
Afrânio Souza é corretor na Moradia Imobiliária.
O corretor de imóveis da Moradia Imobiliária, Afrânio Souza, alerta para todos aqueles que adquiriram imóveis ou construíram recentemente que registrem corretamente. “O registro é a única forma de constatar oficialmente quem é o dono legítimo do imóvel. Sem este documento o proprietário pode até perder a posse, caso outra pessoa faça o registro com a devida documentação. Tem muita gente de má fé por aí e é importante se proteger legalmente”, disse.
Ele explica ainda que como um dos objetivos do registro imobiliário é tornar pública a situação dos imóveis, o arquivo dos dados é distribuído de forma geográfica. “Nas pequenas cidades existe apenas um cartório, enquanto nos grandes centros estes são distribuídos segundo determinadas regiões, facilitando e agilizando o serviço de registro de imóveis para os atuais e futuros proprietários”, finalizou.
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Alugar sem fiador. É possível?

Quando se pensa em alugar um imóvel a principal preocupação inicial é: um fiador. Por não implicar custos e por ser considerada segura, a opção preferida tanto pelo locador quanto pelos inquilinos sempre foi o fiador, ou seja, uma pessoa, geralmente proprietária de imóvel na mesma cidade, que possa assumir a dívida do locatário em caso de ele não pagar.
Para muitos parece missão impossível encontrar alguém de confiança, da mesma cidade, que possa assumir esse compromisso. E quem muda de município? Pode encontrar ainda mais dificuldades para alugar um imóvel quando se depara com a necessidade de oferecer garantias ao proprietário.
A Controladora de Aluguel Luzia Batista, da Moradia Imobiliária.
Essa, porém, não é a única alternativa para quem procura uma casa ou apartamento para alugar em um lugar onde não tenha parentes e ainda está construindo uma rede de amigos. A lei brasileira permite outras formas de garantir o recebimento do valor devido e facilitam a transação de aluguel de imóveis.
Por isso não se desespere, há outras garantias previstas em lei que o ajudarão a morar bem sem precisar envolver parentes e amigos. A Controladora de Aluguel da Moradia Imobiliária, Luzia Batista, explica quais são as outras opções para quem está nessa situação e precisa de alternativas.

Seguro Fiança Locatícia
Esta opção ainda é a alternativa menos buscada por inquilinos, mas tem se tornado cada vez mais comum. Funciona assim: você contrata um produto de uma seguradora (a Moradia trabalha em parceria com a Porto Seguro Seguradora) e, em caso de uma eventualidade, ela arca com o aluguel no seu lugar. O preço varia conforme a seguradora, a cobertura contratada e o perfil do locatário.
Luzia comenta que “muita gente não sabe, mas, além de pagar o aluguel e as multas em atraso para o proprietário do imóvel, o seguro também pode cobrir eventuais pinturas, danos ao imóvel, condomínio e IPTU”.
A vantagem do seguro-fiança é que ele costuma ser mais barato e você consegue parcelá-lo durante os meses de contrato. Na Moradia Imobiliária o parcelamento pode ser em até 12 vezes. A desvantagem é que você paga e não há reembolso. Quem contrata o seguro é o locatário, mas o beneficiário do seguro, no entanto, é o dono do imóvel.
A Controladora de Aluguel explica ainda que para adquirir a apólice do seguro-fiança, o inquilino passa por uma análise de crédito, em que a seguradora confere se seu nome está em alguma lista de inadimplentes e se ele tem condições financeiras de arcar com o aluguel. Se estiver tudo ok a liberação não é demorada.
Título de Capitalização
Desconhecido pela maioria, este tipo de operação é um título de crédito que tem como objetivo a formação de uma aplicação, que também serve como garantia de fiança. É vendido por uma seguradora, cujo valor aplicado fica retido por um prazo determinado na conta da companhia de seguros. A Moradia tem como parceira a Sul América Capitalização.
Uma das vantagens é que, caso o inquilino desocupe o imóvel, haja inadimplência e má conservação do mesmo, o proprietário pode solicitar o resgate e usá-lo para pagar as dívidas existentes. Além disso são menos burocráticas e envolvem um número menor de pessoas no momento de uma negociação de aluguel.
Vale lembrar que a escolha da melhor forma de fiança vai variar de acordo com a necessidade e o custo do título de capitalização como garantia para contratos de locação e pode variar de acordo o valor do aluguel. Na parceira da Moradia o pretenso locatário capitaliza 10x o valor do aluguel. Ao final da locação ele pode pedir o resgate desse valor aplicado.
Agora você sabe que é sim possível alugar um imóvel sem fiador. Aproveite e confira todas as excelentes oportunidades que a Moradia Imobiliária tem para você e sua família. Alugar uma casa ou apartamento é na Moradia.
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Proteja sua casa do Aedes Aegypti

Época do ano é propícia para o surgimento do mosquito transmissor de doenças
O fim do ano, as festas, o início do verão, as férias escolares das crianças, o décimo terceiro salário, a reunião da família… Vários são os motivos que nos levam a viajar nesta época do ano e, além de organizar as malas para a viagem, é importante cuidar para que sua casa fique protegida de um mal que está se proliferando, vem assustando a população e é muito perigoso: o mosquito Aedes Aegypti.
E não importa se você mora em casa ou apartamento, o mosquito parece ter radar para descobrir água parada em qualquer cantinho! Como as chuvas de verão ainda não deram trégua, nada de descuidar da prevenção contra essa praga.
O Aedes Aegypti ficou conhecido como o mosquito da dengue e, agora, além disso, ele também transmite o Zika Vírus e o Chikungunya, fazendo com que todo o país entre em estado de atenção para combatê-lo.
A água parada, seja ela em um balde esquecido no quintal ou em um pratinho de planta pode ajudar na proliferação do mosquito. O ciclo de reprodução, do ovo à forma adulta, leva em média de cinco a dez dias e, por isso, é preciso estar atento, eliminando pontos de proliferação em sua residência.
Pratinhos de plantas são criadores propícios para o mosquito da dengue. Mantenha-os secos.
Em sua casa:
Área externa assegure-se que:
· A caixa d’água está vedada.
· As calhas estão limpas e sem concentração de água.
· Galões, poços e tambores estão fechados.
· Garrafas e baldes vazios estão com a boca virada para baixo.
· Piscina coberta com lona ou vedada.
· Pratos de vasos de planta com areia até a borda.
Área interna verifique se:
· Os ralos estão tampados.
· As tampas dos vasos sanitários estão abaixadas.
· As vasilhas dos bichos de estimação estão limpas e protegidas da chuva.
· A bandeja coletora de água do ar-condicionado está limpa e seca.
· A bandeja externa na geladeira está limpa e seca.
· Pratinhos de flores com terra até a borda.
Em seu condomínio:
· Ralos externos e canaletas de drenagens para água da chuvas: usar tela de nylon para proteção ou colocar sal semanalmente.
· Ralos internos de esgoto: colocar tampa abre-e-fecha ou tela de nylon (trama de um milímetro) ou, ainda, duas colheres de sopa de sal, no mínimo, semanalmente.
· Lajes e marquises: manter o escoamento de água desobstruído e sem depressões que permitam acúmulo de água, eliminando eventuais poças após cada chuva.
É de responsabilidade de todos no condomínio zelar pela saúde pública e colaborar para que o mosquito não se reproduza.
· Calhas: manter sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água.
· Fossos de elevador: verificar semanalmente se existe acúmulo de água, providenciando o escoamento por bombeamento.
· Vasos sanitários sem uso diário: manter sempre tampados, acionando a descarga e semanalmente; caso não possuam tampa, vedar com saco plástico aderido com fita adesiva. Não sendo possível a vedação, acionar a válvula semanalmente, adicionando a seguir duas colheres de sopa de sal.
· Caixas de descarga sem tampa e sem uso diário: tampar com filme plástico ou saco plástico aderido com fita adesiva.
· Pratos e pingadeiras de vasos de plantas: substituir a água por areia grossa no prato ou pingadeira, até a borda.
· Caixas d´água: mantê-las vedadas (sem frestas), providenciando a sua limpeza periodicamente.
· Piscinas em período de uso: efetuar o tratamento adequado com cloro.
· Piscinas sem uso freqüente: reduzir o máximo possível o volume de água e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada ao volume de água.
· Recipientes descartáveis: acondicionar em sacos de lixo e disponibilizá-los para coleta rotineira da limpeza pública.
· Bromélias: substitua por outro tipo de planta que não acumule água. Enquanto esta providência for adotada, regar abundantemente com mangueira sob pressão, duas vezes por semana.
Sobre o mosquito e suas doenças
Somente a fêmea do mosquito Aedes Aegypti pode transmitir as doenças. De acordo com o Ministério da Saúde, ao apresentar qualquer sintoma é necessário procurar diretamente um médico. Repelentes e inseticidas ajudam a proteger as pessoas do mosquito, evitando assim que ele seja picado.
Sintomas:
– Dengue: Um dos primeiros sintomas a aparecer é a febre alta (39º a 40º). Geralmente dura de 2 a 7 dias. Além disso, dores de cabeça, no corpo e nas articulações. Fraqueza, dor atrás dos olhos, coceira, perda de peso, náuseas e vômitos. Vale lembrar que a infecção por dengue pode ser assintomática (não apresentar sintomas), leve ou grave, levando à morte. Vale lembrar que existem 4 tipos de dengue, e a pessoa pode ser infectada mais de uma vez.
Mosquito Aedes Aegypti
– Chikungunya: Se a pessoa for infectada uma vez, ela ficará imune pelo resto da vida. Dentre os sintomas estão febre alta, dores intensas nas articulações dos pés e das mãos, dedos, tornozelos e pulsos. Manchas vermelhas na pele. Dores de cabeça e nos músculos não estão descartadas.
– Zika Vírus: De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 80% das pessoas que são infectadas pelo Zika não desenvolvem sintomas, porém alguns sinais devem ser levados em consideração como: dor de cabeça, febre baixa, dores levas nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Além disso, podem aparece inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômito. Geralmente os sintomas desaparecem espontaneamente, após 3 a 7 dias.
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Documentos, por quanto tempo guardar?

Está de mudança para sua casa nova ou vai fazer aquela faxina nos móveis e esvaziar as gavetas e encontrou aquele monte de papéis guardados, super importantes, mas não sabe quais tem que realmente guardar e por quanto tempo? Nós temos a resposta para você!
É bom ficar atento na hora da limpeza ou retirada dos papéis para mudança para que documentos importantes não sejam descartados e parem no lixo por falta de atenção ou desconhecimento do que diz a lei sobre eles. Alguns desses documentos nos protegem de cobranças indevidas e do risco de ter o nome e o CPF incluídos em lista de devedores.
Conforme o Código Civil, o prazo mais comum de prescrição de dívidas é de cinco anos, no entanto, há comprovantes que necessitam e mais tempo guardados, como os de financiamento do imóvel.
Confira a lista que fizemos para você:
Recibos e comprovantes devem ser armazenados com cuidado para danificar o material.
Cinco anos:
– taxas e Impostos Municipais e Estaduais (Lixo, IPTU, IPVA, etc.);
– contas de água, luz, gás, telefone (inclusive celulares);
– plano de saúde ;
– recibos escolares;
– pagamento de cartões de créditos;
– pagamento de condomínios.
Três anos:
– os recibos de pagamentos de aluguel;
– recibos de diárias de hotéis;
– recibos de pagamento de restaurante.
Pelo período do contrato:
– comprovante de pagamento de FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO.
Atenção redobrada a estes documentos e seus prazos:
– seguros em geral (vida, veículos, saúde, RESIDÊNCIA etc): 1 ano após o término da vigência
– extratos bancários: 1 ano – declaração de Imposto de Renda e documentos anexados: 6 anos
– comprovantes de pagamento de financiamentos de bens como carros e imóveis até o término do pagamento de todas as parcelas ou após a entrega da escritura definitiva (imóveis) e/ou documento que oficialize a quitação (consórcio)
– notas fiscais até o término da garantia do produto
– documentos comprobatórios para aposentadoria junto ao INSS: 20 anos
Armazenamento
O acondicionamento adequado faz diferença na conservação dos documentos.
Uma dica importante: Faça fotocópias de comprovantes de máquinas de cartão de crédito e de caixas eletrônicos. O material usado na tinta se deteriora muito rápido e as informações podem se perder e o documento não ter mais valor comprobatório.
Os papéis de manuseio constante podem ser guardados em sacos plásticos com furos dentro de pastas com elásticos ou pastas classificadoras, ou ainda em pastas suspensas. O importante é serem guardados longe da umidade e de sujeira.
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Transportando a mudança sem dor de cabeça

Chegou a hora de deixar seu espaço, seu cantinho, algumas lembranças e umas experiências de vida para encarar o desconhecido que é um novo lar? Uma casa nova e uma nova vida, mas com seus pertences, porque não tá fácil comprar tudo novo né! Para essa nova fase de sua vida e para encarar essa empreitada que é uma mudança, preparamos algumas dicas que serão muito úteis nesse processo.
Para se ter uma boa mudança, busque no mercado empresas idôneas e profissionais com indicação.
Escolhendo a empresa certa
Idoneidade. Essa é a primeira verificação que se tem que fazer ao buscar uma empresa, seja ela de qualquer ramo, para prestar serviços sob sua autorização. Após pesquisar com amigos e conhecidos indicações de empresas que prestaram bons serviços e ofereceram bons preços, confira no PROCON se há reclamações sobre a escolhida por você. Se houver algum registro, procure outro fornecedor.
Faça mais de um orçamento
Muita gente não sabe, mas toda empresa de mudanças é obrigada a fornecer um orçamento, conforme diz o Código de Defesa do Consumidor (Art. 40). É com ele que você poderá pesquisar as melhores ofertas e optar pelo que for melhor para sua mudança.
Pesquise preços e referências de mais de uma empresa. Isso evitará muitos transtornos durante a sua mudança.
E fique atento, pois algumas empresas cobram uma taxa pelo orçamento. Pergunte sobre valores antes de contratar este tipo de serviço e faça pelo menos três orçamentos em diferentes locais. Geralmente o valor a ser cobrado é definido após visita de vistoria do profissional. Ele avalia a quantidade e o modo como serão transportado os objetos e móveis e quanto essa logística vai custar, incluindo a mão de obra dos carregadores.
Tudo em segurança
Para se ter um controle do que será transportado faça uma lista de móveis e objetos. Verifique o estado dos móveis e se já existe alguma avaria, guardando com você essa lista. Peça para um responsável pela empresa assinar e fique com uma cópia. Este documento chama-se rol de inventário.
Se proteja, peça os documentos
Ao contratar um serviço de mudanças, assim como qualquer outro, você está totalmente protegido pelo Código de Defesa do Consumidor e, para reclamar seus direitos, é necessário ter em mãos os documentos como o contrato e a nota fiscal. Fique sabendo que a lei obriga a empresa de transporte de mudanças a ser responsável por todos e quaisquer danos no serviço realizado. O não cumprimento do que foi contratado é de responsabilidade da empresa.
Empacotando
Todo cuidado é pouco ao embalar seus pertences. Fique atento aos materiais utilizados no processo para não danificar os móveis e objetos.
Muitas empresas tem a opção de empacotamento de móveis e objetos sob exigência de seguradoras. Você pode arcar com essa despesa e ficar tranquila em relação ao que está sendo transportado ou pode você mesmo embalar tudo, mas sem nenhuma garantia. Caso opte por contratar o serviço, todo o material deve ser fornecido pela empresa, fique atento.
E você sabe como é calculado o orçamento? É pelo espaço estimado que são definidos o tamanho do caminhão e o valor do transporte. O preço da cubagem (metro cúbico) leva em conta a quantidade de objetos, a distância da casa velha à casa nova e o grau de dificuldade. Desempacotar também pode fazer parte do serviço prestado e deve ser cobrado no orçamento inicial.

10 IMPORTANTES DICAS

1) Exija um contrato por escrito discriminando: nome, endereço e CNPJ (se for pessoa física, RG e CPF) da empresa, dados pessoais do contratante, local, data e horário de retirada e de entrega, valor do serviço, condições de pagamento e tudo o que for acertado verbalmente. Não deixe de ler com atenção este documento e de riscar os espaços em branco.
2) Informe-se quanto às regras de mudança do imóvel atual e do novo. Alguns locais têm horários delimitados para realização do serviço, e isso afeta no preço.
3) Avise o síndico e/ou o zelador sobre sua mudança, e confira se não há outra pessoa realizando transporte no mesmo dia e horário, para evitar congestionamentos em elevador e outros transtornos do gênero.
4) No dia da mudança, reserve vaga para o caminhão na frente do imóvel – ou o mais perto possível; quanto mais longe, mais demorado e mais carregadores serão necessários, encarecendo o transporte.
5) Procure vincular o pagamento ao término do serviço. Se não for possível, veja a possibilidade de disponibilizar apenas um sinal na contratação, quitando o restante após a mudança.
6) Certifique-se de que o dia marcado para a mudança não coincida com feiras livres nas ruas que envolvam o local de saída ou de chegada da mesma.
7) Esvazie o botijão de gás, pois é proibido transportá-lo cheio, por causa do risco de explosão; se o gás for central, no caso de condomínios, faça o desligamento com 24 horas de antecedência.
8) Descongele o freezer também 24 horas antes do transporte. Seque-o bem antes de carregar no caminhão, para evitar odores.
9) Na impossibilidade de estar presente quando da chegada da mudança no novo endereço, peça a uma pessoa de sua confiança que faça a conferência e relacione por escrito eventuais danos ou extravios de objetos. Exija a assinatura do funcionário da empresa neste documento e guarde uma via com você.
10) Guarde cópia de toda a documentação; exija recibos de todos os pagamentos efetuados e solicite, por escrito, a previsão de entrega da mudança nos casos de transportes intermunicipais e interestaduais e carregue consigo os objetos pessoais tais como joias, dinheiro, cheques e documentos.
Mudança de moradia não é sinônimo de dor de cabeça.

 

Seguindo essa dicas você terá uma mudança tranquila e sem problemas. E se precisa de uma dica para conseguir uma casa nova para se mudar, que tal dar uma olhada no nosso site e conferir o que temos para você no www.moradiaimobiliaria.com.br.
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Pisos, escolha corretamente.

Muitas cores, texturas, formatos e tamanhos confundem a gente na hora de escolher o piso para nossa casa ou apartamento. Outra confusão comum é identificar se o piso é cerâmica ou porcelanato. Para cada tipo há uma forma específica de instalação.
Super importante, além de um ótimo material, é escolher também a mão de obra com melhor referência de qualidade. Uma má instalação de piso pode colocar todo o serviço a perder, e refazer serviços e gastar mais com certeza não está nos seus planos.
Vamos conferir algumas dicas para que seu piso seja da melhor qualidade em todos os aspectos.
Escolhendo o material
A escolha do piso certo faz toda a diferença ao fim da obra ou reforma.
Observe bem o tamanho do seu ambiente e os tamanhos de suas placas. Para evitar que o pedreiro faça muitos recortes, evite peças grandes caso o espaço a ser instalado seja pequeno. Se a área é molhada como o banheiro, cozinha ou área de serviço, a dica são os pisos antiderrapantes. Os pisos lisos são mais indicados para área secas.
Se optar por porcelanato
Amplamente utilizado e mais valorizado no mercado hoje, o porcelanato exige mais atenção ao comprar. Peça para ver a embalagem do produto e confira na etiqueta se a qualidade é A (extra), que atende a todas as normas técnicas de qualidade. Verifique também se o produto segue a NBR 15463 ou a NBR 13818, que são as normas de qualidade. Se não puder ver a embalagem na loja, peça para o vendedor confirmar, pois a qualidade A indica que os pisos de porcelanato têm tamanhos regulares e que não há defeitos na superfície.
Há no mercado a famosa linha comercial, ou linha C, que contêm algum defeito e por este motivo as peças são mais baratas. Pense bem se o preço vale o trabalho da mão da obra, pois este material tem mais perda e irregularidades na hora de instalar.
E você gosta daquele rejunte bem fininho? A indicação é utilizar pisos retificados, que o corte é bem certinho na peça. Há lindas peças de porcelanato que não são retificados e tem bordas irregulares, fique atento para não deixar de ter seu rejunte bem fino.
Se optar por cerâmica
A linha mais indicada é a tipo A, ou de primeira linha. Cerca de 95% das peças não apresentam defeitos visíveis. Para estas, provavelmente haverá também uma indicação de qualidade na embalagem conforme a NBR 13.818/97. A segunda linha, ou tipos B e C, tem defeitos visíveis mas os fabricantes garantem que as peças são tão resistentes quanto as do tipo A.
Fique atento pois existe até o tipo D de cerâmica. Este último tipo, além de possuir defeitos visíveis, as peças não tem garantia de resistência do fabricante. Confira sempre a embalagem do produto que está adquirindo. E lembre: azulejo de parede não pode ser usado como piso.
Escolhendo a mão de obra
Fique atento também aos equipamentos de segurança de seu prestador de serviços.
Peça referências e confira outros trabalhos realizados pelo pedreiro. Se a sua opção for porcelanato e você quer seu rejunte fininho, confira se ele já fez este serviço e o resultado. Confira se o prestador de serviço entendeu o desenho que você quer que se forme em seu piso para não ter surpresas desagradáveis depois. Diagonal, reto e alinhado, com ou sem detalhes entre as placas, tudo isso é importante que ele saiba exatamente como fazer. Lembrando que as últimas peças geralmente têm recortes, escolha o canto em que o pedreiro deve começar a instalação. Lembre-se de explicar como quer que seja aplicado o rejunte.
Preparando a base
Independente do piso escolhido, a base deve ser muito firme, ou seu piso irá se soltar ou trincar e seu gasto será maior. Chamado de contrapiso, esta base não fica visível pois fica sob as placas de piso. Se ela for mal feita provavelmente você só vai descobrir depois, quando seu “profissional” já estiver longe. Evite este problema e fique de olho se o contrapiso está regular, firme, seco e sem poeira antes do pedreiro passar a argamassa que vai colar as placas de piso.
Colando o piso
Saiba que para cada tipo de piso usa-se uma argamassa diferente. Procure na embalagem do piso a indicação da argamassa a ser utilizada ou veja também nos pacotes de argamassa para que pisos elas se destinam. O erro nessa escolha pode trazer muito prejuízos.
A recomendação é que a argamassa tradicional deve secar por aproximadamente 2 ou 3 dias antes de o rejunte ser colocado. Se não respeitar esse tempo, a água da massa pode se acumular por baixo do rejunte, soltando-o e fazendo você gastar mais dinheiro. Caso a argamassa seja do tipo “seca rápido”, este tempo pode ser menor, mas deve ser respeitado o tempo indicado na embalagem do produto. Caso queira instalar piso sobre piso, confira se a base está firme e nivelada. Fique atento para que a altura do novo piso não atrapalhe a abertura de portas.
Rejunte fino
Espaçadores devem ser colocados para um melhor resultado na aplicação do rejunte.
O espaço entre as placas também é muito importante. É nele que irá o rejunte. Mesmo se achar mais bonito o rejunte fininho, verifique na embalagem o espaçamento que é permitido para que ele não trinque, quebre ou solte. Peça ou providencie para seu pedreiro os espaçadores adequados, para acertar na largura dos rejuntes.
Áreas molhadas
Uma parte muito importante da instalação de pisos é a impermeabilização do contrapiso e da parte mais baixa da parede para evitar infiltrações. O impermeabilizante deve ser aplicado sobre o contrapiso e antes do pedreiro colar as placas com argamassa.
Caso queira colocar o piso em áreas molhadas como cozinha, banheiro ou área de serviço lembre-se que será preciso instalar ralos e fazer uma leve inclinação no piso para que a água corra para eles. Verifique isso com seu pedreiro para não ter dor de cabeça depois.
Uma boa construção ou reforma? Tudo isso é #maisquebemvindo
E se você quiser conferir em nosso site os imóveis disponíveis com piso em porcelanato e cerâmica para compra e aluguel, acesse www.moradiaimobiliaria.com.br
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O seu imóvel está seguro?

Moradia dá dicas de segurança para você ficar mais tranquilo ao deixar seu imóvel sozinho.
Morar em grandes centros urbanos ou em pequenas comunidades não faz diferença quando o assunto é insegurança. Esse sentimento vem tomando conta da população que está cada vez mais se limitando para se manter seguro. É uma dor de cabeça para qualquer um, em qualquer idade ou situação econômica. Mas pode ser minimizado com algumas dicas de segurança.
Podemos nos proteger da ação de pessoas mal intencionadas sem precisar ter grandes gastos como a contratação de empresas especializadas em segurança ou equipamentos caros. Elaboramos algumas dicas de segurança para casa e apartamentos que deixarão você e sua família mais tranquilos.
Todos devem colaborar
Se você mora em um condomínio procure saber as regras de segurança. Muitos não as têm bem definidas, o que pode gerar conflitos em caso de invasão e roubo. Converse com o síndico e estabeleçam algumas diretrizes, que deverão ser seguidas por todos os moradores e trabalhadores do condomínio. Leve para a reunião de condomínio e discuta com todos. Quanto mais ideias para aumentar a segurança, melhor.
Para quem mora em casa, os vizinhos podem ajudar a ficar de olho enquanto você e sua família se ausentam. Estabeleça contato, converse, deixe números de telefone ou de mensagens para caso algum deles observe algo estranho em sua residência. Contar com a ajuda dos vizinhos pode evitar grandes prejuízos.
Trabalhadores competentes e de confiança
Profissionais qualificados são investimentos e não gastos. Fique atento!
Lembre-se que um funcionário treinado e qualificado é investimento, não gasto. Trabalhar com quem tem experiência em proteção tanto de imóveis quanto pessoal é de fundamental importância para que o resultado seja o esperado: alguém que saiba como agir em uma situação de risco. Por isso repense quando for escolher o profissional de segurança ou porteiro. Lembre-se que pode ser um barato que lhe custará caro no futuro. Uma dica que vale para casas ou prédios: investigue empregos anteriores de seus funcionários. Jardineiros, empregadas, motoristas, limpadores de piscina, caseiros ou qualquer outro profissional que tenha acesso a sua residência deve ter recomendação de antigos patrões. Saiba o máximo que puder sobre eles para não se surpreender depois.
Visibilidade no acesso
O acesso a sua moradia precisa ser claro e bem visível. A iluminação é essencial para que você consiga ver e ser visto ao chegar. Evite deixar objetos e plantas que possam criar pontos cegos. Árvores grandes que barram a visão devem ser evitadas, assim como as próximas ao muro ou portão, para evitar que sirvam de acesso a estranhos. A iluminação é um ponto chave mesmo quando não houver ninguém na residência. Para economia de energia a dica é o uso de lâmpadas com fotocélula, com ajuste automático de iluminação. Elas acendem e apagam sozinhas de acordo com a luminosidade do ambiente.
O portão te impede de ver a rua?
A visibilidade na entrada é importante para que da rua possam ver invasores em sua residência.
Engana-se quem acha que quanto mais escondida a casa, melhor. É justamente o contrário. Se ninguém consegue ver pelo menos a entrada da casa, não verão os invasores também. A recomendação é não instalar portões totalmente fechados, daqueles que não deixam aparecer nada do imóvel.
Portões com barras e muros frontais com visibilidade para o interior por meio de “janelas” de vidro deixam o imóvel mais seguro por apresentar a possibilidade de se ver qualquer movimento estranho. Quanto mais isolada e impenetrável visualmente for o imóvel, mais confortável o invasor se sentirá para agir, pois estará certo de que não será visto. 
Autorização de entrada
Pediu uma pizza? Avise ao porteiro sobre a chegada de seu pedido. Para quem mora em edifício é imprescindível que todas as entradas sejam autorizadas, mesmo as de amigos e conhecidos. Muita gente de boa aparência comete crimes porque o porteiro deixou entrar por aparentar ser bacana. Lembre-o de usar o interfone e registrar a entrada de todos, mesmo que seja só “uma visitinha rápida”. Checar documentos e credenciais de quem que entrar no prédio sem autorização é de extrema importância. Fique atento a isso.
Para quem mora em casa não abra o portão e deixe o entregador entrar. Busque lá fora o pedido e acerte o valor por lá mesmo. Quanto menos o entregador tiver acesso, menos ele saberá sobre o que tem no interior de sua casa.
Códigos de segurança
Siga as dicas da Moradia Imobiliária e proteja seu imóvel e sua família.
Ter um código de segurança com o funcionário responsável pela entrada pode ser interessante para evitar situações de risco. Um gesto, um barulho diferenciado, uma palavra que seja podem evitar que você seja feito refém por invasores, por exemplo. Combine um código com os outros moradores também, assim todos ficam alertas quando perceberem o sinal.
Crie caminhos alternativos
Adotar rotas diferentes ao se dirigir para sua residência pode dificultar o trabalho de invasores. Muito observam a rotina da casa e dos moradores antes de atacar. Faça caminhos alternativos para não ser surpreendido por gente mal intencionada.
E lembre-se: sem paranoia, mas redobre a atenção sempre que estiver chegando ou saindo de casa e evite entrar ou sair se perceber alguém estranho observando ou alguma movimentação diferente nos arredores. Qualquer descuido pode custar sua vida e de seus familiares.
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Caixas d’água e de gordura sem limpeza: risco para a saúde

Se você vai comprar um imóvel, se mudar de aluguel ou é morador antigo do imóvel e nunca se preocupou com a caixa d’água e com a caixa de gordura, trouxemos para você as recomendações de limpeza e desinfecção desses recipientes para que você se proteja dos riscos proporcionados pela má utilização e má conservação.

Caixa d’água

Tomar banho, preparar alimentos, lavar a louça, usar a descarga. Estas são algumas atitudes cotidianas que são possíveis porque a água da companhia de abastecimento chega até a sua residência e é armazenada em caixas d’água, das quais poucos se lembram. Mantê-las limpas então, mais difícil ainda de lembrar. A recomendação de especialistas é higienizar o reservatório doméstico a cada seis meses. O serviço é indicado para analisar se existe algum vazamento e preservar a saúde dos moradores da residência, já que o acúmulo de sujeira e micro-organismos pode contaminar a água.
A caixa d’água serve como reserva em caso de haver problema no abastecimento da companhia de saneamento do estado. Segundo a empresa, a garantia de qualidade da água vai até o hidrômetro e, a partir daí, a responsabilidade é do cliente. Agentes de saúde alertam que, com o passar do tempo, micro-organismos criados pela própria água e levados até o reservatório pela canalização da rede hidráulica podem comprometer a qualidade do líquido.
Limpeza ajuda a assegurar a qualidade da água que servimos para nossa família.
Luciene Senra, gerente da Moradia Imobiliária e síndica do prédio onde mora, alerta para os produtos a serem utilizados no momento da limpeza. “Não é recomendável o uso de panos que soltem resíduos, vassouras, detergente ou quaisquer outros produtos que possam contaminar a água. Água sanitária ou cloro e uma flanela ou bucha são os ideais para a tarefa”, disse. Ela orienta também aos moradores que fechem suas saídas de água durante a operação para evitar o desperdício.
“Fechar antes e abrir depois para sair o cloro dos canos, por pelo menos uns minutinhos de água corrente na torneira para eliminar os resíduos do produto é fundamental para preservar a saúde de todos. Colocar adesivos com a data da limpeza também é uma boa para se orientar”, comentou. A caixa d’água deve sempre estar bem fechada, evitando assim a entrada de animais, insetos e vetores de doenças. Com a epidemia de Dengue, Zika Vírus e Chikungunya a atenção deve ser redobrada.
Se o condomínio não possui uma Conservadora, os moradores devem ficar atentos para efetuarem a limpeza ou contratarem uma empresa especializada para isso. É fundamental para garantir a qualidade de vida de todos.

Caixa de gordura

Você sabe para que serve a caixa de gordura instalada em seu imóvel? Muita gente não tem conhecimento da utilidade e da importância de uma boa limpeza nesse recipiente. A caixa de gordura é como um grande balde, que fica bem abaixo do piso, deixando visível apenas a sua tampa. Sua função é impedir que o material gorduroso dos alimentos, que vai com a água literalmente para o ralo, chegue à rede de esgoto.
Caixas de gordura devem ser limpas pelo menos a cada três meses.
Dependendo do tamanho, a limpeza da caixa de gordura deve ser realizada quinzenalmente ou pelo menos uma vez a cada três meses, dependendo do imóvel e do ritmo da cozinha. Por exemplo, a demanda de uma casa é diferente daquela adotada em um prédio ou em um restaurante. Evite despejar restos de comida nos ralos. Os alimentos, junto com o óleo utilizado para sua preparação, podem ser os grandes vilões das redes hidráulicas.
Muitas pessoas tentam limpar a caixa de gordura com espátulas e água quente, mas este segundo componente pode prejudicar ainda mais a situação. As caixas de gorduras atuais são feitas de PVC e a água com temperatura elevada pode provocar danos ao material. Use cloro e bucha, se a situação estiver muito ruim, chame uma empresa especializada.
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Animais em condomínio. É proibido proibir?

Assunto delicado que envolve afeto, lei e bom senso deve ser esclarecido
Muito se tem falado em afetividade, em conceito de família e como a lei representa isso. A afetividade hoje é um princípio constitucional que orienta um grande número de relações sociais e familiares e é um ponto chave de discussões que tem transformado a nossa ordem social. E a relação de afeto com os animais de estimação também entra nessa discussão e está amparada pela Constituição Federal. A relação está intimamente ligada à dignidade da pessoa humana, por se tratar de uma relação eminentemente baseada no afeto.
E quando se mora em um condomínio onde as regras ditam a não permanência de animais? Como lidar com síndicos e vizinhos que não toleram animais e querem proibir você de tê-los em seu imóvel? Hoje existe o famoso “é proibido proibir” para estes casos.
Nenhuma convenção de condomínio pode proibir a permanência de animais nas unidades autônomas, ou seja, no interior dos apartamentos. Se o fizerem estarão violando o direito de propriedade e a liberdade individual de cada pessoa em utilizar a sua área privativa de acordo com seus interesses – desde que não sejam contrários à destinação do imóvel. É importante salientar que essas convenções podem restringir a forma como os animais deverão ser mantidos no condomínio.

O que pode?

Você pode ter seu bichinho dentro do seu apartamento da forma como quiser? Pode, desde que respeite a integridade do animal e não perturbe o sossego dos vizinhos. As restrições devem ser limitadas às áreas de uso comum. E fique atento para certas restrições como a permissão somente de animais de “pequeno porte”. Isso não deve ser aceito pelo morador. Procure sempre se orientar pois já existem leis municipais que restringem a quantidade de animais por casa ou apartamento, mas não há legislação sobre tamanho ou raça. Diante disso, os moradores podem ter peixe, gato, ramster, cachorro, cobra, ave ou qualquer outro animal que lhe seja de estima.
O assessor jurídico da Moradia Imobiliária, o advogado Raymundo Raul Bicalho, lembra que “os animais, desde 1988, data em que foi promulgada a Constituição Federal, passaram a ter amparo jurídico, pela Lei Maior do País, conforme se vê do art. 225, §1º, VII, da Constituição Federal, que dispõe:
Desde 1988 os animais tem seus direitos garantidos na Constituição Federal.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”, e que “Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”.
O advogado lembra também que “a Constituição Federal, nos seus artigos 5o e 170, asseguram o direito de propriedade, podendo o proprietário, ou quem esteja na posse do imóvel, manter animais na sua unidade. E o art. 225, parágrafo primeiro, inciso VII, também da Carta Federal, situa o animal como parte do meio ambiente e tutela juridicamente o direito deles à dignidade, vedada a prática de maus tratos.”

Fique atento aos abusos

Quanto às proibições ilegais e abusivas do uso dos elevadores para conduzir os animais, devem ser enfrentadas também aí com a propositura de Ação Judicial. Obrigar os animais a subirem escadas é prática de crueldade, vedada pela Constituição, especialmente quando esses são portadores de doenças que possam ser agravadas com o movimento (cardiopatas, neuropatas etc.), ou mesmo quanto aos animais idosos, já impedidos pela idade de subir e descer escadas.
É incontestável que o direito de ir e vir do guardião do animal estende-se a este. E qualquer decisão de assembleia condominial em sentido contrário, caracteriza-se como constrangimento ilegal previsto no art. 146 do Código Penal Brasileiro, além de constituir crime ambiental, art. 32, da Lei 9.605/98 (crime de maus tratos), comportando, inclusive, a adoção de providências policiais e judiciais para conter o ilícito.
De igual modo, as abordagens verbais ou escritas feitas por vizinhos, síndicos ou porteiros, aos condôminos que têm animais nas suas companhias, com o propósito de constranger-lhes obrigando-os a transitar pelas escadas, proibindo-os de utilizarem o elevador, configuram também constrangimento ilegal, a ser coibido com queixa policial contra o autor do fato.
Os vizinhos, ou o síndico, não podem interferir na vidaintra proprietatisdo condômino.
Cabe ao condômino, que mantém os animais em sua unidade, observar o asseio e a higienização do local, dispensando-lhes os cuidados necessários à saúde (vacinação, tosa e banho regulares); cuidados médicos que lhes proporcionem conforto e bem estar; contratar pessoas para cuidar deles, de forma a que estejam sempre bem, mantendo-se a unidade em condições normais de habitação.

Orientação

Concluindo, cabe a orientação jurídica que se registra a seguir.
É nula e sem efeito qualquer CONVENÇÃO CONDOMINIAL que proíba a existência, ou permanência, de animais domésticos, especialmente de cães e gatos, em condomínio, vez que tal proibição afronta a Lei Maior do País, que é a Constituição Federal, onde estão tutelados juridicamente a vida e o bem estar desses seres.